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Date: Thursday, 31 Jul 2014 20:00

destiny

Quando a Bungie anunciou que faria um beta do Destiny, eles deixaram bem claro que o principal objetivo do teste era forçar o máximo que pudessem os servidores do jogo e passados os dias em que muitos conheceram melhor o FPS, podemos dizer que a missão foi cumprida.

De acordo com Eric Hirshberg, CEO de publicações da Activision, a adesão foi imensa, com mais de 4,6 milhões de pessoas tendo participado do beta, superando inclusive a expectativa da empresa.

Esse é o maior beta desta geração de consoles por uma larga margem e o maior beta para consoles que uma nova propriedade intelectual já viu. Hospedar um beta desta escala é um feito incrível, então estamos entusiasmados por ver esta resposta fenomenal, mas o beta é apenas uma amostra do que está por vir,” declarou o executivo, que ainda revelou que eles não veem a hora de lançar o jogo.

Como disse por aqui esses dias, eu fiquei muito impressionado com o jogo, principalmente por ter encarado o beta no Xbox 360 e ter achado que visualmente o Destiny está ficando muito bonito. Além disso, praticamente não tive problemas para jogar, com a conexão tendo caído apenas uma vez e o FPS rodando muito bem, sem lags ou qualquer coisa que atrapalhasse a diversão.

A dúvida que fica é se toda essa tranquilidade será mantida quando o jogo finalmente for lançado, pois como ele precisa da internet para funcionar, o medo de todos é que os servidores não aguentem o provável grande número de jogadores que aparecerão, fazendo com que o título sofra do mesmo mal que afetou outro gigantes, como o Diablo III, SimCity, etc.

Fonte: GamesBeat.

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Author: "Dori Prata" Tags: "Bungie, PlayStation 4, Sony, Xbox One, M..."
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Date: Thursday, 31 Jul 2014 19:20

Eu sei que a fotografia é feita de gambiarras e que, no mundo dos negócios, ideias que parecem bobas podem ser as melhores iniciativas para ganhar um dinheirinho. Mas, em minha cabeça, eu só consigo ver o lado estranho da coisa. A ideia edificante da semana foram esses fundos fotográficos desfocados vendidos pela Lastolite Professional.

A concepção por trás do Out of Focus é até interessante. Todo mundo gosta de um bom Bokeh em suas fotografias (por favor, não confundir com outras coisas), porém não é todo mundo que possui uma lente com grande abertura de diafragma e com qualidade para produzir uma foto com desfoque suave e bonito. Então você pode comprar um destes acessórios para simular o desfoque suave no fundo de suas fotos. Captaram a ideia? A propaganda da empresa aponta que, mesmo que você tenha uma lente que possa produzir uma imagem com essas características, você pode usar o fundo para manter o máximo de nitidez na modelo em primeiro plano.  Infelizmente, eu não consegui ver naturalidade em nenhuma das fotos que estão como demonstração no site da empresa.

Out Of Focus_02

Os fundos fotográficos seguem a linha dos rebateres circulares dobráveis. Abertos eles possuem 1,5m de altura por 1,2 metros de largura. Dobrados eles ficam com o tamanho de 65x65cm. O peso fica em torno de 3KG. São quatro possíveis fundos fotográficos, sendo que cada unidade possui dois fundos, ou seja, frente e verso. O valor de um acessório, com dois fundos, é de US$ 180,00. Se você se animou e quer ter em casa as 04 possibilidades de fundos desfocados então você vai desembolsar US$ 370,00. Bem que poderia rolar um descontinho para quem comprasse os dois.

Out Of Focus_01

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Author: "Gilson Lorenti" Tags: "bokeh, Acessórios, Fotografia, Áudio V..."
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Date: Thursday, 31 Jul 2014 19:00

dragons-crown

Como a Sony mudou as regras de distribuição de jogos gratuitos da Instant Game Collection, não há mais aquele acervo gigante de 15, 20 games distribuídos que ficam meses dando sopa para serem reivindicados. Agora o portfólio muda toda primeira terça-feira do mês, oferecendo seis títulos diferentes, dois para cada plataforma. E as ofertas do mês de agosto ao menos são interessantes, incluindo um game que muita gente queria pôr as mãos há muito tempo.

A partir da próxima semana, os donos de seu novo console de mesa que assinam o plano da Sony (que relembrando, é necessário para jogar online no PS4) levarão totalmente na faixa os games Road Not Taken, rogue-like indie da Spry Fox, uma desenvolvedora especializada em jogos freemium para dispositivos móveis (Triple Town é outra de suas criações) e Fez, a obra-prima do mais que atormentado Phil Fish e que é cross-buy, portanto estará disponível também para PS3 e PS Vita. Já quem joga no PS3 poderá degustar de Crysis 3, a terceira versão do título da Crytek que serve como benchmark de PCs ultrapoderosos (e claro, foi bem capado nos consoles) e Proteus, joguinho indie que também é cross-buy com o Vita.

Por fim, donos do portátil da Sony receberão Metrico, um game que mistura plataforma e infográficos (?!?) e Dragon’s Crown, o hack ‘n slash da Vanillaware, desenvolvedora responsável por outros games lindos de ser ver como Odin Sphere e Muramasa Rebirth (que continua sendo oferecido na PS Plus até a próxima terça), cortesia do belo (e controverso) traço de George Kamitani. A novidade aqui é que apesar de não ser cross-buy, a Sony dará ambas versões de PS3 e PS Vita para os assinantes.

No fim das contas acabamos assim: apesar de prometer apenas dois títulos por plataforma, o PS3 receberá quatro (Crysis 3, Proteus, Fez e Dragon’s Crown), o PS Vita também quatro (Fez, Proteus, Metrico e Dragon’s Crown) e o PS4 de fato dois (Road Not Taken e Fez), tudo graças as ofertas de cross-buy. De certa forma ainda é extremamente vantajoso manter a assinatura da PS Plus, principalmente pela quantidade de games que ela oferece no período, excedendo os US$ 50 anuais com folga. O único porém: é preciso abrir os olhos quanto a promoções ou games indie muito baratos, pois fatalmente eles acabarão oferecidos aos assinantes.

Lembrando, todos os seis títulos serão disponibilizados na próxima terça-feira (ao custo da saída dos atuais da promoção) e ficarão disponíveis até a primeira terça-feira de setembro.

Fonte: PSB.

