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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 20:21

Vocês se lembram do lançamento da Lytro? Isso aconteceu há dois anos atrás, mas a promessa era interessante. A câmera (em formato caixote) apostava em algo inovador e inusitado: a possibilidade de mudar a zona de foco na imagem mesmo depois da foto ter sido feita. A câmera se utiliza de uma nova tecnologia que captura vários raios luminosos (em torno de 11 milhões) gravando em seu sensor informações sobre todos os planos da imagem. Por isso que ela também é chamada de Câmera de Campo Luminoso. Como todos os planos são capturados, é possível escolher, após a captura, onde determinar o foco da imagem. A primeira Lytro foi uma grande novidade, mas o design era muito feio. Agora as coisas mudaram com o lançamento da Lytro Illum.

A primeira mudança que notamos no novo equipamento é o design. Ela deixou de ser uma câmera em formato de caixote para se tornar algo que encontraríamos em um filme de ficção científica. Embora possa causar estranhamento no começo, a câmera ficou bonita (bem melhor que o modelo anterior). A segunda mudança foi no sensor. Enquanto a Lytro original possuía um sensor de 11 Megarays (captura de 11 milhões de raios de luz) a Lytro Illum está equipada com um sensor de 40 Megarays (captura de 40 milhões de raios de luz). Isso torna a possibilidade de escolha de plano onde será fico o foco muito maior. A brincadeira de escolha do ponto de foco na imagem pode ser feita no LCD da câmera ou no aplicativo para computador fornecido juntamente com ela. Convertendo os Megarays para algo mais conhecido do mundo da fotografia, a saída final do sensor vai oferecer uma imagem com 5 megapixels de resolução máxima.

A Illum está equipada com uma lente com distância focal equivalente a uma 30-250mm e com abertura constante de f/2. A grande abertura é fundamental para a captação dos diferentes raios de luz que vão fazer a mágica no processamento final.  A câmera possui modo manual de captura, além de prioridade de abertura e velocidade. A interface gráfica foi aprimorada e agora roda com Android. Também foi melhorada a tecnologia de sobreposição de imagens no visor LCD de 4 polegadas que ajuda a reproduzir o efeito de tridimensionalidade na visualização da foto.

A câmera vai chegar ao mercado em julho ao preço de US$ 1.599,00 (bem mais cara do que os US$ 399,00 da primeira Lytro), mas você pode fazer uma pré-compra por US$ 1.499,00. Se você já tem uma das primeiras Lytro então ainda pode ganhar um desconto de US$ 200,00 na nova câmera.

Veja aqui uma galeria oficial de imagens feitas com a nova Lytro Illum.

lytro_illum

Fonte: Dpreview.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 19:47

Laguna_Netflix_logo

Quando o Netflix chegou ao Brasil, cobrava uma mensalidade de R$ 14,99. Na época, era um valor pouco abaixo dos US$ 7,99 mensais cobrados lá na civilização. Excelente e justo negócio, algo que os brasileiros não estamos acostumados dado o Lucro Brasil da maioria das filiais de empresas estrangeiras por aqui. “Por que cobrar menos se os brasileiros continuam pagando?

Uma primeira ameaça à tal pechincha veio da ANCINE, que queria cobrar R$ 3 mil por cada vídeo do Netflix no Brasil. O impacto de algo assim poderia ter elevado a mensalidade de 15 para uns 99 reais ou qualquer outro valor próximo dos medíocres serviços de TV por assinatura que temos. Desculpe não lembrar que fim teve tal confusão e nem sei se teve algo relacionado ao Marco Civil da Internet, mas como os quinze reais mensais continuaram e ninguém reclamou da aparição de mais conteúdo nacional no Netflix Brasil, simplesmente achei melhor deixar quieto.

Enfim… No começo do ano passado, os assinantes do Netflix Brasil recebemos um e-mail avisando sobre o aumento imediato da cobrança para R$ 16,90 mensais. O novo valor seria cobrado dos novos assinantes, enquanto usuários mais antigos como o tio Laguna continuaríamos a pagar os R$ 14,99 por mais alguns meses. Do jeito que o Netflix administrou tal aumento, caso o serviço de streaming aumentasse a mensalidade para 20 reais, eu não reclamaria e é exatamente isso que realmente vai acontecer logo mais.

Laguna_Reed_Hastings_CES2014

CEO do Netflix na CES 2014 (Crédito: The Verge)

Em mensagem repassada aos acionistas e investidores (cuidado, PDF) o CEO da empresa Reed Hastings avisa que que lá nos Estados Unidos a mensalidade passaria dos atuais US$ 7,99 para até 10 9,99 dólares mensais. Convertendo, daria pouco mais de R$ 21 na cotação de hoje. O aumento serviria para o Netflix expandir as atividades e produzir mais conteúdo próprio.

Torço para que venham mais seriados como Orange is the new Black e House of Cards, esta bem premiada. Só que temos um porém nessa história toda: o principal concorrente do Netflix lá na civilização é o Hulu Plus e sua mensalidade vai continuar sendo US$ 7,99 mensais.

O Hulu Plus conseguirá manter esse patamar por um motivo bem simples: a publicidade contida nos filmes, séries e outros programas de seu catálogo. Seria melhor negócio pagar menos para assistir streaming com propaganda? Ela é um mal necessário, que o diga o YouTube.

Voltando ao Brasil, podemos supor que o Netflix poderia cobrar dos novos usuários algo por volta dos R$ 19,90 mensais. Isso num cenário ideal, em condições normais de temperatura e pressão. Infelizmente, o leão da Receita Federal vai querer abocanhar sua parte e nossa classe política não é flor que se cheire.

Você pagaria R$ 21,90 mensais pela assinatura do Netflix?

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Author: "Emanuel Laguna" Tags: "Indústria, House of Cards, netflix, Ree..."
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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 19:00

nes-remix-2

Tem certas horas que não dá para entender a Nintendo. Na situação complicada em que ela se encontra a empresa deveria concentrar todos os seus esforços em ganhar bastante dinheiro de forma  rápida, e no momento boa parte de seu lucro stá vindo do 3DS. Como sabemos, a Nintendo criou o mercado da jogatina portátil e se mantém como líder há 25 anos, desde o Game Boy. Por um lado temos sim bons jogos sendo lançados para o portátil, mas isso não evita que certas decisões pareçam erradas. Houve o caso recente de portar games do Game Boy Advance para o Wii U, e agora a empresa repete a dose com NES Remix 1 e 2, duas coletâneas de minigames baseadas em clássicos da Nintendo para seu saudoso console de 8 bits.

