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Date: Sunday, 09 Jun 2013 13:00

#365Posts – Será mesmo que o gigante acordou?: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Devido a uma série de acontecimentos passei o dia afastado das redes sociais, ou de qualquer outra fonte de informação sobre os movimentos , , ou quaisquer outros. Entretanto, alguma coisa parece ter mudado.

Saí no início da tarde para ir ao banco sacar dinheiro. O Rio está em polvorosa, a cidade cheia de turistas de fala hispânica por conta dos jogos da Copa das Confederações. Além disso, diversos campeonatos de futebol estão transcorrendo nessa época do ano, e o que sempre acontece é que as pessoas na rua falam só de futebol, o tempo todo.

Ou melhor, falavam.

O que encontrei na rua, contrariando todas as minhas expectativas, foram pessoas bem informadas, comentando sobre os protestos, e tanto quanto pude averiguar o ponto de vista de que os protestos são coisa de baderneiro não tem espaço por aqui.

As pessoas apoiando os manifestantes, e dizendo o que gostariam que mudasse no país (todos desejos óbvios, iguais aos meus e aos seus).

Não sei se é verdade que o gigante acordou, que o centésimo macaco finalmente tenha lavado a batata, mas é fato que as pessoas na rua não estão iguais ao que eu estava acostumado a ver.

E isso é muito bom, chega até a dar um alento de esperança de que realmente esse inferno aqui se torne um pouco menos infernal.


#365Posts – Será mesmo que o gigante acordou? é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Saturday, 08 Jun 2013 13:00

#365Posts – Resenha Mão na Massa: Axe, o CMS Estático do Augusto Campos: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Dois softwares têm me deixado muito ansioso por estes dias: a nova versão do OS X, o Mavericks, e o Axe CMS, gerenciador de conteúdo estático sobre o qual falei anteriormente num momento Mãe Dinah.

Pois eis que hoje o Augusto finalmente conseguiu a façanha de liberar uma versão Alfa do Axe para os mais corajosos (ou ansiosos) testarem, e eu — naturalmente — não deixei por menos: baixei o sistema, configurei e criei em cinco minutos um blog num domínio que tinha encostado.

PenobscotBayKindlingAxe-104755Em uma palavra eu descreveria o Axe como impressionante.

Como o Augusto sempre deixou bem claro, o sistema nasceu para suprir as necessidades dele, e não para concorrer com qualquer outro sistema existente no mercado.

Isto implica que o Axe não é para qualquer um utilizar, porque sua operação se dá toda pela linha de comando — como acontece com outros sistemas de gerenciamento de conteúdo estático. É necessário ter o mínimo de conhecimento de shell Unix para poder utilizar o sistema. Entretanto, os comandos são simples, intuitivos, e uma vez que você execute os dois primeiros passos (criar manualmente um arquivo texto no local correto, com a formatação adequada e executar axe -v nome-do-arquivo.txt), o próprio sistema vai dando as possibilidades seguintes. Fica muito fácil de aprender o fluxo de trabalho, e de decorar os comandos.

Por ser todo em linha de comando também não há recursos “avançados” como gerenciadores de mídia, redimensionamento de imagens, etc. Isso é tudo por conta do administrador do blog.

Também por ser um alfa, algumas coisas são um pouco obscuras, como a necessidade de que o ícone do post tenha as dimensões exatas de 240x180px.

A instalação do Axe

Instalar o Axe, para quem já está minimamente habituado à linha de comando, é a coisa mais simples do mundo.

Selec All Code:
cd
cd www
wget http://static.efetividade.net/img/axe-2013-06-16-2353-269348.tar.gz
tar zxfv axe*.tar.gz

Pronto, é só isso. Ou quase. Se você souber como fazer, pode adicionar um alias para tornar mais fácil o acesso ao comando axe. Eu fiz o meu editando o arquivo .bashrc e adicionando uma linha como essa:

Selec All Code:
alias axe=~/www/axe/axe.php

Depois é só seguir as instruções constantes na documentação do sistema (com relação à correta configuração do blog), e em minutos você estará apto a criar seu primeiro site estático.

O tema padrão

O Axe já vem com um tema padrão, o Panzer. Est é bastante simples (e já foi utilizado no meu blog de teste: www.farinhadelinhaca.net).

Simples, mas não é chinelão: a tipografia é bonita, o CSS é “responsivo” (adapta-se automaticamente a qualquer largura de tela, sem gambiarras), e tem todo o essencial para a publicação de um blog extremamente leve.

Atualização: o tema que deve estar aparecendo lá no meu blog de teste não deve mais ser o Panzer, e sim o Poser, que estou desenvolvendo.

Do que um usuário de WordPress sentirá falta

Como sou usuário de WordPress posso dizer com toda certeza: uma vez vencida a possível dificuldade inicial de trabalhar com a linha de comando e arquivos de texto em vez de uma linda tela de edição visual, possivelmente as duas únicas coisas que farão o possível migrante se sentir um pouco órfão é a total ausência de comentários nativos no blog (o que é absolutamente contornável com sistemas de comentários externos, e um preço baixíssimo a se pagar pelos benefícios do Axe — eu mesmo quase nunca mais deixo os comentários abertos em meus blogs, de toda maneira) e a ausência de categorias, que no Axe são mimetizadas totalmente pelas tags.

Atualização: não consegui encontrar também como se fazem páginas fixas, fora da linha de tempo dos posts do blog. Não que não seja possível obter o mesmo efeito com os recursos que o sistema já apresenta, claro.

Por que eu sou tão entusiasmado com o Axe

Em se tratando de sites na Internet, eu sou obcecado com velocidade e aproveitamento do investimento feito em servidor de hospedagem. Aliás, eu vendo hospedagem de sites, esse é meu meio de vida, mas sempre fui da opinião de que um negócio só é bom quando todo mundo fica satisfeito, e meu cliente — assim como eu na condição de cliente — só ficará satisfeito se puder obter o máximo do investimento mínimo.

O Axe faculta justamente esse tipo de economia e maximização do potencial dos servidores. Como ele gera conteúdo estático, é muito fácil de replicar um site inteiro em múltiplos serviços de hospedagem, sem depender sequer de banco de dados instalado em cada servidor.

Além do mais, já disse e não canso de repetir que o Augusto é um dos dinossauros mais respeitados da Internet, tanto por sua competência quanto por sua seriedade. E mais do que isso, pela sua vivência à frente de vários blogs bastante importantes, que lhe dão a exata noção do que é importante em um CMS.

Como eu pretendo ajudar no desenvolvimento do Axe

Tenho duas coisas que pretendo fazer imediatamente pelo Axe:

  1. escrever um plugin para interpretação de Markdown em vez de apenas HTML nos arquivos de entrada de dados; e
  2. escrever um tema baseado no Twitter Bootstrap com suporte nativo a comentários do Google+, responsivo e com as belezinhas visuais que o framework proporciona (e sim, eu acho que os sites feitos em Twitter Bootstrap são bonitos; quem discorda que vá fazer melhor).