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Author: "Ronaldo Gogoni" Tags: "ps vita, PS4, Proteus, Sony, PS Plus, Dr..."
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Date: Thursday, 31 Jul 2014 18:00

knee-surgery-google-glass-streaming Enquanto alguns torcem o nariz para o Google Glass, outros vem as infinitas possibilidades que o gadget pode trazer não só para compartilhamento de informações, bem como auxílio em situações do dia-a-dia para profissionais de saúde e resgate. Nós já vimos o caso do bombeiro que está programando um app dedicado, bem como o hospital-escola de Boston que utiliza o gadget para acessar prontuários médicos sem ter que tirar os olhos do paciente. Qual seria o próximo passo? Cirurgia assistida à distância, claro. O Google fechou uma parceria com a CrowdOptic, uma empresa que conecta e analisa dados de câmeras em prol do desenvolvimento de uma aplicação dedicada ao ambiente médico, e agora alunos de medicina do Stanford University Medical School poderão ter acesso ao Google Glass como mais uma ferramenta em seus estudos de cirurgias torácicas ao lado de bisturis, agulhas, fórceps e etc. O software vai transmitir em tempo real o que um médico está vendo para outro, que terá uma visão de outro ângulo do que está acontecendo; dessa forma, o instrutor verá o ponto de vista do cirurgião em treinamento, possibilitando uma interpretação mais apurada na hora de corrigir um erro que pode ser fatal. O CEO da CrowdOptic Jon Fisher diz que os médicos vêm o Glass como “um aparelho que mudou o jogo”, e espera que a parceria ajude a quebrar paradigmas. Não é para menos, a possibilidade de ver o que outro médico está fazendo e dar conselhos em tempo real é imprescindível em situações onde o menor deslize é a diferença entre uma cirurgia cardíaca bem-sucedida e o óbito. E sendo justos esta não é a primeira vez que o Google Glass vai para a sala de cirurgia. Em agosto de 2013, o Dr. Christopher Kaeding do Ohio State University Wexner Medical Center realizou uma cirurgia de joelho numa atleta de 47 anos que se machucou num jogo de softball, e utilizou o gadget para transmitir a operação para seus parceiros de profissão. https://www.youtube.com/watch?v=DbQY1ay8Sew Fonte: CNet.

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Author: "Ronaldo Gogoni" Tags: "CrowdOptic, Comunicação Digital, Hardw..."
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Date: Thursday, 31 Jul 2014 17:30

diablo-3

Dentro de algumas semanas o Diablo III: Ultimate Evil Edition será lançado para consoles e se você estava desanimado em adquirir o jogo por ainda não ter um videogame da oitava geração, aqui vai uma boa notícia: será possível transferir o seu progresso no PlayStation 3 ou Xbox 360 para seus sucessores.

Um detalhe que chama a atenção neste recurso é que, embora o processo inverso não seja possível, quem jogar nos aparelhos da geração passada poderão fazer a transferência inclusive para o console da outra fabricante. Por exemplo, se você começar a encarar a aventura no PS3, poderá continuar no Xbox One.

De acordo com a Blizzard, o sistema funcionará através da Battle.net, bastando que o usuário vincule sua Gamertag ou PSN ID ao perfil da empresa e depois importe o save. Na teoria tudo bem prático e rápido. Porém, um ponto a se lamentar nessa iniciativa é que não poderemos transferir o progresso entre o Xbox One e o PlayStation 4, nem entre os seus antecessores.

Por se tratar de um título que costuma ser rejogado diversas vezes e que uma das sua principais características é criarmos o personagem mais poderoso possível, é muito bom saber que seus criadores nos darão essa possibilidade, pois assim não teremos a sensação de que todo o esforço foi em vão.

Previsto para chegar ao Brasil no dia 19 de agosto, o Diablo III: Ultimate Evil Edition trará o jogo original, assim como a expansão Reaper of Souls e se você optar pelas versões para o PS4 ou Xbox One, terá que pagar R$ 200 pelo jogo. No Xbox 360 ou PlayStation 3 o valor é bem mais em conta, com o game saindo por R$ 100, preço que considero muito bom.

Fonte: Destructoid.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 17:06

O mundo das câmeras ultrazoom ganhou mais duas representantes nessa semana, e quem jogou elas no mercado foi a Canon. Como já havia comentado em um post anterior, estou revendo minha postura radical contra esse tipo de equipamento e estou aceitando que existem consumidores para todos os tipo de câmera e que para essas pessoas esses equipamentos são suficientes para proporcionar satisfação e alegria. Mesmo com a qualidade de imagem mais humilde que essas câmeras entregam.

Na falta de uma câmera, a  Canon decidiu trabalhar com duas, que apresentam algumas características diferentes entre si. A SX400 IS é uma câmera bonita. Embora não fuja do padrão DSLR Like ela possuem umas linhas e curvas arredondadas, que conferem ao equipamento um design  diferenciado. A SX 400 é uma câmera compacta equipada com um sensor CCD com 1/2,3 polegadas de tamanho físico e com 16 megapixels de resolução máxima. Dois outros destaques da câmera é sua distância focal e a gravação de vídeos. A lente do equipamento possui 30x de zoom ótico, sendo equivalente a uma 24-720mm com abertura máxima de diafragma em f/3,4-5,8. Lembrando que estamos falando de um equipamento com estabilização de imagem. O destaque do vídeo não é tão positivo assim, pois a câmera só pode gravar vídeos em HD e com som mono. Uma pequena mancada, já que o normal hoje em dia é que a câmera faça pelo menos filmes em  1080 linhas. Mostrando que o equipamento é voltado para o público iniciante, a Canon informa que está presente o Smart Auto que identifica a cena que está sendo fotografada e escolhe as melhores configurações. O fotógrafo também terá a sua disposição 32 modos automáticos de cena para foto e 21 modos automáticos para a gravação de vídeo. A Canon Powershot SX400 IS estará disponível em agosto pelo preço de US$ 249,99.

