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Neste final de semana do que seria o aniversário de 50 anos do Ayrton Senna, muitas manifestações estão sendo feitas relembrando as glórias, os momentos marcantes e tudo que relacionava a vida deste grande piloto dentro e fora das pistas. Falar alguma coisa sobre ele talvez seria chover no molhado. Até porque eu tenho visto muitas homenagens sensacionais por aí. Talvez a que chame mais minha atenção é o especial que o Flávio Gomes fez no blog dele com imagens e vídeos pouco divulgados desde a época do Kart até sua chegada na Williams em 1994.
E por falar em vídeos pouco divulgados, procurando no You Tube eu achei este vídeo do aniversário de 25 anos de Ayrton Senna realizado em Sampa. Com uma cobertura diferente daquela prestada pela RGT nos dias de hoje, lembrando até de certa maneira a cobertura de uma festa de luxo pelo Amaury Jr.
Como seria o aniversário dele se caso estivesse vivo? Teríamos uma bandinha e fãs comemorando tudo junto como demonstra esta reportagem?
No dia 21 de março, Ayrton Senna completaria 50 anos. E com isso, já acontecem uma série de homenagens. A equipe CRT Brasil, correrá no domingo a primeira etapa do Itaipava GT Brasil com a logomarca alusiva ao aniversário do piloto nos carros de Cláudio Ricci e Rafael Derani.

Maior cartão do mundo e prêmios
O Instituto Ayrton Senna criou o www.senna50.com.br, com o objetivo de ser o maior cartão de aniversário do mundo, com mensagens dos fãs para o tricampeão. Para participar é só escrever seu recado direto no site ou tweetar utilizando a hashtag #senna50.
Serão escolhidas as 10 melhores mensagens, que ganharão um kit 50 anos, com produtos exclusivos. Além disso, a melhor delas leva uma réplica do capacete usado por Senna na temporada de 1993.
Bacana, não? Bora participar?
Uma das bizarrices mais engraçadas (entre várias) na etapa da Fórmula Indy em São Paulo foi o ganhador da prova, Will Power, olhar pra caixinha de leite da Bom Gusto e estranhar horrores. Também pudera, estão acostumados com os garrafões de leite tirados direto da vaca lá nas etapas americanas. Aí vem uma caixa de leite (duvido que não seja integral). Eu faria a mesma cara. Ele mal colocou a boca na caixa. Talvez por medo da procedência da mesma. =P
Enfim, se você quer ter a “relíquia” em sua coleção – sim, a caixa – aproveite porque ela foi a leilão. Com direito a autógrafo de Will Power e tudo. Até o momento deste post, dois usuários estão brigando ferrenhamente por ela e a caixa já chegou ao fantástico preço de… R$ 222,50. Segundo o organizador do leilão, “O dinheiro arrecadado será doado para um projeto de educação no trânsito”.
Isso deve valer daqui a alguns anos, quando lembrarmos dos tropeços da primeira Fórmula Indy realizada em São Paulo.
Você pagaria, agora, por essa caixa? E o que faria com ela? Sejamos criativos. =D
Quase passamos batido desta. Quem ligou o Live Timing na corrida do Bahrein, no último final de semana, estranhou que seu cadastro no site oficial da Fórmula 1 tinha que ser renovado. Era isso mesmo, e foi até comunicado por e-mail antes da corrida.
Mas o legal é que boas mudanças vieram junto. O site da Formula 1 foi reformulado e agora é plenamente acessível por celulares, via navegador. A interface ficou muito bacana.
E o melhor presente: o sistema de Live Timing foi aprimorado e agora está disponível para smartphones. Basta baixar o aplicativo e instalar no seu celular. Tem suporte pra várias plataformas, desde iPhone e Blackberry até alguns modelos da Samsung e da Sony Ericsson. A equipe de tecnologia caprichou.
