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Date: Sunday, 06 Apr 2014 12:28

Os especialistas do laboratório de investigação da ESET América Latina – empresa líder em detecção proativa de ameaças – acabam de identificar um novo ataque a usuários brasileiros. Trata-se de um malware que criptografa os arquivos, documento e imagens do computador infectado e exige o pagamento de BitCoins para que o usuário volte a ter acesso aos arquivos criptografados. A ESET estima que, desde o surgimento do ataque, em 20 de março, mais de 15 mil usuários em mais de 50 países foram afetados.

O ataque é disseminado por meio de um e-mail com um arquivo anexado que simula uma imagem. Quando o internauta clica para abrir essa imagem, faz o download automático de um arquivo e, no momento em que abre o arquivo, baixa uma ameaça que invade as proteções do sistema para executar outro processo, que o conectará a uma URL que descarrega uma segunda ameaça. Esta última é um Ransomware, conhecido como FileCoder que, por sua vez, é executado automaticamente e logo cria uma senha e criptografa para os arquivos do computador infectado.

Para poder obter a chave de acesso para descriptografar os dados, os cibercriminosos dão um prazo de um mês e o custo do resgaste aumenta à medida que passa o tempo. Para isso, o usuário do computador infectado recebe um pedido de resgate, no qual estão as instruções sobre como a vítima pode recuperar os arquivos.

Quanto o malware finaliza a criptografia dos dados, abre um navegador e direciona a vítima a um site na DeepWeb, com os passo para seguir para pagar um valor em BitCoins para recuperar as informações. Durante as pesquisas da ESET, identificou-se que os cibercriminosos pediam o montante inicial de US$ 1.000,00, o equivalente a 1,92 BitCoins.

Se o usuário realmente quiser recuperar seus arquivos – caso não tenha um backup ou as informações sejam críticas ou confidenciais – deverá adquirir os BitCoins e realizar a transferência. Para pagar o resgate, a vítima tem de acessar uma rede TOR, já que o domínio no qual se encontra o painel para realizar o pagamento corresponde a um domínio .onion.

“Esse tipo de ameaça serve para reforçar o quanto é importante os usuários fazerem o backup periódico dos documentos no computador”, afirma Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Também é importante ressaltar que os internautas só devem baixar ou executar arquivos de e-mails que sejam seguros. Para isso, deve-se instalar uma solução de segurança no computador que faça essa análise”, complementa.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "bitcoin, virus, Internet"
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Date: Sunday, 30 Mar 2014 13:38

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Date: Saturday, 29 Mar 2014 13:18

Uma ótima apresentação do TED com CHrsi Hadfield, astronauta canadense, que compartilha sua história. Ele ficou momentaneamente cego ao fazer uma caminhada espacial. Ele faz um paralelo com os medos e os perigoso que criamos nas nossas mentes. Ele também conta como é todo o processo de sair e voltar à terra utilizando o ônibus espacial e a nave Soyuz dos russos. Simplesmente fascinante.

Separe 20 minutos para assistir o vídeo abaixo.

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Date: Wednesday, 26 Mar 2014 11:41

O infográfico acima é uma compilação dos dados que a BM (Burson-Marsteller) juntou nos slides da apresentação sobre o estudo de seguidores de empresas de tecnologia no mundo.

Alguns dados não são surpresa, como a maioria ser jovem e do sexo masculino. Surpreende porém que Londres apareça como a cidade com mais seguidores de tecnologia e não San Francisco.

O estudo vai além e também analisa o setor automotivo, que tem na média mais seguidores do que as empresas de tecnologia. Quantidade de seguidores masculinos é ainda maior, mas a idade destes seguidores é mais alta que as das empresas de tecnologia.

Você pode ver o estudo que ainda contempla o setor de energia, financeiro, saúde, telecomunicações, varejo, mas incrivelmente não abordo entretenimento.

Usuários do Twitter que seguem as 100 maiores empresas do mundo são mais conectados e influentes, apontou o Estudo Global B-M ”Twitter Influence”, pesquisa mundial da Burson-Marsteller que traçou o perfil dos seguidores de grandes corporações.  O estudo é uma sequência da Twiplomacy, que analisou a influência e o alcance de líderes globais no Twitter. A análise completa, em português, está disponível no endereço http://bur.sn/uUExb.

O estudo foi produzido pela Burson-Marsteller, empresa global líder em relações públicas, em parceria com a StatSocial, plataforma de análise de mídias sociais, e estudou os mais de quatro milhões de seguidores das 100 maiores empresas do ranking da Fortune.  Foi identificado que os seguidores de grandes empresas têm, em média, 735 conexões em seus canais de mídias sociais, contra 300 da média geral.

Dados demográficos apontaram que:

·         68% dos seguidores das grandes empresas são homens;

·         44% têm entre 23 e 35 anos;

As 100 empresas pesquisadas foram, ainda, divididas em sete indústrias: automotiva, energia, financeira, saúde, varejo, tecnologia e telecomunicações, para determinar o perfil dos grupos interessados em cada um desses setores. Seguidores de empresas nos segmentos automotivo e de tecnologia são os grupos mais influentes do Twitter: têm um alcance 1.364 e 1.239 vezes maior do que a média dos usuários, respectivamente.

É possível, ainda, identificar os temas que interessam aos públicos de cada indústria: seguidores de empresas do setor financeiro, por exemplo, tendem a gostar de temas relacionados a política, viagens, gastronomia e negócios, entre outros, enquanto entre seguidores de empresas de energia destaca-se o interesse por carros, ciência, tecnologia e esportes.

“Esse estudo lança um olhar sobre as audiências de cada segmento, permitindo o desenvolvimento de estratégias de engajamento mais eficientes. É fundamental conhecer sua plataforma de seguidores para estabelecer diálogo”, afirma Rogério Gonçalves, estrategista de mídias digitais da Burson-Marsteller Brasil. “Conhecendo os valores, os interesses das pessoas, é possível contar histórias que realmente aproximem o público das empresas”, completou.

Cely Carmo Giraldes, estrategista digital da Burson-Marsteller na América Latina, comentou que a presença no Twitter permite às empresas alcançar uma audiência cada vez mais extensa: “com foco em storytelling, diálogo com os seguidores e amplificação paga, é possível atrair cada vez mais seguidores influentes e otimizar o uso da plataforma para o bem da marca”, afirmou.

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Date: Wednesday, 26 Mar 2014 11:23


 

Eu montava micros com placas mãe Asus na época que eu era usuário de PC+Windows. Faz quase 10 anos que desfruto dos produtos do pomar e parei de acompanhar os produtos da Asus, então fiquei surpreso ao saber que a marca diversificou sua oferta de produtos e agora também oferece tablets. 

