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Date: Tuesday, 16 Sep 2014 00:21

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É muito difícil fazer a avaliação de um dispositivo ou serviço sem experimentá-lo. O Apple Watch foi apenas demonstrado e alguns poucos que tiveram a sorte de participar do evento conseguiram experimentar um pouco o seu uso. Depois de ler vários artigos a respeito dos diversos aspectos, produzo uma compilação opinativa sobre o relógio da Apple.

Pra começar a Apple deixou claro que vem trabalhando à 3 anos na novidade. Neste meio tempo, baseado em rumores e tendências de mercado a concorrência se antecipou lançando seus próprios relógios. Os principais são da LG, Samsung e Motorola (leia-se: Google). Existe ainda um sem numero de outros concorrentes e o mais antigo dele é o Pebble, que existe há mais tempo do que qualquer outro relógio existente.

Isto quer dizer que a Apple se debruçou sobre vários aspectos para criar um produto que durará por muito tempo. Digo duração no sentido que ele vai existir como plataforma de maneira robusta, sem rupturas e mudanças por conta da sua evolução necessária. Dificilmente a Apple lança algo que é incompatível com a versão anterior. Já a Samsung, no lançamento de novas gerações de seus produtos, costuma esquecer o passado facilmente, logo, você que tem o produto da geração anterior, fica a ver navios e sem suporte.

A Apple dedicou tempo para lançar um produto que possa ser utilizado, ou como costumam dizer, para oferecer uma experiência de uso. Já a concorrência, oferece apenas tecnologia.

No caso do Apple Watch, a primeira geração vem com alguns sensores, um SDK para interagir com apps e sensores do iPhone, afinal, é necessário ter um iPhone para usar o Apple Watch. Seu lançamento segue estratégia similar ao que foi feito com alguns produtos realmente novos como o iPhone e iPad que foram primeiro anunciados, para apenas meses mais tarde, serem colocados à venda.

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Qual o motivo para este hiato entre anuncio e inicio das vendas? Apps. Hoje não existem apps para o Apple Watch. O que existe foi feito pela Apple ou por parceiros muito próximos a Apple, mas nenhum outro desenvolvedor teve a oportunidade de fazer um app que tira proveito da nova plataforma. Quando o relógio começar a ser vendido, desenvolvedores devem ter tido mais ou menos cinco ou seis meses para criar seus novos apps e maneiras de aproveitar o Apple Watch.

Nome

Um dos aspectos interessantes a respeito do Apple Watch é o seu nome. A Apple abandona o famigerado “i” na frente de seus produtos que existe desde 1998, quando foi lançado o iMac. A mudança do “i” para Apple é simples de entender. Nomear seus produtos com Apple Alguma-Coisa ao invés de iAlguma-Coisa é mais barato. Sim, barato. Lembra das disputas sobre o nome iPhone que a Apple enfrentou nos EUA e até mesmo aqui no Brasil?

Podem existir coisas no mercado que já tem o nome iAlguma-Coisa, mas não existe nada com o nome Apple Alguma-Coisa. Isto quer dizer que a chance de algum processo por disputa de nome existir no futuro é zero. Logo, menos custo de processo judiciais e afins. Mais do que isto. Apple é uma marca forte e associar seu produto a marca já existente é um potencializador para maior consumo de produtos feitos no pomar.

Talvez o primeiro produto a ter mudado os rumos de nomes foi o Apple TV, mas ele nunca chamou a atenção por mudar o mercado. Ele é um hobby para a Apple que deve transformar o jeito de consumir TV no futuro.

Preço

O Apple Watch é caro. O modelo mais barato custará 350 dólares. Isto é o dobro do preço que concorrentes cobram no pior caso e mais de 100 dólares a mais do que o seu concorrente mais direto e feroz, o Moto 360.

Dimensões

Não existem dados técnicos a respeito do Apple Watch oficialmente divulgados. Sabe-se que ele terá bateria, um sistema novo que cabe num chip de silício e as dimensões de tela dos dois tamanhos que estarão disponíveis. Grande e Pequeno. Acabou por ai.

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Acontece que a dimensão mais importante não foi revelada. Sua espessura. Relógio grosso não é algo agradável de se usar. Um trambolho no braço é algo desagradável e atrapalha. A impressão que tive é que ele muito grosso. Algo em torno de 1 centímetro. Depois de vasculhar muito, encontrei relatos de pessoas que foram à apresentação na California, que sua dimensão é de 10 mm e contando com os sensores na parte de trás, esta espessura aumenta para 12 mm.