Canon_SX400-IS

Já a SX520 HS é um equipamento um pouco mais parrudo. Ele também possui 16 megapixels de resolução máxima em um sensor de tamanho 1/2,3 polegadas, mas nesse caso estamos falando de um CMOS BSI. A câmera possui 42x de zoom ótico, apresentando uma distância focal equivalente a uma 24-1008mm com abertura de diafragma em f/3,4-6,0 e estabilização ótica de imagem. A gravação de vídeo fica em 1080p com 30 fotogramas por segundo e som estéreo. Outro ponto diferencial é que a SX520 possui modo manual completo, bem como modos de prioridade. Já mostra um diferencial para quem quer usar o equipamento para aprender fotografia. A Canon Powershot SX520 HS vai estar no mercado em agosto com custo de US$ 399,99. Por uma diferença de US$ 150,00 acho que vale a pena investir na câmera mais avançada. Uma experiência mais profunda na hora de aprender fotografia e a importância da técnica para conseguir bons resultados.

canon_SX520_HS

Fonte: Dpreview

 

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 16:30

apple-tv

Existem poucas coisas na Apple que me atraem. Eu adoro o iPad, é definitivamente a melhor experiência de tablet que existe. Eu usei iPods Touch mas como consegui destruir dois, um num incidente hidráulico e outro numa queda, desisti e hoje penso se um Classic vale a pena. O iPhone por sua vez nunca me atraiu, assim como os Macs (esses últimos principalmente pelo preço), apesar deles de fato serem muito bonitos.

Outro hardware que eu quero muito adquirir em breve é a Apple TV. O seu set-top box é bem robusto e impressionantemente, é barato. Levado como um hobby por anos, ele recentemente alcançou a marca de 20 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento em 2007 (detalhe, 7 milhões só no último ano) e gerou US$ 1 bilhão de lucro à maçã só em 2013. Isso posto, já está mais do que na hora dele receber um upgrade.

Só que pelo visto ainda não será dessa vez. De acordo com o The Information, a Apple está enfrentando alguns problemas envolvendo seus parceiros, principalmente pelo fato de que a ideia é revitalizar a interface e oferecer mais conteúdo de streaming e transmissões ao vivo. O único problema é que as operadoras de TV estão não só dificultando a vida de Apple nas negociações, como o acordo de fusão entre a Time Warner e a Comcast seria outro fatora complicar o desenvolvimento da nova Apple TV. E como Cupertino tem paranoia em entregar uma experiência pela metade (o que não impediu o parto do Apple Maps da maneira como foi feito, mas divago), a ordem aos engenheiros a partir de agora seria “trabalhar sem pressa”, deixando de assumir um lançamento para 2014.

Originalmente pensada para o primeiro semestre e depois adiada para o período de festas, é quase certo que a nova Apple TV só apareça em 2015. Algo que muita gente espera é que graças à apresentação do HomeKit, a Apple esteja pensando em mudar completamente a função do set-top box, transformando-o no hub central de controle de outros dispositivos espertos que venham a conversar com o iOS, isso sem mencionar que ao fazer isso ele teria que se tornar compatível com o sistema mobile e passasse a rodar apps, o que acabaria por transformá-lo também num console barato. Claro, repousa a dúvida se a Apple conseguirá fazer tudo isso mantendo a etiqueta de US$ 99.

Fonte: AT.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 16:09

sony-ps4

Não faz muito tempo, o Gogoni publicou aqui um texto noticiando que a Sony tinha demitido 5 mil funcionários, venderia sua linha de PCs Vaio e transformaria sua divisão de TVs em subsidiária.

Não sei quanto a vocês, mas pra mim é muito bizarro ver uma empressa deste tamanho, com tanto conhecimento de mercado, perder dinheiro em tantos segmentos.

Bom, depois de alguns anos amargos, acho eu as coisas começaram a melhorar para os japoneses.

Segundo um relatório publicado pela Sony, nos primeiros meses a companhia teve um lucro de aproximadamente US$ 265 milhões.

Uma gigantesca fatia deste valor se deve ao sucesso das vendas do PlayStation 4 e da Sony Pictures, divisão responsável pela produção de filmes como “O Espetacular Homem-Aranha 2″, com ótimos resultados de bilheteria.

O único problema ainda é a venda de smartphones. Os números do Xperia caíram sensivelmente. E o pior: a Sony ainda espera perder cerca de US$ 487 milhões durante este ano por conta deste cenário.

O que é uma pena, pois seus smartphones sempre são muito bons, com hardware excelente, câmera impecável, mas normalmente muito caros.

Aliás, desde o Vaio que a corporação tenta adotar uma estratégia parecida com a da Apple, que vende muito mais que um produto, oferece uma marca, uma experiência com a identificação com o cliente e o produto. Mas não deu muito certo.

A seguir, cenas dos próximos capítulos.

Fonte: Sony.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 16:00

Homefront-The-Revolution

Há algumas semanas temos comentado aqui no blog sobre a situação financeira da Crytek, que após estar na beira do precipício, parece ter encontrado uma salvação (leia-se, um pomposo investimento), mas para evidenciar ainda mais o quão complicadas estavam as coisas por lá, eles anunciaram a venda de uma das suas principais marcas, a Homefront.

Adquirida pela Koch Media, isso dará direito ao conglomerado de controlar inclusive o novo capítulo que estava sendo produzido pela Crytek UK, o Homefront: The Revolution, que agora terá seu desenvolvimento continuado pela Deep Silver Dambuster Studios.

Como essas trocas de casa costumam preocupar aqueles que estão interessados em um jogo, a boa notícia neste caso é que o ex-chefe da equipe responsável pelo FPS, Hasit Zala, foi contratado pelo estúdio situado na cidade de Nottingham e além disso, boa parte dos funcionários foram realocados para a Dambuster Studios. Portanto é de se imaginar que a produção não sofrerá grandes mudanças.

Caso não se lembre, este Homefront teve seu desenvolvimento iniciado na THQ, que como bem sabemos faliu e com os problemas financeiros que a Crytek vem enfrentando, começo a pensar que talvez o jogo carregue consigo algum tipo de maldição.

Brincadeiras a parte, é bom ver que o título continuará sendo criado e principalmente, que os profissionais responsáveis por ele não estão desempregados. Vamos torcer apenas para que esta mudança de fonte de investimento não signifique um comprometimento na liberdade criativa, pois pelo o que foi mostrado inicialmente, este Homefront: The Revolution tem potencial.

Fonte: CVG.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 15:00

Laguna_Vladimir_Putin_iPad

Ninguém segura Vladimir Putin. Depois de ter posto o Tor a prêmio (com ele mantido pelo Pentágono? Quá quá quá), de membros do governo alterarem o wiki sobre a queda do MH-17 para culpar a Ucrânia e banir processadores imperialistas do país, além de impor que blogueiros e tuiteiros devem se registrar junto à agência de notícias estatal, o presidente russo quer botar a mão no código-fonte da Apple e SAP, sob acusação de que ambas empresas espionam o país e que poderiam revelar segredos sensíveis.