Já faz algum tempo que algumas empresas passaram a oferecer tablets menores e smartphones maiores. Em algum momento estes dois produtos se fundiram criando uma nova categoria de produtos, os phablet. Esta palavra estranha é o casamento entre as palavras Phone e Tablet, mas o produto que ela define não tem nada de estranho. 

A maioria dos profissionais que eu conheço anda com um tablet a tira colo para realizar anotações, acessar sistemas ou realizar pesquisas. E TODOS tem um smartphone. Andar com dois dispositivos é bom, pois você pode fazer mais de uma coisa e ver duas telas ao mesmo tempo, mas tem o revés de ter que carregar dois dispositivos, dois carregadores etc…

Fonepad

A Asus tem o Fonepad Asus 7 que é um tablet de sete polegadas que também funciona como telefone. Para fazer bem as funções de multitarefa adotou um processador Atom da INTEL e as coisas interessantes não para por ai.

 

Me chamou também a atenção que este Fonepad tem rede WIFI 802.11n além de dois alto falantes frontais. Se você tem um iPad ou se já usou um, sabe que ele tem apenas um alto falante e para escutar melhor o som, precisa fazer uma conchinha com a mão para redirecionar o som na sua direção. O Fonepad tem ainda sensor de sala e sensor de gravidade. Estou louco para saber mais a respeito, mas estes não são os únicos sensores que ele tem.

O Fonepad roda Android, tem resolução de 1280×720 com 216 ppi de densidade de pixel. Capacidade interna de armazenamento em três tamanhos: 8, 16 e 32 GB, mas tem como carregar mais 64GB através de um cartão de memória. GPS, A-GPS e GLONASS são os sistemas para posicionamento global e bateria tem capacidade para até 10 horas de uso. E tudo isto em apenas 328 gramas.

Para ver mais vídeos da Asus, pode fazê-lo no YouTube. Aliás, confira abaixo os bastidores do vídeo da campanha de divulgação. Achei divertido.

O artigo, apesar de patrocinado pela Intel e Asus, contém texto original produzido por mim sem qualquer interferência dos patrocinadores. O vídeo no começo do artigo é patrocinado também.

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Date: Saturday, 22 Mar 2014 13:12

A Apple está tornando o cenário tecnológico clichê: mal um smartphone da maçã é lançado, que começam os rumores sobre o lançamento do seu sucessor. Neste caso, há muitas especulações pela web sobre o Iphone 6. Vídeos e imagens de protótipos feitos por fãs circulam por aí, mas nada oficial foi confirmado pela empresa da Califórnia, muito menos foi confirmada uma data de lançamento deste próximo gadget.

Assim, neste post, compilamos os principais fatos sobre o Iphone 6 que já saíram na mídia, elencando, inclusive, imagens e vídeos do que seria o equipamento ideal para os fãs.

As novidades não confirmadas sobre o iPhone 6

Segundo informações de sites especializados, o iPhone 6 é a tecnologia mais recente da Apple e, talvez, o lançamento oficial do produto aconteça ainda este semestre. O smartphone da marca teria como sistema operacional o iOS 7 e dentre os seus principais diferenciais seriam a tela de quatro polegadas e câmera de 13 megapixels.

Contudo, projetos de designers espalhados pelo mundo vão além das especulações. Este projeto, por exemplo, é muito avançado. Além de contar com tela de 4.9 polegadas, o produto vem com o novo sistema operacional (iOS 8), câmera de 10 megapixels e sensor de ID Touch.

Já este outro modelo de iPhone 6 conta com o sistema operacional recém lançado, o iOS 7, e o conceito deste projeto é baseado em elementos que unem design e funcionalidades, dentre eles podemos destacar a câmera 3D (algo muito avançado para o conceito minimalista da Apple), o incrível carregamento de bateria sem fio e os display de 4,8 polegadas.

Pelo que percebemos nos exemplos anteriores, o iPhone 6 terá um design minimalista e não provocará impacto visual ao primeiro momento, até mesmo porque já conhecemos de longa data o design típico da Apple. Porém, os elementos que se destacam são mais ligados à qualidade da câmera e o sistema operacional utilizado. Contudo, o projeto abaixo se difere dos protótipos apresentados por chegar aos limites da espessura de um smartphone. Com este design, fica difícil acreditar que caiba tanta tecnologia em um produto só.

Outros rumores apontam que o iPhone 6 viria acompanhado de um smartwatch, o relógio inteligente da Apple, o iWatch, que concorre lado a lado com outros gadgets parecidos da Samsung e do Google. Quanto ao aplicativos contidos no novo iPhone estariam presentes mais quatro novos, que segundo o site CanalTech, seriam elas a: Preview, TextEdit (edição de texto e imagem), Tips (agregador de dados) e Healthbook (monitoramento da saúde, com a ajuda do iWatch). Outra novidade do iPhone 6 é que ele poderia contar com sensores para identificar a temperatura, umidade e pressão do ar.

Bom, e você, está ansioso para conhecer mais um lançamento da Apple.

Fonte: FastCom

Imagens: Reprodução vídeo

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, fastcom, iPhone 6, rumores"
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Date: Saturday, 22 Mar 2014 11:48

Os pesquisadores do laboratório da ESET América Latina, fornecedora de soluções para segurança da informação, identificaram um novo golpe virtual que está afetando internautas brasileiros. Na ação, os cibercriminosos utilizam um e-mail falso (imagem abaixo) no qual sugerem que o usuário participe de um suposto concurso para assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014, realizado por uma grande empresa de tecnologia. A mensagem solicita que o usuário cadastre-se para ser um dos dois mil torcedores premiados.

Image001

Ao clicar no suposto link para a promoção, o usuário é levado a uma nova página para se cadastrar. Nela, o internauta tem de preencher dados cadastrais, incluindo informações bancárias, conforme imagem a seguir.

Falsa tela de cadastro

Image002

Na prática, todas as informações bancárias são enviadas para o cibercriminoso, que passa a utilizar esses dados para praticar crimes virtuais.

Código fonte da tela de cadastramento apresentando o phising

Image003

É importante ressaltar que a empresa de tecnologia citada no falso e-mail está promovendo um sorteio real, no qual oferece dois mil ingressos para a Copa do Mundo, o que tem confundido os internautas.