Testei durante a corrida no meu Nokia E71 e funcionou brilhantemente, tanto com a conexão de dados quanto o Wi-Fi de casa. É o Live Timing puro, com todos os dados, na palma da sua mão. Funciona sem engasgos. E o contador já está girando para os primeiros treinos livres na Austrália, daqui a 6 dias.
Pra fazer o download do aplicativo de Live Timing, acesse do seu celular o endereço http://mobile.formula1.com/. Ou se você tem um iPhone, pode baixar direto da iTunes Store. Ah, tem que ter um cadastro no site da Formula 1 pra acessar o aplicativo. Ou renovar o atual, cadastrando de novo.
Eu que nem consegui jogar ainda o F1 2009 que só saiu para Wii e PSP já fui passado pra trás. Vem aí a versão 2010, e diferente da anterior, que foi lançada às pressas, esta terá um cuidado e consultoria dedicada. Até pilotos estão envolvidos, como Anthony Davidson.
No vídeo, as primeiras imagens do jogo. Não se assustem, eles avisam nas legendas que as pinturas ainda são de 2009 porque não foram atualizadas ainda. Eles estão se preocupando primeiro com o funcionamento do jogo em si.
Me pergunto se será mais um simulador do que um jogo de corrida. Mas as cenas são belíssimas.
Está previsto para Xbox 360, PS3 e PSP. O Wii dançou dessa vez.
[Via Omelete]
O Café com Velocidade desta semana chega com uma longa discussão das etapas iniciais das mais importantes competições do automobilismo: Fórmula 1 e Fórmula Indy.
A primeira, em uma prova um tanto quanto monótona no Bahrein, e a segunda com a emocionante e atrapalhada corrida no sambódromo paulistano.
Tivemos também as famosas rapidinhas e perguntas dos ouvintes. Não perca e deixe seu comentário!
audio/mpeg ( 0 ko)Eu gostaria de escrever este texto baseado em experiências vividas neste último domingo, dia 15, após a São Paulo Indy 300 e a excelente vitória de Will Power. Infelizmente, não consegui ir ao circuito montado no Anhembi e acompanhar de perto o que ocorrera lá. Apenas posso reportar o que eu vi na TV: Problemas na pista (e um jogo de empurra-empurra entre Prefeitura/Dersa, Tony Chapman, FIA e Bandeirantes por conta dos erros um tanto quanto desnecessários); uma transmissão confusa que não deu ênfase necessária a grande prova que ocorrera naquele momento, além de mostrar um público de quase 40 mil pessoas de autênticos fanáticos por automobilismo em um evento com divulgação curta e restrita devido ao tempo de realização para a prova.
Mas estas são coisas que eu vi e a intenção aqui é ouvir a sua opinião sobre o evento. Se você viu in loco ou assistiu pela TV, gostaria de saber o que mais você gostou, o que achou ruim, o que mudaria para a prova do próximo ano, e se tem alguma opinião que ainda não foi reproduzida em nenhum lugar. Será que teremos um evento que poderá competir com a Fórmula 1 nos próximos anos?
Provando que os resultados da pré-temporada apontavam, Fernando Alonso venceu a primeira etapa da temporada da Formula 1, disputada hoje no circuito do Bahrein. Na segunda posição chegou seu companheiro de equipe Felipe Massa, e na terceira posição o inglês Lewis Hamilton da McLaren. E o resultado foi conquistado de forma incontestável pelo espanhol na sua primeira corrida no time de Maranello
A prova foi bastante calma no seu inicio. Vettel largou muito bem e manteve a ponta, enquanto Alonso conseguia ultrapassar Massa na segunda curva. Mais atrás, o único enrosco da prova: Kubica e Sutil tocaram um no outro acabando com a chance de ambos na corrida.