Obviamente, esse é um movimento de represália. Como tanto os Estados Unidos quanto a União Europeia aprovaram sanções à Rússia devido seu envolvimento no sururu que acomete a Ucrânia, agora surgiu a proposta feita na semana passada pelo ministro das comunicações Nikolai Nikiforov aos representantes de ambas empresas no país: o gerente-geral da Apple na Rússia Peter Engrob Nielsen e o diretor local da SAP Vyacheslav ORekhov. A desculpa oficial é que a proposta tem como objetivo proteger os direitos e a privacidade dos cidadãos russos (sei…), bem como obviamente informações sensíveis do Kremlin.

Como carta na manga, o ministério mencionou a cooperação de longa data da Microsoft com o país, onde ela compartilha o código-fonte do Windows e outros produtos com a Atlas, uma empresa de segurança da informação ligada ao estado desde 2003. Com isso, o ministério diz que empresas estatais que utilizam serviços de companhias que não compartilham seus dados podem se colocar em situações complicadas. Nikiforov disse que isso não significa que ambas têm algo a esconder, mas levantou a dúvida de agendas secretas “caso se recusem a cooperar com a Rússia”. Obviamente, tanto a Apple quanto a SAP se recusaram a comentar o assunto.

Há não muito tempo atrás, o governo russo baniu iPads de repartições públicas pelo mesmo motivo: a espionagem que a NSA estaria realizando no país (como coisa que Putin é inocente) de empresas, visando posicionamento comercial privilegiado (como ocorreu com a Petrobrás) e os dispositivos da maçã seriam intermediários. Na época Nikiforov disse que isso não significava um fim da parceria entre Moscou e Cupertino, mas é evidente que Putin deseja o controle total de toda a informação que passa pelos servidores do país. O grande problema é que ao ceder todo o código-fonte para a Rússia, tanto a Apple quanto a SAP poderiam se colocar em situações fora de controle, algo que se vivo fosse Steve Jobs não permitiria nem em seus sonhos mais insanos.

Não há mocinhos nessa história. Por um lado a Rússia tem razão em reclamar, mas é bom estarmos cientes que estamos falando de Vladimir Putin, um ex-KGB (eu sei) que está fazendo de tudo para controlar a Mãe Rússia nos moldes da velha URSS, com culto à personalidade e tudo. No mais, eu só lamento que em outros tempos os russos usavam métodos de espionagem mais interessantes.

anna-chapman

Fonte: R.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 13:30

battery-001

Todos nós gostaríamos que nossas baterias durassem mais, isso é fato. A verdade é que nossos dispositivos evoluíram mais rápido do que elas podem dar conta, e sob meu ponto de vista o pessoal que reclama “mas meu Nokia tijolão durava dias longe da tomada” não sabe o que diz. Tudo bem, é verdade, mas ele basicamente não fazia nada além de realizar ligações. Snake, talvez.

Nós andamos com computadores portáteis cada vez mais potentes nos bolsos, é evidente que eles consumam mais energia. Não há muito espaço para onde elas possam crescer sem comprometer o design (a Apple que o diga, a bateria do iPhone 5s possui apenas 1.560 mAh), então o caminho é pesquisar novas formas de tornar as baterias mais energeticamente eficientes. Nisso uma equipe de pesquisadores de Stanford veio um uma técnica que se mostra promissora.

A equipe o professor Yi Cui é a mesma que no começo do ano apresentou um conceito de baterias inspiradas em romãs que em tese podem armazenar dez vezes mais energia. O que sua equipe fez agora foi desenvolver o que está sendo chamado de Santo Graal das baterias, resolvendo o problema de eficiência e estabilidade numa só tacada.

Basicamente uma bateria é composta de eletrólito, que é a substância responsável pela condutividade, o ânodo, que absorve a carga e o cátodo. Idealmente os ânodos poderiam ser de lítio e não grafite como geralmente ocorre, visto que podem absorver mais energia; entretanto ainda não conseguiram fazer com que ele não reagisse digamos, de forma violenta com o eletrólito, o que reduz a vida útil da bateria e pode causar acidentes. A ideia da equipe do dr. Cui é a mesma empregada nas baterias-romãs, mantendo a eficiência após 150 ciclos sem reações.

Quando o lítio absorve energia, ele se expande violentamente e quando se contrai, deixa rachaduras no metal. Os íons de lítio se acumulam aí e formam dendritos, que reduzem a vida útil da bateria e podem causar curto-circuito. A solução foi aplicar uma camada de 20 nanômetros de espessura de nanoesferas de carbono com núcleo oco, que são fortes o bastante para manter a integridade do material e manter sua longevidade. Ao mesmo tempo, são flexíveis o bastante para permitir sua movimentação. Você confere o paper aqui.

battery-002

É aí que os ganhos aparecem: como o carbono impede que o lítio se expanda e cause danos, é possível fazer mais com menos material, o que pode levar a baterias menores e mais potentes. Em testes, a bateria produzida com a técnica manteve eficiência de 99% após 150 ciclos. Entretanto isso ainda não é suficiente: para ser considerava comercialmente viável é preciso manter uma taxa de 99,9%. E claro, isso pode se estender não só a gadgets como baterias de carros e outras aplicações.

Ainda assim a equipe está empolgada que com novos eletrólitos, eles possam ser capazes de em pouco tempo produzir uma bateria plenamente funcional. E como o dr. Cui e sua equipe tem conseguido grandes avanços, nessa área, é esperar coisas boas no futuro.

Fonte: ET.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 13:00

Colin-McRae-Rally

Sem causar o menor alarde e de forma bastante surpreendente, a Codemasters passou a vender ontem no Steam o Colin McRae Rally, jogo que pode indicar o retorno da desenvolvedora à famosa franquia estrelada pelo piloto morto em um acidente de helicóptero em 2007.

Tendo sido apontada como a melhor série sobre a categoria durante muitos anos, ela acabou dando lugar ao DiRT, que embora tenha nos presenteado com belíssimos gráficos, foi duramente criticada pelos mais puristas por tentar conquistar a nova geração, dando uma excessiva atenção a modos que pouco tem a ver com o rally tradicional, como o Gymkhana.