“Esse golpe serve de alerta para os usuários. Com a aproximação da Copa do Mundo e o interesse das pessoas em obter ingressos virtuais, deve ocorrer um aumento no número de golpes online que utilizam o tema da Copa para roubar dados dos internautas”, afirma Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “A nossa recomendação é que as pessoas só acessem links de e-mails confiáveis, nunca divulguem dados pessoais ou bancários sem ter total certeza do destinatário e sempre verifiquem se estão acessando sites seguros – que comecem por endereços com HTTPS://. Além disso, é importante ter uma solução proativa de segurança instalada no computador e dispositivo móvel e mantê-la sempre atualizada”, complementa.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Internet, Golpe, Segurança"
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Date: Friday, 07 Mar 2014 17:59

No começo do mês eu fiz uma incursão no assunto relógios inteligentes. Em algum momento a maioria dos relógios será deste tipo, mas relógios normais continuarão a existir como jóias ou outra forma de expressão. Um dos problemas destes dispositivos é que eles não se parecem ainda como relógios. São apenas dispositivos que conseguiram vencer as várias restrições técnicas para se parecerem como relógios.

Hoje, me deparei com um conceito de relógio bem interessante que surgiu na rede social para designers da Adobe e acabou chamando a atenção do site The Verge.

NewImage

O trabalho acima é a visão de interface que um “relógio esperto” com design de relógio da Triwa teria pelos olhos de um designer húngaro chamado Gábor Balogh. Uma das coisas deste conceito é o fato do relógio não ter tela sensível ao toque. O controle das funções seria feita através das bordas e os botões que todo relógio já tem. Esta solução é fascinantemente esperta.

Ao não ter tela sensível ao toque, você libera a diminuta tela para ser vista. Nada de ter a tela toda suja de dedos e mais tempo de bateria. Sem falar que seria menos uma eletrônica para tornar o dispositivo mais pesado e grosso. Usar a borda para comandar as funções que seriam melhor controladas pelo toque continuo como um scroll é certeira! Veja algumas imagens abaixo.NewImage 

Lembro que o trabalho do Balogh foi de criar uma interface dentro de um design de relógio já que já está no mercado. Existem diversos desafios técnicos a serem vencidos para este conceito virar realidade. Primeiro, a resolução de tela para este tamanho precisa crescer e o que mais ocupará espaço dentro do aparelho será a bateria, então balancear bateria e eletrônica será um desafio e tanto.

O conceito, porém, é de se apaixonar. Adoraria que Apple ou Google fizessem um relógio assim, como o The Verge disse. Lá você pode ver mais imagens do conceito.

NewImage

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, Relógio, smartwatch, Triwa"
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Date: Thursday, 06 Mar 2014 11:53

O Getty Images é um dos repositórios de imagens mais usado na internet. Ele impressiona por tudo, mas pra mim, o que mais chama a atenção é o preço das imagens. Tudo muito caro o que torna o uso de imagens quase proibitivo para pequenos blogueiros.

Depois de perseguir vários no mundo inteiro por uso indevido de suas imagens eles pensaram um pouco e criaram um método de uso legal de suas imagens. Copiaram a maneira vencedora do Instagram e criaram um Embed, similar também ao do YouTube.

Getty Images Embed

Assim que li a noticia há pouco, resolvi acessar o Getty Images para ver a novidade, mas depois de alguns minutos pesquisando, não consegui encontrar nenhuma imagem que oferecesse o embed. Tristeza. Achei que a novidade estivesse restrita aos EUA, mas após mais alguns minutos pesquisando, descobri a porta de entrada.

O uso de embed do Getty Images está liberado para todos os usuários que não tem fins comerciais. Isto inclui os blogueiros que tem blogs com adsense. É o que diz. 

Para usar as imagens do Getty Images com embed e sem custos, comece sua navegação através desta página. Lá você vai encontrar um link especial que faz a pesquisa levando em consideração apenas as que oferece o embed. Abaixo você vê o embed em uso. Afinal, é muito amor com os blogueiros para lançar algo assim, né? #sqn

Abaixo os termos de uso em inglês e o link para a tradução do Google:

Embedded Viewer
Where enabled, you may embed Getty Images Content on a website, blog or social media platform using the embedded viewer (the “Embedded Viewer”). Not all Getty Images Content will be available for embedded use, and availability may change without notice. Getty Images reserves the right in its sole discretion to remove Getty Images Content from the Embedded Viewer. Upon request, you agree to take prompt action to stop using the Embedded Viewer and/or Getty Images Content. You may only use embedded Getty Images Content for editorial purposes (meaning relating to events that are newsworthy or of public interest). Embedded Getty Images Content may not be used: (a) for any commercial purpose (for example, in advertising, promotions or merchandising) or to suggest endorsement or sponsorship; (b) in violation of any stated restriction; (c) in a defamatory, pornographic or otherwise unlawful manner; or (d) outside of the context of the Embedded Viewer.

Getty Images (or third parties acting on its behalf) may collect data related to use of the Embedded Viewer and embedded Getty Images Content, and reserves the right to place advertisements in the Embedded Viewer or otherwise monetize its use without any compensation to you.

A idéia é ótima, mas a personalização para harmonizar com o tema do blog é meio ruim. Até acertarem é apenas questão de tempo. Alguém vai fazer um plugin de WordPress para ajustar e personalizar o embed. É só esperar.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Internet, embed, Getty Images, Imagens"
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Date: Wednesday, 05 Mar 2014 11:29

https://langui.sh/2010/06/12/ctrlswitcher-a-safari-5-extension/ 

 

Chrome firefox

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Genérico, Extensão, navegador, Safari"
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Date: Tuesday, 04 Mar 2014 17:26

Eu apenas suspeitava, contudo, após alguns vídeos e leitura de alguns sites confirmei. A Apple não fez nada nos apps para que eles aparecessem através do CarPlay no console dos carros do salão de Genebra. Isto quer dizer que para um app ser compatível com CarPlay, só depende do desenvolvedor implementar o suporte e lançar nova versão.

Carplay connected

Isto é ótimo, pois temos uma API documentada que pode ser utilizada por todo mundo. É apenas uma questão de tempo até apps de GPS como TomTom ou Waze sejam compatíveis com o CarPlay e assim tornar o carro uma máquina perfeitamente casada com o iPhone. Imagina poder receber mensagens do WhatsApp no carro? Elas podem ser lidas pra você pela Siri, que também pode enviar usando reconhecimento de voz. Imagina receber e fazer ligações de FaceTime ou Skype diretamente do carro? Agora temos que ter uma câmera dentro do carro. Totalmente necessário!!!! ;-) #Empolgado

Inicialmente o CarPlay está limitado ao uso através do cabo lightning, mas suporte wireless está em desenvolvimento e sendo testado. Achei também que a Siri fosse o único método de interação com o iPhone, mas não. Siri é apenas um dos métodos. Existe um botão dedicado para acionar a Siri no volante, mas através da tela sensível ao toque do carro você pode fazer alguns dos comandos, mas provavelmente não pode digitar uma mensagem de SMS para enviar.