Na frente, os carros mantinham suas posições após a largada. Vettel, Alonso, Massa, Hamilton, Rosberg, Schumacher, Button e Webber corriam separados de todo o resto. Lá atrás, Hulkenberg errava feio segundo antes do abandono de Lucas Di Grassi, na nova seqüencia de curvas do circuito baronita. Um pouco antes, Karun Chandhok com sua HRT batia e também não completaria a prova.
Como era de se esperar, algumas voltas mais na frente foi a vez de Bruno Senna e Timo Glock abandonarem com problemas no carro, mostrando fragilidade das 2 equipes novatas em sua primeira prova. Além deles, a dupla Kobayashi e De La Rosa também não terminaram a prova com problemas na Sauber.
Após as paradas no boxes, todos os primeiros colocados voltaram na mesma posição e parecia que nada ia mudar. Porém, um problema no escapamento do carro da Red Bull fez com que Vettel perdesse potência no motor. Assim, Alonso e Massa passaram o piloto da equipe Austriaca. Duas voltas depois, foi a vez de Hamilton passar. Ainda houve tempo para Rosberg encostar em Vettel, mas não houve possibilidade para ultrapassagem. Na frente, Alonso manteve a posição tranquilamente, e não sendo ameaçado pelo seu companheiro Massa.
Veja como ficou a classificação final da prova:
| Posição | Número | Piloto | Time | Voltas |
| 1 | 8 | Fernando Alonso | Ferrari | 49 |
| 2 | 7 | Felipe Massa | Ferrari | 49 |
| 3 | 2 | Lewis Hamilton | McLaren-Mercedes | 49 |
| 4 | 5 | Sebastian Vettel | RBR-Renault | 49 |
| 5 | 4 | Nico Rosberg | Mercedes Benz GP Ltd | 49 |
| 6 | 3 | Michael Schumacher | Mercedes Benz GP Ltd | 49 |
| 7 | 1 | Jenson Button | McLaren-Mercedes | 49 |
| 8 | 6 | Mark Webber | RBR-Renault | 49 |
| 9 | 15 | Vitantonio Liuzzi | Force India-Mercedes | 49 |
| 10 | 9 | Rubens Barrichello | Williams-Cosworth | 49 |
| 11 | 11 | Robert Kubica | Renault | 49 |
| 12 | 14 | Adrian Sutil | Force India-Mercedes | 49 |
| 13 | 17 | Jaime Alguersuari | STR-Ferrari | 49 |
| 14 | 10 | Nico Hulkenberg | Williams-Cosworth | 48 |
| 15 | 19 | Heikki Kovalainen | Lotus-Cosworth | 47 |
| 16 | 16 | Sebastien Buemi | STR-Ferrari | 46 |
| 17 | 18 | Jarno Trulli | Lotus-Cosworth | 46 |
| - | 22 | Pedro de la Rosa | BMW Sauber-Ferrari | 28 |
| - | 21 | Bruno Senna | HRT-Cosworth | 17 |
| - | 24 | Timo Glock | Virgin-Cosworth | 16 |
| - | 12 | Vitaly Petrov | Renault | 13 |
| - | 23 | Kamui Kobayashi | BMW Sauber-Ferrari | 11 |
| - | 25 | Lucas di Grassi | Virgin-Cosworth | 2 |
| - | 20 | Karun Chandhok | HRT-Cosworth | 1 |
A Fórmula 1 voltou! E muita gente apostava em Alonso, Massa ou Schumacher na pole. Mas todos erraram. Na primeira prova de 2010, quem sai na frente é Vettel.
É importante lembrar que agora são 24 carros na pista, tudo bem que alguns vieram se arrastando, como a Hispania, a Lotus e a Virgin. No Q1 foram 7 eliminados, além dos dois pilotos das equipes acima, Alguersuari também foi junto.
Fomos para o Q2 onde mais sete pilotos iriam cair fora da disputa. Em muitos momentos, Barrichello acabou revivendo a dupla do ano passado, pois estava muito próximo ao tempo de Button. Entre os primeiros, Massa e Alonso travavam uma bela disputa e Vettel já mostrava que vinha para realmente ficar com o primeiro lugar.