O detalhe é que este Colin McRae Rally não é tão novo assim, servindo basicamente como uma versão remasterizada do Colin McRae Rally 2.0 e de acordo com a descrição no serviço da Valve, ele conta com 30 estágios que totalizam 130 km de corridas, além de trazer vários carros clássicos que marcaram época e se tornaram ícones da modalidade, como o Subaru Impreza, o Lancia Stratos e o Ford Focus de McRae.

Com suporte a conquistas e a possibilidade de compartilharmos nossos tempos em um placar online, esse pode até não ser o lançamento que os fãs estavam esperando, principalmente por não ter muito conteúdo, mas pelo preço que está sendo pedido por ele, R$ 13,99, acho que vale o investimento, até por não temos muitas opções nesta área.

A minha expectativa é que essa seja a maneira da Codemasters medir o interesse do público e caso ele exista, então eles poderão nos trazer algo de grande porte, sem toda aquela pirotecnia dos DiRTs, mesmo porque quero acreditar que a promessa de voltarem à raízes não se resumirá a esse relançamento.

PS: Estão dizendo por aí que este Colin McRae Rally foi feito na Unity, o que se for verdade, mostra que a engine é capaz de muito mais do que alguns poderiam imaginar.

Update: De acordo com esse post publicado pelo Rock, Paper, Shotgun, o jogo é uma adaptação do que foi lançado para dispositivos móveis no ano passado e que não teve um bom desempenho junto à crítica. Isso explicaria o baixo preço cobrado e a pequena quantidade de conteúdo. Ainda assim, acho que valia a pena arriscar e já garanti minha cópia.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 11:30

fifa-15

Devido a chinelada que tomamos na Copa do Mundo e as bizarrices cometidas posteriormente pela CBF, isso nem seria necessário, mas para mostrar de uma vez por todas que o futebol brasileiro está no fundo do poço, a EA Sports fez um anúncio que deverá frustrar os apaixonados pelo esporte bretão e principalmente, todos que jogam FIFA.

Alegando mudanças no processo de licenciamento dos jogadores que disputam o nosso espetacular campeonato nacional, a desenvolvedora revelou não ter conseguido fechar um acordo para ter os clubes do país no jogo e por isso, quando o FIFA 15 for lançado, infelizmente não poderemos jogar com os times que aprendemos a gostar.

Para piorar ainda mais a situação, a empresa não descartou a possibilidade de lançar essas equipes como um DLC, mas afirmou que não existem planos para que isso aconteça, portanto, é bom começar a pensar com qual time estrangeiro você jogará o modo carreira na próxima versão.

Mas como falar de FIFA sem citar o seu principal concorrente é praticamente impossível, vale dizer que no Pro Evolution Soccer 2015 os clubes brasileiros estarão presentes, inclusive com atualizações semanais, assim como vemos nos times da Europa e um dos funcionários da Konami inclusive aproveitou para fazer piada com a situação.

Porém, antes de sair por aí cuspindo marimbondos contra a EA, é bom deixar claro que a culpa não parece ser da empresa, que através do seu gerente de negócios, Jonathan Harris, deu uma explicação à ESPN que explica bem o estado lamentável do futebol por aqui:

O motivo é por conta de direitos dos jogadores, e não dos clubes. A gente não está confortável com a cobertura em relação aos direitos dos jogadores. Enquanto a gente busca uma solução para garantir que não tem nenhum risco, a melhor forma foi tirar os times e os jogadores. Sem os jogadores a gente não pode ter os clubes.

Esse é o problema. Não tem uma associação. Essa é a maior dificuldade. No caso dos clubes, a gente tem que negociar com cada clube. Não tem uma liga que tem o direito dos clubes. Na NFL, tem a NFLPA, uma associação dos jogadores. Você negocia com eles e consegue esses direitos. Quando eles levantaram essa questão, ficamos na dúvida. Enquanto não temos essa garantia, o melhor caminho é tirar os jogadores.

Quem também saiu em defesa da EA foi a advogada Gislaine Nunes, que afirmou que a não ser que a desenvolvedora tenha uma autorização clara de cada atletas, já que não existe uma associação responsável pelos direitos de imagens deles no Brasil, a EA poderia inclusive ser acionada retroativamente, sendo obrigada a pagar uma porcentagem sobre a venda dos jogos.

Portanto caro torcedor, não bastava sermos eliminados em casa levando mais de meia dúzia de gols, não bastava termos ingressos caríssimos e não bastava termos no comando das equipes dirigentes e técnicos com conceitos pré-históricos. Agora a desorganização do futebol brasileiro também afeta nossas partidas virtuais, último reduto para quem ainda queria ver um clube daqui derrotando um gigante europeu e diante tudo isso, alguns ainda não entendem porque a molecada parece gostar mais do Barcelona, do Manchester United ou do Bayern de Munique.

Fonte: G1.

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 01:15
facepalmtree

Sim, uma árvore de facepalms. Tem a ver.

Eu sei, eu sei, vai soar como negativismo, mas a realidade é que se você tem um mínimo de pretensões profissionais, é preciso ter o pé no chão e fazer seu dever de casa. Estudantes de Design são especialistas em não fazer isso, e se saem com as idéias mais esdrúxulas, se refugiando na justificativa de que estão apenas “experimentando conceitos”. Isso é uma enorme perda de tempo, que resultam em bobagens como este BMW conceitual desenhado por um sujeito que não tem a mínima idéia das Leis que definem como um carro deve ser NEM tem qualquer apreço por outros seres humanos, visto que um atropelamento por essa belezinha resultaria em um esquartejamento traumático nível Darth Maul.

Ou então esta IMENSA bobagem abaixo, que fez milhares de retar-digo, comentaristas de portal se derreterem em elogios dizendo UAU, EU QUERO, etc, sem se preocupar em COMO a desgraça levitava. Imagino que seja por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.

flying_car_audi_calamaro_concept

A bola da vez é um sujeito de nome Julian Melchiorri. É um recém-formado em Design pelo Royal College of Art, obviamente ninguém mais qualificado para tratar de… biologia.

Julian está pensando no Futuro da Humanidade, pois como disse Konstantin Tsiolkovsky, a Terra é o berço da Humanidade mas não podemos permanecer no berço para sempre.

Ele diz que um dos problemas de viagens espaciais de longa duração é o fornecimento de oxigênio. idealmente usaríamos plantas, mas “plantas não crescem em gravidade zero”. Deveria haver uma forma de aproveitar o processo de fotossíntese sem depender de plantas, mas como?