Achei isto muito, então resolvi buscar informações a respeito do Moto 360, que me parece muito elegante e fino, contudo, sua espessura também na casa dos 11 mm. Então, está na média.

Bateria

Nada foi dito sobre a bateria que seja relevante para uma recomendação do produto ou não. Apenas duas informações foram reveladas. O método de carregar que mescla indução com uso de ímas para posicionar o conector na parte de trás do relógio e que ele deverá ser carregado diariamente durante a noite.

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Isto quer dizer que o tempo de bateria deve ser algo em torno de 12 à 15 horas de uso intenso. Talvez, com menos utilização, ele dure mais de um dia, mas o fato de estar carregado de sensores e ter comunicação obrigatória com o iPhone através de Bluetooth LE (estou assumindo) contribuirá no alto consumo da bateria.

Sensores

Os rumores pré-lançamento afirmavam que pelo menos 10 sensores diferentes poderiam equipar o relógio do pomar, mas no seu anuncio, apenas um sensor foi apresentado. Um sensor de batimentos cardíacos. Os demais sensores estão presentes no iPhone e é de lá que ele busca informações para te apresentar e popular os apps de fitness que ele oferece de forma nativa.

Por mais que acelerômetro também seja um sensor, nem o considero, pois ele faz parte do núcleo básico do relógio e é usado para ligar a tela, por exemplo.

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É altamente provável que na segunda geração mais sensores passem a habitar o pequeno espaço que o relógio tem no seu interior, mas a verdade é que 10 é um número irreal. Eu nem consigo imaginar quais outros sensores ele pode ter no futuro.

Apple Pay

Se o relógio até agora foi visto apenas como uma tela ainda menor para o usuário se relacionar com informações da internet que chegam através do Smartphone, a Apple consegui dar um novo uso ao relógio: Pagamentos.

Apple Pay (iPay é um nome no mínimo curioso se fosse adotado e poderia gerar confusão com quem não conhece o iAlguma-Coisa e só faz sentido pra quem fala inglês) é o sistema de pagamentos que a Apple fez em parceria com bancos e empresas de cartão de crédito. Ele funciona pra quem não tem o Apple Watch também, mas é preciso ter um iPhone 6. 

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O mercado norte americano tem uma peculiaridade única que pode fazer o iPhone 6 e o Apple Watch se tornarem um sucesso imediato. Pra começar as noticias de roubos de informações de cartão de crédito de empresas do comércio tradicional na terra do tio sam só aumentam. Outra informação importante é que os EUA ainda não adotaram o uso de cartões de crédito com chip. O resto to planeta adotou, mas os EUA não. Isto torna o mercado de crédito bastante vulnerável por usar uma tecnologia bastante ultrapassada.

Ao invés de investir na mudança de toda a infra-estrutura para usar cartões com chip, o mercado vai pular direto para uso de terminais com NFC, que há algum tempo começam a ganhar espaço. Num dos artigos que li a respeito do uso do NFC, descobri que nos EUA existem menos de 250 mil terminais prontos para NFC, já no Brasil, existem mais de 1,3 milhão de terminais.

Recomendação

Entrei para o mundo da maçã em 2006 algum tempo depois da Apple anunciar que abandonaria os processadores PowerPC e passaria a usar Intel. De lá pra cá aprendi algumas lições valiosas. Uma delas: Jamais compre a primeira geração de qualquer que seja o hardware que a Apple faz. Veja a mudança da primeira geração do iPhone para a segunda. Lembra do primeiro iPad? Quem lembra dos problemas de aquecimento dos primeiros MacBooks com Intel? E o Apple TV? 

No caso do Apple Watch, quero acreditar que vai ser diferente, mas é bom ter um pé atrás. Mais do que a primeira geração de um novo equipamento, é uma nova categoria de dispositivo. Existe muito a evoluir e não tenho dúvida que no período de 12 à 18 meses uma nova geração será anunciada com mais sensores e melhor tempo de bateria. Ou seja, isto deve ocorrer entre janeiro ou julho de 2016.

Hoje o Apple Watch é uma novidade que a Apple faz questão de dizer que é algo que você precisa, mas você realmente precisa? Para brasileiros, não vejo a necessidade de você ter um relógio inteligente da Apple ainda. O prudente é esperar a segunda geração. Siri ainda não fala português, o sistema de pagamento ainda não está liberado para bancos e operadoras de créditos brasileiras e por mais que existam inúmeros POS (maquinas de pagamento por cartão) com a tecnologia NFC, não acredito que antes de 2016 o sistema seja liberado pra gente.