Carplay gps

Assistindo o vídeo do Engadget tive a impressão de que as respostas do CarPlay são um pouco lentas aos comandos, mas pode ser o sistema da Ferrari que não é lá grandes coisas! ;-) Outra coisa que me chamou a atenção é que existem dois sistemas disponíveis. Um que é do próprio carro e outro através do CarPlay. Pode ser confuso. Imagina apertar o botão do GPS e ao invés de acionar o do CarPlay, que é o que você queria, acaba acionando o do carro? Confuso. Tem o rádio do carro e depois dentro do CarPlay você tem uma lista infindável de opções de música e rádio, inclusive o iTunes Radio! Qual deveria ser acionado? Seria mais prático se só existisse o CarPlay.

Mais uma informação confirmada é a parceria da Apple com a Blackberry para o desenvolvimento do CarPlay. O que faz todo sentido, já que a QNX da Blackberry é responsável pelo sistema de entretenimento de muitos carros pelo mundo. Sem o ajuste deste sistema para suportar o CarPlay seria impossível.

Abaixo você pode ver o vídeo que a Mercedes liberou para a mídia, mostrando o funcionamento do CarPlay dentro do Classe C. É alucinante, tem a mesma ação em vários ângulos! #ironia

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, CarPlay, Ferrari, Lightning"
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Date: Tuesday, 04 Mar 2014 13:30

A Apple oferece algumas opções para quem compra um iMac novo. Você pode escolher receber um Magic Mouse, um Magic Trackpad, um Apple Mouse ou um Magic Mouse e um Magic Trackpad. Esta última opção acaba sendo um pouco mais cara, mas qualquer das outras opções é sem custo adicional. O Apple Mouse é a pior das opções, pois é mouse com fio cuja bolinha de scroll para de funcionar com o tempo.

Opcoes magica

Sempre fiquei em dúvida sobre quais das outras opções seria melhor: Magic Mouse ou Magic Trackpad. 

Magic Trackpad

magic trackpad.png

Assim que o Magic Trackpad foi disponibilizado comprei. É ótimo. Amor à primeira vista. Não tem partes móveis, é grande e sua bateria dura bastante tempo. Com seus pés emborrachados ele não se desloca sobre a mesa durante o uso. Comprei também as baterias recarregáveis da Apple e tudo funciona muito bem, mas não vejo como necessárias. Como o consumo é baixo, as baterias normais duram bastante.

Uma coisa que eu não gosto no Magic Trackpad é que ele não funciona no Windows. Já tentei fazê-lo funcionar no notebook do trabalho, sem sucesso. Existem relatos na internet de que é possível usar o Magic Trackpad no Windows, mas as funcionalidades são básicas o que o deixa bem menos mágico.

Voltando ao Mac, o que o faz mágico é a quantidade de gestos que ele aceita para acionar algumas funcionalidades antes restritas aos ninjas das teclas de atalho. Mais do que isto. Se a Apple não permite que você crie seus próprios gestos, tem um caboclo que resolveu fazer um programa que permite que você faça isto. Se chama BetterTouchTool.

Eu disse que não tem parte móvel, não é? Bem, é mentirinha. Ele todo é um grande botão físico, mas você não precisa usá-lo, uma vez que você pode usar a superfície touch para fazer o clique.

Magic Mouse

É um mouse que parece uma saboneteira e a idéia de ter uma superfície que é sensível ao toque, bárbara. Assim como o Trackpad, ele também tem um botão físico, mas ao contrário do que um pode pensar, você precisa usá-lo para fazer o clique. A superfície touch apenas identifica qual é o clique que você quer dar ou scroll. 

Magic Mouse

Ele tem alguns gestos, mas é bem mais limitado que o Trackpad. No Windows ele até funciona, mas também de maneira limitada. Bem mesmo ele funciona no Mac, para quem ele foi desenhado e desenvolvido.

Ah, já ia esquecendo. O BetterTouchTool também suporta o Magic Mouse! ;-)

Comparação

Entre os dois, sou suspeito. Tenho uma preferencia enorme pelo Trackpad, mas pra quem acha que vai ter dificuldade na transição no uso do Mouse, pode optar pelo Magic Mouse que é um upgrade em comparação ao mouse comum e o melhor mouse que a Apple fez até agora. 

Mas pra recomendar: Magic Trackpad. Ele tem mais funcionalidades, precisa de menos espaço sobre a mesa para uso, é mais prático e a quantidade de gestos é superior, trazendo mais agilidade na hora de usar o Mac. 

Ah sim! Fique longe do Mighty Mouse. ;-)

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, mouse, trackpad"
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Date: Monday, 03 Mar 2014 13:10

O salão de Genebra começa esta semana e a Apple terá alguns carros usando o iOS in the Car. Se no ano passado ele foi anunciado como novidade, agora ele se torna real e para tal recebe um nome de batismo: CarPlay.

CarPlay Honda Homescreen PRINT

O nome é perfeito, já que sua funcionalidade é similar ao AirPlay, contudo, está voltado para o carro e seu funcionamento é bidirecional. Sim, afinal, a partir de dedadas na tela do carro ou do volante, você poderá comandar o seu iGadget. 

CarPlay logo

O CarPlay parece ser limitado ao iPhone e segundo a Apple você poderá comandar ligações telefônicas, interagir com mapas, músicas e mensagens de texto. Os primeiros carros a terem o CarPlay confirmado estão Mercedes, Volvo e Ferrari, mas BMW, Ford, General Motors, Honda, Hyundai, Jaguar, Land Rover, Kia, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Citroën, Subaru, Suzuki e Toyota terão também suporte ao CarPlay em breve.

CarPlay Honda Map PRINT

A Apple faz questão de explicitar que a Siri é fundamental para a experiência, contudo, o suporte para outras línguas é limitado o que pode atrasar o eventual desembarque do CarPlay em vários mercados. Outra coisa que me deixa confuso é como o sistema do carro irá determinar quando o comando de voz é voltado para o carro quando é para o iPhone.

Explico melhor: A Ford tem um sistema que permite controlar por comando de voz o GPS do carro e a temperatura do carro, por exemplo. Como o sistema vai entender que eu quero o comando de voz para o GPS do iPhone e não o do carro?

CarPlay Honda Music PRINT

Como esperado o CarPlay estará disponível como uma atualização do iOS 7 nas próximas semanas. Todas as imagens acima são de um carro da Honda com a integração em funcionamento. Outra informação importante é que o CarPlay só funcionará para iPhone 5, 5c e 5s.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, Carros, iOS"
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Date: Monday, 03 Mar 2014 12:51

No final de semana passado comecei a usar o Safari. Levei um tempo para desapegar do Firefox, mas finalmente me livrei dele e começo um novo mundo usando o Safari. Cada dia descubro uma coisa nova e sempre que tenho o tempo disponível, pesquiso sobre o Safari para ver mais das funcionalidades que ele oferece e que eu naturalmente não conheço. Este artigo mistura um pouco das funcionalidades que ele tem e um pouco mais do meu relato da minha experiência com ele.

