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Date: Thursday, 09 Oct 2008 11:50

Nesta quinta-feira, às 22h, estréia no canal FX volta à ativa o assassino que todo mundo adora, o nosso amigão Dexter. Bom, aqui já de cara cabe uma ressalva: como é que o FX traz a segunda temporada da série só agora? Lá nos EUA o terceiro ano já está no terceiro ou quarto episódio. Boa parte de quem queria assistir já deve ter baixado, mas isso é problema deles, né?
Depois de descobrir, na primeira temporada, que estava sendo perseguido por seu irmão há muito desaparecido, Dexter se livrou dele e se deu bem. Mas agora, na nova leva, o serial killer mais gente fina do mundo vai passar por poucas e boas. É que o detetive Doakes (Erik King) começa a desconfiar de Dexter, passa a achar que ele é mais do que aparenta ser. Esse cenário vai gerar episódios extremamente tensos, com o nosso “herói” sendo forçado a ficar esperto a cada passo que dá.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o terceiro ano já mostra outros momentos altamente perigosos e novas possibilidades se abrem para o assassino favorito de todo mundo.
Date: Wednesday, 08 Oct 2008 13:13
A partir de agora você também poderá acompanhar o V Oitão no site Herói. Essencialmente é o mesmo blog daqui, mas eventualmente teremos materiais diferentes.
Date: Wednesday, 08 Oct 2008 13:07
Li no Blog dos Quadrinhos (do UOL) que o Ota, clássico editor da revista Mad, saiu fora depois de trinta e tantos anos à frente da edição. Com todo o respeito pelos anos de serviços prestados pelo Ota, acho que foi para melhor. Não sei se para ele, mas para a Mad com certeza. Por que você acha que o título acabou e voltou tantas vezes em sua história recente? O motivo é um só: ficou ultrapassada.
Vou contar um segredinho pra vocês: quase virei editor da Mad. Sim, eu mesminho. Quando a Futuro/Ediouro estava em negociação para pegar a DC/Vertigo (uma hora conta essa história inteira pra vocês), em 2006, a DC fez a exigência de que, para ficar com o pacote todo, também precisaríamos levar a Mad de "brinde". A gente não queria, até porque a revista estava realmente bem ultrapassada, sem falar das baixíssimas vendas. Mas, como diria um Henrique IV em 1593: "Paris bem vale uma missa". Se era para ficar com a DC inteira, a gente pegaria a Mad também, paciência. Daí, já até tínhamos armado um plano para a publicação: ela seria totalmente reformulada, inclusive contando com a saíd do Ota. Claro, não tínhamos nada contra o sujeito, na verdade eu nem o conheço, mas o fato é que para renovar a Mad, essa medida extrema precisaria ser tomada. Não pegamos a DC toda e, por conseqüência, nem a revista. Mas o caminho que iríamos tomar, foi tomado agora pela Panini. Mesmo que o próprio Ota tenha pedido para sair.
Vou contar um segredinho pra vocês: quase virei editor da Mad. Sim, eu mesminho. Quando a Futuro/Ediouro estava em negociação para pegar a DC/Vertigo (uma hora conta essa história inteira pra vocês), em 2006, a DC fez a exigência de que, para ficar com o pacote todo, também precisaríamos levar a Mad de "brinde". A gente não queria, até porque a revista estava realmente bem ultrapassada, sem falar das baixíssimas vendas. Mas, como diria um Henrique IV em 1593: "Paris bem vale uma missa". Se era para ficar com a DC inteira, a gente pegaria a Mad também, paciência. Daí, já até tínhamos armado um plano para a publicação: ela seria totalmente reformulada, inclusive contando com a saíd do Ota. Claro, não tínhamos nada contra o sujeito, na verdade eu nem o conheço, mas o fato é que para renovar a Mad, essa medida extrema precisaria ser tomada. Não pegamos a DC toda e, por conseqüência, nem a revista. Mas o caminho que iríamos tomar, foi tomado agora pela Panini. Mesmo que o próprio Ota tenha pedido para sair.