Indo além. A Apple se quer anunciou o iPhone 6 para o Brasil, ainda que a previsão seja que ele comece a ser comercializado antes do fim do ano por aqui, no caso do relógio, o mercado inicial deve ser EUA e Europa. Para vir para o Brasil, seu custo será alto, algo perto dos mil reais. Comprar la fora será a melhor opção, mas a assistência técnica? Se der defeito, o que fazer?

Por mais que seja interessante, hoje o Apple Watch ainda não é indispensável. Talvez, quando hotéis o adotem em massa para abertura de portas dos quartos ou sistemas de automação residenciais o utilizem para alguma coisa, ou quem sabe carros façam algo interessante com o NFC do relógio, ele se torne algo realmente prático e importante para você ter. Neste momento, é melhor esperar.

Eu estou louco para ter um Apple Watch, mas resistirei bravamente para esperar a segunda geração. É o mais racional a fazer… ai, ai… ;-)

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, Apple Watch, Moto 360, pebble, Re..."
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Date: Sunday, 17 Aug 2014 17:52

O cara disse tudo. 

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "iPhone, smartphone, video"
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Date: Saturday, 16 Aug 2014 17:08

Eu assisti este vídeo uma dezena de vezes e em nenhuma delas consegui prestar atenção no que o japa fala. Tudo que eu conseguia prestar atenção é na maravilhosa esfera de engrenagens que funciona de maneira perfeita.

Melhor do que apenas ver esta maravilhosa esfera, você pode ter uma esfera destas em diversas cores. Basta gastar 200 dólares.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, impressora 3D"
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Date: Tuesday, 15 Jul 2014 00:54

Eu gosto de ver aviões funcionando. Adoro ver que o trabalho de engenharia faz com que quase qualquer obstáculo possa ser superado. Viajar de avião já não sou muito fã. Principalmente de classe econômica e se for vôo de mais de duas horas.

O vídeo abaixo é o ensaio para o show aéreo de Farnborough e demonstra algumas das habilidades do Boeing 787-9 Dreamliner. O que mais me chamou a atenção está bem no começo do vídeo. Uma decolagem que quase coloca o avião na vertical. Pode ser assustador, mas saber que o avião é capaz de fazer este tipo de manobra garante pelo menos que se o piloto precisar, o avião é capaz de responder.

 

Via The Verge.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, 787, avião, Boeing, Dreamli..."
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Date: Sunday, 06 Jul 2014 19:25

Petaminx é uma variação do cubo de rubik. Se você já sabe resolver o cubo, o desafio é bater apenas o tempo de solução. Se até isto já é brincadeira de criança, então tente o Pentaminx. Ele é um “cubo” diferente. 

Petaminx

Pela imagem você vê que tem uma estrela ai no meio e cores bem parecidas do cubo de rubik. Se você quiser ver como resolver e entender cada passo, separei um video bem legal com cada passo bem explicadinho. Ele tem 8 horas de duração, mas quem se importa? ;-)

E se você quiser ver como ele é por dentro, que tal ver o video abaixo?

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Curiosidades, cubo de rubik, Petaminx, T..."
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Date: Saturday, 05 Jul 2014 15:29

Quem imaginaria que dentro da maquina de lavar louça é assim tão… molhado? Precisamos de mais usos de GoPro como este! Qual será a próxima curiosidade que mataremos em breve? Colocar dentro do freezer? Maquina de Lavar Roupa? Jogar na privada?

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Camera Digital, GoPro, Lava Louça"
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Date: Tuesday, 01 Jul 2014 01:40

Fui à loja da Vivo para dar um upgrade no meu plano e de quebra incluir mais um aparelho na conta. Resolvi fazer isto após encontrar no site o que eu achava ser o melhor plano pra mim: 100 minutos de voz (ainda não sei pra que, pois não falo ao celular pra nada, resolvo tudo pela internet), 4 GB de internet (mais do que aceitável) e resto dos serviços ilimitados para usar a vontade como SMS, roaming e DDD. Tudo coisa que preciso todos os dias (ou não).

Ou seja. Do plano oferecido apenas duas coisas me interessavam, o resto é lixo que preciso engolir, por que não há alternativa. A coisa numero um que eu preciso é uma franquia maior que os 250MB atuais. Coisa numero dois é ter dois aparelhos no plano (que eu abri mão hoje ao terminar de escrever este texto).

Site vivo

 

Bom, o site indica que o plano de 100 minutos custa 179 reais e permite até dois aparelhos. Procurei no site mais informações para saber se existem mais custos escondidos ou não muito claros, mas a página é bem clara e não há sequer um asterisco no preço. Ou seja. Conclui-se que o custo total é este: 179 reais e dois aparelhos no plano.