O estudante descobriu que a fotossíntese ocorre em um componente da célula chamado cloroplasto. Então o resto é inútil. Ele desenvolveu um método para remover os cloroplastos das células vegetais, montá-los em uma estrutura com proteína de seda — que tem a propriedade de estabilizar moléculas — e construiu uma folha artificial.

Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_04_644

Segundo Julian os cloroplastos suspensos em seda são o primeiro material fotossintético que é vivo e respira como uma folha. É leve, consome pouca energia e é completamente biológico. Ele criou luminárias que produzem oxigênio, um feito!

Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_03_644

Isso é lindo: aproveita a energia da luz, ilumina o ambiente e melhora o ar que você respira. Esse garoto merece um Nobel, mas calma, tem mais: Julian propõe que sua tecnologia biológica seja usada em fachadas de prédios, assim os antigos arranha-céus cinzentos que maculavam a paisagem se tornarão usinas de oxigenação do planeta.

Silk-Leaf-by-Julian-Melchiorri_dezeen_06_644

Um momento enquanto limpo as lágrimas de gratidão por essa invenção revolucionária que vai salvar a Humanidade de si mesma, reverter o Efeito Estufa e nos levar a um futuro glorioso.

Pronto.

bats

Ok, não tenho uma semana, mas vá lá. Vamos tentar resumir o PORQUÊ de essa “folha artificial” ser a idéia mais idiota desde a invasão da Rússia no inverno.

1 — Cloroplastos não são autônomos.

Mais ou menos um bilhão de anos atrás uma cianobactéria usou o Apple Maps, virou na direção errada em Albuquerque e foi parar dentro de uma célula eucarionte, complexa, com vários orgânulos internos. Por sorte de todo mundo que gosta de alface a célula não atacou a cianobactéria, ou atacou e não adiantou. A bactéria por sua vez percebeu que estava em um ambiente fechado, exclusivo, VIP, sem predadores e onde qualquer visitante indesejado seria imediatamente devorado.

Ao contrário de um cunhado a cianobactéria se tocou que era hora de agradecer a hospitalidade, então ajudou a célula a trocar o sofá de lugar, se ofereceu pra lavar a louça e produzia energia.

Resumindo de forma BEM simplificada, a fórmula da fotossíntese é:

12 H2O + 6 CO2 → 6 O2 + C6H12O6 + 6 H2O

Basicamente água, dióxido de carbono e luz resultam em água, glicose e oxigênio, que é o lixo. (pras plantas)

Isso é lindo, mas os cloroplastos se tornaram tão acomodados que espalharam suas tralhas pela casa toda do anfitrião. Há centenas de proteínas essenciais ao metabolismo dos cloroplastos que não existem mais em seu DNA, as instruções de fabricação estão armazenadas no DNA no núcleo da célula hospedeira. Um cloroplasto fora da célula é incapaz de se reproduzir.

Há um caso de uma lesma do mar que teve a mesma idéia do Justin, mas como a lesma é bem mais inteligente, ela incorpora os cloroplastos das algas que come em suas células. Mesmo assim os cloroplastos não se reproduzem e morrem em no máximo 10 meses. Isso com todo um metabolismo celular para prover proteínas e outros compostos essenciais. Não em uma gosma de proteína de seda.

Em resumo: cloroplastos só vivem de forma autônoma na mente de designers.

2 — Plantas não crescem no espaço?

Eu concordo com Justin. Até prova em contrário plantas não crescem em gravidade zero.

Prova em contrário:

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Pois é, Justin. Se você tivesse gastado 5 s no Google descobriria que desde os Anos 70 já se sabe que sementes germinam no espaço, e que nem mesmo o enraizamento depende de gravidade. O fluxo de seiva funciona por diferença de pressão osmótica, que também independe de gravidade, e se há um efeito colateral é que teremos plantas maiores. Claro, isso inviabiliza a essência do seu projeto, pois se podemos usar plantas, não há necessidade dessa ginástica toda de criar uma folha artificial. O que me leva a um outro ponto:

3 — Plantas não geram oxigênio o tempo todo

De noite, ou em situações de stress plantas praticam respiração celular, consumindo glicose e oxigênio e gerando CO2. Não, você não vai morrer por causa da planta em sua mesinha de cabeceira (a não ser que seja a Audrey). Animais não morrem envenenados por CO2 em florestas. A produção mesmo coletiva tanto de CO2 quanto de O2 é pequena demais para afetar significativamente qualquer um em volta.

Colocando em números: uma figueira adulta de 12 metros e duas toneladas cresce 5% ao ano. Ela recupera 38 kg de carbono da atmosfera, durante a fotossíntese e libera no ar 100 kg de oxigênio. Excelente, mas um humano consome por ano 740 kg de oxigênio.(fonte). Ou seja: sua nave espacial precisará de 7 figueiras por tripulante, solo e espaço para crescerem. Ou na verdade mais, pois os astronautas consomem oxigênio o tempo todo e durante a noite as figueiras consumirão também.

Plantas precisam de um ciclo de dia/noite, manter a fotossíntese ativa o tempo todo estressa as bichinhas. (pode chamar planta de bichinhas?)

4 — Fotossíntese é terrivelmente ineficiente

A eficiência máxima teórica da fotossíntese é de 11%. Na prática ela converte entre 3 e 6% da luz solar em energia. (fonte). Todo mundo usa por limitações biológicas, que não existem no mundo da tecnologia.

A principal função dos vegetais superiores não é produção de oxigênio, isso fica a cargo do fitoplâncton. A Amazônia não é o pulmão do mundo, é o ar-condicionado e o armário de guardar carbono. Plantas controlam o efeito-estufa, nisso sim são úteis. A cada ano a eficiência dos painéis solares aumenta. Se você esquecer essa bobagem ecochata e usar painéis fotovoltaicos com eficiência de 44,7% e quiser oxigênio, basta fazer um bom e velho equipamento de eletrólise, usar água do mar e pronto. Se quiser ser mais ecológico ainda, pode usar a chamada Reação de Sabatier, que começa com dióxido de carbono e hidrogênio e termina com metano e água. Isso mesmo, transformamos o vilão CO2 em combustível e se quisermos O2, é só eletrolisar a água.