O plugin talvez demore um pouco mais, porque apesar de o Augusto estar prestes a liberar a documentação da API (que já está pronta e funcional) eu vou ter que vencer a preguiça de programar para começar a fazer algo.

Já o tema novo deve sair logo, pois é tarefa bem mais simples: o complicado vai ser inserir anúncios Adsense de modo a não estragar o leiaute e nem perder a razão de se utilizar um CSS responsivo.

E, quem sabe, até um serviço de hospedagem específico para o uso com o Axe, com otimização até o talo. Você gostaria?


#365Posts – Resenha Mão na Massa: Axe, o CMS Estático do Augusto Campos é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Friday, 07 Jun 2013 13:00

#365Posts – O implante coclear e a emoção de ouvir pela primeira vez: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



O implante coclear, ou ouvido biônico, é um dispositivo eletrônico que é parcialmente implantado no paciente, cujo objetivo é dar ao usuário a sensação auditiva próxima ao fisiológico.

É composto de duas partes, uma que fica externa (contendo um microfone e um transmissor junto ao crânio) e outra interna (na cóclea) com o receptor e demais componentes capazes de estimular o ouvido interno e facultar a audição a quem outras técnicas (como aparelhos auditivos convencionais, amplificadores) não deram resultado.

Felizmente não preciso de um aparelho desses, mas não pude deixar de me emocionar ao ver o vídeo de Cooper, um menino de dois anos, ouvindo pela primeira vez o som da voz de sua mãe.

Como hoje estou particularmente emotivo, também fiquei bastante emocionado com os outros vídeos logo abaixo.

Menino de oito meses ouvindo pela primeira vez a voz da mãe:

Mãe que ouve a voz do filho de oito anos pela primeira vez (para quem não entende Inglês, a senhora primeiro conta o quão difícil e exaustivo é comunicar-se com as pessoas, e o do medo de ouvir a voz do filho, que ela imagina como seja — não é surda de nascença — mas nunca ouviu de verdade):

E feliz dela que a primeira coisa que ouviu do moleque foi “eu te amo”.

Se quiser mais informações procure no Google, ou vá direto ao site oficial em Português: Implante Coclear.


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Date: Thursday, 06 Jun 2013 13:00

#365Posts – “Quem não diz ou faz exatamente o que quero está contra mim”: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Já faz muito tempo que deixei de querer compreender a natureza humana, mas a despeito disso eu ainda me surpreendo com determinadas coisas que acontecem.

Ainda no contexto do momento político e histórico que o Brasil vive, em que autoridades mandam descer o cacete nos que ousam manifestar descontentamento, em que a polícia usa munição que deveria ser de efeito moral à queima roupa no rosto das pessoas — eu ainda me emociono com certas coisas que vejo.

Por exemplo, ficar sabendo e “testemunhar” pelas redes sociais que transportam o relato de pessoas como eu e você, de que gente ao redor do mundo está se mobilizando e se manifestando em apoio aos manifestantes brasileiros (assim como os da Turquia, mas não quero me estender demais na reflexão).

Se de um lado temos a mídia vendida que elabora notícias com vistas apenas nos interesses dos seus anunciantes (os governos são os maiores patrocinadores das mídias convencionais), por outro as pessoas (finalmente parecem que) se dão conta de que a Internet lhes dá o poder de levar a informação sem os filtros mercantilistas que afetam as empresas que ganham dinheiro com as notícias — e que fique claro, eu não tenho nenhum problema com quem ganha seu dinheiro honestamente.

Entretanto, as pessoas são movidas por paixões, e agem como se precisassem combater um inimigo, o tempo todo.

Lembro que o que me fez ter nojo de sindicalistas em geral foi o discurso do PSTU, do PCO e de outros partidos de esquerda, tão fascistas quanto os de direita: eles demonizam o patrão, o empresário, como se este fosse a causa de todos os sofrimentos da população. Ora, é claro que eu não concordo com esse discurso, porque eu sou empresário, eu sou patrão, e já fui empregado também. Eu sei que as dores e as delícias não são as mesmas, mas com certeza não é gente como eu que faz este país ser uma merda.

Estou dizendo tudo isso porque tenho visto muitas manifestações, principalmente no Facebook, de gente que ao apoiar os protestos em São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, esquece que não é porque outra pessoa tem uma visão um pouco diferente que esta pessoa é inimiga. Vários amigos meus têm sido xingados de vários nomes feios porque ousam enxergar as coisas de um ponto de vista diferente.

E a mim, por causa do post em que digo que não tenho esperança de que o sangue que estes jovens estejam derramando resulte realmente em um Brasil melhor, têm tocado manifestações de desprezo, como se eu não quisesse que o país melhorasse, e estivesse sabotando a iniciativa da moçada que vai às ruas dar a cara a tapa.

Não vou entrar no mérito de o que eu já fiz quando era eu mesmo estudante e não tinha compromissos que se não cumpridos implicassem alguém ficar sem seu salário, sem ter recursos para sustentar suas famílias. Se esta geração aos vinte e poucos vai para as praças e ruas exigir mudanças, a minha foi aos 13 ou 14 anos, numa época em que todo mundo ainda sentia o bafo do regime militar na nuca.

Enfim, se diminuir a opinião de quem acha que procurar a dor e o sofrimento numa causa perdida faz de vocês melhores, fiquem ao seu próprio gosto. Eu vou continuar fazendo a minha parte para que esta ilusão que a maioria chama de realidade se torne minimamente melhor para quem vier depois de mim, entendam vocês ou não.


#365Posts – “Quem não diz ou faz exatamente o que quero está contra mim” é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Wednesday, 05 Jun 2013 13:00

#365Posts – A Maior Arquibancada do Brasil: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Não sei por quanto tempo viverá este vídeo antes que advogados de megacorporações com o rabo transbordando de dinheiro obtenham o direito de cercear esta deliciosa subversão.

Parabéns, Treta.


#365Posts – A Maior Arquibancada do Brasil é um post original de O Blogue do Janio.

Author: "Janio Sarmento" Tags: "#365Posts, copa do mundo, dinheiro, prot..."
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Date: Tuesday, 04 Jun 2013 13:00

#365Posts – A revolução não será televisionada, e sim transmitida por streaming: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Estou com essa página em branco aberta na minha frente há horas. Quero escrever, mas não sei como começar. Só sei que quero chegar ao final do texto deixando claro que dá orgulho de ser profissional de Internet ao ver tanta gente que se não está lá na Paulista, ou em qualquer outro foco de manifestações, está de casa fazendo a informação fluir, levando vídeos, fotos e relatos que desmentem as versões da mídia tradicional.