Nessa, quem se deu pior foi Rubens, que no 11º lugar acabou eliminado. Junto com eles foram Liuzzi, Hulkenberg, De la Rosa, Buemi e Kobayashi.
Expectativa para o Q3: como seria a briga de Massa com Alonso? Será que Schumacher estragaria a festa de todos? Muito pelo contrário. Quem acabou estragando a festa de Schumacher foi Rosberg, que num desempenho muito melhor, fechou com a sua Mercedes no quinto lugar, enquanto o alemão sairá em sétimo.
Vettel estava disparado na frente e restou apenas saber quem seria o ferrarista com o segundo lugar. Massa e Alonso vinham na mesma passada, praticamente com os mesmos tempos, mas no momento final o brasileiro conseguiu chegar à frente. Em quarto sai Hamilton, com um desempenho um pouco discreto, mas melhor que Button, apenas em oitavo. Webber ficou com o sexto posto e fechando a tabela, Kubica e Sutil, em nono e décimo.
Classificação:

Acompanhe a nossa transmissão no Ao Vivo!
O Café com Velocidade vem em uma edição mais que especial nesta semana. Com a volta das principais categorias do automobilismo, F1 e a Indy, tivemos muitos assuntos para comentar.
Realizamos o aquecimento para o GP do Bahrein e a melhor parte é que retornamos com os nossos palpites. Quem será que vai errar mais esse ano? Na Indy, tivemos a participação do Pezzolo, que além de falar sobre a categoria, também comentou a estréia da sua TV. Passamos pela primeira prova da Truck este ano, além da Nascar e suas intrigas na última prova, realizada em Atlanta.
Para entenderem o que pegou na Nascar, acessem este post aqui, com todos os vídeos e detalhes.
Outras categorias, como o WTCC e o IRC, também foram abordadas nas rapidinhas, que já começam a ficar recheada de informações!
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Que tal ser protagonista de uma campanha na internet?
Essa é a proposta do Chevrolet Classic. Aposto que você se lembra deste carro, que além de ser um dos mais vendidos da marca, conquistou o carinho do público ao longo dos anos.
No site, quem tem ou já teve um Classic, pode compartilhar as suas melhores histórias com o veículo por meio de fotos, vídeos ou textos. Vale desde uma situação engraçada até aquele romance.
Depois serão escolhidos os 15 melhores relatos, que participarão da campanha online. É a sua chance de virar uma celebridade.
Falta exatamente uma semana para a realização da corrida da Indy em São Paulo. Se você já comprou seu ingresso, deve estar contando os dias para a prova, se ainda não adquiriu, dá tempo de correr e garantir o seu.
Com essa questão solucionada, uma outra importante entra em jogo: o que devo levar para o autódromo, como chego até lá, qual horário é o melhor etc. Esses são itens que devemos prestar bem atenção, pois podem fazer toda diferença na hora de curtir a sua corrida.
Equipamento
Eu irei acompanhar a prova no setor 14 Bis, que é descoberto e lembra muito bem a arquibancada do setor G na Fórmula 1. Lá, temos que nos preparar para enfrentar sol e chuva a qualquer momento do dia. Por isso, é sempre bom ter uma mochila com os seguintes itens: protetor solar, boné, capa de chuva e sacos plásticos (para cobrir a mala e seu pé, num calçado confortável). Um radinho também é bem-vindo para você não ficar perdido durante a corrida.
Lugar
Geralmente, um lugar no alto da arquibancada é o que garante melhor visão da pista como um todo. E para conseguir ficar lá em cima, é preciso chegar cedo no sambódromo. Os portões abrirão às 7h da manhã e é bom estar lá mais ou menos neste horário. Como no sábado acontecem os treinos e, quase sempre, há menos público neste dia, pode ser uma boa oportunidade para testar uma “estratégia” para o domingo.