NES Remix 2 será lançado no dia 25 para o Wii U, mas o fato curioso é que a maioria dos game originais já estão disponíveis tanto no Virtual Console do Wii U quanto do 3DS. Além do mais, uma coletânea do tipo  não seria tão difícil de ser portada para o portátil da Nintendo já que ele consegue rodar games do Nintendo 64 sem muito esforço. O único problema é que a empresa não concorda com isso.

Em entrevista à IGN o diretor da série Koichi Hayashida tentou explicar que por estar envolvido com o projeto de Super Mario 3D World, a plataforma do Wii U lhe era mais familiar do que a do 3DS para desenvolver NES Remix. Isso é uma desculpa aceitável, não é a ideal mas é compreensível. O grande problema é que ele continuou:

Entretanto, se formos mais a fundo, a fim de realizar aquilo que queríamos fazer com NES Remix, conseguir os efeitos e atingir o potencial que desejávamos, precisávamos de mais poder de processamento.

 

O Wii U nos ofereceu o que precisávamos muito facilmente, e para atingir o que queríamos no 3DS o processo seria mais difícil.  Essa é a resposta. O Wii U possui o poder de fogo do qual precisávamos.

Essa é a conclusão: para Hayashida o 3DS está aquém do Wii U quando se trata de emular games do Nintendinho. Eu aceitaria a desculpa de falta de experiência com a plataforma mais do que essa, embora profissionais da própria Nintendo que não são capazes de explorar ao máximo seus produtos já é uma desculpa pra lá de esfarrapada. A impressão que fica é que Hayashida e sua equipe não quiseram trabalhar com 3DS por preguiça de trabalhar em uma plataforma mais restrita em comparação ao Wii U, mas nem de longe é um portátil fraco.

É uma pena, a série NES Remix faria muito sucesso no 3DS, minigames do tipo são ideais para portáteis. Mas pelo visto a Nintendo não está interessada em ganhar dinheiro.

Fonte: IGN.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 17:54

melhore_sua_fotografia

Parece que a internet atual está passando pelo fenômeno das listas. Algumas são muito bacanas, outras nem tanto. Na fotografia isso também está acontecendo e encontramos muita coisa legal e útil acontecendo pelos sites e blogs. Hoje o Petapixel publicou uma lista de 7 exercícios que prometem melhorar a sua fotografia e transformar você em um fotógrafo melhor. Todos eles são válidos, pois nos levam a pensar para fotografar. Aliás, esse é o grande segredo da fotografia. Pensar e fotografar sempre. Lembrando que não existe dom, apenas muita dedicação. Vamos dar uma olhada na lista? Não podemos esquecer que cada um tem suas receitinhas de bolo. Muitos vão concordar com essas dicas e outros vão discordar, mas essa é a vida.

01 – Medição Central

Câmeras fotográficas possuem várias maneiras de medir a Luz (fotometria). Geralmente deixamos em uma medição ampla de cena e confiamos no sistema de medição da câmera. Porém, os fotômetros de luz refletida possuem pontos fracos que podem levar ao erro. Cenas com fundo claro ou fundo escuro tendem a enganar o fotômetro e causar uma medição errada da luz. Outra limitação da câmera é que ela não sabe a sua intenção, ela apenas detecta quantidades de luz. Por isso é interessante utilizar o modo de medição central, onde a câmera vai fazer a medição de um pequeno ponto da cena. Para utilizar esse modo de medição o fotógrafo tem que treinar um pouco, ver os resultados e estudar a cena para chegar ao resultado que se está procurando.

02 – Verifique o Histograma

O texto do Petapixel diz que ao verificar o histograma você passa a ter uma melhor compreensão da forma que a luz se distribui em sua imagem. Eu diria mais. É de grande importância que você entenda e siga as informações do histograma. A imagem que você olha no LCD da câmera não é confiável. Ela está bem longe da realidade. Por isso o histograma se torna o guia da exposição correta. Para quem não sabe, o histograma é um gráfico que mostra a distribuição da luz em sua imagem. Teoricamente, um histograma equilibrado representa uma imagem bem exposta, mas da mesma forma que os modos de medição, o histograma também não sabe o seu objetivo. Ele se torna uma ferramenta de grande importância para avaliar a correta fotometria de sua imagem, mas é necessário saber interpretar essas informações.

03 – Utilize uma única lente fixa

Várias vantagens de se utilizar apenas uma lente fixa. O equipamento fica mais leve, você ganha qualidade de imagem e grande abertura de diafragma, mas existe um ponto mais importante. Para compor a cena você precisa andar até o assunto. Se não ficou bom você precisa se mover para frente ou para trás. Esse movimento faz com que o assunto seja melhor estudado e que a foto fique mais interessante. Pensar e compor é o que separa uma imagem simples de uma grande fotografia.

04 – Utilize balanços de branco específicos

A maior parte das pessoas utilizam o Balanço de Branco (WB) no modo automático. Ele pode quebrar um galho nesse modo, mas ao mesmo tempo você deixa de pensar sobre a cena. Infelizmente o balanço de branco automático também não é preciso, ele invariavelmente se engana. Utilize os modos específicos de balanço de branco e observe o que cada um faz com as tonalidades de cores de suas fotos. A escolha certa pode render cores mais fiéis, mas utilizar um WB diferente pode render efeitos interessantes.

05 – Aprenda o Balanço de Branco personalizado

Fora a opção de utilizar as temperaturas de cor pré-definidas na câmera, a maior parte das câmeras reflex permite executar um balanço de branco personalizado que consiste em fotografar um cartão branco ou cinza com a luz do ambiente. Parece ser uma tarefa fácil, mas não é bem assim. Dependendo do ângulo do cartão em relação a fonte de luz o resultado pode se alterar. Um ótimo exercício para saber chegar até a temperatura ideal de cor, coisa que pouca gente se preocupa hoje em dia.

06 – Utilize o modo manual de exposição

Os modos automáticos e de prioridade podem ser práticos, mas se transformam em muletas. Mais uma vez a câmera não conhece sua intenção, ela apenas calcula a quantidade ideal de luz para a execução da foto, independente do local ou do tipo de iluminação que você se encontra. Trabalhar no modo manual é ter liberdade de explorar todas as potencialidades de seu equipamento e saber as suas limitações. além de que o comando está com o cérebro e não com o equipamento.