Mas não sei o que vou dizer quando alguém me perguntar por que divulgar vídeos de policiais quebrando a própria viatura para botar a culpa nos manifestantes é válido, mas divulgar fotos de bichos mutilados e de crianças famintas do outro lado do mundo não.

Sim, porque eu mesmo já “briguei” com uma amiga, porque ela tinha a mania de ficar mandando mensagens do tipo “enquanto você está aí no bem bom tem gente passando fome na África”, acompanhada de uma foto de criança desnutrida, ou coisa parecida.

Qual é a diferença? Simples.

Uma coisa é você culpabilizar o outro pela condição de vida que ele tem (a de poder se alimentar, por exemplo), como se essa culpa fosse fazer mais fácil a vida dos miseráveis que são usados apenas para alimentar um esquema de culpa e ódio — ou você acha que eu não odiei essa minha amiga com todas as minhas forças, até ter a luz de parar de seguir suas atualizações no Facebook?

Outra coisa é você divulgar informação que serve para trazer à luz a manipulação da informação, o expediente mais velho do mundo para manobrar as massas e fazê-las executar aquilo que os verdadeiros detentores do poder quiserem.

Fico feliz de ver as pessoas enfrentando a mentira e a corrupção com as armas que têm, fico feliz de ver o Tumblr sendo usado para mais do que pornografia ou “humor”, e mais feliz ainda vou ficar se eu descobrir que estou errado na conclusão do – Quando foi que eu “virei’ de direita?" href="http://janio.sarmento.org/365posts-quando-foi-que-eu-virei-de-direita.html" target="_blank">post de ontem.


#365Posts – A revolução não será televisionada, e sim transmitida por streaming é um post original de O Blogue do Janio.

Author: "Janio Sarmento" Tags: "#365Posts, facebook, informação, Inter..."
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Date: Monday, 03 Jun 2013 13:00

#365Posts – Quando foi que eu “virei’ de direita?: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Em meu ponto de vista, o Brasil passa por um momento delicado, extremamente importante, comparável ao Diretas Já (1983/1984) ou ao Fora Collor (1992) — links para a Wikipedia. A corrupção, a falta de vergonha na cara, a roubalheira, a situação em que criminosos condenados ganham mais e mais cargos de prestígio e influência, tudo isso somado à ascensão das bancadas religiosas e da conivência do povo com esta palhaçada está prestes a tornar o nosso país num dos piores lugares do mundo, a não ser que uma revolução aconteça.

Hoje eu disse no Twitter e no Facebook que não acredito que movimentos de protesto tenham mais valor hoje em dia, e a única manifestação que obtive foi de um amigo/irmão dizendo que tem jeito, só que as pessoas precisam deixar de bundamolice e ir lá protestar em vez de ficar reclamando no sofá de casa.

Então quero escrever umas coisinhas a respeito disso, já que o blog é meu espaço legítimo para dar opinião que ninguém pediu.

Manifestantes são heróis

Em primeiro lugar, devo deixar bem claro que eu considero essa gente que está saindo às ruas para protestar contra o que quer que seja, e parece que a bola da vez são as passagens de ônibus, são verdadeiros heróis. Eles fazem o que eu, um homem da era da informação, não faço. Mas isto não os torna melhores do que eu, nem piores, porque cada um sabe de si, e eu tenho a consciência limpa por ter trabalhado cada dia da minha vida pela melhoria desse país, pela melhoria do mundo de maneira geral.

É essa consciência tranquila que me deixa totalmente à vontade para criticar o que eu bem entender, é o que me dá legitimidade como cidadão (termo que já foi muito deturpado por baderneiros inescrupulosos sedentos de poder travestidos de manifestantes e defensores da democracia).

Mas voltemos aos heróis.

Eles são heróis porque são poucos. Logo, são em número insuficiente. Aquela gente toda lá não tem expressão para fazer com que os políticos (todos eleitos pelo voto, já chego lá) encontrem a vergonha perdida por algum cachorro perebento na rua e passem a usá-la, já que decência própria eles não têm nenhuma.

E estes heróis são poucos por basicamente três motivos.

  1. Pessoas temem por sua integridade física ao encampar batalhas (quisera eu que não fossem literais, mas tão somente literárias), e quem tem filho pra sustentar não pode se dar ao luxo de ficar impossibilitado de trabalhar, o que dizer de arriscar a própria vida.
  2. Porque há pessoas que, como eu, fizeram um outro caminho na vida, construíram uma outra realidade e fazem sua parte na construção de um mundo melhor empreendendo num país em que empresas que sobrevivem por mais de três anos são raridade. Gente que em vez de ocupar uma vaga de emprego cria oportunidades para outras pessoas poderem sustentar suas famílias. Isso nos faz também pais de família, não só das nossas, mas de todos os que direta ou indiretamente dependem de nosso sucesso para levarem o pão para a mesa de seus rebentos.
  3. Finalmente, há pessoas que não têm moral para protestar sobre o que quer que seja, porque elas próprias são coniventes com toda sorte de abuso, seja sob a alegação de que “não é comigo, não vou mexer, cada um sabe de si”, seja por medo de deixar de receber os “benefícios” de uma bolsa-qualquer-coisa que ações eleitoreiras dos governos vomitam como solução para a vida dos miseráveis.

Esses manifestantes, muitos sendo cruelmente agredidos antes de qualquer manifestação começar (como uma repórter que estava aguardando no estacionamento para fazer seu trabalho, longe da concentração de pessoas, e a polícia veio e covardemente deu um tiro com bala de borracha no olho da moça), representam a minoria que não se deixa enganar por uma mídia manipuladora e gananciosa de dinheiro e poder, que não vota em qualquer candidato apenas para não votar em “candidato perdedor”. Eles são a minoria que escolheu pensar pela própria cabeça, e que não admite que um pastorzinho semianalfabeto (ou não) dite o que eles podem ou não fazer, que votem ou deixem de votar em tal candidato. São pessoas que não têm medo de ir para o inferno, porque sabem que o inferno é aqui, um inferno tão ruim que nem o diabo quer saber dele.

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As cidades inteiras não baixam para as ruas a protestar, de forma a nenhum efetivo policial ser eficiente a não ser chacinando a população, porque são coniventes com tudo isso.

A polícia é uma instituição de fudidos

Ninguém nega que a polícia na maioria das vezes é truculenta, desnecessariamente agressiva, como mostrou o vídeo acima. Mas também ninguém pode negar que esses arigós de arma em punho atirando contra manifestantes são também pais de família, que também têm que comer um cortado para sustentar suas famílias, que se neste momento estão nas ruas para proteger general de dez estrelas sentado atrás de uma mesa com o cu na mão, em outros estão encarando bandidos, sociopatas, e toda sorte de escória social, arriscando suas próprias vidas para defender as mesmas pessoas contra quem agora eles são obrigados a atentar.