Transporte
Não recomendo muito o uso de automóvel para chegar no autódromo. Quase sempre você pega muita fila para achar um lugar e quando consegue o preço é um absurdo. Neste caso, é interessante pegar o metrô, linha azul, até o Terminal Rodoviário do Tietê. Mais 10 minutos de caminhada e você chega nas arquibancadas.
Divirta-se e aproveite a corrida!
* Este texto reproduz única e exclusivamente a opinião deste redator e não representa a opinião do site Velocidade.org.
Estou ansioso para ver a corrida que ocorrerá semana que vem no Sambódromo do Anhembi, transformado em circuito pela primeira vez, para a realização da “São Paulo Indy 300” sob a tutela da IZOD IndyCar Series. Vai ser um evento único, em todos os sentidos. Primeiro porque está categoria nunca veio ao país, como algumas pessoas estão confundido.
A IndyCar Series (atualmente patrocinada pela IZOD) foi criada em 2008 depois que as equipes da ChampCar juntaram as equipes que disputavam o campeonato da Indy Racing League (conhecida como IRL). A fusão das categorias, da forma como foi propagada, nunca existiu de fato, uma vez que a ChampCar entrou com pedido de Falência pouco tempo depois. Esta ChampCar foi o que sobrou da CART World Series, campeonato forte que nos anos 90 teve a pretensão de duelar com a Formula 1 em popularidade. Porém, por diversas falhas administrativas, a categoria definhou vertiginosamente.
O que faz as pessoas pensarem que se trata da mesma categoria é a prova de Indianapolis. Desde 1994, quando o dono do circuito Tony George formou a Indy Racing League, tivemos duas competições concomitantes com a maioria da provas no solo americano, dividindo as equipes e fazendo uma confusão na cabeça de todo mundo. Pelo menos, a CART nunca marcou provas no período da Indy 500, permitindo que as principais equipes pudessem disputar esta etapa. Tanto que a Ganassi conseguiu vitórias em Indianapolis enquanto corria na temporada regular da PPG CART World Series. E foi a CART que correu no circuito oval Nelson Piquet, hoje um autódromo abandonado no Bairro de Jacarepaguá.
Por conta deste histórico confuso entre estas categorias, seria normal verificar que muita gente iria confundir CART com IRL, que hoje é IndyCar Series. Mas a questão é mais ampla. Comparar uma categoria com a outra por conta das equipes é uma bobagem. A Penske já esteve na F1, na CART e na IRL, além de participar de outras categorias. Mas só com a “Indy” no Brasil contam todas as vitórias juntas, erroneamente. Não dá mesmo, uma vez que essas próprias equipes não consideram as vitórias conquistada em uma categoria na outra. Veja como a Ganassi trata as categorias de forma diferente no seu histórico.
Questão de equipamento então, nem se fala. Como comparar duas competições em que o tipo de motor eram diferentes em seu estilo, com empresas desenvolvendo soluções que não se aplicavam na competição da outra. Além disso, como vocês podem ver na foto acima os Chassis da CART no seu momento de maior evolução eram menos achatados do que os produzidos pela Dallara para IRL em 2003, e que são usados até hoje.
Depois de tudo isso, como dizer e referenciar histórias de uma competição para a outra. Não dá! Eu particularmente gostava de ambas as categorias, com uma predileção para CART. Isso não vai fazer com que eu misture as bolas e de informações que não são corretas. O que estará no Brasil e correrá no próximo dia 14 é a IZOD IndyCar Series, e ponto. Qualquer outra coisa, por tudo citado acima, é erro.
A abertura das temporadas das principais categorias do automobilismo está bem próxima e elas foram o assunto de mais um Café com Velocidade. Faltam mais ou menos 10 dias para o início da Fórmula 1 e da Indy e a ansiedade aumenta e muito!