07 – Publique apenas 01 imagem por dia

Escritores dizem que é necessário escrever todos os dias para não perder a prática. Com a fotografia não é diferente. Fotografar todos os dias é uma grande forma de praticar o olhar, mas o mais importante é publicar apenas uma foto por dia. O fato de mostrar apenas uma foto o leva a ser mais crítico quanto ao que publicar e redobra o esforço em fazer a melhor imagem. Isso também incentiva os seus amigos a verem o seu trabalho e darem sua opinião. Acredite em mim, ninguém tem paciência de ver o álbum de suas férias com 500 fotos, mas uma única imagem bem feita tem um grande poder.

 

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 17:30

fatal-frame

A minha experiência com a série Fatal Frame é pequena, resumindo-se a um par de horas no primeiro jogo, mas aquilo foi suficiente para perceber o potencial da franquia e entender o porque de tanta gente o classificar como um dos jogos mais assustadores já criados.

Caso você seja fã dos jogos criados pela Tecmo Koei, a boa notícia é que a desenvolvedora fechou uma parceria com a Nintendo para a criação de um novo capítulo, o que deverá garantir ao Wii U a exclusividade sobre o lançamento, que por enquanto não tem data para acontecer.

Além disso, foi revelado que a franquia também será expandida para outras mídias, com um filme sendo produzido pela Kadokawa Corporation e tendo a modelo Ayami Nakajo como protagonista. A direção deverá ficar a cargo de Mari Asato.

Já para quem gosta de revistas em quadrinhos, uma escrita por Shin Kibayashi está nos planos e a série ainda deverá dar origem a um livro, este de autoria de Eiji Otsuka, com previsão de lançamento para agosto deste ano.

A parte triste de toda essa história é que nenhum desses produtos foi confirmado para o ocidente e se levarmos em consideração os dois últimos jogos da franquia, o Fatal Frame: Mask of the Lunar Eclipse e o remake de Fatal Frame II, que apareceram apenas no Wii japonês, a expectativa não é das melhores.

Fica então a torcida para que dessa vez a coisa seja diferente, mas se você quiser jogar um Fatal Frame e possui um PlayStation 3, a melhor opção é adquirir a trilogia através da PSN, sendo que os dois primeiros estão saindo por apenas US$ 4.

Fonte: Gematsu.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 16:00

Assassins-Creed

É bastante comum vermos pessoas reclamando de empresas como a Activision e a Ubisoft por anualizarem algumas de suas franquias, mas o que elas costumam esquecer é que isso só acontece porque esses jogos são comprados. Um ótimo exemplo disso foi dado pela editora francesa, que divulgou suas séries mais vendidas e sem muita surpresa, a que aparece no topo da lista é a Assassin’s Creed.

O que impressiona no anúncio da Ubi no entanto é a constatação de que a marca, nascida em 2007, chegou a 73 milhões de cópias vendidas e embora isso leve em considerações os 15 jogos lançados para ela, não deixa de ser um número invejável.

Esse resultado comercial tão satisfatório ajuda também a reforçar a opinião de Lionel Raynaud, vice-presidente criativo da empresa, de que seria estupidez ignorar a vontade dos fãs e por isso não é de se estranhar a obsessão dos franceses por novos lançamentos, o que deverá resultar em dois Assassin’s Creed somente neste ano, com um deles sendo o Unity, exclusivo para a nova geração e PC, e o outro o Comet, que deverá dar as caras apenas no PS3 e Xbox 360.

Quanto aos outros jogos mais vendidos da Ubisoft, temos o Just Dance na segunda posição com 48 milhões de cópias, seguido pelo Splinter Cell com 30 milhões e o Rainbow Six com 26 milhões. Já em relação as outras franquias famosas da empresa, como Rayman, Prince of Persia e Far Cry, os números de vendas são 25 milhões, 20 milhões e 18 milhões, respectivamente.

Portanto, com o Assassin’s Creed tendo vendido 65% mais do que a segunda franquia da empresa e muito mais do que outros nomes tão conceituados, como culpar uma editora por tentar sangrar uma marca tão popular?

Fonte: GamesIndustry.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 15:00

iphone-money

Pelo visto todo mundo está correndo para oferecer serviços de pagamentos digitais. O modelo do PayPal atualmente é o mais estabelecido e utilizado, seguido de perto pelo Google Wallet que há pouco tempo se integrou ao Gmail permitindo enviar dinheiro para amigos e pagar contas diretamente, ainda que com uma taxa. Até o Facebook vai entrar na brincadeira.

Claro, a Apple que de boba não tem nada está planejando entrar nesse ramo, e para isso não estaria poupando esforços para revolucionar o sistema, para variar.

De acordo com o re/code Cupertino estaria entrevistando profissionais da indústria de pagamentos em busca de preencher duas vagas, uma para líder de produtos e outra para líder de desenvolvimento. Como se não bastasse o CEO Tim Cook já demonstrou interesse em entrar nessa seara, embora não tenha dado detalhes. De qualquer forma a presença do ID Touch em iPhones seria peça chave para a implantação do sistema assim como os iBeacons, que ela já utiliza em todas as suas lojas nos Estados Unidos.

Porém como seria o sistema? Pense assim: hoje o iTunes possui mais de 600 milhões de usuários, a maioria deles com cartões de crédito vinculados às suas contas. O sistema seria uma evolução disso, permitindo que o consumidor utilize sua Apple ID para realizar compras fora da lojinha da Apple, desde que estabelecimentos venham a suportá-lo. Com uma combinação com uma carteira virtual como o Google Wallet, Touch ID e iBeacon, seria perfeitamente possível um consumidor entrar numa loja, pegar um produto, escaneá-lo com o iPhone, pagar com uma confirmação do Touch ID e sair, enquanto o iBeacon comunicaria a venda ao sistema do estabelecimento. Sem filas, sem nada.

Uma das fontes diz que “essa ambição (da Apple) é muito séria”. Não obstante informes anteriores acusam que o PayPal tem negociado com a Apple para fechar uma parceria de pagamentos móveis, só que a iniciativa não partiu de Cook e Cia. Ltda., o que leva especialistas a acreditarem que a empresa da maçã sequer precise dela, vindo a oferecer uma solução própria e buscando concorrer agressivamente tanto com o PayPal quanto com o Google Wallet. A intenção da Apple em adquirir a Square, a empresa de pagamentos mobile do co-fundador do Twitter Jack Dorsey é um bom indício de que ela não pretende fazer parcerias, mas vai andar com as próprias pernas. Resta saber se vai dar certo.

