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Um stop-motion bem bonitinho para falar das propriedades do gás natural na Bélgica. A campanha é da TBWA de Bruxelas com produção da Lovo Films e direção de Olivier Babinet.
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Lindo o comercial da descoladíssima marca de óculos Oliver Peoples (vc se achava cool com um marc jacobs, prada né?… não não… é bem mais complicado que isso). O vídeo é “estrelado” por Elijah Wood e Shirley Manson (lembra dela do Garbage?). A musica fofa é ‘Just You and Me’ do Zee Avi, e o filme foi dirigido pelo Autumn De Wilde, um fotógrafo bacanérrimo famoso pelo seu trabalho com as celebridades Hollywoodianas e o mundo da música.
Ah! esqueci… o título quer dizer: “crianças entediadas no domingo”. Eu queria ficar entediada com esse glamour todo no domingo que vem, viu? #morri.
Vi no blog da @lalai
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How to feed the World é um curta de 9 minutos, produzido mirando crianças de 9 a 14 anos mas com certeza é para todos. É parte do Bon appétit exhibition.Direção: Denis van Waerebeke
Escrito por : Sabrina Massen & Denis van Waerebeke
design : Montag /// animation : Juliette Hamon-Damourette
sound design : Ruelgo /// voice : Mark Jane
[via]
Antes de postar esse vídeo procurei aqui no UoD se ele já havia sido postado por alguém. Simplesmente digitei Google na caixa de busca do blog e um monte de coisas apareceram, desde vídeo com os fundadores até várias inúmeras iniciativas.
Nesse vídeo misturado com infográfico dá pra der uma ideia de onde eles tem alguma influência… é coisa pra caramba.
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Em NY tem mais ou menos 40.000 pessoas vivendo nas ruas e, como aqui ou em qualquer cidade grande, ninguém liga. Infelizmente, a gente se acostuma e os sem-tetos acabam virando parte da (triste) paisagem… Enfim, a Pathways to Housing começou um projeto de vídeo itinerante, para chamar a atenção das pessoas para a situação e incentivar a doação de recursos para que se faça alguma coisa em favor dos caras. Sempre começa com uma projeção simulando uma das dificuldades que o morador de rua tem em seu dia a dia (por exemplo, dormir na calçada, com frio). Enviando um SMS, a situação muda (uma porta se abre). Ao final, pede-se o envio de um SMS para fazer uma doação.
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Um testemunho da arte pós-punk e da cena musical dos anos 70 e 80, “Ripped: T-Shirts from the Underground” oferece uma história visual do tempo através de uma rara coleção de camisetas de bandas.
Cesar Padilla, proprietário do centro de vintage NYC Store Cherry e editor do livro, tem trabalhado na seleção desde que ele era um garoto. Aqui, ele traz as principais camisetas de grupos que vêm até com manchas de suor dos shows, junto com reflexões de personalidades das respectivas épocas, assim como os fãs mais jovens.
Comentando sobre a propagação de camisas Sonic Youth, por exemplo, Thurston Moore, colaborador do conteúdo, escreve: “A cool t-shirt não tem regras, quanto o mais original, melhor.” A camiseta acima dá uma idéia do que poderemos encontrar neste livro.
Baralho minimalista da inglesa Hat Trick Design feito apenas com letras e números (tem uma colinha nos cantos, just in case). Um pouquinho de elegância para aquele seu pôquer sujo. Por 22 euros, aqui.
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Não é sonho de aluno de ensino médio; é metodologia de ensino. Busca deixar o aprender e a escola mais interessantes. O experimento aconteceu numa high school de Austin, Texas, nos Estados Unidos, de nome McCallum. Créditos sejam dados: o bravo professor a entrar na gaiola de Faraday se chama Sr. Wright.
E quem me chamou a atenção para o assunto foi o Chris Anderson da Wired.
O jornalista Evgeny Morozov tem uma tese muito interessante sobre ditaduras e internet. O assunto é denso, mas gostei tanto da palestra dele no TED que resolvi fazer esse post.
Atualmente paira no ar a noção de que a internet seria uma resposta pacífica para acabar com as ditaduras e abusos de poder ao redor do planeta. Em outras palavras, deveríamos jogar iPods, e não bombas, nesses países.
A lógica por trás disso é que todo chinês que esteja conectado ama a democracia e o liberalismo. Isso te parece certo? A mim não, pois acho perfeitamente possível que alguém use a internet para se comunicar com amigos e trocar arquivos sem ter nenhum tipo de intenção política.
Mas não para por aí. Da mesma forma que resistências pró-democracia podem usar a tecnologia para a causa, esquecemos que regimes autoritários podem fazer exatamente o mesmo para fomentar suas próprias ideologias.
Outro ponto interessante é que ditaduras podem sim deixar a internet livre, fazendo com que, aos olhos da opinião pública, isso seja confundido com democracia. Na esfera virtual pode-se discutir tudo, mas na prática nada muda.
E tem mais! Toda a movimentação dos contrários ao regime fica super exposta, sendo uma fonte de informação de valor inestimável para os órgãos de inteligência que trabalham para o ditador. É do Evgeny essa frase brilhante: Pelo facebook dá para saber como contrários ao regime se conectam. Antes a KGB torturava para pegar essa informação.
Resumindo, acesso a internet trás mudanças sociais, mas não necessariamente engajamento político. Dominate or die. ;-)
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dica do meu colega de trabalho e ex-amigo exótico, Pedro Borges
Aplicativo-tipográfico-sonoro com o impronunciável nome abcdefghijklmnopqrstuvxz.
Isso pra fazer um Axé é o bicho aê-aê-ô-ô.
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Hoje acordei nostálgica. Pensativa.