As maçãs podres

É claro que de ambos os lados existem bandidos disfarçados aproveitando-se da legitimidade dos que vestem a mesma camisa para praticar crimes. Há manifestantes que levam de casa coquetéis molotov para o meio da rua, e há policiais que se aproveitam da farda e das armas para descarregar contra o irmão em humanidade o ódio que sente de Deus, dos pais, ou de quem quer que seja.

E é contra esses filhos de uma puta que eu tenho todas as reservas possíveis. Pois quando um corno desses queima uma banca de revista ele não está mandando nenhuma mensagem à Dilma, que deveria governar por amor abrir mão do salário, como ela sugeriu que os professores públicos fizessem. Tampouco estão sequer abalando a atmosfera dos palácios que acolhem gananciosos de toda laia. Ao contrário, estão dizendo ao dono da banca de jornal, ao seu funcionário, e às famílias deles: acabou, agora vocês porcos capitalistas vão ficar sem ter o que comer, porque seu patrimônio foi depredado à guisa de protesto na via pública.

Como solucionar este problema

Só tem um caminho, e não é pela violência — porque se hoje a polícia está usando gás lacrimogênio e balas de borracha para conter a multidão, amanhã pode usar metralhadoras com balas dundum e granadas, alegando que a situação de conflito obrigou as autoridades a fazerem uso de armas letais. É o dito pelo não dito.

A solução para este problema é de cunho pessoal, individual, e começa com a educação. Mas não pensem que é obrigação dos professores mudar o mundo, não é disso que estou falando. Falo da educação que vem de casa, que os pais dão aos filhos. Uma educação como a que eu tive, por exemplo, com acesso a todo tipo de informação, mas cuja principal, da qual não podíamos nos esquecer, era a do respeito às outras pessoas, e à propriedade alheia.

Aí depois passa pela vontade individual de cada um, de escolher se quer ser um cidadão de bem, se quer ser instruído a despeito de todas as dificuldades, ou se quer ser um revoltadinho acéfalo, que briga com tudo e com todos sem nem entender por que as coisas são como são. É a hora de estudar, de usar a Internet para aprender coisas úteis em vez de apenas ver pornografia e fofocar no Facebook. É a hora de encarar os desafios, e botar a cabeça para pensar em vez de querer enchê-la de prazeres fáceis.

Por fim, porque meu protesto já está imenso, o golpe fatal, certeiro, é quando cada um fizer sua parte de forma a criarmos uma massa crítica suficiente para, pelo poder do voto, desbancar todos os corruptos que se reelegem ano após ano: sarneys, genoínos, e toda sorte de coronéis acostumados a se sentirem donos do Estado, sem se importar com nada a não ser alimentar as próprias vaidades e fortunas.

Infelizmente…

Infelizmente, eu não tenho esperanças de que essa revolução com a qual eu sonho venha a se concretizar. Pelo menos não durante os muitos anos que me restam de vida.

Enquanto:

  • virmos gente jovem e saudável fingindo que dorme sentada nos bancos destinados aos idosos nos transportes públicos;
  • testemunharmos pessoas usando aparato sonoro em alto volume em locais públicos (não só no ônibus ou no metrô);
  • as pessoas entrarem em seus empregos planejando como farão para arrancar altas somas do patrão quando se demitirem;
  • virmos pais ameaçando professores que não derem boas notas aos seus filhos, em vez de incentivar os rebentos a estudar;
  • virmos gente jogando lixo na rua como se isso fosse algo normal;
  • as pessoas inventarem mentiras para não ir trabalhar;
  • um jogo de futebol qualquer for mais importante para as pessoas do que qualquer outro assunto;
  • os locais tratarem os turistas como otários e fizerem de tudo para explorá-los em vez de receber como se recebe um visitante;
  • homens acharem que podem opinar sobre o que as mulheres fazem com o corpo delas, reduzindo-as a meros aparelhos reprodutores ambulantes;
  • pessoas forem agredidas e até mortas por sua orientação sexual, pela cor da sua pele, pelo seu sotaque, ou por suas origens…

Enquanto essas pequenas mostras — entre incontáveis outras — de absoluta ausência de civilidade forem a regra e não a exceção em nossa sociedade, tudo o que se verá é a perpetuação do sistema vigente. Porque só muda a proporção, mas gente que cobra vinte Reais por um refrigerante de alguém que não fala o idioma local é tão ladrão quanto o mensaleiro que ganha milhões como pagamento por continuar sendo corrupto.

E a direita?

Na verdade, eu não sei responder à pergunta que dá título a este post, porque sempre que eu defendo a propriedade privada, porque a vida inteira vi meu pai trabalhando como autônomo, e construí minha vida dessa maneira, sou chamado de “burguês” como se isso fosse um demérito. Deve ter sido no dia que parei de esperar que alguém (Deus, o Estado, uma fada madrinha, um santo milagreiro) resolvesse minha vida por milagre e passei a trabalhar mais, que esse é o único jeito de ter recursos para alcançar meus objetivos materiais.


#365Posts – Quando foi que eu “virei’ de direita? é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Sunday, 02 Jun 2013 13:00

#365Posts – Acelere seu WordPress fazendo cache dos menus: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Quem tem um blog normalmente quer que ele carregue à velocidade da luz, não importando a quantidade de visitas, o tamanho do servidor ou qual seja a conexão de Internet que o visitante tenha. Para alcançar este intento é comum fazer uso de caches os mais diversos, além de outras otimizações menos óbvias.

Como tenho verdadeira obsessão por fazer qualquer servidor render o máximo possível, extraindo de cada bit até o último caldinho, com o intuito de obter sites (meus e de meus clientes) estáveis e rápidos, acabei encontrando uma técnica de cache dos menus que pode fazer bastante diferença na quantidade de queries (consultas) de bancos de dados.

Em outras palavras, não sou o autor da presente técnica, apenas estou trazendo ao conhecimento de quem possa dela fazer uso, mais notadamente desenvolvedores de temas e usuários avançados, capazes de fazer edições no código dos temas que usa.

Metendo a mão na massa

Para aplicar esta técnica de otimização em seu blog será necessário dar dois passos. O primeiro é adicionar ao functions.php o código abaixo (mantido com os comentários originais em respeito ao autor).