Date: Wednesday, 08 Oct 2008 13:06
Como todo mundo sabe, sábado é o dia mundial de ir à Comix (até porque eles não abrem mais aos domingos, mas beleza) e lá fui eu conferir as novidades. Lá chegando, di de cara com a nova edição de Sandman, agora aos cuidados da Pixel Media.
Ué, mas a Conrad não publicou Sandman inteiro, numa edição luxuosíssima, com extras, capa dura, papel bom e o escambau a quatro? Para que outra edição? É, esse é uma pergunta que vem à cabeça de todo mundo quando se entra neste assunto. Mas a resposta é simples: Sandman é um clássico dos quadrinhos modernos e, como todo clássico, tem sempre que estar disponível para as pessoas. Ok, você vai dizer, mas os álbuns da Conrad estão todos disponíveis ainda. Nem todos, o primeiro - Prelúdios e Noturnos, por exemplo - está esgotado.
Mas enfim, a outra pergunta que sempre aparece é: como superar a versão conradiana de Sandman. A resposta é: da maneira que a Pixel está fazendo.
A idéia de republicar Sandman na Pixel não é nova. Ela surgiu quando a editora adquiriu os direitos da linha Vertigo. Nessa época (eu ainda estava trabalhando lá) tínhamos que esperar a Conrad terminar de lançar a coleção completa (ainda faltavam umas três edições, ou seja, levaria ainda vários meses) para apenas depois chegar a nossa vez (nossa porque eu ainda estava lá, veja bem).
O lance é que esse tempo chegou e a Pixel, agora sob os cuidados da edição de grande Cassius Medauar, relançou Prelúdios e Noturnos, que tem sua primeira parte impressa neste primeiro volume da coleção.
A versão pixeliana tem vários tipos de atrativos mesmo para quem já comprou toda a coleção da Conrad. Vamos enumerar aqui o que tem de legal:
1) O formato é mais amigável para leitura. O da Cornad era sensacional, mas era meio embaçado para ler, já que era um livrão pesado de carregar. Além disso, não era algo para ficar levando para cima e para baixo. É bonitão para deixar lá na estante, mas não ajuda muito na hora de ler. Já o da Pixel é no formato próximo ao americano (quase do tamanho da Pixel Magazine, se não me engano), mais fino e com capa mole (mas de boa qualidade). Quer dizer, dá para levar pra qualquer canto, ler ali expremido no banco do ônibus ou do metrô. Bom, o papel é couché, há reserva de verniz na capa, orelhas e coisa e tal. É bem bonitão também, embora mais simples que o da Conrad.
2) Claro que o preço é um atrativo significativo. O da Conrad custava em média R$ 65, bem pagos, diga-se, afinal todo o luxo pedia um preço alto. O da Pixel sai por bons R$ 29,90. É um preço justo pela qualidade do material e pelo clássico que Sandman é.
3) O "novo" Sandman vem inteiramente recolorizado digitalmente, o que moderniza a obra. A versão da Conrad era com as cores originais dos anos 80 e 90, que deu uma certa evelhecida, embora tenha todo o seu charme, afinal foi daquele jeito que a obra foi publicada originalmente. A recolorização foi feita pelo povo da Wildstorm, selo da DC comandado por Jim Lee, e foi lançada nos EUA na edição Absolute Sandman, um mega tijolo com a saga completa.
4) A Pixel também traz extras inéditos que inclui comentários de Neil Gaiman, rascunhos e comentários sobre a produção das sensacionais capas de Dave McKean.
Enfim, é por essas e outras que o trabalho da Pixel é algo que merece ser conferido. Tenha você comprado a edição da Conrad ou não. Uma edição não anula a outra. É óbvio que todo mundo vai pensar no surrado dinheirinho de cada dia e ver o que é mais interessante fazer. Mas, no mundo ideal, o certo é ter a coleção da Conrad e da Pixel.
Ué, mas a Conrad não publicou Sandman inteiro, numa edição luxuosíssima, com extras, capa dura, papel bom e o escambau a quatro? Para que outra edição? É, esse é uma pergunta que vem à cabeça de todo mundo quando se entra neste assunto. Mas a resposta é simples: Sandman é um clássico dos quadrinhos modernos e, como todo clássico, tem sempre que estar disponível para as pessoas. Ok, você vai dizer, mas os álbuns da Conrad estão todos disponíveis ainda. Nem todos, o primeiro - Prelúdios e Noturnos, por exemplo - está esgotado.