Se você acha isto, é um perfeito idiota, como eu. Fui a loja do Barra Shopping ao lado da FNAC e fui atendido pelo Eduardo (deve ter sido pegadinha da Oi, agora que me dei conta…) no posto de trabalho numero 8 bem no meio da loja.

Quando falei que queria mudar meu plano para este de 179 reais da fantástica e exuberante rede 4G, ele me apresentou uma tabela diferente. Ao invés de 179, o valor passou para 189 reais. Para incluir o segundo aparelho no plano seria necessário ainda pagar 49 reais. O que tornou a coisa toda inviável e inesperada.

Ele tirou o valor de um folheto nojento todo amassado e rasgado que ele gentilmente fotocopiou e me deu. Curiosamente estes folhetos para clientes (otários ou não) acabaram no dia anterior a minha visita.

Vivo

Falei para o Eduardo que achava uma falta de respeito com o cliente fiel de anos pagar mais caro do que um cliente totalmente infiel que muda de operadora por conta de 10 reais. Continuar sendo cliente da Vivo é uma completa imbecilidade econômica. Era mais fácil eu trocar de operadora, e voltar para pegar um valor mais baixo de mensalidade. Eduardo, riu e concordo. Disse que era “uma opção que eu tinha”. 

Ele ainda tentou me convencer de que eu poderia escolher qualquer aparelho se mudasse o plano por 189 reais mais 49 do dependente. Interessante. Perguntei qual seria o aparelho. Ele disse qualquer um. Fenomenal!!! Quero um iPhone com os pontos que tenho. Sai por 1600 reais. ???????????? Tá maluco? 

Bom, resultado. Não só a Vivo conseguiu me decepcionar, como também me perdeu como cliente.  Vou mudar para a Oi. Preciso agora apenas decidir qual será o plano. Dicas?

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Telefonia, Oi, operadoras, Plano, tarifa..."
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Date: Sunday, 22 Jun 2014 14:54

Voltei de viagem neste final de semana e durante o processo de importação de fotos a câmera desligou, por que a bateria acabou. Resultado? iPhoto ficou perdido esperando o processo acabar, sem sucesso. Forcei o fechamento dele e quando o abri novamente, as fotos que eu acabara de importar tinham sumido. 

Os eventos aos quais eu as tinha associado, estavam lá, mas as fotos não. Fiquei desesperado, afinal, no final da importação, eu apaguei as fotos da maquina. Sem me preocupar muito quanto ao eventual sucesso da operação de recuperação das fotos, fui ao grande oráculo realizar pesquisas que poderiam me garantir a recuperação das fotos.

Primeiro pesquisei métodos para recuperar as fotos da câmera e do iPhone. Achei o processo chato, pois pelos relatos, não garantia sucesso e se apoiavam em duas coisas que eu não tinha: backup no iCloud ou no computador e PhotoStream. Pelo menos no caso do iPhone. Nem cheguei a pesquisar para a câmera, pois estas fotos eu tinha copiado antes para outra pasta, antes de importar.

Parti então para tentar recuperar a partir do próprio iPhoto. Enquanto escrevia estas linhas percebi que realmente fazia mais sentido tentar a recuperação a partir do iPhoto, afinal, os eventos estavam lá, mas as fotos não. E não faz muito sentido que as fotos tenham sido perdidas ou removidas com o fechamento forçado.

Ou seja, como não fechei o iPhoto de maneira “graciosa”, possivelmente o que aconteceu é que a base de dados não assimilou as novos fotos e uma simples recuperação da base seria suficiente.

Para recuperar a base de dados do iPhoto, basta iniciá-lo com as teclas OPTION e CMD pressionadas. Você será agraciado com quatro opções para recuperar o iPhoto de uma falha.

A primeira opção recupera apenas as permissões de arquivos do programa, não é isto que você precisa, mas pode tentar.

A segunda opção apenas recria as miniaturas das imagens. Também não é o que você precisa.

A terceira opção é a que eu usei e que resolveu meu problema. Ela recuperou arquivos para a base que tinha sido corrompida por conta do fechamento durante o processo de importação.

A ultima opção é para ser usada apenas se você tentou as demais e não funcionaram, pois ela tenta recriar a base de dados e dependendo do tamanho e quantidade de fotos, pode demorar bastante.