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function get_cached_menu( $menuargs ) {
 
    if ( !isset( $menuargs['menu'] ) ) {
 
        $theme_locations = get_nav_menu_locations();
        $nav_menu_selected_id = $theme_locations[$menuargs['theme_location']];
        $termslug = get_term_by( 'id', $nav_menu_selected_id, 'nav_menu' );
        $transient = 'menu_' . $termslug->slug . '_transient';
 
    } else {
 
        $transient = 'menu_' . $menuargs['menu'] . '_transient';
 
    }
 
    if ( !get_transient( $transient ) ) { // check if the menu is already cached
 
        $menuargs['echo'] = '0'; // set the output to return
        $this_menu = wp_nav_menu( $menuargs ); // build the menu with the given $menuargs
        echo $this_menu; // output the menu for this run
        set_transient( $transient, $this_menu ); // set the transient, where the build HTML is saved
 
    } else {
 
        echo get_transient( $transient ); // just output the cached version
 
    }
 
}
 
add_action('wp_update_nav_menu', 'my_delete_menu_transients');
 
function my_delete_menu_transients($nav_menu_selected_id) {
 
    $termslug = get_term_by( 'id', $nav_menu_selected_id, 'nav_menu' );
 
    $transient = 'menu_' . $termslug->slug . '_transient';
 
    delete_transient( $transient );
 
}

O segundo passo é substituir no tema todas as chamadas que houver para wp_nav_menus por get_cached_menu.

Entendendo o processo

O que a belezinha acima faz é relativamente simples.

Começando do fim: engatamos uma função ao evento de atualização dos menus, de forma a garantir que caso um menu seja atualizado (raramente é) o cache relacionado a ele seja destruído adequadamente.

A função que escrevemos verifica se um determinado menu existe no cache (que fica na tabela de opções do WordPress), e caso exista entregamos diretamente o HTML dele. Caso não, recuperamos o código do menu pelas vias normais do WordPress, salvamos o seu cache e entregamos o HTML para o template.

É claro que esta técnica só se aplica aos menus dinâmicos do WordPress, e quanto maiores e/ou mais complexos forem os menus maior será o ganho de desempenho provido por este hack. No caso deste blog, que usa um menu extremamente simples, consegui reduzir o (absurdo) número de 99 consultas ao banco na página inicial para 92.

Garantia e blá blá blá

Você já sabe, mas não custa relembrar: é proibido fumar a bordo… Não, espera…

O fato de eu usar este código nos meus sites não implica que ele seja perfeito, nem que vá ajudar todo mundo. Antes de fazer qualquer alteração em seu site faça backup. Eu não me responsabilizo por qualquer tipo de perda ou dano que você ou seu site possam sofrer em decorrência do uso deste código ou de qualquer outro publicado em meu blog.

Fonte: StackOverflow


#365Posts – Acelere seu WordPress fazendo cache dos menus é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Saturday, 01 Jun 2013 13:00

#365Posts – Como substituir o MySQL pelo MariaDB nos servidores cPanel: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



E eis que, mais uma vez, abordo um assunto técnico aqui no blog. Peço desculpas a quem gosta dos meus posts mais “humanos”, ou dos posts de gatinhos e outros bichinhos fofinhos. Em breve voltaremos à nossa programação normal.

Por que substituir o MySQL pelo MariaDB

Na verdade, se você não tem sua própria resposta a esta pergunta deveria parar de ler este post agora e fazer algo mais divertido, já que o assunto é bem complexo e exige algum conhecimento técnico específico anterior.

Se ainda assim você quiser saber mais sobre o assunto, posso sugerir o post MariaDB para todos — ou pelo menos para os corajosos, no blog da melhor empresa de hospedagem do mundo.

Caso você decida seguir o tutorial, recomendo que leia-o todo primeiramente, para evitar surpresas, e para você saber o que está fazendo. Será necessário, naturalmente, ter acesso como root do servidor para poder executar o procedimento inteiro.

Visão geral do procedimento

Basicamente o que vamos fazer será:

  • backup dos bancos de dados e do my.cnf atuais (para o caso de algo sair errado);
  • configuração do cPanel para não atualizar o MySQL automaticamente;
  • remoção total do MySQL do cPanel;
  • instalação do MariaDB a partir dos repositórios oficiais;
  • recompilação do Apache (a rigor nem precisaria) e do PHP;
  • comemorar.

Antes de começar

Antes de começar a efetivamente desinstalar e instalar programas, é necessário que o servidor esteja atualizado, e que esteja ao máximo dentro dos padrões definidos pela própria cPanel.

Em outras palavras, será necessário desinstalar (ou pelo menos desativar) quaisquer aceleradores HTTP (Varnish ou Nginx) existentes, bem como desativar o ModPageSpeed para que o processo de compilação não falhe.

Para atualizar o cPanel basta executar o comando /scripts/upcp −−force e aguardar o final do procedimento.

Passo 1: backup do MySQL e do arquivo de configuração

Selec All Code:
cp -Rf /var/lib/mysql /var/lib/mysql-backup
mv /etc/my.cnf /etc/my.cnf-backup

Passo 2: desabilitar atualizações

O cPanel na versão 11.36 ignora solenemente o método documentado de evitar atualizações do MySQL. Porém, a qualquer momento poderá voltar a respeitá-lo, razão pela qual vamos ser redundantes e empregar as duas técnicas.

Selec All Code:
/scripts/update_local_rpm_versions --edit target_settings.MySQL50 uninstalled
/scripts/update_local_rpm_versions --edit target_settings.MySQL51 uninstalled
/scripts/update_local_rpm_versions --edit target_settings.MySQL55 uninstalled
 
touch /etc/mysqlupdisable

O método alternativo consiste em editar o arquivo /etc/cpupdate.conf e adicionar a ele:

Selec All Code:
MYSQLUP=never

Passo 3: remover o MySQL instalado

Selec All Code:
/scripts/check_cpanel_rpms --fix --targets=MySQL50,MySQL51,MySQL55
yum remove MySQL*

Na teoria, o primeiro comando acima deve ser suficiente para remover totalmente o MySQL do sistema. Em alguns casos, porém, nos testes que efetuei antes de escrever este tutorial, os RPMs do MySQL continuavam no sistema, razão pela qual é necessário forçar sua exclusão pelo Yum.

Passo 4: Instalar o MariaDB

Primeiro, crie um arquivo chamado /etc/yum.repos.d/MariaDB.repo e ponha nele o seguinte conteúdo:

Selec All Code:
[mariadb]
name=MariaDB
baseurl=http://yum.mariadb.org/5.5/centos6-amd64
gpgkey=https://yum.mariadb.org/RPM-GPG-KEY-MariaDB
gpgcheck=1

Agora é só instalar:

Selec All Code:
yum install MariaDB-server MariaDB-client MariaDB-devel php-mysql
/etc/init.d/mysql start
 
mysql_upgrade
 
/etc/init.d/mysql restart

Passo 5: recompilar Apache e PHP

Neste momento o seu servidor já estará rodando o MariaDB, porém os sites estarão todos com erro 500 devido ao fato de o PHP não estar conseguindo se conectar ao banco de dados. Vamos corrigir isto recompilando o Apache e o PHP, e para nossa alegria (menção não intencional ao meme) vamos fazer tudo “por dentro” do EasyApache.

Se você preferir executar o EasyApache pelo WHM, na interface web, esteja a gosto. Eu prefiro fazer pelo terminal, porque o consumo de memória é menor durante a recompilação.