Mas enfim, a outra pergunta que sempre aparece é: como superar a versão conradiana de Sandman. A resposta é: da maneira que a Pixel está fazendo.
A idéia de republicar Sandman na Pixel não é nova. Ela surgiu quando a editora adquiriu os direitos da linha Vertigo. Nessa época (eu ainda estava trabalhando lá) tínhamos que esperar a Conrad terminar de lançar a coleção completa (ainda faltavam umas três edições, ou seja, levaria ainda vários meses) para apenas depois chegar a nossa vez (nossa porque eu ainda estava lá, veja bem).
O lance é que esse tempo chegou e a Pixel, agora sob os cuidados da edição de grande Cassius Medauar, relançou Prelúdios e Noturnos, que tem sua primeira parte impressa neste primeiro volume da coleção.
A versão pixeliana tem vários tipos de atrativos mesmo para quem já comprou toda a coleção da Conrad. Vamos enumerar aqui o que tem de legal:
1) O formato é mais amigável para leitura. O da Cornad era sensacional, mas era meio embaçado para ler, já que era um livrão pesado de carregar. Além disso, não era algo para ficar levando para cima e para baixo. É bonitão para deixar lá na estante, mas não ajuda muito na hora de ler. Já o da Pixel é no formato próximo ao americano (quase do tamanho da Pixel Magazine, se não me engano), mais fino e com capa mole (mas de boa qualidade). Quer dizer, dá para levar pra qualquer canto, ler ali expremido no banco do ônibus ou do metrô. Bom, o papel é couché, há reserva de verniz na capa, orelhas e coisa e tal. É bem bonitão também, embora mais simples que o da Conrad.
2) Claro que o preço é um atrativo significativo. O da Conrad custava em média R$ 65, bem pagos, diga-se, afinal todo o luxo pedia um preço alto. O da Pixel sai por bons R$ 29,90. É um preço justo pela qualidade do material e pelo clássico que Sandman é.
3) O "novo" Sandman vem inteiramente recolorizado digitalmente, o que moderniza a obra. A versão da Conrad era com as cores originais dos anos 80 e 90, que deu uma certa evelhecida, embora tenha todo o seu charme, afinal foi daquele jeito que a obra foi publicada originalmente. A recolorização foi feita pelo povo da Wildstorm, selo da DC comandado por Jim Lee, e foi lançada nos EUA na edição Absolute Sandman, um mega tijolo com a saga completa.
4) A Pixel também traz extras inéditos que inclui comentários de Neil Gaiman, rascunhos e comentários sobre a produção das sensacionais capas de Dave McKean.
Enfim, é por essas e outras que o trabalho da Pixel é algo que merece ser conferido. Tenha você comprado a edição da Conrad ou não. Uma edição não anula a outra. É óbvio que todo mundo vai pensar no surrado dinheirinho de cada dia e ver o que é mais interessante fazer. Mas, no mundo ideal, o certo é ter a coleção da Conrad e da Pixel.
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Date: Wednesday, 08 Oct 2008 13:05
Essa foi sensacional, hein? O Luís Roberto, narrador esportivo da Globo, leu no ar a pergunta da internauta "Paula Tejando". Daqui a pouco aparece a Renata Rego Grande e o Armando Pinto. Fantástico. Vê aí:
Date: Wednesday, 08 Oct 2008 13:02
E aí, curte um Fest Comix básico? Ah, é sempre bom para colocar a coleção de gibis em dia, comprar uns bonecos e tudo com aqueles descontos camaradas que o Jorge gentilmente nos cede. É a festa da cidadania nerd, né não? Eu vou, aposto que você irá, então nós iremos.
A parada rola nos dias 17, 18 e 19 de outubro no Colégio São Luís, em São Paulo. Vê se aparece lá, porque eu vou e já estou preparando minha listinha do que falta comprar em termos de gibis.
A parada rola nos dias 17, 18 e 19 de outubro no Colégio São Luís, em São Paulo. Vê se aparece lá, porque eu vou e já estou preparando minha listinha do que falta comprar em termos de gibis.
Date: Monday, 06 Oct 2008 19:48
Eu voto em São Paulo. Olha só que alegria:

Oscar Maroni (dono de puteiro)

Leo Áquila (Drag Queen do Superpop)

Salete Campari (Travesti)

Netinho de Paula (Pagodeiro e espancador de mulher)

Nahim (Cantor do Coração de Melão)

Marly Marley (Jurada do Raul Gil e mulher do Ari Toledo)

Sergio Mallandro (Gluglu)

Alô, Cristina (do Aqui Agora)

Dinei (Corintiano vota em corintiano)

Agnaldo Timóteo (Cantor das antigas)

Oscar Maroni (dono de puteiro)

Leo Áquila (Drag Queen do Superpop)

Salete Campari (Travesti)

Netinho de Paula (Pagodeiro e espancador de mulher)

Nahim (Cantor do Coração de Melão)

Marly Marley (Jurada do Raul Gil e mulher do Ari Toledo)

Sergio Mallandro (Gluglu)

Alô, Cristina (do Aqui Agora)

Dinei (Corintiano vota em corintiano)

Agnaldo Timóteo (Cantor das antigas)
Date: Friday, 03 Oct 2008 01:57
Alguém entendeu o que foi esse Bloc Party no VMB? Os caras vieram da Inglaterra para cá para fazer playback? Que lixão! Bom, pelo menos o Mion fez uma piadinha com isso soltando um "quem sabe faz ao vivo".
***
Não tem jeito, Adnet é gênio mesmo.
***
O comercial do VMB revela que Hermes e Renato está para voltar com nova temporada. Ainda bem, não dá mais para agüentar o Tela Class. Começou legal, mas agora ficou chato de ver.
***
Que bosta esse Bonde do Rolê, não?
***
Muito boa a versão de "Furfles Feelings" com um monte de artistas. Para quem não sacou a brincadeira (tem muita gente que nasceu na década de 90, né?), esse vídeozinho aí brincou com o clipe de "We Are The World".
***
Não tem jeito, Adnet é gênio mesmo.
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O comercial do VMB revela que Hermes e Renato está para voltar com nova temporada. Ainda bem, não dá mais para agüentar o Tela Class. Começou legal, mas agora ficou chato de ver.
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Que bosta esse Bonde do Rolê, não?
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Muito boa a versão de "Furfles Feelings" com um monte de artistas. Para quem não sacou a brincadeira (tem muita gente que nasceu na década de 90, né?), esse vídeozinho aí brincou com o clipe de "We Are The World".
Date: Thursday, 02 Oct 2008 19:54
Chegou aqui na redação uns gibizinhos espertos da Panini. Acho que alguns já até estão nas bancas, mas acho que outros não. Vejamos:
- Torre Negra 4
- Grandes Astros Superman 11
- O Ataque das Amazonas 3
- Batman/Superman 39 (com chaveirinho do Batman)
- Dimensão DC - Lanterna Verde 1 (com chaveirinho com o símbolo do Lanterna)
Obviamente ainda não li nenhum, até porque chegaram hoje e eu estou aqui no trabalho.
- Torre Negra 4
- Grandes Astros Superman 11
- O Ataque das Amazonas 3
- Batman/Superman 39 (com chaveirinho do Batman)
- Dimensão DC - Lanterna Verde 1 (com chaveirinho com o símbolo do Lanterna)
Obviamente ainda não li nenhum, até porque chegaram hoje e eu estou aqui no trabalho.
Date: Thursday, 02 Oct 2008 19:22
Vocês são mesmo um bando de espancadores de macacos (se é que me entendem): foi só colocar uma votação de super-heroínas gostosas e o número de participantes foi lá pra cima.
A briga está pau a pau (ops) entre Gata Negra e Poderosa. É Marvel X DC. Quem vai levar? Para inspirar todos nessas últimas horas de votação que restam, aí vão mais imagens das duas garotas que vão com tudo pra cima (ops 2 hehe):


A briga está pau a pau (ops) entre Gata Negra e Poderosa. É Marvel X DC. Quem vai levar? Para inspirar todos nessas últimas horas de votação que restam, aí vão mais imagens das duas garotas que vão com tudo pra cima (ops 2 hehe):


Date: Monday, 29 Sep 2008 23:34

Estou criando tantas séries aqui no V Oitão que daqui a pouco nem vou lembrar de atualizá-las. Não sei por que, mas me deu vontade de escrever hoje sobre Ruas de Fogo, um dos preferidos aqui da casa.
Lançado em 1984, o longa tem produção de Joel Silver, o mesmo cara que hoje é um dos mais poderosos de Hollywood e responsável pelas séries cinematográficas Máquina Mortífera, Matrix entre outros hits. A direção é de Walter Hill, que já tinha feito 48 Horas, um belo sucesso com Nick Nolte e Eddie Murphy.
Ruas de Fogo (Streets of Fire) surgiu para ser uma espécie de musical rock'n'roll, bem retrô, numa linguagem meio MTV, meio quadrinhos. A história mostra o mercenário Tom Cody (Michael Paré, um dos canastras mais bacanas do cinema) voltando à sua cidade para resgatar seu ex-amor, a agora estrela do rock Ellen Aim (interpretada pela lindona Diane Lane). Ela foi seqüestrada por uma gangue de motoqueiros liderada por Raven Shaddock (Willem Dafoe com sua melhor cara de vilão, incluo aí o Duende Verde). Bom, o pau quebra geral entre o lado do bem e do mal. Para encarar os inimigos, Tom recebe a ajuda de Billy Fish (Rick Moranis) e McCoy (Amy Madigan).