Fonte: r/c.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 14:30

Rise-of-Incarnates

Quando se trata de jogos de luta, a Namco, ou melhor, a Bandai Namco costuma ser mais conhecida pelas séries Tekken e SoulCalibur, mas em breve ela tentará adicionar outra franquia de respeito ao seu portfólio.

Conhecido como Rise of Incarnates, o jogo deverá ser lançado ainda este ano apenas para computadores e seguindo uma tendência que a empresa tem explorado ultimamente, ele será distribuído gratuitamente, obtendo seu lucro através de microtransações.

Nele participaremos de combates entre times formados por dois lutadores e um dos destaques do game deverá ser os lugares onde acontecerão esses confrontos, arenas abertas onde poderemos correr, pular e voar. Além disso, como os personagens serão bastante variados, o estúdio promete que todos conseguirão encontrar um estilo favorito, seja nos combates a curta ou longa distância.

Por falar nos lutadores, eles serão conhecidos como Encarnados, humanos que possuem poderes místicos e que devem evitar que tragédias mudem o rumo do planeta, que pelo o que pode ser visto no primeiro trailer, já viveu dias melhores.

Como uma nova franquia, o Rise of Incarnates representa o próximo grande passo em expandir a marca da Bandai Namco no mercado de jogos free-to-play,” declarou o diretor de jogos digitais da empresa, Joon Hwang. “Sendo criado do zero, o Rise of Incarnates contem os atributos necessários para criar um ambiente rico e dinâmico que os fãs certamente apreciarão.

Aparentemente o Rise of Incarnates está muito bonito, com os cenários repletos de detalhes e a animação dos lutadores parecendo bastante natural. Por enquanto, meu único medo é que o modelo de distribuição acabe estragando a experiência, mas o jogo promete ser tão divertido que espero que isso não aconteça.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 13:35

supposed-nexus-8

Já se passaram alguns meses desde que o Google deu uma bela presepada ao incluir uma imagem na página do Android exibindo uma mulher manuseando um tablet que não é um Nexus 7, mas aparentemente uma variante maior com um design levemente diferente. De lá para cá pouco se falou sobre o tal Nexus 8, entretanto segundo o DigiTimes ele pode aparecer nas lojas mais cedo do que se imagina.

O Glogle estaria se movendo para um form factor de oito polegadas pelo fato do Nexus 7 estar sofrendo concorrência pesada dos tablets Kindle Fire. Atualmente seu preço de entrada é de US$ 229, contra seus concorrentes cujos valores começam em US$ 139 e são muito bons. SE mover para morder o bolo que atualmente a Apple domina com o iPad mini talvez seja uma boa estratégia, e para distanciar o suposto novo modelo do Nexus 7 a ASUS não seria a empresa responsável por fabricá-lo, mas sim a HTC.

De acordo com fontes ligadas ao fornecimento da empresa de Taiwan a precisão é que o Nexus 8 seja lançado no terceiro trimestre e aparentemente a ASUS não fez questão de continuar como fabricante exclusiva de tablets para o Google, pois estaria mais interessada em sua própria linha de dispositivos. As fontes ainda dizem que a HTC era a escolha original para produzir o primeiro Nexus 7, mas a empresa declinou por estar na época com a atenção voltada para sua própria linha de smartphones, o que se mostrou uma decisão acertada se olharmos para o HTC One e One M8, dois excelentes aparelhos Android. Para concluir, tudo leva a crer que o Google não vai empurrar o Nexus 8 goela abaixo do consumidor como fez com as versões anteriores de seus tablets, já que as duas primeiras gerações do Nexus 7 já serviram para aumentar a participação do Android no mercado.

Ainda assim é bom lembrar que o DigiTimes tem um histórico de errar bastante, embora a previsão do lançamento bata com rumores de outras fontes dizendo que ele não apareceria no Google I/O, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho. Em todo caso é melhor esperar um pouco, embora seja quase certo que o tal Nexus 8 aparecerá em algum momento.

Fonte: DT.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 13:00

psvita

Numa atitude inesperada e que ainda precisa de uma confirmação oficial por parte da Sony, os donos de um PlayStation Vita foram surpreendidos com a informação de que uma grande quantidade de jogos do primeiro PlayStation e do PSP começaram a ser disponibilizados para o aparelho, o que evidentemente aumenta bastante a oferta de títulos para ele.

O problema aqui é que mesmo podendo ser baixados, alguns desses títulos não estão funcionando no Vita, o que pode ser o indicativo de que algum estagiário apenas apertou o botão errado. Por outro lado, pode ser também que a empresa ainda esteja acertando os últimos detalhes, talvez até preparando uma atualização de firmware para o Vita e por isso não tenha feito um anúncio.

Conforme alguns usuários do NeoGAF perceberam, essa mudança permitiria que jogos do PS1 como o Crash Bandicoot e Spyro the Dragon rodassem no portátil, assim como os elogiados Gran Turismo PSP e Phantasy Star Portable 2, e a esperança de todos que possuem o Vita é que tudo não passe de um erro.

Vale dizer que os games “liberados” não estão aparecendo na loja do PS Vita, podendo ser baixado apenas através da lista de downloads (o que pode ser um martírio para quem possui muitas aquisições), mas ainda assim é muito bom poder ter acesso a vários jogos por qual pagamos e que infelizmente continuávamos sendo impedidos de aproveitar.

Se a Sony confirmar a novidade, acho que eles tornarão o Vita muito mais interessante para novos compradores, mas na atual situação, já ficarei feliz se eles não resolverem bloquear tais jogos novamente. Isso até me fez pensar em adquirir alguns jogos do PSP para jogar no Vita, como por exemplo o Sega Genesis Collection e o Gran Turismo, mas acho que esperarei os próximos dias para ter certeza de que eles continuarão funcionando bem.

Fonte: DualShockers.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 12:05

igadgets-jailbreak

A Apple tem seus motivos para manter seu sistema blindado. O principal deles diz respeito à segurança, não permitir que todo mundo mexa no iOS mantém os dados dos usuários mais protegidos do que o que ocorre no Android por exemplo. Claro, a turma do jailbreak não gosta nem um pouco disso, portanto toda vez que uma versão nova do sistema é disponibilizada começa uma corrida de gato e rato: os hackers tentando libertar o sistema para adicionar funções (e muitos outros piratearem apps de um dólar) e a Apple fechando as portas.