Selec All Code:
/scripts/easyapache

Agora, o verdadeiro pulo do gato: preste bem atenção nas opções relacionadas aos módulos de MySQL no PHP, e desmarque a opção de usar o MySQL do sistema. Se você não fizer isto os sites permanecerão mostrando erro 500 em vez de funcionar.

Ao final da compilação tudo estará lindo e cheiroso novamente, só que agora ainda mais lindo e mais cheiroso, porque em vez do MySQL o servidor estará com o MariaDB em funcionamento!

Passo 6: aparar arestas

A partir de agora você já pode sair comemorando, seu objetivo de substituir o MySQL pelo MariaDB foi alcançado.

Entretanto, para obter um desempenho ótimo do servidor alguns passos adicionais devem ser feitos.

Passo 6.1: evitar que o arquivo de log de erros do Apache inche rápido demais

Verifique se o arquivo /usr/local/apache/logs/error_log não está registrando um aviso, a cada visitante, de que o módulo mysql.so não foi carregado.

Você deve remover a referência a este módulo no php.ini (pelo terminal ou pelo editor de configurações do PHP em modo avançado via WHM) para parar este aviso.

Isto só vai acontecer caso você originalmente tivesse a opção para usar o MySQL do sistema marcada no EasyApache.

Passo 6.2: converter as tabelas dos bancos de dados para XtraDB

Ao simplesmente substituir o MySQL pelo MariaDB o servidor já deverá estar mais rápido para realizar consultas aos bancos de dados, porém o verdadeiro ganho, aquele que fará suas pernas tremerem, sua boca ficar seca e borboletas baterem asas no seu estômago virá mesmo é da troca do mecanismo de banco de dados padrão das tabelas (MyISAM) para o XtraDB (equivalente com melhorias ao InnoDB do MySQL — inclusive o nome se mantém InnoDB para máxima compatibilidade com os programas atualmente existentes).

Note que o processo de conversão tem que ser feito tabela por tabela, banco por banco, e consiste em duas etapas: remover todos os índices do tipo fulltext e efetivamente alterar o mecanismo da tabela.

Caso precise de mais informações a respeito da necessidade de remover os índices fulltext por favor consulte o Google, há uma imensidão de páginas falando sobre o assunto.

Para descobrir quais tabelas têm índices que precisem ser removidos utilize o código abaixo, tomando o cuidado de alterar db_wordpress pelo nome do banco de dados que deseja analisar.

Selec All Code:
mysql -e "SELECT concat('ALTER TABLE ',TABLE_NAME,' DROP INDEX ', index_name, ' ;') FROM information_Schema.STATISTICS WHERE table_schema = 'db_wordpress' AND index_type = 'FULLTEXT' ORDER BY index_name " | tail -n+2 > drop.sql

Ao final você terá um arquivo chamado drop.sql que poderá ser usado para apagar os índices necessários à conversão das tabelas. Eu, particularmente, prefiro copiar o conteúdo deste arquivo e executar a sequência de comandos no phpMyAdmin, mas é mera questão de gosto — eu não teria um motivo lógico para justificar esta preferência.

Ao terminar de excluir os índices, será possível então converter as tabelas MyISAM para InnoDB (na verdade XtraDB, mas lembre-se que a nomenclatura foi mantida por razões de retrocompatibilidade).

Utilize o código abaixo, muito semelhante ao anterior, para gerar a lista de comandos ALTER TABLE necessários para converter todas as tabelas para o novo formato.

Selec All Code:
mysql -e "SELECT concat('ALTER TABLE ',TABLE_NAME,' ENGINE=InnoDB;') FROM Information_schema.TABLES WHERE TABLE_SCHEMA = 'db_wordpress'  AND ENGINE =  'MyISAM'  AND TABLE_TYPE='BASE TABLE'" | tail -n+2 > alter.sql

Da mesma forma, o código acima vai gerar um arquivo chamado alter.sql contendo a lista de comandos para modificar todas as tabelas do banco de dados db_wordpress (no exemplo, é claro que você vai mudar a cada vez para cada banco de dados do seu servidor).

Responsabilidades, garantias e suporte

Creio que nem seria necessário dizer, mas vamos lá…

  • A responsabilidade sobre o que você vier a fazer no seu servidor é sua.
  • Eu não tenho como ajudar você com o seu servidor além do que já fiz escrevendo este post.
  • Tenha backups de tudo antes de começar a mexer com o MySQL.
  • Caso algo dê errado você terá de se virar para consertar; eu não posso ajudar.
  • Esta não é a única maneira de fazer a conversão do MySQL para MariaDB, e provavelmente não é a melhor. É apenas a maneira que eu uso, e sobre a qual tenho total controle.
  • Não sei se já disse, e se sim repito: a responsabilidade sobre o que você vier a fazer no seu servidor é sua.


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Date: Friday, 31 May 2013 13:00

#365Posts – Qual a memória ideal em um Mac?: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



MacBook Pro

Se não quiser ler o post todo: a RAM ideal para qualquer Mac, em minha avaliação, é 16GB.

Quem convive comigo já sabe que desde que usei um Mac pela primeira vez fiquei fã dos produtos da Apple. Não me considero um appletard porque não tenho uma “apreciação cega” pelos produtos deles — ao contrário, tenho várias críticas e reclamações. Porém, é fato que desde que passei a usar Mac nunca mais precisei me preocupar em formatar sistema, ou com atualizações que inutilizam o computador.

Desde que passei a ter condições de pagar pelos produtos de qualidade indiscutível da Apple que eu sempre tenho pelo menos dois Macs: um iMac e um MacBook. O iMac é para usar no home office, e o MacBook para quando estou viajando — ultimamente ando até sossegado, mas normalmente eu passo metade do mês fora de casa.

Recentemente troquei meu MacBook Pro de 15 polegadas por um verdadeiro achado: um MacBook Pro de 17 polegadas, que já está descontinuado faz muito tempo. Em função desta condição consegui comprar a máquina com um desconto de R$ 3.500,00, argumentando com o gerente da FNAC que se o notebook estava fazia tanto tempo lá sem vender iria acabar virando sucata inútil se ele se recusasse a vender pra mim pelo preço que eu queria.

Numa política (que eu considero) absurda da Apple, um notebook topo de linha, de alta resolução, com processador i7, vai para as lojas com apenas 4GB de RAM. Quatro gigabytes de RAM não dão nem para a saída considerando as minhas necessidades.

Enquanto não entregava o MacBook Pro de 13 polegadas que vendi a um feliz comprador que agora tem um computador de bem pouco uso, e que foi muito bem tratado durante toda sua vida comigo, acabei aproveitando para fazer uns testes quanto à quantidade de RAM em meu iMac (que tem processador i5, ligeiramente inferior ao do MacBook Pro que acabei de comprar).