O roteiro é bobinho, com os bonzinhos contra os malvados, tipo um filme do Elvis, com o bem triunfando e o heroizinho detonando o vilão. Você já sabe quem vai ganhar desde o início. Mas isso não é o que importa aqui e sim outras duas coisas que chamam muito a atenção no filme: o visual e as músicas.

Ruas de Fogo foi feito nos anos 80, mas uma frase no início da projeção dá a dica: "Em outro tempo... em outro lugar". E é isso mesmo, Ruas de Fogo é uma fábula rock'n'roll e por isso tem uma história idealizada, com o herói bonitão vencendo o inimigo e ficando com a mocinha gata no final. Além disso, por se passar em outra época, o visual acaba sendo uma mistura muito legal de um mundo oitentista com elementos dos anos 50. Carros antigos, neons e fumaça dão o tom do que se vê na tela.

A parte musical arrebenta. Ellen Aim virou - na história, claro - uma cantora de rock bem famosa que canta músicas épicas típicas dos anos 80, um negócio meio ali na praia da Bonnie Tyler em "Total Eclipse of The Heart". São aquelas músicas que todo mundo que assiste ao filme fica esperando o refrão chegar pra cantar junto, saca? Por essas qualidades, a trilha sonora conseguiu arregimentar seus fãs mundo afora e a imagem de Ellen Aim ficou grudada na mente de quem já assistiu a produção.
Mas Ruas de Fogo foi um fracasso de bilheteria. Fez tão pouco dinheiro que deixou Joel Silver seriamente preocupado sobre a continuidade de sua carreira como produtor. Só para você saber, o filme seria o primeiro de uma trilogia protagonizada pelo personagem de Michael Paré. Por causa da pouca grana que rendeu, as continuações nunca saíram e Paré foi condenado a ficar atuando em filmes de quinta categoria para o resto da vida.

Acontece que, ao contrário do que muita gente poderia imaginar, Streets of Fire acabou virando um cult oitentista. No Brasil ele chegou a ser um hit das locadoras naquela década e foi um dos primeiros VHSs alugados por este que vos escreve neste momento. E não foi apenas no Brasil que a coisa fez sucesso. No Japão também há muitos fãs do longa, tanto que ele é citado no anime Bubblegum Crisis, com uma das personagens trajadas como Ellen Aim.

Só para finalizar, o nome Streets of Fire foi tirado de uma música do álbum Darkness on the Edge of Town, do meu amigo Bruce Springsteen. Era para esta canção estar no filme, mas quando Bruce ficou sabendo que ela teria que ser cantada por outro cantor, não deu permissão.

Ano que vem Ruas de Fogo completa 25 anos.
Date: Monday, 29 Sep 2008 22:28
Amigos, vocês viram a capa da mais recente edição da Caras nas bancas? É um dos negócios mais grotescos de todos os tempos. Suzana Vieira de biquíni??????????? Sério mesmo, o mundo se tornou um lugar pior desde que eu vi essa revista. Só tenho uma coisa a dizer: cadeia nessa mulher e nesse marido louco. Das duas uma: ou esse sujeito gosta de sofrer ou está no testamento da atriz. Se tiver coragem, veja a foto aí, mas já aviso: pode causar descolamento da retina.