Agora os hackers estão aprendendo que liberdade demais pode ser um péssimo negócio. Há algum tempo usuários de iGadgets 32 bits (todos menos iPhone 5s, iPad Air e iPad mini Retina) estavam enfrentando problemas de instabilidade após os usuários instalarem customizações oferecidas fora da Cydia, a principal loja de aplicações jailbreak. O pesquisador Stefan Esses resolveu pesquisar a fundo e descobriu que uma biblioteca chamada Unflod.dylib estava se infiltrando em conexões SSL, coletando Apple IDs e senhas dos usuários. De posse dessas informações o bug os enviava em modo plaintext para IPs norte-americanos aparentemente controlados por chineses.

Esser diz que o malware é de certa forma fácil de ser identificado mas um tanto chato de se remover: é preciso abril o terminal, acessar a pasta /Library/MobileSubstrate/DynamicLibraries/, localizar os arquivos Unflod.dylib ou framework.dylib e mandá-los para o espaço. Ainda assim ele afirma que ainda é cedo para ter certeza se deletar os arquivos é o suficiente pois ainda não precisou se o bug traz outros a tiracolo ou se ele permanece dinamicamente no iGadget.

Em nota no Reddit, o desenvolvedor do Cydia Jay Freeman lembrou que instalar qualquer coisa randomicamente no iOS com jailbreak pode levar a resultados desagradáveis, incentivando a todos utilizarem sua própria solução.

Fonte: AT.

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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 11:30

GRID-Autosport

Os fãs dos jogos de corrida e que adoram a série GRID ganharam há pouco um grande motivo para comemorar. Conforme havia prometido há alguns dias, a Codemasters anunciou um novo capítulo para sua principal franquia e o que mais chama a atenção é a promessa de que o GRID: Autosport está sendo feito com base nas sugestões e críticas da comunidade.

Se o GRID 2 o levou a um mundo de corridas mais focado na narrativa com controles mais acessíveis, ficou claro que para muitos de vocês, não era isso o que esperavam do GRID 2,” afirmou o gerente de comunidade, Ben Walke. “Então, com o GRID Autosport tivemos a oportunidade de fazer um jogo muito mais focado no automobilismo, um desejo que muitos de vocês expressaram diretamente para nós, e um jogo cujo espírito retorna a alguns dos primeiros títulos em termos de conteúdo e dirigibilidade.

Na verdade, se a promessa do estúdio for cumprida, este novo jogo deverá ser até mais voltado para a simulação do que foi o primeiro GRID, mas eles fizeram questão de dizer que embora o objetivo seja entregar uma jogabilidade fiel à realidade, não estão fazendo um game que poucos conseguirão jogar.

Além disso, alguém dentro da Codemasters parece ter percebido a idiotice que fizeram no jogo anterior e felizmente o GRID: Autosport contará com câmera do cockpit. Esse detalhe me fará voltar a dar uma chance à franquia, pois mesmo tendo adorado o primeiro jogo, decidi que não compraria sua continuação, simplesmente por ter achado um absurdo eles terem removido algo capaz de levar tanta imersão para um jogo assim.

Enfim, para deixar o jogo ainda mais interessante, foi dito também que ele terá 100 percursos espalhados por 22 lugares diferentes, além de um modo carreira e claro, corridas para serem disputadas pela internet.

E se você também se empolgou com o anuncio, saiba que não precisará esperar muito, pois o GRID: Autosport deverá ser lançado no dia 27 de junho, com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, o que me leva a crer que a Codemasters não está muito empolgada com a nova geração.

Fonte: Codemasters Blog.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 19:00

the-last-of-us

Alguma coisa muito estranha acontece na Naughty Dog. Primeiro a diretora criativa da série Uncharted Amy Hennig saiu, indo pouco tempo depois para a Visceral Games. Até o presente momento nem Hennig nem o estúdio entraram em detalhes sobre qual foi o motivo para sua saída, mas tudo leva a crer que a decisão veio de cima. Logo depois o então diretor de Uncharted 4 Justin Richmond anunciou sua saída, se unindo à Riot.

Agora é a vez de Nate Wells, artista responsável por The Last of Us pular fora do barco indo rumo à Giant Sparrow, a desenvolvedora responsável por The Unfinished Swan.

A transferência ocorreu no último dia 3 e Wells só revelou o acontecido no último fim de semana, através do Twitter. Novamente não há muitas informações acerca de sua saída, embora ainda poderemos ver sua arte nas plataformas da Sony em breve: a Giant Sparrow possui contrato para três games exclusivos e The Unfinifhed Swan foi o primeiro deles. Wells trabalhou na Irrational Games por 13 anos, até deixar o estúdio de Ken Levine em agosto de 2012. Entre seus trabalhos estão a direção de arte de BioShockBioShock Infinite e The Last of Us.

Após três profissionais deixarem a Naughty Dog em tão pouco tempo, começa a se consolidar a hipótese que isso é um reflexo da crise pela qual a Sony atravessa. Ela está enfrentando uma recessão dos diabos, que a levou a tomar soluções drásticas como a venda da linha Vaio, a demissão de 5 mil funcionários em todo o globo e o desmembramento da divisão de TVs, que hoje é uma subsidiária.

Analisemos o histórico da Sony em 2014:

Não se sabe o que pode acontecer daqui para a frente, mas considerando que a Sony está fazendo de tudo para diminuir suas despesas é muito provável que as demissões, fechamentos, cancelamentos de projetos e partidas de profissionais de ponta para outros estúdios continue.

Fonte: CVG.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 18:30

samsung-innovation-museum

A Samsung pode ser acusada de muitas coisas, de oportunista a sem coração, mas uma coisa que não se pode dizer é que ela não é inovadora. De monitores transparentes a telas curvas, passando pelos processadores presentes nos iGadgets (que prova que apesar de se engalfinharem nos tribunais, a Apple reconhece a excelência da Sammy em chips estado da arte) e macro-hardware literalmente falando, a empresa coreana tem a missão de investir em diversos setores de tecnologia e inovar sempre. Nada mal para um conglomerado que começou produzindo macarrão (não que isso seja indigno, veja a Nissin Foods).