Desde que comprei a máquina (que veio com 2x2GB de RAM) que adicionei dois pentes de 4GB cada, totalizando 12GB na máquina. E sempre achei que seriam suficientes, já que se trata do triplo do padrão que a Apple estipulou para suas máquinas.

Testes com diversas configurações de RAM

Memoria-Notebook-8GB-DDR3-1333-Markvision

No primeiro teste que fiz troquei todas as memórias por 4x8GB. Para minha surpresa (mas não deveria ter sido) o computador ficou muito mais rápido para iniciar, e o seu uso ficou de sonhos, sem travamentos ou engasgos. Parecia que eu poderia abrir todos os programas que desejasse ao mesmo tempo que nunca mais haveria nenhum tipo de lentidão ou travamento (e provavelmente é verdade isso).

Como eu tinha prometido ao comprador do meu MacBook que iria entregar a máquina com 16GB de RAM (embora a Apple não admita que os MacBooks Pro e os iMacs mais recentes suportem essa memória toda) separei os dois pentes mais novos para mandar para o meu amigo, e reconfigurei o iMac para ficar com 2x8GB mais 2x4GB, totalizando 24GB de RAM. E o resultado foi que não houve diferença nenhuma para a configuração com 32GB.

Aí resolvi instalar um programa para monitorar o uso de RAM, o Memory Clean. E notei que por mais que eu fizesse, o computador estava sempre usando em torno de 14GB de RAM.

Por fim, refiz os testes com 16GB de RAM, e o resultado foi novamente a máquina rodando lisinha e macia, com os mesmos 14GB, mais ou menos, sendo utilizados.

E assim, da maneira mais empírica possível (experimentando as diversas configurações no meu dia a dia, e não com programas de benchmark que por definição não simulam situações diárias reais), constatei que 16GB é a quantidade de RAM ideal para qualquer Mac, contanto que a pessoa tenha a mesma necessidade que eu.

Como fazer upgrade de RAM nos Macs

Aumentar a memória RAM de um Mac é extremamente simples, e não vou repetir o processo aqui porque existem toneladas de tutoriais, em texto, texto e fotos, vídeo, o que o freguês preferir, explicando como se faz.

As observações que precisam ser feitas são apenas as seguintes.

  • Embora a Apple não admita, seus modelos mais recentes de MacBook Pro (menos o com tela Retina) e de iMac todos suportam pentes de memória de 8GB (eu uso e recomendo as da Markvision, conforme ilustração acima). Assim, um MacBook Pro com 16GB é fácil de conseguir. No Boadica, essa semana, esta memória estava à venda por meros R$ 130,00 cada pente.
  • O MacBook Pro com tela Retina não pode receber melhorias de RAM, porque em vez de serem encaixadas as memórias são soldadas diretamente na placa de circuito, a exemplo do que ocorre com os MacBook Air.
  • O único cuidado que deve ser tomado é de usar memórias com velocidades iguais às originais (no meu caso, DDR 3 a 1333MHz). Memórias mais lentas arrastarão a máquina, e mais rápidas podem até mesmo impedir o computador de iniciar.

Garantia

Fazer upgrade de RAM não invalida a garantia de nenhum Mac, mesmo que você instale memórias “genéricas” e não memórias idênticas às que a Apple usa.

Ninguém perguntou, mas…

Ninguém perguntou aqui ainda, mas é comum que as pessoas me questionem por que trocar um MacBook praticamente novo, rápido, leve por um “trambolho” de 17 polegadas, mais pesado e mais difícil de carregar de um lado para outro.

A explicação é simples: não é o tamanho da tela que me interessa, e sim a resolução de vídeo. Não me adianta nada ter um portátil com tela de qualquer tamanho, e os mesmos 1280x800px de sempre (que é o que os fabricantes em geral fazem, aumentam o tamanho do pixel em vez de manter a densidade e em consequência aumentar a resolução). Meu trabalho requer que eu mantenha várias janelas abertas ao mesmo tempo, lado a lado, o que numa tela pequena é proibitivo.

Eu poderia ter optado por um MacBook Pro de 15 polegadas, com tela de Retina, que tem muito mais resolução, porém o preço dessa máquina é altíssimo (um desses com 16GB de RAM — teria que encomendar especialmente à Apple — custaria mais do que o dobro do que gastei para comprar o MacBook Pro de 17 polegadas), e como disse acima, não adiantaria comprar com menos RAM porque seria impossível de fazer o upgrade depois.

É claro que tudo o que digo aqui é baseado em meu uso dos meus computadores, e nem que eu quisesse (mas não quero) daria para abranger todas as possibilidades num artigo destes.

Creio que pessoas que trabalhem com edição de textos apenas, que não precisem monitorar servidores, nem desejem manter várias janelas de SSH abertas e visíveis de uma vez só, possam se adaptar muito melhor à leveza e à elegância de um MacBook Air, mesmo que com apenas 4GB de RAM. Pra mim, tem que ser 16GB.


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Date: Thursday, 30 May 2013 13:00

#365Posts – MacBook novo: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.




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Date: Wednesday, 29 May 2013 13:00

#365Posts – Artes Marciais: o rolamento perfeito: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Nas artes marciais, é importante que o praticante compreenda a mecânica natural do corpo, conheça seus limites (os reais, e os que ele acha que tem), e que domine técnicas básicas que permitirão executar os movimentos mais difíceis sem criar uma lesão para si.

Dizem popularmente que a primeira coisa que o aluno de artes marciais tem de aprender é a cair, e não deixa de ser verdade: uma queda de mau jeito pode custar caro em termos de consequências no corpo do aluno.

Depois de aprender a cair o aluno deverá desenvolver a habilidade de efetuar rolamentos (ou “volteretas” — entendedores entenderão), técnica que uma vez compreendida não na mente mas nos músculos, tendões, ossos e demais tecidos do aluno, conferirá a ele harmonia e leveza para empreender desafios cada vez mais difíceis.

Abaixo, uma demonstração do rolamento perfeito, com sua simplicidade, graça, harmonia e a consequente paz interior, por mimetizar no corpo toda a perfeição cósmica.


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Date: Tuesday, 28 May 2013 13:00

#365Posts – As mulheres mais burras do planeta: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



mulher burra 04 mulher burra 06 mulher burra 05 mulher burra 03 mulher burra 09 mulher burra 01 mulher burra 08 mulher burra 07 mulher burra 02

Só pode ser burrice. Ou que outra explicação existiria para essas mulheres não atinarem nem a levar uma garrafa d’água à boca, fazendo toda essa lambança e se babando feito buldogues?


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Date: Monday, 27 May 2013 13:00

#365Posts – O violinista filho da santa: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Aqui no meu prédio tem um aprendiz de violinista. O cara passa o dia inteiro praticando escalas as mais diversas, e de vez em quando ele arrisca tocar uma “Asa Branca”. Outro dia ele até tocou “Shampain”, que pra quem não conhece segue abaixo.