O Safari é bem integrado ao OS X. O mesmo aconteceu com o Internet Explorer, mas as praticas anti competitivas obrigaram a Microsoft a desfazer a integração. No OS X a coisa é diferente. Como ele representa uma pequena parte do mercado, ninguém se incomoda com a integração.

Aos poucos vou descobrindo as coisas interessantes que é possível fazer com ele e também o que não posso.

Notificações

Nos espertofones é comum que um app ofereça a possibilidade de te notificar de maneiras diferentes sobre novidades ou necessidades de interação. Alguns sites também tem seus apps e os usam para notificar seus usuários sobre novidades publicadas recentemente.

O Safari no OS X me oferece, quando visito alguns sites, a possibilidade de ter estas notificações. Eu  imaginava que as notificações só seriam apresentadas enquanto o Safari estivesse aberto, mas não. Hoje liguei o iMac e me deparei com uma notificação de um dos sites para o qual aceitei receber notificações e o Safari nem estava aberto ainda.

A única coisa que não gostei é que não posso configurar a possibilidade de tocar um som ao receber a notificação.

NotificacoesFacebook

Ao visitar o Facebook usando o Safari me deparei com outra facilidade. Ele perguntou se eu queria uma integração mais a fundo e assim pegou minhas credenciais e configurou uma conta a mais dentro das preferencias de sistema. Agora recebo notificações de novas publicações e também posso compartilhar coisas diretamente do Safari para a rede social do Mark.

Notificações feitas a partir de apps integrados ao Facebook, contudo, não aparecem como notificações no OS X. Apenas compartilhamentos de usuários.

Esta integração para fazer compartilhamentos, contudo, não é tão boa quanto o bookmarklet que me oferece as opções de compartilhar o conteúdo selecionado na minha timeline, numa página que administro ou num grupo do qual faço parte. Com a integração do OS X, posso apenas selecionar qual o público que verá o compartilhamento e sempre será publicado na sua timeline.

Compartilhando

O mesmo ícone que existe no iOS que costuma indicar possibilidade de compartilhar o conteúdo sendo visualizado com outros apps também existe no Safari. Aqui ele tem a mesma funcionalidade. Permite fazer um sem número de coisas. As duas mais interessantes são envio da página acessada através de mensagem (email ou iMessages) e redes sociais. 

Compartilhando

O AirDrop também seria interessante, mas infelizmente ainda existem restrições da Apple para o seu uso. Só pode fazer AirDrop entre Macs ou entre iGadgets. Entre Macs e iGadgets ainda não é possível. 

Outra coisa que seria legal e que já existe no Android é que esta possibilidade de compartilhamento fosse uma API que terceiros pudessem explorar para seus apps. Um que eu gostaria muito de ver é o Dropbox. Seria muito prático salvar em PDF as páginas que visito.

Shared Links

Este recurso, apesar de interessante, não utilizo. Ele oferece a possibilidade de ter uma lista de links de duas redes sociais: Twitter e LinkedIn. Funciona como uma lista de favoritos em tempo real das suas timelines das duas redes sociais.

Shared Links

Consumo de Energia

Sei que num computador de mesa isto não faz muita diferença, mas num notebook pode ser uma diferença grande, principalmente se você pretende navegar muito enquanto está usando a bateria. Num comparativo de consumo de energia divulgado pela Apple, Firefox consume mais e Chrome muito mais. Se você está com pouca bateria, o Safari consome menos e pode garantir suas necessidades básicas de internet. ;-)

Bagteria safari

Outra coisa que o Safari faz de maneira nativa é habilitar elementos em flash na página, apenas quando você realmente quiser interagir com aquele conteúdo. Ao visitar uma página com um video embarcado em flash do YouTube, olha só o que ele me apresenta na imagem abaixo. E sim, eu sei que nos outros navegadores existe uma extensão que faz isto. ;-)

Safari Power Saver

iCloud

O iCloud é negligenciado por todos, mas ele é um grande aliado se você tem múltiplos dispositivos e computadores da Apple. Através dele a experiência de sincronização de dados entre dispositivos se torna mágica. No Safari o que mais importa é o iCloud Tabs que permite você ver a lista de abas abertas no Safari do iPad, iPhone, iPod Touch e outros computadores Mac.

iCloud sync

Favoritos, senhas e lista de leitura para outra hora também são sincronizados através do iCloud e com isto para a coisa de ter que enviar o link por email ou ter um outro serviço como o Instapaper para ter uma lista de sites para ler mais tarde.

Extensões

Um dos grandes diferenciais do Firefox, pelo menos pra mim, é a grande quantidade de extensões. O Safari também tem extensões, mas em número muito menor. A Apple até faz uma compilação de extensões, mas não organiza este mundo. Se a App Store foi um sucesso para os iGadgets, não entendo por que não ter um Extension Store. Deveria ter. Uma extensão que faz falta é a integração com clientes de Torrent. Para Chrome e Firefox tem de pencas, para o Safari, nenhum.

Por hora é só. ;-)

Veja mais sobre o Safari na página da Apple e na Wikipedia.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, navegador, OS X, Safari"
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Date: Sunday, 02 Mar 2014 13:13

Sempre usei o Firefox e nunca parei para analisar outros navegadores. Pode não ser o melhor navegador do mundo, mas acabo usando-o por conta de suas extensões. Ajuda também o fato de que o Firefox não tinha concorrentes à altura quando acabei optando por usá-lo.

Assim que comecei a usar o Firefox, eu era usuário de Windows e hoje sou Mac “desde criancinha”. No meu iMac, tenho um ícone na barra de menus onde posso ver o nível da bateria no No Break que tenho conectado na porta USB. Vale lembrar que o No Break é que é inteligente e oferece esta possibilidade e não o iMac.

Bateria nobreak

Neste ícone tenho o menu retratado na imagem acima que denuncia programas que são grandes vilões de consumo de energia. É comum que o Firefox apareça ali onde diz “No apps using significant Energy”. Motivado por este menu e falhas repetidas do Firefox em momentos inexplicáveis, resolvi experimentar as opções existentes.

No Mac existem três boas opções: Firefox, Chrome e o nativo Safari. Admito que o Chrome teve uma evolução notável, contudo, não admiro mais a Google e não vejo com bons olhos suas atitudes em relação ao mercado e manutenção de serviços. Logo, apesar de ser uma boa opção, não a considerarei como uma preferencial. Sobrou o Safari.