A Samsung também reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico que trouxe o homem até aqui, portanto ela inaugurou nesta semana seu próprio Museu dedicado à inovação tecnológica em Suwon, cidade da Coreia Mais Bonita onde a empresa é sediada.

transparent-display

O  Museu Samsung da Inovação, chamado carinhosamente de S/I/M obviamente serve como um showroom de várias de suas próprias inovações, displays transparentes e dispositivos mobile abundam, além de contar com um setor onde detalha seu próprio processo de produção de semicondutores. Existem demonstrações de modelos curiosos como o SPH-WP10, o primeiro watchphone lançado por ela em 1999  ao antológico SPH-N270, mais conhecido como o “Matrixphone”. Entretanto há aparelhos de muitas empresas e inventores, desde lâmpadas de Thomas Edison aos primeiros modelos de lavadoras de roupas, geladeiras, televisores, rádios… há até mesmo um Apple II em exibição, descrito como “o primeiro computador pessoal”.

apple-ii

Não que a visita ao Museu por si só valha uma visita à Coreia do Sul, mas no caso de você estar passeando por Seul não custa nada dar uma esticada à Cidade Digital de Suwon e conferir. Ele abriu hoje à visitação pública e funciona de segunda à sábado das 10 às 18 horas. Visitas durante os dias da semana precisam ser agendadas, já que o Museu se localiza junto às instalações da sede da Samsung.

Fonte: ST.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 17:50

frank

Em uma das raras e boas piadas de Apollo 13 um dos técnicos da NASA reclama dos filtros de monóxido de carbono do módulo lunar e do módulo de comando serem incompatíveis. Um quadrado, outro redondo: “só podia ser projeto do Governo”. Soldados em guerras modernas combatem sabendo que seus equipamentos foram projetados e produzidos pela empresa que ofereceu o menor preço.

Por isso aliás que teorias da conspiração não se sustentam. Exigem um nível de competência inexistente em qualquer governo. Um exemplo clássico da chamada Navalha de Hanlon, “Nunca atribua à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez”: durante a 2ª Guerra do Golfo um limpa-neve foi enviado para o Iraque. O custo, entre a máquina e o transporte ficou em cento e poucos milhares de dólares. Uma gota no oceano, mas algo que chamaria (e chamou) a atenção da imprensa.

Não faz sentido ser um caso de corrupção. Ninguém chama atenção assim pra seus esquemas. Foi a boa e velha incompetência, como os ingleses, que durante a invasão das Falklands colocaram todas as barracas em um navio só, que foi afundado pelos argentinos.

A bola da vez agora é o NTIS — National Technical Information Service — órgão criado em 1950 com o objetivo de coletar, centralizar e distribuir relatórios técnicos, pesquisas científicas e informações comerciais produzidos pelo Governo dos EUA. Esse material seria vendido, uma forma de manter sob controle o orçamento do NTIS.

Tudo muito legal, mas estamos em 2014. Todo mundo distribui o próprio conteúdo. Mais ainda, achar esse conteúdo se tornou muito mais fácil. Existe algo chamado… internet.

fmdo

Uma comissão do Congresso descobriu que entre 1995 e 2000 o NTIS só vendeu 8% dos relatórios catalogados. 95% do material distribuído por eles está acessível em outras fontes, de graça. Tudo facilmente achado se o interessado usar… O Google. Por isso o Projeto de Lei que extingue o NTIS se chama “S.2206 — Let Me Google That For You Act”.

A tal agência perde US$ 1 milhão por ano tentando vender os tais relatórios que todo mundo pega de graça no Google. Pior, essa brincadeira sai caro e vai sair mais ainda. No orçamento federal pra 2015 o NTIS vai ter seu orçamento de US$ 67 milhões aumentado para US$ 86 milhões. Thanks, Obama.

Criar órgãos é fácil, extingui-los é complicado. Entram apadrinhamentos, favores, burocracia… normalmente é tranquilo empurrar um FMDO com a barriga, mas quando a própria existência do órgão se torna obsoleta por causa da tecnologia, a situação passa a ser insustentável. Por isso é seguro dizer que o NTIS está com os dias contados. Mais uns 10 ou 15 anos e ele fecha.

P.S.: antes que você comece a zoar os gringos, seus gastos burocráticos inúteis e seus órgãos esdrúxulos, gostaria de lembrar que o Brasil tem ou teve um negócio chamado Comissão Especial da Mandioca.

Fonte: TV.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 17:00

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Após sofrer vários atrasos, o acordo de aquisição da divisão Nokia de dispositivos mobile será concluído no próximo dia 25, em anúncio realizado hoje. Entretanto um e-mail interno, que muito provavelmente partiu da empresa finlandesa endereçado a seus fornecedores detalha algumas particularidades da negociação, principalmente mudanças bem profundas. A principal informação é que a divisão deixará se chamar Nokia para fins legais, passando a atender por Microsoft Mobile.

Na prática isso significa que seus parceiros, fornecedores e empresas que realizam negócios legais com a Nokia terão que em breve se acostumar a tratar a mesma divisão como Microsoft Mobile. Isso não quer dizer que o nome Nokia será abandonado por completo (a Microsoft adquiriu o direito de usar o nome em sua linha de smartphones, bem como as marcas Lumia e Asha), e embora isso seja possível é uma possibilidade improvável. O nome Nokia ainda é uma marca forte entre os consumidores, que o atrelam a produtos de durabilidade e resistência acima da média.

Claro, é preciso lembrar que a Microsoft não comprou a Nokia inteira, apenas a divisão que lhe interessava. A empresa continuará fornecendo o HERE Maps, bem como prosseguirá no mercado de hardware de rede: o e-mail diz que os negócios com a Microsoft através da NSN prosseguem normalmente. A mudança de nomes é um movimento legal para evitar complicações, já o uso da marca Nokia é um assunto totalmente diferente. O e-mail menciona as terminações “Oyj” e “Oy” respectivamente nas razões sociais Nokia Corporation Oyj e Microsoft Mobile Oy, que são utilizadas para determinar o tipo de empresa igual os nossos S/A, Ltda., ME. e etc.

Eu não creio que a Microsoft planeje a curto prazo vender um Lumia não sei das quantas com seu próprio nome em vez do da Nokia, que já está intrinsecamente ligada ao Windows Phone e ajudou a promover o sistema. Claro, é uma possibilidade que não deve ser descartada mas esse movimento não seria benéfico à Microsoft num primeiro momento.

Fonte: DT.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 16:15

stooges-dentist-2

Clones são um conceito antigo na ficção, e bastante usados na agricultura, mas a dificuldade em sua produção é diretamente proporcional à complexidade do organismo. Clonamos batráquios, peixes, organismos unicelulares e comentaristas de YouTube desde os anos 50, mas mamíferos são bem mais problemáticos.

O primeiro clone de mamífero utilizando células somáticas — ou seja, uma célula do corpo, não um embrião induzido a se dividir — veio só em 1996, com a ovelha Dolly. De lá pra cá um monte de espécies foram clonadas, inclusive raças de vacas ameaçadas de extinção, clonadas pela primeira vez no mundo no Brasil, 2005 pela Embrapa, mostrando que dá pra fazer ciência de ponta aqui, se você demitir o datilógrafo e investir em pesquisa.