Acontece que eu deveria estar em um estado alterado de consciência, devido aos incensos que a outra vizinha queima diuturnamente (mas tudo bem, a ela tudo é permitido porque ela é a tia louca dos gatos); caso contrário não teria dado jeito de reconhecer que o que ele estava executando (melhor seria se fosse a tiros) era essa música da gatinha acima.

A canção “Shampain” fala da humilhação e da dor de uma garota ao ser abandonada pelo noivo no altar.

Aliás, o termo shampain, que me parece ser um trocadilho entre shame (vergonha) e pain (dor, ou sofrimento) parece muito adequado ao caso em tela, porque é exatamente isso que o cara causa nos vizinhos: vergonha alheia por ele sendo uma pessoa tão refinada, já que aprecia instrumentos musicais clássicos como o violino, não ter a educação mínima para saber que sua atividade está incomodando os outros, e sofrimento que eu não preciso explicar. Aliás, saber ele sabe, tenho certeza. Mas falta-lhe alteridade, falta-lhe colocar-se no lugar dos que compulsoriamente precisam “apreciar” sua arte que mais parece tortura sádica com requintes de crueldade.

É assim que imagino meu vizinho.

Isto posto, só tenho duas coisas legítimas a fazer:

  • escrever posts de catarse como este, na esperança de que eu consiga me livrar dos pensamentos que incitam ir lá e fazer o cara vomitar o violino, depois que o instrumentos fizesse todo o caminho contrário no sistema digestório até chegar à boca; e
  • perdoar o cara.

É sério.

O sujeito que desrespeita o semelhante a este ponto, o que é tão grave quanto ouvir música em transporte coletivo sem fone de ouvido, ou peidar no elevador lotado, é um coitado, um infeliz que não tem nem amigos (e se um dia teve namorada/o com certeza é/foi/será corno).

Afinal, ele tem o direito de tocar o violino dele o quanto quiser, fora do horário de silêncio estipulado pelas normas do condomínio. E ele respeita este horário religiosamente: todos os dias, às 19h em ponto, ele para com a encheção de saco, e só a retoma no dia seguinte, às 8h da manhã. Pontualmente. Sempre.

Por fim, eu deveria era agradecer a ele mesmo: enquanto ele estiver sendo o filho da puta do prédio, de Copacabana, do Rio de Janeiro, a vaga fica preenchida e não abre “concorrência”. Sabe-se lá quem poderia vir a ser o seu sucessor, né?


#365Posts – O violinista filho da santa é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Sunday, 26 May 2013 13:00

#365Posts – A dramática morte do cachorro: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Não sou de ficar postando fotos de animais mutilados, ou alardeando crueldades contra os bichos, porque acho que isso não leva bem nenhum a lugar algum.

Mas a morte abaixo, extremamente dramática, precisa ser divulgada.

Quisera eu ter metade deste talento!


#365Posts – A dramática morte do cachorro é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Saturday, 25 May 2013 13:00

#365Posts – “Espaço de tempo” de ** é você sabe o quê: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Espaço Sideral

Espaço, a fronteira final

Algumas coisas me deixam muito “bolado”, mas poucas se comparam ao nojinho que sinto quando vejo algum pretenso intelectual usando a expressão “espaço de tempo”.

Gente, anotem para nunca mais esquecer: espaço é uma dimensão, tempo é outra. Não existe na Língua Portuguesa a expressão espaço de tempo!

Agora mesmo li um post de uma dessas mulas dizendo que “no espaço de tempo de três dias” alguma coisa aconteceu. Nem sei mais sobre o que é o post, só sei que “espaço de tempo”, usado por alguém que se considera da nata da massa intelectualoide, que se acha o gás da última coca-cola do deserto, foi medonho demais para que eu conseguisse lembrar de qualquer outra coisa do texto.

Quando quiser falar em uma diferença temporal entre dois efemérides, caro intelectual meia boca, lembre que o termo correto é intervalo. Se não quiser usar sempre a mesma palavra, o que é louvável, use algum dos seus sinônimos:

  • período
  • interstício
  • ínterim

A verdade por detrás dos fatos

A verdade, meu caro leitor, e não quero com isso que ninguém se sinta ofendido ou enganado, é que tudo o que eu escrevi acima é verdade, exceto a partezinha que diz que é errado usar a horrorosa expressão “espaço de tempo”.

Apesar do meu desejo de que vigorasse uma lei proibindo o uso desta expressão, ela é gramaticalmente correta. Ou tornou-se, devido ao seu repetido e extenuante emprego — inadequado, saliento.

Pode ser correto, mas que é feio é.


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Date: Friday, 24 May 2013 13:00

#365Posts – Aula grátis de Le Parkour: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Tratar com a Velha Louca dos Gatos.


#365Posts – Aula grátis de Le Parkour é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Thursday, 23 May 2013 13:00

#365Posts – A velhinha da lanchonete: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Não tenho como atestar a veracidade da história abaixo (e acho que tampouco isto se faz necessário). Colhi-a no Tumblr, traduzo livremente aos que não dominam o Inglês.

Fui ao Subway almoçar e uma multidão de soldados estava lá comendo. Havia uma senhora de idade, mirradinha, andando entre os rapazes e apertando a mão de cada um e dizendo: “obrigada pelo seu serviço.” Era óbvio, entretanto, que ela não se movimentava muito bem. Então, um dos soltados sentou-a numa cadeira, e todos se alinharam em fila, e alternadamente foram apertando a mão dela, e agradecendo, quando então ela diria “obrigada pelo seu serviço.” De vez em quando ela flertava com um dos rapazes, fazendo algum comentário do tipo “você é do tipo bonitão, hein!” Ganhei meu dia.Via


#365Posts – A velhinha da lanchonete é um post original de O Blogue do Janio.

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Date: Wednesday, 22 May 2013 13:00

#365Posts – Cachorro Dentista: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



Por um instante achei que fosse o cachorro do Peter Parker mandando uma teia direto na boca da guriazinha.


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Date: Tuesday, 21 May 2013 13:00

#365Posts – O dia em que eu assisti a um jogo de futebol inteiro: este post pode conter recursos gráficos disponíveis apenas na visualização do blog, e não por meio do feed. Embora façamos o possível para não limitar ou embaralhar o feed, sugerimos que visite o site para aproveitar melhor o post.



– Assiste ao jogo aí com a gente, Janio. Depois vai rolar um sushi maneiraço.

– Tá, tudo bem, nesse caso eu faço o sacrifício.

sushi 01 sushi 02 sushi 04 sushi 05 sushi 03

Pena que era mentira.


#365Posts – O dia em que eu assisti a um jogo de futebol inteiro é um post original de O Blogue do Janio.

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