5 — NÃO FAZ SENTIDO REINVENTAR A RODA

Então vejamos: o Julian Melchiorri lá quer criar uma folha artificial, que consumirá recursos para ser produzida, terá na melhor das hipóteses vida útil de meses, só funcionará durante o dia  e por pura mágica realizará um processo metabólico sem nenhum subproduto além do oxigênio? Seguindo a dica do Átila no Twitter, proponho uma idéia melhor. Uma máquina biológica que recobrirá fachadas de prédio, fará recuperação de carbono da atmosfera, não depende de manutenção exceto estética. Na verdade essa tecnologia já existe, está sendo experimentada na Universidade de Chicago, veja:

ivy_buildings_0

Não há nada de errado em imaginar idéias incríveis, mas é preciso ter o pé no chão para saber o que é viável e o que é fantasia. Sonhar é ótimo mas quem faz o futuro é quem tem o olhar nas estrelas mas os pés no chão. Por isso temos uma nave espacial chamada Júlio Verne mas não uma JK Rowling.

Fonte: DZ.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 21:03

pescafatal

Eu admito pra quem quiser ouvir que pescaria é uma atividade que se resume a uma vara com um idiota em cada ponta, mas nem por isso deixo de ter saudades do tempo em que ficava horas esperando Darwin escolher o peixe mais idiota e fazer com que ele mordesse a isca. No final só pegava Marias-Da-Toca e espécies menores. Tudo bem, eu ODEIO peixe, talvez esse fosse o grande motivo que me fazia pescar. Mesmo assim, é um hobby que eu gostaria de ter tempo para praticar.

Já quem leva a sério mesmo sofre quando ninguém acredita nas histórias daquele enorme que escapou. Eu sei como é. Uma tainha de 780 kg morde o anzol, você passa horas tentando trazer à tona e quando ela está quase sendo arrastada pra praia, a linha arrebenta. Pior, não tem ninguém para registrar e você passa por mentiroso, como esse cara passaria, ao dizer que pegou um peixe-gigante na unha.

SEUS PROBLEMAS ACABARAM (a menos que você seja um peixe tímido)!

strikecam

O nome desse negócio é (d’oh!) Strike Cam, e não serve, como aparenta, para eletrocutar peixes, e sim fazer imagens deles em seu momento de maior estupidez. Assim mesmo quando o Nemo fugir, você terá a expressão de desespero dele se debatendo em seu anzol. Veja:

Strike Cam Lake Mead

Agora a parte ruim: como todo mundo que já pescou sabe, perde-se chumbada toda hora. Se for região de pedras, o anzol VAI enganchar, e aí você vai ter que recolher a linha com o fiofó na mão, sabendo que se ela arrebentar no lado errado sua câmera vai pro espaço como um satélite da Agência Espacial Brasileira. Pior: o Strike Cam custa US$ 189,00. Portanto prepare-se pra mergulhar desesperado, se o pior acontecer.

Fonte: UC.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 20:00

e.t

Apesar de ter recebido a ingrata tarefa de criar em apenas poucas semanas um game baseado num enorme sucesso do cinema, Howard Scott Warshaw sempre será lembrado como o responsável pelo pior jogo de todos os tempos, mas na sua opinião, não é o E.T. the Extra-Terrestrial que merece esse título.

Durante uma palestra dada na Comic Con há alguns dias, o game designer defendeu sua criação e passou o troféu para o Charlie’s Angels: Full Throttle, título lançado em 2003 para PlayStation 2 e GameCube que recebeu uma terrível média 23 no Metacritic, talvez não por coincidência sendo outra adaptação.

Há toda uma lenda de que o E.T. foi feito, saiu e destruiu a indústria de videogames por três anos. Ele teria feito tão mal que a indústria entrou em colapso em alguns anos, até se recuperar e a Atari o enterrar. O filme é uma desconstrução sistemática dessa lenda. Nada disso é preciso. Há um elemento de verdade em todas essas partes, mas está tudo misturado,” explicou Warshaw, referindo-se ao documentário Atari: Game Over.

Com a palestra contando com a participação de figuras importantes como Nolan Bushnell, ele foi questionado por Larry “Major Nelson” Hryb se alguém deveria ter apenas cinco semanas para criar um jogo e a resposta dada pelo fundador da Atari conseguiu tirar risadas da plateia, pois segundo ele, “você pode colocar nove mulheres para ter um bebê em um mês, mas ele não será um bebê muito bom.

Realmente, será muito interessante ver como o documentário poderá esclarecer alguns pontos desta história e ainda sem data para ser lançado, a produção teve o seu primeiro trailer liberado e imagino que para qualquer pessoa que tenha crescido ouvindo tudo o que cercou a produção, os poucos minutos mostrados ali serão o suficiente para deixá-la extremamente ansiosa.

Talvez Howard Scott Warshaw e o jogo do E.T. sejam mesmo injustiçados, mas na sua opinião, qual o pior jogo já feito?

Fonte: Polygon.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 19:00

market-consoles-japan

E não é só a Nintendo que não anda muito bem das pernas, pelo menos lá no Japão. De acordo com o report anual da Japanese Computer Entertainment Supplier’s Association conseguido pelo analista Serkan Toto, o mercado de consoles em geral sofreu uma grande queda entre 2012 e 2013, enquanto que o de games mobile só cresce.

O documento detalha que entre o período de um ano, as vendas totais do mercado de videogames, sejam software ou hardware caíram de 4,8 bilhões de dólares em 2012 para meros US$ 4 bilhões em 2013. Isso representa em encolhimento de 16% no mercado em apenas 12 meses. O declínio nas vendas foi de fato bem distribuído, não havendo crescimento de nenhuma forma: as vendas de hardware caíram de US$ 1,9 bilhão para US$ 1,5 bilhão, enquanto que o lucro dos games despencou de US$ 2,9 bilhões para US$ 2,5 bilhões. O 3DS (chamado de “DS” erroneamente no memorando) foi o console líder de mercado no período, respondendo por 46,7% do mercado (hardware e software). Em seguida vêm o PS3 com 21,8% e o PS Vita com 11,7%. O Wii U não é mencionado e nem o PS4, que só foi lançado no Japão neste ano. De qualquer forma, o novo console da Sony não anda muito bem por lá.

As causas para a quedas das vendas não poderiam ser mais óbvias: os japoneses estão preferindo jogar em dispositivos mobile como smartphones e tablets. Em 2011, o mercado de games exclusivamente para smartphones lucrou apenas US$ 370 milhões. Não foram divulgados números de 2012, mas em 2013 ele saltou para US$ 3,5 bilhões. Em geral, os games mobile lucraram US$ 5,1 bilhões no último ano, mais do que todo o mercado tradicional de consoles japonês.