Safari é um navegador que não se compromete em ter a liderança, apesar de no passado ele ter almejado este posto, a versão para Windows teve vida curta. Em 2012 ela parou de ser atualizada e em 2013 sumiu do mapa de vez.

Safari for windows

Acabei optando pelo Safari no Mac, por exclusão, mas vejo que ele tem uma coisa que os demais não tem. Posso ter acesso às abas abertas nos meus iGadgets sem esforço. Basta ter o iCloud configurado. Outro recurso interessante, graças ao iOS 7, mas que não uso, é a sincronização do Keychain. Se você não lembra, o Keychain, é onde o OS X e o iOS guardam todas as senhas, caso você queira. Não é o meu caso, já que uso o 1Password para guardar minhas senhas com mais segurança.

Logo Safari

Uma coisa que sinto muita falta no Safari e que eu tinha no Firefox são as teclas de atalho para ir direto para as primeiras 8 abas. CMD+1 vai para a primeira aba aberta e CMD+9 vai sempre para a última. As combinação com números entre 1 e 9 dão acesso às abas respectivas, sempre numerando da esquerda para a direita.

No Safari esta combinação de teclas dá acesso aos link na Barra de Favoritos. Não vejo por que fazer isto! No Firefox posso atribuir apelidos que, quando digitados na barra de endereços, se convertem aos respectivos endereços. Muito mais práticos. Alou pessoal do pomar! Copia logo isto! ;-)

Comecei ontem a experimentar o Safari e em apenas dois dias, não tenho o que reclamar. Estou gostando das firulas para mostrar o carregamento de páginas e aprecio bastante a velocidade com a qual as páginas são renderizadas.

Quando compartilhei numa rede social minha opção pelo Safari recebi mensagens de amor e de ódio. Não vi nada de errado nele até agora e não tive problemas também. O que você usa no seu Mac?

Ah sim, como você pode notar, a minha escolha foi ligeiramente emocional, mas se você quiser tomar uma decisão racional, recomendo ler a comparação entre navegadores que achei enquanto pesquisava rapidamente sobre o assunto.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Firefox, Apple, Chrome, Google, navegado..."
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Date: Saturday, 01 Mar 2014 17:24

Dick Tracy.png

Analistas falavam no final do ano passado que 2014 seria o ano dos relógios inteligentes. Relógios inteligentes são passam de computadores de pulso. São consideravelmente menos poderosos que os celulares inteligentes por conta de ter menos espaço para bateria, logo são capazes de fazer muito menos.

Relógios inteligentes não são novidade. Já existem no mercado faz algum tempo, mas como tudo na vida tecnológica, precisam de tecnologia avançada que ao surgir custa caro. Nos últimos dois anos, os custos destas tecnologias caíram bastante e elas também avançaram para fazer com que a bateria dure algumas dezenas de horas ao invés de apenas algumas horas.

A maioria das empresas coreanas e japonesas estão se empenhando em chegar primeiro ao mercado para garantir sua presença, contudo, neste mercado de dispositivos inteligentes, não é o primeiro que ganha o consumidor, mas sim o mais capaz e prático.

Sony smartwatch.png

A Samsung, por exemplo, já tem a segunda geração de relógio inteligente no mercado que é formada por 3 modelos distintos. A Pebble (foto abaixo) tem também sua segunda geração disponível para compra e dois modelos. LG, Sony (foto acima), Google são algumas empresas notórias e globais que tem produtos lançados ou à lançar. Existem ainda uma dezena de outras empresas desconhecidas que também estão lançando seus produtos no mercado. Veja alguns links no final deste artigo.

Pebble.png

A Samsung utilizava o Android como sistema operacional de seu relógio inteligente e mudou na segunda geração para um sistema próprio. A Pebble também tem sistema próprio e na minha opinião tem o produto mais avançado e avançado do mercado. Eles conseguiram criar um ecosistema onde desenvolvedores podem criar apps para o seu relógio e cada usuário tirar o melhor proveito do dispositivo. 

Eu li no ano passado que a probabilidade de uma empresa dominar o mercado de smartwatches é baixa, pois são dispositivos ainda mais pessoais que celulares. O mesmo não pode ser dito em relação a celulares e tablets. O segundo é dominado pela Apple, já o primeiro está dividido entre Samsung e Apple, sendo que a empresa coreana tem o maior numero de dispositivos e Apple o maior e lucrativo mercado de apps. 

Pequeno parênteses: A Samsung ganha dinheiro vendendo apenas aparelhos, já a Apple ganha dinheiro com aparelhos e apps, logo você pode perceber que existe uma diferença gritante entre as duas empresas e consequentemente a maneira a qual as duas exploram o mercado.

Smartwatches serão de nicho e uma empresa só se destacará se criar algo indispensável e que mude completamente algo que já existe hoje. Tenho refletido a respeito do que faria um destes dispositivos fundamental para mim e pensei em alguns casos interessantes.

Pagamentos de baixo valor

Dinheiro hoje em dia é plástico o tempo todo e dependente de comunicação em tempo real com a empresa que autoriza pagamentos. Cartão de crédito sem internet não serve pra nada. Já escutei diversas histórias de taxistas que não tem mais a maquininha do cartão por que a área de cobertura das empresas de celulares é falha. O mesmo acontece com o tíquete de alimentação, que agora funciona da mesma maneira que o cartão de crédito.

Então, imagine, se você tivesse um dispositivo que tivesse créditos carregados assim como uma carteira. Você aproxima ele de um aparelho para realizar o pagamento, ele identifica a quantidade e a origem do débito, você valida através do display do que poderia ser o relógio inteligente, confirma através de reconhecimento biométrico ou senha apropriada e o pagamento é feito. 

Cartao sodexo.png

Neste caso poderia se utilizar Bluetooth LE, TouchID (leitor biométrico da Apple) e até mesmo RFID para fazer toda a transação. Adeus cartão de alimentação, adeus cartão de transporte de massa que existem em diversas cidades e adeus cartão de débito. O passbook também entra nesta história por conta da sua capacidade de computação contextual, apresentando as informações relevante no momento que são necessárias.

Como a transferência de importância é feita através apenas dos dois dispositivos envolvidos, não é necessária conexão à internet. Se ela estiver disponível, pode realizar a transferência dos valores do dispositivo para a conta no banco, reduzindo as perdas de dinheiro no caso de perda dos dispositivo ou do roubo do mesmo. O mesmo pode acontecer com a recarga do relógio com dinheiro. Sempre que ocorrer diminuição de créditos no relógio por conta de um pagamento o “download” de dinheiro para o relógio pode ser feita de maneira automática assim que tiver acesso à internet, seja a partir dele mesmo (WIFI) ou através de rede celular (através de bluetooth).