Rebuild

Foram minutos tensos, mas no final, consegui recuperar as fotos que eu imaginava ter perdido. Ainda bem. Acho apenas chato que este menu de opções fique escondido sob uma combinação de teclas não tão óbvia.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, Fotos, iPhoto, Mac"
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Date: Sunday, 18 May 2014 15:17

Em algum momento durante a década de 80 ou 90 um notebook da Apple foi ao espaço a bordo do ônibus espacial. Lá ejetar um disco é mais legal do que na Terra, pois o disco literalmente é ejetado. 

Isto acontece pois na época, a Apple tinha um sistema automático controlado eletricamente a partir do sistema operacional para ejetar disco flexível e os computadores pessoais com Windows usavam ejeção manual, com acionamento mecânico.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, disquete, Mac, NASA, ônibus espa..."
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Date: Saturday, 17 May 2014 14:15

Eu trabalho com tecnologia. Não trabalho com informática, mas as pessoas confundem os dois e acabam me pedindo ajuda para os mais variados problemas. Grande parte destes são problemas de entendimento da pessoa em relação ao sistema. A seguir uma das histórias que colecionei nestes longos anos de “industria vital”.

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Pessoa: A internet está muito lenta, não consigo digitar os números no site.

eu: o.O

Pessoa: É. E quando digito, diz que o número está inválido.

eu: -.-

Pessoa: !!!

eu: Qual é o site?

Pessoa: site do banco.

Ai acesso o site no meu computador, digito tudo e entro, sem problemas.

Pessoa: o.O

eu: Deve ser problema no seu computador. Vamos lá ver.

Acesso o computador da pessoa, acesso o site, digito, sem problemas.

Pessoa: Tá, agora tenta com meus números.

eu: ok.

Pessoa: numero, numero, numero… agora seleciona este ai. O ultimo. (Bastante impaciente, pois estou digitando tudo lentamente…)

Continuo digitando os números do tooltip que aparece informando números digitados e aparece o erro de inválido.

eu: Quais são os números?

Pessoa: numero, numero, numero, numero traço numero…

eu: Estes não são os números de antes.

O site entra sem problemas…

Pessoa: !@#!@#!@$#$%% Mas por que apareceu outro numero?

eu: Você não verificou o numero?

Pessoa: %ˆ@%!@$%@ˆ#&ˆ&*%

Eu vou embora e a pessoa nem nota…

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Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Internet, Helpdesk, Informática, Suport..."
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Date: Friday, 16 May 2014 00:25

 

A maioria da população conhece o termo “beta” e mal compreende que este termo define um software que ainda não está completamente terminado, tão pouco tem garantia de funcionamento em 100% do tempo. Dentro de fábricas de softwares existem equipes que são responsáveis por fazerem testes e garantir que o software que sai para o cliente está correto e funciona conforme especificado.

Acho deveras curioso que o termo beta é bem aceito por pessoas físicas, principalmente quando o sistema ou programa não tem custo para uso, mas para a pessoa juridica acontece o oposto. Nenhuma empresa quer um programa beta, que tenha falhas ou erros. Erros e falhas são sinônimo de ineficiência e perda de dinheiro.

Um beta tester é um individuo que trabalha para eliminar os erros de sistemas ou programas. O papel dele é fazer testes e apontar para a equipe de programação que existem casos não tratados e que precisam ser corrigidos ou melhorados. Eu sou um beta tester.

Eu sou um beta tester e não ganho dinheiro com isto. Não testo muitos programas, pois apenas o faço para ajudar amigos ou quando encontro um programa que realmente é interessante e com o qual eu me identifico. Me sinto feliz em ajudar pessoas que se esforçam para criar um programa que vejo com sucesso em seu futuro. Fazer parte deste sucesso é fenomenal.

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Não é fácil ser beta tester. Você usa o programa no seu dia-a-dia e é comum que seu trabalho seja perdido por conta de um erro do programa. Nestes vários anos… Nossa! São mais de 20 anos! Nestes longos anos testando programas desenvolvi um vocabulário de palavras peludas para os mais variados erros. Naturalmente não dissertarei sobre eles aqui, mas eles ajudam a lidar com as falhas de uma maneira mais divertida.

Não há glamour em ser beta tester. Não basta achar o erro e mandar a tela de erro. Você precisa descobrir a receita de passos e ações realizadas que fazem o erro acabar com a experiencia feliz de usar o programa. Uma vez que a receita é conhecida, você precisa descrevê-la através de um formulário e enviá-la para o desenvolvedor do programa e esperar que ele ententa.