Tive um despertar estranho, mais cedo do que o normal, sem nenhum motivo aparente. Levantei, me olhei no espelho, lavei o rosto, me olhei novamente e sorri. Há dias que não me sentia tão perto de mim.
Como ainda era muito cedo, e a dupla dormia, fui até a sala, sentei-me na poltrona e comecei a ler, quase por obrigação, para aproveitar o tempo que havia conquistado com aquele estranho despertar.
O livro? Nada demais, um daqueles que por profissão você não pode escapar.
Logo cansei. Fechei o livro, fechei meus olhos. Pensei na vida!
Lembrei-me da crônica de Rubem Alves, Se Eu Tiver Apenas Um Ano a Mais de Vida… Viajei! Putz, como a vida pode ser tão longa e tão curta ao mesmo tempo?
Peguei meu iPhone e fui reler a crônica. Enquanto a procurava encontrei a famosa frase “A vida é tudo aquilo que acontece enquanto pensamos em outra coisa”. É isso aí, pensei. Por que a gente foge do presente?
Nos últimos dias eu andava assim, longe do presente, perdida em minhas metas. Uma pena, já que deixar de curtir o caminho e apenas se apressar com a chegada é, no mínimo, o mesmo que perder o melhor da festa. Congelei! Não podia fingir que não sabia.
Mesmo antes de reler a crônica pensei no que viria, lógico, pois lembrava exatamente o que tinha me chamado atenção. Reli e gostei. Gostei tanto que quero compartilhar um trecho com você.
“Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” - a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial.”
Aquilo que é essencial? Uau! Belo desafio.
É, a vida é uma grande aventura. A aventura da escolha.
Confiram abaixo mais um bom comercial da WCRS para o projeto Think! da Transport for London que alerta os motoristas a prestarem atenção para evitar acidentes.
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O escultor americano Clark Sorensen abandonou as criações tradicionais em porcelana para se dedicar a uma arte inusitada: a criação de mictórios.
De flores e conchas a uma imagem bem humorada do ex-presidente americano George W. Bush, Sorensen diz que tudo começou com uma brincadeira. Agora, no entanto, ele chega a faturar até US$ 8 mil por peça.

Então: sua proposta é ser uma revista mensal eletrônica e gratuita, parceira do Grande Prêmio, que é um dos maiores sites de automobilismo do Brasil (ou o maior), dentro do iG. Parece um mix particularmente interessante de acompanhar. Em geral, pensa-se em conjugar mídia tradicional (jornal, revista) com um parceiro eletrônico (site etc.). Esse caso é diferente: desenha uma dobradinha ousada entre mídia eletrônica de “news” (o portal Grande Prêmio) e mídia eletrônica de “features” (a e-mag warmUP), pensando direto no meio online para aprofundamento de conteúdo. Gosto da ideia. O Chris Anderson, do alto de sua freeconomics e com seu modo Wired de ver o mundo, também curtiria o modelo de negócio e o posicionamento, acho eu. (E os anunciantes parecem ter ficado no mínimo atentos; eles compareceram neste número zero.)
Como sei que a equipe editorial é das mais competentes, mesmo não sendo especialmente fã de automobilismo eu seguirei de perto a experiência. Leiam a edição zero, que fala, entre outras coisas, da Virgin e da equipe pirata do Zoran Stefanovic (o barrado no baile da Fórmula 1), e julguem por si mesmos. Parabéns à turma da agência Warm Up – e ao iG, por apostar em novas formatações.
(Fora que eu tenho um apego especial a edições zero, feitas com paixão e carinho inigualáveis.)
Não é novo e é de mau gosto. Mas é um dos stand-ups mais engraçados que eu já vi. Rick Gervais, se tem alguém que ainda não conhece, é o autor da série The Office original, a inglesa. Em 2008 foi considerado - junto com Jonathan Ive, o designer da Apple - como um dos ingleses mais influentes do mundo. Esse é um sketch do show Out of London, disponível na iTunes Store.
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A música “Eyes of Mars” ganhou uma versão especial cantada pela belíssima Marion Cotillard para a campanha da Marca Lady Rouge, da grife Dior. Chique, moderno e incrível. Segundo Alex Kapranos, do Franz, a letra é inspirada em Os olhos de Laura Mars, filme estrelado pela também belíssima Faye Dunaway
Pra aproveitar que o sol está quase se pondo deixo com vocês esse vídeo gravado em Varanasi, na Índia, mostrando esse eclipse solar. Belas imagens.
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Bom, devo confessar: adorei o protótipo do Courier Microsoft que anda circulando. E já tinha gostado do iPad. E, antes, gostei do Kindle. E, primeiro que o Kindle, gostava do leitor da Sony também. E, precedendo tudo isso e sempre, gosto do livro, o feito de papel.
Mas, por outro lado, preciso escrever que torço para a inovação brasileira acordar. Ela parece a bela adormecida dos contos-de-fada e, vocês sabem, está difícil de o príncipe chegar mais para dar o beijo. Temos dois projetos de e-book e quero registrar os esforços: BraView, analisado pelo InfoLab no vídeo youtube abaixo, e Mix Leitor D, diretamente de Pernambuco, detalhado no site do Ministério da Cultura e visto aqui.
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E já temos a primeira e-bookstore brasileira também: GATO SABIDO.
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O excêntrico Sebastien Tellier (quem não se lembra das maluquices dele no seu último show aqui em SP?) está com vídeo novo. Look, do albúm Sexuallity, foi feito especialmente para a comemoração dos 10 anos da gravadora do rapaz, Recrod Makers. Bem sugestivo. Acho que os meninos, em especial, vão gostar :).