O próximo passo lógico, inevitável e questionável por muitos é a clonagem humana. Não é difícil imaginar que o primeiro clone humano será uma cópia do filho de algum casal muito muito rico, que tenha morrido cedo de forma traumática. Todos os argumentos de que personalidade tem tantos componentes genéticos quanto ambientais, as explicações de que vários fatores aleatórios podem mudar características físicas do clone não adiantarão. O casal irá querer o filho de volta e os cientistas, de olho na verba, toparão.

Curiosamente a idéia de que um clone é só uma aproximação foi mais bem explorada na ficção do que na vida real. É um dos pontos centrais do excelente Terra Imperial, de Arthur Clarke. Ele também profetiza o smartphone e a internet mas são detalhes. Na história os protagonistas são clones, pois o patriarca da família tem um gene que garantiria que um filho natural herdasse uma doença fatal. Assim pai filho e avô são, geneticamente clones, mas com personalidade e gostos bem diferentes.

No livro a clonagem humana mesmo legal, é eticamente questionável. Como é hoje, mas será sempre assim? A reprodução in vitro quando surgiu foi amplamente criticada, inclusive pelo Vaticano. Houve gente garantindo que bebês de proveta eram uma afronta a Deus e as crianças surgidas da técnica não teriam alma. Hoje é algo comum e corriqueiro.

Clones podem acabar se tornando uma forma cara e trabalhosa de produzir gêmeos idênticos de idades diferentes.

trigêmeas

As palavras de busca pro Google são “trigêmeas gauchas” e “playboy”. De nada.

Por outro lado há gente pensando a sério (ok, nem tanto) em clonar humanos falecidos de grande importância. Isso já foi tentado no passado, e nem falo do projeto de clonar grandes líderes austríacos no interior do Brasil. Há até um grupo querendo usar o sangue do Sudário de Turin para clonar Jesus. O que é ridículo, todos sabem que o Sudário é falso, Jesus na verdade escapou e foi morar no Japão.

Agora a bola da vez é… John Lennon. O “cientista” em questão é um… dentista. Michael Zuk já mostrou seu questionável bom-senso ao comprar um dente de John Lennon por US$ 33.600,00. Como o dente contém DNA, em teoria é possível clonar o Beatle. O dentista já está fazendo até planos de como criará o bacurinho.

Ele quer que Lennon II, que seria “criado como um filho” tenha aulas de violão, mas será mantido longe de drogas e cigarro. Coisas que não tiveram influência nenhuma nos Beatles, você sabe. Só que o interesse não é só pelas habilidades artísticas do rapaz. Michael Zuk acredita que o clone de John Lennon terá direito a uma parte dos bens do Beatle.

Nunca li nada sobre isso, nem sei se já foi discutido, mas acho a clonagem de um ser humano menos improvável que ele ganhar na Justiça parte da herança.

O talento real é genético. Não se cria um Mozart ou um Pelé, mas o talento é apenas um componente. Temos uma quase infinita série de pequenas experiências que nos fazem o que somos hoje. Mude uma e tudo desmorona como uma série de dominós. Seguimos por uma linha temporal alternativa, e Biff comanda Hill Valley. Lennon teve uma infância péssima. Se a clonagem em si é eticamente questionável, replicar as experiências ruins para proporcionar ao clone um ambiente semelhante ao original é moralmente inaceitável.

Esperemos que clones famosos nunca se tornem uma realidade. Se bem que Arthur Clarke (sempre ele) já pensou nisso também. Em As Fontes do Paraíso há um trecho onde a sonda alienígena que está estudando a Terra manda a seguinte mensagem:

04 de junho de 2069, 07:59. Mensagem 9056, sequência 2. Sideronauta para Terra:

Não consigo distinguir claramente entre suas cerimônias religiosas e o comportamento aparentemente idêntico nas funções esportivas e culturais que me transmitiram. cf. principalmente Beatles, 1965; Final da Copa do Mundo de Futebol, 2046; e a apresentação de despedida de Johann Sebastian Clone, 2056.”

Acho que fora as questões éticas envolvidas, há um risco muito maior que precisa ser considerado.

Vai que dá certo o projeto, o cara se anima e resolve clonar a Yoko Ono.

Fonte: NME.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 15:45

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Nós já mostramos pra vocês como visitar virtualmente a TARDIS, a nave espacial/máquina do tempo/torradeira/limpa chifre/facas Ginsu do seriado Doctor Who, através do Google Street View. Para quem não conhece, basta acessar este link.

Depois de uma semana turbulenta e cheia de discussões sobre Game of Thrones, nada melhor que um passeio por terras distantes para ficar longe de spoilers, certo? Ou não, se é pra saber, melhor saber tudo de uma vez.

Bem, de qualquer forma, aqui está uma mapa interativo de Westeros, Sothoryos e Essos, continentes fictícios criados por George R.R. Martin em sua obra As Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire) e fantasticamente retratados na série de TV Game of Thrones.

O mapa foi feito por fãs da saga, e usa recursos do Google Maps para navegação e exibição de conteúdos bem legais, como os reinados, a localização original das famílias e suas casas.

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Ao navegante, é concedido o benefício de visitar Westeros, Sothoryos e Essos sem o risco de ser assassinado enquanto estiver viajando pela Kingsroad. Tenho certeza que alguns personagens adorariam ter acesso à uma ferramenta como esta, antes de certas, digamos… intempéries.

O que difere este site de um mapa em papel (como alguns que vem junto com edições luxuosas dos livros) é que, com poucos cliques, é possível obter diversos detalhes sobre este universo, como qual família é proprietária daquela região ou terra, ou ter uma ideia da distância entre Winterfell (Casa Stark) e A Muralha de Gelo, na qual ficam os vigilantes da Night’s Watch.

Dá pra separar o mapa entre os brasões da nobreza, ou acessar os perfis de diversos personagens no AWOIAF (A Wiki of Ice and Fire). Que, a propósito, está cheio de spoilers do livro, então, fique atento. Por exemplo como aquela vez em que [SPOILER DETECTED AND SUPRESSED].

Aliás, não se trata de uma ferramenta só para leitores. Dá pra trocar as informações exibidas no mapa entre capítulos, mas também entre episódios exibidos na série da HBO, e ir acompanhando o trajeto que cada personagem fez pelos mapas, como o percorrido por Daenerys Targaryen.