Se tudo der certo, na versão seguinte, você refaz a receita e confere se o erro foi corrigido. Acontece que o beta tester não aponta apenas os erros do programador. Ele também sugere melhorias que o programador não tem como identificar. O beta tester é um usuário final que tem conhecimentos de programação e isto ajuda bastante a fazer testes e criar um programa perfeito.

Se não é fácil, não há glamour e não há retorno financeiro, então por que gastar seu tempo testando o programa dos outros? Reconhecimento.
Blogo mentions bernabauer

Equipe Blogo, vocês são demais! Keep the AWESOME JOB! You guys rock! ;-)

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Programas, Beta Tester, Blogo, Programa..."
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Date: Sunday, 04 May 2014 19:17

Uma das coisas que eu mais admiro em trens é que você pode ter um grande quarto e dormir confortavelmente durante a viagem. Este tipo de trem costuma viajar durante à noite e longas distâncias. No Brasil isto é impossível, mas na Europa e EUA é coisa corriqueira. 

O bom de ter um quarto em trem é conforto. Na verdade espaço. Nos aviões, durante muitos anos o lance era ser uma sardinha. Nos últimos anos isto tem mudado. As companhias aéreas passaram a oferecer mais espaço para os passageiros e no A380 da Etihad, que começa a voar em 2015 quem tiver dinheiro suficiente poderá contar com um quarto à bordo.

Isto mesmo que você leu. Ao invés de ter uma poltrona, o passageiro que praticar o desapego de um rim ou fígado poderá contar com um quarto onde as poltronas viram camas. O espaço tem 11 metros quadrados a bordo de vôos entre Londres e Abu Dhabi ou Nova Iorque e Sydney. Até chuveiro você poderá contar, então depois de dar aquela suadinha básica à dois, nada melhor que um bom e refrescante banho.

Via Engadget.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Curiosidades, Airbus 380, avião, Etihad"
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Date: Wednesday, 23 Apr 2014 16:17

O teste é bem simples. O ideal seria utilizar um voltímetro, mas caso você não tenha, basta fazer o teste descrito no video abaixo. Pilhas alcalinas com pouca carga, quando soltadas sobre uma superfície dura, ficam em pé, já as 100%, quicam e caem deitadas.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Internet, alcalina, baterias, Teste"
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Date: Wednesday, 23 Apr 2014 15:46

Este método garante 100% de sucesso ao apagar os arquivos do disco. Não há chance de recuperação por nenhum método conhecido, alienígena ou desconhecido. Mentira. Com um DeLorean equipado com capacitor de fluxo, é possível, mas sabe como é né… difícil de encontrar um em condições de uso…

Não tente isto em casa.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Curiosidades, disco rigido"
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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 19:54

Uma das coisas que eu gostava do MS Access era aquela assistente para criar buscas no banco. Eu sei hoje que comparar Access com qualquer outro SGBD é pecado, mas na época que eu o usava, era o máximo e para muitas aplicações ele é mais do que suficiente.

Com os desenvolvimentos em PHP e MySQL que faço para meus blogs nas horas vagas, sempre preciso fazer buscas no banco do WordPress, então, às vezes a coisa fica complicada e um assistente visual ajuda a visualizar as diversas tabelas e os joins que são necessários.

Hoje não foi diferente. Estou refazendo o Pardal Carioca e para aplicar tags as noticias precisei fazer algumas tabelas auxiliares. Tinha tanta tabela envolvida na query que me enrolei e precisei apelar para um assistente.

Pesquisei rapidamente e encontrei o My Query Builder. Simples, fácil e prático. Funciona online e na modalidade grátis permite integrar seu banco. Consegui apontar para o MAMP local da minha máquina e fui fazendo minhas ligações de um lado para outro apenas para perceber que a query que eu tinha feito estava correta. Kuddos para minhas habilidades de SQL-tentativa-erro e uso de LEFT JOINS e RIGHT JOIN aleatórios! ;-)

O que me faltava mesmo era um GROUP_CONCAT(DISTINCT <nome da coluna>), mas isto é outra história. Se você programa em PHP e usa banco MySQL o My Query Builder é uma ótima dica!

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Internet, Access, Banco de dados, MySQL,..."
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Date: Tuesday, 22 Apr 2014 18:26

No passado, números de telefone era mais simples de lembrar. Tinham 6 dígitos, passaram para 7 por volta dos anos 70-80. Depois, por volta da virada do século passaram a ter oito dígitos. Hoje com a explosão dos celulares e facilidades de se ter um número e depois descartá-lo, passamos a ter nove digitos.