Para isto funcionar, seria necessário a criação de um novo serviço e protocolo de comunicação de pagamentos de baixo valor com limite de gastos que fosse universal e adotado por diversas empresas e que tornaria um relógio realmente prático.

Claro que isto tudo poderia ser feito com um smartphone também, mas com o relógio seria mais ágil, pois não requer que você busque o aparelho, já que ele está preso ao seu braço. 

Pagamentos seriam revolucionados e sucesso de um smartwatch está garantido.

Identificação Civil e Particular

Você embarca no avião e precisa mostrar sua carteira de identificação civil, chega ao trabalho e precisa validar sua entrada através de um crachá, visita um prédio e precisa informar quem você é e assim por diante. E se o seu relógio fosse seu documento?

Carteira Identificação Civil.png

Você poderia fazer isto tudo com o seu relógio inteligente. Dentro do seu relógio estaria sua identificação com certificado digital, foto, CPF, número de identidade, carteira de motorista, passaporte e também suas credenciais para entrar na empresa onde você reclama do seu chefe ou companheiro de trabalho, mas que paga suas contas.

Assim como nos pagamentos móveis, seria necessário criar um serviço de identificação que aceitasse isto em diferentes plataformas, mas o relógio seria o mais prático dispositivo para tal. Também como no caso anterior, biometria seria necessário para liberar a informação, dependendo da ação a ser realizada. Também o smartphone seria capaz de fazer a mesma coisa, mas o relógio, por estar preso ao braço o faria com maestria, sendo o smartphone um “backup” no caso de falha de bateria.

Desbloqueio de outros dispositivos e sites

Existem algumas empresas que já fazem programas que permitem que você desbloqueie o seu computador sem você digitar senha pelo teclado. Basta aproximar o celular que você configurou anteriormente para que ele permita o acesso ao computador. Com um relógio você tem mais segurança, novamente, ele está preso ao braço e biometria!

Computador Bloqueado.png

Indo além, se houve comunicação através de bluetooth LE, por exemplo, você poderia por exemplo validar seu acesso a um site. Neste caso você tem autenticação de mais um nível disponível, onde além da validação através do certificado no seu relógio, você precisa validar através de senha ou biometria para liberar o acesso a um site, dispositivo ou validação de acesso físico a prédios, salas e afins.

Vale o mesmo dos casos anteriores. Tudo pode ser feito com o smartphone, mas o relógio é muito mais prático. Você não precisa buscar o aparelho no bolso, destravar e validar nada através do app necessário. Já está no relógio, como popup esperando a liberação ou negação.

Imagine abrir a porta do seu carro apenas por que tem a chave no seu relógio? Você não precisa mais carregar a chave do carro. Ele libera o acesso apenas com o seu relógio tendo seu certificado instalado e autorizado para abrir o carro. Hoje isto já funciona assim em carros que tem chave inteligente, onde você pressiona um botão para ligar o carro.

Futuro

Relógios inteligentes como dispositivos independentes não terão sucesso. Eles funcionarão dentro de um serviço maior e possivelmente ligados sempre a um celular. As primeiras incursões no assunto mostram que as empresas estão fazendo soluções proprietárias, mas o sucesso ocorrerá se houve um padrão único aceito entre fabricantes para apps e serviços.

Futuro.png

Este ano pode ser o ano dos smartwatches, mas o seu sucesso não dependerá apenas dele. Não espere nada revolucionário por si só. É legal ter um medidor de passos no relógio, medidor de qualidade de sono, sensor de batimentos cardíacos, mas cá entre nós, nossa vida não melhora nem se torna mais prática coletando estes dados.

De imediato, a empresa que fizer um relógio capaz de interagir com uma agenda de reuniões e permitir comunicação de notificações e comunicação entre pessoas de maneira ainda mais sucinta que o Twitter terá um grande produto nas mãos. Para o longo prazo sucesso é criar uma plataforma e ecosistema capaz de permitir que as empresas ofereçam serviços ainda mais práticos que hoje os smartphones oferecem.

Se você estiver com vontade de ter um relógio destes que estão sendo lançados agora, fica um aviso. Corre o risco de você comprar um modelo que estará ultrapassado e que será inútil em menos de um ano com lançamento de uma nova geração. A tecnologia está avançando e pode mudar da noite pro dia. Realmente não recomendo a compra, a menos que você não se importe em gastar entre 200 e 300 dólares num dispositivo que tem tempo de vida curto.

Veja Mais

Sony SmartWatch 2

Pebble

Google e LG cooperam para um Smartwatch a ser lançado em junho

Lista de smartwatches do mercado

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Tecnologia, Relógio, smartwatch"
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Date: Tuesday, 25 Feb 2014 12:14

Ontem a Samsung aproveitou o congresso mundial de mobilidade (celulares e não deslocamento urbano, ok?) que ocorre em Barcelona para anunciar suas novidades. O Galaxy S5 certamente é melhor que o anterior, mas assim como ocorreu com o iPhone 5S, causou decepção por seus avanços não serem tão significativos. 

Ele tem um processador mais poderoso, mas por conta disco, também consome mais energia e para tal, tudo teve que crescer. Ele precisa de bateria maior e mais potente, logo, ele fica maior em dimensões, mais pesado, porém nada muda… muito. 

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Tem uma coisa que eu achei muito interessante. O aparelho pode entrar num estado estado de consumo menor de energia e para tal ele fica monocromático. Com esta tática, diz a Samsung, o tempo de bateria pode dobrar. Ainda nas novidades que o aparelho trás, a Samsung resolveu colocar um sensor que consegue monitorar os batimentos cardíacos do usuário e assim como o 5S da Apple,  o S5 (trocadilho intencional por minha parte) da Samsung também tem um sensor para ler digitais, mas ele é, ao meu ver, antiquado, já que funciona da mesma maneira que alguns notebooks. É preciso deslocar o dedo sobre o sensor para que a digital seja lida, ao contrário do sensor da Apple que consegue fazer a leitura apenas repousando o dedo sobre o leitor.

O S5 também tem um sensor de pressão atmosférica embutido. Não vejo necessidade deste tipo de sensor num smartphone, mas ele pode contribuir para melhor informações sobre previsão do tempo, desde que os dados do sensor sejam coletados e interpretados na nuvem (sem intenção de trocadilho desta vez) como o Netatmo faz.

Menos importantes, o Galaxy S5 tem novidades como câmera mais poderosa que grava em 4k (não que isto seja importante no dia-a-dia), é protegido contra água e poeira e tem um modo de uso para crianças. Este último modo é interessante, pois restringe o acesso dos pimpolhos aos aplicativos liberados apenas.