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Certamente é um site que todo fã da obra, seja de A Guerra dos Tronos, seja de As Crônicas de Gelo e Fogo, deve favoritar para futuras referências.

Dica adicional: se você também é fã de Senhor dos Anéis, o Hobbit ou qualquer obra do Tolkien, este site, feito para o Google Chrome, permite que você navegue pela Terra Média, como por exemplo essa página com detalhes sobre Rivendell (ou Valfenda) e tantos outros lugares deste universo concebido de uma forma igualmente genial.

Mais detalhes no vídeo abaixo:

Fonte: PolicyMic.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 15:30

caipirinha-mix-51

Exitem certas coisas que o progresso não deveria colocar a mão. Não me levem a mal, não estou bancando o ludita nem o saudosista, eu amo a tecnologia e adoro viver no futuro, mas você não deveria mexer em alguns departamentos para consertar o que obviamente não está quebrado. Com isso chegamos à ideia do Palcohol, um produto recentemente aprovado para venda pelo departamento fiscal relativo à álcool e cigarros dos Estados Unidos: trata-se de bebida alcoólica em pó.

Pelo visto, hoje em dia nada mais é sagrado.

A proposta do site é até interessante, permitir que você leve sua bebida favorita – na verdade parceiro, “pal” em inglês. Palcohol, sacou? – na forma desidratada para qualquer lugar, bastando apenas adicionar água. A companhia pretende colocar no mercado diversos drinques como marguerita, mojito, cosmopolitan, lemon drop e bebidas puras, como vodka e rum. O site originalmente fazia referências diretas a contravenções, como levar seu sachê a lugares onde você não pode beber como cinemas e eventos em colégio, mas a página foi obviamente editada para evitar problemas com a lei, já que nas entrelinhas poderia estar incentivando menores a beberem (ela sugeria até colocar o pó junto à comida).

palcohol

A pérola do site entretanto mencionava o problema número um que todo mundo imaginou: a possibilidade de cheirar o pó para ficar bêbado mais rápido. É o caso do bode na sala, tentar resolver um problema criando outro maior. O site originalmente mencionava que “sim, você pode fazê-lo, mas você ficará bêbado imediatamente pois o álcool será absorvido rapidamente por suas mucosas”. Originalmente a Palcohol dizia que isso era apenas “uma péssima ideia”, agora o site desencoraja veementemente o consumidor, dizendo que além da dose ser ínfima para causar embriaguez o usuário vai sentir dor ao fazê-lo.

Ainda assim há alguns empecilhos para que o Palcohol seja encontrado em qualquer vendinha nos Estados Unidos: além das leis estaduais, há outras empresas de maior porte que já pesquisam esse tipo de produto há tempos, que prometer ser concorrentes de peso. Por fim, a Palcohol vai precisar convencer os consumidores de que um sachê de vodka é mais prático do que uma garrafa, desde que o preço final obviamente compense.

Em tempo: a caipirinha em pó da 51 parecia Ki-Suco.

Fonte: TV.

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Date: Monday, 21 Apr 2014 14:30

plants-vs-zombies-2

Nós sabemos que para uma plataforma mobile se destacar mais do que as outras um sistema estável é apenas uma parte de todo o conjunto. Para atrair o público é preciso oferecer serviços e principalmente, aplicações que você deve garantir que o concorrente não terá acesso. Foi assim que a Apple jogou por muito tempo, ao ter mantido o Instagram e o Flipboard como apps exclusivos de seu ecossistema. Ainda que ela não pudesse impedir que os desenvolvedores tornassem seus apps multiplataforma, é evidente que a estratégia “primeiro eu” de Cupertino ajudou a trazer muitos consumidores para si.

Houve uma época em que os devs juravam de pé junto que a Apple não pagava por exclusividade, mas hoje sabemos que isso é balela. Seja o app free, pago ou freemium, se ele tiver massa crítica ele despertará o interesse das plataformas, que tentarão garantir vantagens para si, o que nos leva à situação de hoje com games mobile: desde 2010 a plataforma mobile evoluiu muito mais do que o esperado, hoje em dia um iPhone ou um Android podem rodar jogos de ponta sem suar e não devem em nada a consoles portáteis. Com isso Apple e Google estão travando uma verdadeira guerra pelos desenvolvedores em busca de exclusividade, de modo a atrair os jogadores.

De acordo com a matéria do WSJ, ambas empresas tem assediado desenvolvedores com contratos de exclusividade, muito como a Sony e Microsoft fazem hoje com estúdios indies em seus consoles de mesa. A ideia aqui nem é manter o game restrito apenas a suas respectivas plataformas, mas garantir um período em que apenas uma conte com o game para estimular os consumidores e tornar seu sistema mais atraente. Cut the Rope 2Plants vs. Zombies 2 foram dois casos recentes: por um tempo apenas donos de iGadgets puderam jogá-los. Tengami, um adventure ambientado no Japão antigo e inspirado naqueles livros de histórias com cenários tridimensionais também foi planejado como multiplataforma, mas as versões para PC e Mac sequer possuem data de lançamento; por enquanto ele é exclusivo do iOS. Os contratos não exploram apenas tornar o game exclusivo por um tempo, há também a criação de conteúdo adicional exclusivo para uma determinada plataforma, o que torna as versões sensivelmente diferentes.

Há de levar em conta que Apple e Google não estão sozinhas nessa brincadeira, Amazon e Microsoft também apresentam suas armas. De modo a alavancar as vendas de sua plataforma Kindle, a empresa de Jeff Bezos tem oferecido destaque especial para os aplicativos em sua loja. Já Redmond joga como costuma fazer com a plataforma Xbox: Doodle God 2, sequência do puzzle de combinação de elementos que foi uma febre há alguns anos será exclusivo da plataforma Windows.

A questão principal é: esse investimento é o suficiente para que games exclusivos se tornem um fator determinante na escolha de uma determinada plataforma? Pode ser que sim, mas um smartphone ou um tablet são computadores móveis, eles fazem muito mais do que apenas serem utilizados para se jogar. o ponto fraco dos consoles de bolso é exatamente esse: hoje em dia plataformas dedicadas com jogos caros não são atraentes para o gamer casual, que ainda que gaste mais com um iPhone, um Lumia ou um Nexus estará levando mais para casa, além de poder jogar gastando menos. No fim isso pode ajudar a convencer um comprador a preferir uma determinada plataforma, mas muito dificilmente games exclusivos serão um fator determinante.

Fonte: WSJ.

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