Quem consegue decorar estes números hoje em dia? Aliás, com os novos aparelhos e serviços de sincronização de contatos, ninguém mais precisa lembrar os números, mas precisa estar dentro da área de cobertura do serviço de dados para garantir sincronização ou acesso a seus contatos.

No final da década de 90 um número passou a ser importante para quem usava a internet. Número do ICQ. Através deste número, você encontrava com facilidade alguém com quem você gostaria de conversar. Nascia ali um sistema de contato pessoa-a-pessoa pela internet que começou a cavar o fim da telefonia.

Vários anos se passaram, vários serviços surgiram e sumiram. Entre os destaques destas últimas duas décadas: MSN e Skype. O primeiro se desintegrou para dar lugar ao Skype, que foi adquirido pela Microsoft. O que nasceu como sendo um método para trocar textos entre usuários, passou a ser uma maneira de conversar via video pela internet.

A voz traféga pela internet graças a avanços em tecnologias de compressão e melhorias na distribuição de dados aos lares, aumentando assim banda e diminuindo latência. Depois aspectos fundamentais para comunição síncrona.

Para achar alguém no Skype você ainda precisa ter uma “chave”, um endereço ou referência da pessoa. Por conta da quantidade de pessoas existentes, não é mais um número, como no ICQ, que você precisa, mas sim de um “nome de usuário”, que nada mais é que o antigo “número de telefone” só que composto por letras e números. O Skype, apesar de ter nascido para permitir conversas entre pessoas conectadas à internet, em algum momento, talvez inspirado no filme Tron (adorei a referencia!), passou a conectar pessoas fora do mundo internético. Você pode iniciar uma ligação telefônica através do seu computador e vice-versa. Fascinante.

O que falta para o mundo dos telefones realmente mudar é o fim da referencia por código. Chega de número de identificação ou nome de usuário. Vários serviços hoje em dia aceitam as credenciais de uma rede social para você se cadastrar e assim usufruir de comunicação ou informação que eles oferecem.

Imagina ter uma lista de contatos formada pelos seus amigos do Facebook? O grande barato disto é que a rede social passa a ser o grande livro de contatos. Chega de receber ligações indesejadas ou mensagens de texto dizendo que você pode ter Claro TV se ligar para o número 4323-4235 por menos de 5 reais por dia!

Com o sistema de comunicação integrado à rede social, você poderia restringir o contato à pessoas que você autoriza o contato. As demais “ligações” podem ir para a sua caixa de voz, por exemplo.

Este momento está mais perto que imaginamos. O Facebook compra e experimenta serviços de voz já faz algum tempo. Google vai fazendo ajustes nos seus serviços de comunicação via internet (Google Hangout) e hoje vi que o TrueCaller, serviço que oferece um cadastro online de todos os números do mundo, finalmente conseguiu uma maneira prática de oferecer seus serviços na plataforma da Apple.

Deu um balão na macieira do pomar, mas funciona muito bem. A API da Apple não permite interagir com as funcionalidades de telefone, então não há maneira de buscar, por exemplo, o nome de uma pessoa na base do TrueCaller enquanto o telefone está tocando.

A sacada genial é que enquanto o telefone toca, você pode capturar a tela do iPhone e segundos depois o app do TrueCaller, acessando esta imagem, identificar o número, vasculha na sua base de cadastros e através da Siri, indica por voz o dono do número que te liga. Genial.

Outra coisa bem legal que eu li esta semana é que a Apple esta trabalhando com as operadoras para tornar a transmissão de voz através de rede de dados de telefonia móvel uma realidade prática. Hoje, 3G não consegue fazer isto com qualidade. A voz precisa ser profundamente comprimida, latencias de rede e gargalos das operadoras não permitem serviços de voz através da internet, o que é mais do que óbvio de se esperar de empresas atrasadas e retrógadas. O futuro é transmissão de dados e não voz.

Atenção à Buzzword: VoLTE. Voice Over LTE, ou na tradução livre, voz sobre LTE. LTE, é a sopa de letrinhas que define a tecnologia de quarta geração de telefonia móvel.

É. O aparelho de telefone deixou de ser um aparelho faz tempo. É um minicomputador altamente capaz. A última fortaleza da resistencia é o serviço de voz que apesar de evoluir, ainda está no passado. Que venha o futuro!!! Adeus números!

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Telefonia, Celular, Facebook, Google, IC..."
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Date: Sunday, 20 Apr 2014 13:36

Quando eu estava na escola, ainda no primeiro grau comecei a ter aula de química e laboratório de química. Sempre me fascinei com fogo e numa das aulas, usamos o bico de bunsen para fazer uma experiencia. Calor era um catalizador para algo.