Neste programa falamos dos últimos treinos coletivos da F1, as últimas notícias da Indy e, claro, da Nascar, que está na sua terceira prova.
Espero que curtam esta edição!
audio/mpeg ( 0 ko)Acompanhando categorias internacionais, conseguimos fazer uma leitura melhor do que acontece dentro de casa. Refiro-me a maior categoria automobilística brasileira, a Stock Car. Qual o cenário hoje: patrocínios em dia, rotatividade de pilotos, competitividade e casa cheia em todas as corridas. Parece um sucesso. Mas falta algo.
Tenho a impressão de que a Stock tem seus problemas. Não é uma categoria que desperta paixões irredutíveis como a Truck. Não tem uma exposição tão grande na mídia geral, mesmo com a transmissão da Globo como suporte. Transmissão essa, aliás, bem prejudicada em 2009, com corridas cortadas e gravadas – eram transmitidas minutos depois por conta da programação da TV. E claro, o backstage, que deve ter lá suas histórias escabrosas.
Estive no lançamento dos pilotos da Itaipava na semana passada. Luciano Burti, um deles, esteve lá e foi bem claro: o automobilismo brasileiro ainda precisa melhorar muito. Mas conversando com outros colegas isso se torna uma coisa tão etérea. Parece que ninguém tem uma conclusão. Apenas suspeitas.
Será que precisaria uma visão melhor da organização? Uma transmissão melhor ou até mesmo em outra emissora, procurando uma concorrência? Um evento mais completo, como é a Nascar nos EUA?
Eu mesmo não tenho as respostas. Apenas suspeitas. E vocês?
Após estas 2 semanas de testes na Espanha em 3 circuitos diferentes, podemos observar e analisar um pouco do que pode ser um pequeno prognóstico da temporada que começara no dia 14 de março no Bahrein. Este ano, a Formula tem uma nova variante fundamental: o fim do reabastecimento. E o impacto tem sido grande pelos resultados dos testes. Para se ter uma idéia, a melhor volta no Q2 do ano passado no circuito de Barcelona, a volta mais rápida daquele final de semana, foi com Barrichello de Brawn, com 1min19s954, enquanto nestes testes a volta mais rápida foi de Hamilton, pela McLaren, com 1min20s472. Isso é só um detalhe que ocorreu nestes dias. Vou tentar neste post fazer uma analise rápida sobre todas as equipes nestes últimos 15 dias.
Ferrari: Junto com a McLaren e a Red Bull foi a equipe que mais liderou testes neste inicio de temporada. A preocupação com consumo foi fator primordial para equipe Italiana, a ponto de rodarem em muitos dias mais de 100 voltas. O carro é rápida e pareceu constante nos stints longos. Os resultados em Valência foram mais expressivos, uma vez que era uma pista travada, onde os carros de Mugello não andavam tão bem nas temporadas anteriores. E pelas declarações, é o carro que sai na frente para maioria
Red Bull: Não nego que a RedBull espantou por entregar um projeto de carro mais tarde que as demais equipes. Porém, mostrou que o trabalho foi bem feito, e houve evolução no carro RB5. Mesmo não participando de todos os testes e com uma quilometragem menor que as rivais, é um carro bem nascido. Existe uma preocupação durante a temporada sobre o motor Renault, mas a aposta é que o time Rubro Taurino continue a disputar vitórias como fez na última temporada.
McLaren: Desta vez, a McLaren começara a temporada com um carro bem nascido, rápido com o tanque vazio e com o motor mais potente da categoria ainda empurrando os prateados. Com destaque para a boa performance de Jenson Button, em muitos momentos melhores que Lewis Hamilton. A maior preocupação é o rendimento do carro com o tanque cheio, que não parece dos melhores. Mas pode chegar em RedBull e Ferrari com certeza.