Date: Monday, 29 Sep 2008 21:58
Acabei de jogar Rock Band 2 aqui na redação. Peguei a guitarra e mandei brasa em "Eye of the Tiger" (Survivor, tema do Rocky), "You Gave Love a Bad Name" (do Bon Jovi) e "Hungry Like the Wolf", dos meus amigos do Duran Duran.
A música do Duran é deles nesta fase:

Istáile demais, diz aí.
A música do Duran é deles nesta fase:

Istáile demais, diz aí.
Date: Monday, 29 Sep 2008 20:10

Posso confessar uma coisa? Nunca fui muito fã de Heroes. Quando a série surgiu, fui pego no meio de todo aquele furacão da mídia, assisti a boa parte da primeria e segunda temporadas, mas não me empolguei. O mesmo aconteceu ontem, ao ver o primeiro episódio do terceiro ano.
Não sei exatamente o que foi que aconteceu. O primeiro ano é legal e o segundo é um lixo, ok. Mas o que deve ter acontecido é que sou fã de quadrinhos há milênios e já vi esse tipo de história ser contada umas trezentas vezes e muitas delas bem melhor do que em Heroes. A série de Tim Kring é um arremedo de Watchmen com Rising Stars e realmente deve impressionar quem nunca foi muito próximo das HQs, mas quem é macaco velho já saca tudo. É o meu caso. Some-se a isso um segundo ano fraquíssimo e não tem jeito: Heroes não está na minha lista de prioridades no momento.
Posso até vir a gostar, veja bem. Mas no momento eu passo.
Date: Monday, 29 Sep 2008 13:08

Eu já tinha lido na imprensa que o show do Caetano e Roberto Carlos em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova era chato. Juro que acreditei na crítica (em geral não dou bola para o que os caras escrevem, mas acreditei nessa). Pois bem, ontem conferi o especial que foi exibido tarde da noite na Globo.
Sou fã do Roberto e detesto o Caetano. Só por aí já havia apenas 50% (ou menos) de chance de gostar do negócio, já que os dois iam dividir o palco em alguns momentos. Mas nem o Roberto conseguiu salvar o negócio. Foi um show chato mesmo. Bossa Nova é uma musiquinha bunda, feita por gente bunda, para pessoas bundas. O resultado disso é que não tinha mesmo como dar certo.
Aliás, antes que alguém pense coisa errada, eu sou fã do Roberto pelo conjunto da obra e sei que ele não vem fazendo nada quase nada que se salve nessas últimas duas décadas.
Date: Monday, 29 Sep 2008 00:29
Lembra que eu falei que ia mostrar minha pra lá de fantástica coleção de bonecos pra você aqui? Então, está começando hoje. É uma boa maneira de ter o que escrever aqui no V Oitão quando estou meio sem assunto. Enfim, vamos lá.
Aqui nas fotos (que não estão lá muito boas, admito) você está diante de uma daquelas raridades. Este boneco do Demolidor, com o uniforme vermelho e amarelo é muito raro e saiu na coleção do Homem-Aranha de vários anos atrás. Não sei exatamente a data, mas é por volta ali do ano 2000, 2001 se não me engano. Como pode perceber, ele está na caixa e é um dos vários itens da minha coleção que eu classifico como JAMAIS TOCADO POR MÃOS HUMANAS.
Esse boneco é bem raro porque sua produção foi bem pequena. Já na época de seu lançamento era muito difícil encontrar um à venda nas lojas, por isso seu preço é alto. Em sites de leilões, esse Demolidor custa hoje mais de US$ 100. É um valor bem alto para o mercado americano.
Eu sou um fãzaço do Homem Sem Medo, mas demorei muito tempo para conseguir este exemplar pra minha coleção. Primeiro porque demorei para topar com um cara a cara. Depois porque era caro e eu ficava com dó de gastar o dinheiro.
A primeira vez que encontrei um desses cara a cara foi em Los Angeles, numa loja de quadrinhos e action figures de lá e o preço eram exatos US$ 100. Isso foi em 2003. Estava meio curto de grana, o cartão de crédito estava já meio estourado por causa da viagem e deixei passar a oportunidade, mas já me odiando por isso, obviamente.
Aí, depois de um tempo, no Brasil, dei uma busca por bonecos no Mercado Livre e lá estava a criança à venda. Não era leilão, ou seja, era só topar pagar o preço pedido e levar embora. Acontece que o dono queria salgados R$ 350. Deixei pra lá mais uma vez. Dois meses depois voltei ao Mercado Livre e o Demolidor amarelo continuava lá, só que por R$ 250. Resolvi negociar com o dono, que me vendeu por R$ 200 em duas vezes. O cara estava de saco cheio de não conseguir vender a peça e topou minha pechincha. Paguei a primeira prestação e só depois de ter pago a segunda é que receberia o produto. Tudo rolou direitinho e hoje este Demolidor está na minha coleção desde então. Nunca foi aberto.
Em geral eu não gosto de deixar os meus bonecos dentro da caixa (assistiu a Toy Story 1, né? Então...), mas alguns não tenho coragem de tirar de dentro dela. Esse Demolidor é um desses casos. Tirar da caixa desvaloriza o boneco. Acontece que não tenho a menor intenção de vendê-lo, então por que não tirar, não é mesmo? Mas o fato é que não tenho a manha de rasgar o plástico. Quem sabe um dia? Mas não hoje.
Logo mais o EU TENHO VOCÊ NÃO TEM volta com mais uma supercuriosidade bonequística da minha coleção. Esteja pronto para babar. Porque tem muita coisa que eu tenho e que você não tem. A inveja é uma merda mesmo.
P.S.: O EU TENHO VOCÊ NÃO TEM não vai falar só de bonecos, mas também de gibis, CDs e outros itens raros das minhas coleções.
Date: Friday, 26 Sep 2008 11:24
Tudo bem, aquela votação dos políticos não estava com nada, admito. Então pra ajudar a levantar a audiência do V Oitão, vamos apelar na nova enquete. Começamos aqui a Votação Erótica, onde você vai poder eleger as maiores gatas do universo. Começamos com super-heroínas, claro. Vote aí:

Poderosa

Mulher Maravilha

Canário Negro

Warbird

Mulher-Gato

Feiticeira Escarlate

Gata Negra

Jean Grey

Poderosa

Mulher Maravilha

Canário Negro

Warbird

Mulher-Gato

Feiticeira Escarlate

Gata Negra

Jean Grey
Date: Friday, 26 Sep 2008 09:33
Estou aqui em casa me preparando para ir ao trabalho, enquanto isso assisto ao Pernalonga no SBT. Animação dirigida, claro, pelo gênio Chuck Jones. Não há palavra melhor para descrever Jones do que "gênio". Qualquer um que entenda um pouquinho de animação sabe da importância desse cara.
Antes de começar a passar o Pernalonga, o SBT estava exibindo Tom & Jerry, com aquela fase clássica onde a animação era não menos que perfeita. Cenários pra lá de caprichados, movimentação ótima, enfim, tudo pra lá de incrível. Ah, agora acabou de voltar à tela Tom & Jerry clássico. É um dos episódios em que participa aquela empregada gorda cujo rosto nunca aparece. Aqui, Tom leva uma pancada na cabeça e fica meio biruta, achando que é um rato. Aí ele quer comer queijo e morar na toca do Jerry. Isso deixa o ratinho puto e ele faz de tudo para reverter a situação e fazer o gato voltar ao normal.
Chuck Jones também trabalhou em vários episódios de Tom & Jerry. São episódios muito bons, mas não são os meus favoritos desses personagens. Agora quando o assunto é Chuck/Pernalonga, é algo insuperável.
Enfim, podem me chamar de velho, mas que não se fazem mais desenhos assim hoje em dia para a TV, é um fato incontestável. Há coisas legais sim, como Bob Esponja, por exemplo, mas nada supera estes clássicos.
Bom, logo mais eu volto com algum outro post de qualquer lugar do planeta.

Antes de começar a passar o Pernalonga, o SBT estava exibindo Tom & Jerry, com aquela fase clássica onde a animação era não menos que perfeita. Cenários pra lá de caprichados, movimentação ótima, enfim, tudo pra lá de incrível. Ah, agora acabou de voltar à tela Tom & Jerry clássico. É um dos episódios em que participa aquela empregada gorda cujo rosto nunca aparece. Aqui, Tom leva uma pancada na cabeça e fica meio biruta, achando que é um rato. Aí ele quer comer queijo e morar na toca do Jerry. Isso deixa o ratinho puto e ele faz de tudo para reverter a situação e fazer o gato voltar ao normal.
Chuck Jones também trabalhou em vários episódios de Tom & Jerry. São episódios muito bons, mas não são os meus favoritos desses personagens. Agora quando o assunto é Chuck/Pernalonga, é algo insuperável.
Enfim, podem me chamar de velho, mas que não se fazem mais desenhos assim hoje em dia para a TV, é um fato incontestável. Há coisas legais sim, como Bob Esponja, por exemplo, mas nada supera estes clássicos.
Bom, logo mais eu volto com algum outro post de qualquer lugar do planeta.

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