O bico de bunsen que usamos tinha bocal redondo que se encaixava bem na palma da mão. Logo depois de usarmo o bico, me dei conta disto e pensei. Será que se encaixa mesmo? Encaixa e também fiz uma bela queimadura na palma da mão. Imbecil.

Hoje me deparei com um vídeo irrado que mostra uma traquitana gigante com 2500 furos espalhados numa área quadrada. Dentro da caixa, emissores de som e o resultado. Pura mágica! ;-)

Piroboard é nome da criação. Veja mais um video.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, fogo, piroboard"
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Date: Saturday, 19 Apr 2014 00:32

Estou totalmente surpreso com a guinada que a Nike deu. Ela decidiu acabar com o desenvolvimento de hardware especifico para fazer o rastreamento de atividades físicas.

Boa parte do mercado está voltando suas armas para este segmento e a Nike dá as costas para ele? Não entendo. Ou talvez entendo sim. A sacada da Nike é que ela não é uma empresa de harware, mas sim de material esportivo. Ela tem grande conhecimento e quer sua marca associada a esportes e atividades físicas.

Para tal, ela deixa as demais empresas focadas em hardware fazer o que elas fazem de melhor e a para fazer o melhor, passarão a utilizar a API da Nike. Jogada de mestre, certo? Bom, a Nike foi uma das primeira a lançar hardware para acompanhar atividades físicas e agora deixa o mercado.

Isto ocorre apenas algumas semanas antes da WWDC da Apple que ocorre no começo de Junho. Pode ser que as coisas estejam relacionadas, pode ser que não. O fato é que a equipe de quase 70 profissionais que formavam o núcleo de desenvolvimento da Fuelband também foi desmanchada.

Vale lembrar que Tim Cook, atual CEO da Apple é membro do conselho de diretores da Nike e que o iPhone 5s passou a ter um coprocessador que faz boa parte do trabalho de coletar e processar os dados que o Fuelband coletava.

Via 9to5Mac.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, Nike"
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Date: Sunday, 06 Apr 2014 12:28

Os especialistas do laboratório de investigação da ESET América Latina – empresa líder em detecção proativa de ameaças – acabam de identificar um novo ataque a usuários brasileiros. Trata-se de um malware que criptografa os arquivos, documento e imagens do computador infectado e exige o pagamento de BitCoins para que o usuário volte a ter acesso aos arquivos criptografados. A ESET estima que, desde o surgimento do ataque, em 20 de março, mais de 15 mil usuários em mais de 50 países foram afetados.

O ataque é disseminado por meio de um e-mail com um arquivo anexado que simula uma imagem. Quando o internauta clica para abrir essa imagem, faz o download automático de um arquivo e, no momento em que abre o arquivo, baixa uma ameaça que invade as proteções do sistema para executar outro processo, que o conectará a uma URL que descarrega uma segunda ameaça. Esta última é um Ransomware, conhecido como FileCoder que, por sua vez, é executado automaticamente e logo cria uma senha e criptografa para os arquivos do computador infectado.

Para poder obter a chave de acesso para descriptografar os dados, os cibercriminosos dão um prazo de um mês e o custo do resgaste aumenta à medida que passa o tempo. Para isso, o usuário do computador infectado recebe um pedido de resgate, no qual estão as instruções sobre como a vítima pode recuperar os arquivos.

Quanto o malware finaliza a criptografia dos dados, abre um navegador e direciona a vítima a um site na DeepWeb, com os passo para seguir para pagar um valor em BitCoins para recuperar as informações. Durante as pesquisas da ESET, identificou-se que os cibercriminosos pediam o montante inicial de US$ 1.000,00, o equivalente a 1,92 BitCoins.

Se o usuário realmente quiser recuperar seus arquivos – caso não tenha um backup ou as informações sejam críticas ou confidenciais – deverá adquirir os BitCoins e realizar a transferência. Para pagar o resgate, a vítima tem de acessar uma rede TOR, já que o domínio no qual se encontra o painel para realizar o pagamento corresponde a um domínio .onion.

“Esse tipo de ameaça serve para reforçar o quanto é importante os usuários fazerem o backup periódico dos documentos no computador”, afirma Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Também é importante ressaltar que os internautas só devem baixar ou executar arquivos de e-mails que sejam seguros. Para isso, deve-se instalar uma solução de segurança no computador que faça essa análise”, complementa.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "bitcoin, virus, Internet"
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Date: Sunday, 30 Mar 2014 13:38

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Curiosidades, pi, piano"
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