Por que isso acontece? Uma das possibilidades é que ao menos no que diz respeito a consoles portáteis, os japoneses passaram a ver seus smartphones e tablets se tornarem cada vez mais poderosos, e por sua vez receberem títulos cada vez mais bem elaborados. Isso anula a necessidade de carregar dois gadgets: mantêm-se o smartphone que serve pra tudo, enquanto o portátil é encostado. Além disso, o PS4 não está recebendo muitos jogos no arquipélago, ao que dá a entender que a Sony pretende que o console venda sozinho enquanto o Xbox One não desembarca por lá.

O pior é que esta é uma tendência global. Cada vez mais consoles vão se tornando produtos de nicho e pessoas não tão ligadas a games migram pros smartphones e tablets (ou até mesmo browsers), o que se reflete nas vendas. É possível que isso prejudique o mercado em geral a longo prazo, já que não há expectativas de que os lucros com joguinhos mobile vão perder força com o passar dos anos.

Fonte: GI.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 18:01

uber

Essa é para quem quer conhecer os desenvolvedores do app que vem causando um rebuliço nos transportes públicos nos últimos tempos: a Apple em parceria com o Uber promoverão um bate-papo com os desenvolvedores da aplicação de caronas pagas na próxima semana, a fim de falar um pouco sobre seu crescimento nos últimos tempos e seus planos para o futuro.

Antes de mais nada, uma recapitulação: lançado em 2009 e presente no iOSAndroid e Windows Phone, o Uber é um aplicativo que se vende com um serviço que disponibiliza caronas em veículos de luxo por um preço relativamente competitivo em comparação com o serviço de táxis, mas na prática ele é de fato um serviço concorrente, que preza por um atendimento especializado a clientes que não abrem mão de conforto e exclusividade (até porque um sedã de luxo é muito mais chamativo do que um táxi, ao menos no bom sentido).

Os problemas começam pela forma como o Uber opera. Por se definir como uma empresa de caronas, ele é um serviço que só exige dos motoristas um carro de luxo recente, seguro de automóvel e seguro do passageiro. Portanto, sob todos os aspectos ele é um serviço não regulamentado, já que a grande maioria das cidades onde opera não liberam concessões de táxis a veículos fora das cooperativas ou que não se adequem às normas. Obviamente que no Brasil não seria diferente: ele já foi declarado ilegal pelas prefeituras do Rio de Janeiro e São Paulo, as duas cidades do país em que atua. Em suma, ambas as prefeituras não emitem mais licenças de táxis desde 2011, por considerarem que “já existem veículos suficientes”, o que bem sabemos, não é verdade.

O Uber trabalha na insatisfação dos usuários com os táxis, mas é fato que por onde passa ele enfrenta repressão não só dos taxistas como dos órgãos públicos. A prefeitura do Rio estuda uma maneira de classificar apps como Uber como crimes de informática; a o Detran de São Paulo foi orientado pela prefeitura a apreender veículos irregulares. Por outro lado, em alguns lugares do mundo a situação começa a mudar em favor do Uber, que vem sendo reconhecido como serviço legal. Isso ajudou inclusive a valorizar o serviço, hoje avaliado em US$ 17 bilhões.

A conversa com os desenvolvedores do Uber será realizada no dia 7 de agosto às 19 horas, na Apple Retail Store do Village Mall, Rio de Janeiro. As vagas são limitadas e é preciso se inscrever através deste link.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 17:30

rust

Após conquistar milhões de fãs com a criação de dois fenômenos, Garry’s Mod e Rust, esta semana Garry Newman começou a ver o outro lado da moeda, já que ao anunciar o novo projeto da Face Punch Studios, o game designer começou a ser atacado por aqueles que investiram em seu último lançamento.

O problema é que de acordo com os que estão reclamando, a revelação de que o estúdio está trabalhando no Riftlight é uma falta de respeito, pois isso fará com que a desenvolvedora deixe de dar atenção ao Rust, título que ainda está como Early Access no Steam e que recentemente ficamos sabendo que será refeito.

Percebendo que a coisa estava fugindo do controle, o rapaz resolveu se pronunciar e deu uma explicação que na minha opinião faz todo o sentido.

Nossa estratégia no momento é contratar pessoas talentosas para fazer jogos que elas queiram jogar. Nós não estamos lhes pedindo para financiar isso. Não estamos começando um Kickstarter e implorando pelo seu dinheiro – nós financiaremos isso.

Estamos gastando dinheiro no Rust que veio do Garry’s Mod. Argumentar que devemos reinvestir o dinheiro apenas nos próprios jogos é como dizer à Apple que eles não podem gastar o dinheiro vindo do iPhone e Macs para financiar o desenvolvimento do iPad. Tenha em mente que gastamos dinheiro ganho com o Garry’s Mod para desenvolver o Rust – e isso mostrou-se muito bom, certo?

Em forma de lamentação, o game designer afirmou que este é um dos problemas em ter um desenvolvimento aberto e que tem certeza que muitos estúdios possuem diversos projetos sendo feitos, mas o que tornou a situação deles diferentes foi ter revelado os planos a todos.

Se o Sr. Newman acha que ter mais um jogo em desenvolvimento não atrapalhará o que já está sendo vendido, não vejo problema algum nisso. Porém, se eu tivesse investido na aquisição do Rust, acho que também estaria preocupado, mesmo sabendo dos riscos em investir em algo que ainda não foi terminado.

Fonte: GamesBeat.

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 17:01

apple_tv_ei-plus

Demorou, mas finalmente chegou o primeiro canal com conteúdo nacional no Apple TV, o Esporte Interativo Plus, também chamado de EI Plus. No canal é possível assistir em streaming os programas ao vivo ou on-demand, com a vantagem de poder acompanhar até 8 eventos simultâneos.

Para quem gosta da Champions League, e de assistir jogos dos principais times da Europa como Barcelona, ​​Chelsea, Milan e Real Madrid com direito a estréia de Kroos e Rodriguez, o EI Plus é uma boa pedida. Nos dias 19 e 20 de agosto, o canal exibirá com exclusividade a final da Super Copa entre Real Madrid e Atlético de Madrid. O canal também transmite esportes Olímpicos e a Copa do Nordeste, além de programas sobre futebol.

A assinatura do canal para os usuários do Apple TV custa US$ 4,99 por mês, e também dá acesso ao conteúdo nos apps do EI Plus pra iPhone, iPad e iPod Touch.

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