Em termos de qualidade, a Samsung imita a versão dourada da Apple, mas fazendo o aparelho inteiro de plástico e com acabamento de gosto duvidoso, as brincadeiras foram inevitáveis. acho difícil que alguém se interesse pela versão dourada. 

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Gear Fit

Se o S5 foi frustrante em termos de novidade, me impressionou o Gear Fit, que é mais um dos relógios espertos que chegaram ao mercado nos últimos dois anos. Se antes o mercado lançava pulseiras que podiam medir quantidade de passos, movimentos durante o sono e outros parâmetros voltados para bem estar e fitness, a Samsung, resolveu misturar, ou melhor, juntar os dois assuntos do momento: Fitness e relógios espertos.

Pra mim o melhor relógio esperto do mercado é também um dos primeiros para não dizer o primeiro. Pebble watch é soberano. Tem SDK, mercado de apps e funciona muito bem. Sua evolução também anda no tempo correto. Sua primeira versão era bem simples e buscava apenas ser viável comercialmente. Com mercado certo, suas incertezas de sucesso passaram e agora conta com duas versões. Uma mais elegante e consideravelmente mais bonito e outra “clássica”.

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O Gear Fit, tenta ser um Pebble só que com um banho de tecnologia impressionante. Pra começar ele adotou o uso de telas curvas. Vejo que é o primeiro uso correto de telas curvas. Outros fabricantes já lançaram a tecnologia em alguns produtos, mas eles não precisavam disto. No caso da Samsung, o uso está correto, pois oferece uma tela maior graças a curva da tela.

Além da tela curva, o Gear Fit ainda usa Super AMOLED com resolução de 432 x 128 pixel e densidade de 244 pixel por polegada. Esta tela parece ser bem legal, não? Assim como o S5, o Gear Fit tem um sensor de batimentos cardíacos. Como está no seu braço o tempo todo, ele pode monitorar seus batimentos sem que você precise ativamente usar o dispositivo para fazer a leitura. 

Na imagem acima, o relógio parece ter um tamanho aceitável, mas ao colocar no braço ele parece ligeiramente grande demais. Veja na imagem abaixo. Ele tem alguma integração com celulares, ainda que parece apenas possível com a linha Galaxy da Samsung. Ele conta ainda com acelerômetro e giroscópio para contar passos e padrões de movimentação para medir a qualidade do seu sono, se é que existe tal relação.

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Com o Gear Fit, você pode ainda ver as horas, cronometrar alguma coisa, controlar a reprodução de música do seu smartphone e receber notificações de mensagens também do smartphone. Ele permite apenas personalização básica e o mais importante é a bateria que dura entre 3 e 7 dias. 

Não foi anunciado quanto as novidades custarão, mas o Gear Fit por menos de 200 dólares pode ser um sucesso para a Samsung, já que é finalmente um dispositivo prático para a categoria repleta de opções literalmente de nicho. Este é um dispositivo que pode atender um sem numero de interessados e usuários de smartphones. A questão do seu tamanho é dúvida e pode influenciar no seu sucesso. Eu que sou magrinho, por exemplo, posso não gostar dele, pois parece realmente grande.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Celular, Relógio, Samsung, smartphone"
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Date: Sunday, 16 Feb 2014 19:54

Uma vez eu li que se uma tecnologia é realmente avançada, uma pessoa comum não consegue a distinguir de mágica. Foi Arthur C. Clarke que falou isto, na verdade algo bem parecido. Hoje vi um app para iPhone que realmente parece mágico. Chama-se Tap Tap See.

Seu funcionamento é super simples. Você tira uma foto de um objeto e ele é capaz de dizer o que é. Claro que ele faz isto usando a famosa e toda poderosa nuvem que é onipresente e mais poderosa do que qualquer coisa existente na face da terra.

Por conta da dependência direta da nuvem, você vai notar que o app precisa de vários segundos para enviar a foto tirada para a nave mãe para ser processada, identificada e as informações devolvidas. Naturalmente, por ser um app voltado para usuários com deficiências visuais, sua interface não é aquela brastemp do ponto de vista visual. Se você não habilitar o recurso “Voice Over” do iOS, você precisa ficar atento a linha de status que indica o estado da foto que você tirou.

Naturalmente eu não acreditei que o app fosse perfeito, então baixei e apontei a câmera para algumas coisas. Apontei para o meu iMac, Magic Mouse Wireless, teclado wireless da Apple, uma caneta da Oracle, um bobblehead do Darth Vader e uma bola do Mike Wazowski para colocar na antena do carro.

Imaginei que os produtos da Apple seria fáceis do app identificar, mas os 3 últimos, jamais imaginaria que seria capaz. Acertou os três sem falha. Mágico!

Ah sim, depois que escrevi este artigo, resolvi apontar para uma nota de 5 reais, certo de que ele não saberia o que é, mas acertou que era uma nota de dinheiro de valor 5, mas não disse que era de Real. Pra mim, continua sendo mágico. ;-)

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "iPhone, cego, Deficiente visual, TapTapS..."
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Date: Sunday, 16 Feb 2014 14:16

Uma coisa que eu decididamente não gosto é a forma de abrir os sachês de catchup e mostarda aqui no Brasil. Você ou precisa de duas mãos limpas ou usar os dentes. Corre ainda o risco de espirrar o conteúdo para tudo quanto é lado.

Na Austrália tem um pacote de porção individual de catchup que é simplesmente fantástico. É fácil de abrir, não precisa de duas mãos e ainda é um dosador, caso não precise do pacote inteiro. Veja no vídeo abaixo.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Curiosidades, catchup, embalagens"
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Date: Sunday, 16 Feb 2014 13:22

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Eu estou ficando velho e esquecido. Provavelmente isto não é nenhuma novidade, contudo, adoro redescobrir algumas coisas. Hoje foi a vez de eu descobrir novamente que o Time Capsule tem uma porta USB e que através dela posso carregar meu iPhone.

Ontem, acabei carregando o iPhone enquanto usava o computador, mas hoje, ao arrumar os cabos que tenho sobre a mesa, me deparei com a esquecida e sem uso, porta USB do Time Capsule. Sendo USB e como o Time Capsule fica o tempo todo ligado, será que carregaria o iPhone?

Sim! Então, se você já sabia, não tem problema, mas se você não sabia, fique feliz e deixe um cabo USB na traseira do dito. Muito bom para deixar carregando durante à noite. Principalmente se você deixa o seu carregador em outro cômodo da casa ou no trabalho.

Author: "Bernardo Bauer" Tags: "Apple, iPhone, Time Capsule"
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