Mercedes: Problemas a vista. Mesmo baseado no carro campeão do ano passado e com a presença de Michael Schumacher no cockpit da nova flecha de prata, a equipe não mostrou todo o potencial que dela se espera. Com um possível novo difusor já para a prova inaugural no Bahrein, a equipe alemã terá muito mais trabalho para chegar nas outras três escuderias mencionadas.
Williams: Um carro que agradou bastante, mostrou durabilidade e resistência, mesmo empurrado pelo motor Cosworth, que em termos de desempenho é a maior incógnita deste ano. Com um plano de testes longo como o da Ferrari, mostrou ser um carro confiável para o inicio de temporada. Porém, o maior problema da equipe sediada em Woking é sem dúvida o desenvolvimento do carro durante a temporada, devido ao baixo orçamento em relação as demais equipes. Provavelmente disputará o lugar de 5° força do campeonato.
Sauber: Vale as mesmas palavras da Williams no quesito desenvolvimento. Sem um grande patrocinador por trás, fica difícil prever alguma evolução neste bom projeto deixado pela equipe BMW. O motor Ferrari mostrou que empurra e muitas vezes os Stints longos nos testes mostraram resultados satisfatórios. Seria uma equipe para atingir degraus maiores neste ano.
Renault: Um projeto que não apresenta evolução aos carros das temporadas anteriores. Muitos problemas acompanharam os testes em terras espanhóis, e sem o apoio total da fábrica, é outra equipe que deve andar muito para trás nesta temporada. Em alguns casos, disputando as últimas posições do grid.
Toro Rosso: Com chassi próprio este ano, foi outra equipe que utilizou os testes para simular resistência e consumo do motor Ferrari, mostrando um
desempenho bastante satisfatório, acompanhado de algumas voltas rápidas de tanque vazio, principalmente no circuito de Jerez que contem mais curvas de alta velocidade, porém andou atrás na maior parte do tempo nos outros momentos. Uma equipe que pode ultrapassar a Renault e brigar com Williams em alguns momentos.
Force India: Mesmo caso da Toro Rosso. Com uma estrutura totalmente
independente da McLaren, quer mostrar que não é uma equipe satélite da equipe inglesa. Mostrou velocidade novamente em circuitos de alta e andou para trás nos outros momentos. Talvez fique atrás da equipe 2 da Red Bull, mas provavelmente não ficará tão longe das equipes do bloco intermediário como nos outros anos.
Virgin: Problemas estruturais sérios e pouca quilometragem marcaram a Virgin
nestes testes. Com problemas de dirigibilidade crônicos e pouca velocidade, a equipe de Richard Branson mostra que precisará correr muito para conseguir bons resultados. Ficou latente que o projeto desenvolvido sem túnel de vento não está próximo do desejável. Provavelmente não conseguirá bons resultados nesta temporada.
Lotus: Com o projeto mais simples de todos os carros, a equipe Lotus mostrou
uma vantagem em relação ao projeto apresentado pela também novata Virgin: um carro com maior durabilidade e resistência. Com stints longos, fica claro que a Lotus pensa em primeiro ter um carro que termine provas do que ter um carro rápido logo de cara. Isso pode garantir algum resultado bom em provas com muitos abandonos, mas nada além disso.
Em suma, temos três grupos bem definidos de times: As que irão disputar vitórias, que serão Ferrari, Red Bull, McLaren e Mercedes. Logo a seguir, verá o grupo intermediário com Williams, Sauber, Renault, Toro Rosso e Force India e o grupo das novatas com Lotus e Virgin. Durante a temporada não deverá haver possibilidade de uma equipe subir para outro nível, mas deverá existir briga intensa dentro destes blocos. E agora, é esperar estes carros de volta no circuito do Bahrein e apreciar a volta da competição mais importante do automobilismo mundial.
Chegamos com o podcast desta semana dando um giro no que aconteceu de melhor no automobilismo! Desta vez, o Thiago Raposo não pode participar conosco, devido a problemas familiares, mas na próxima semana ele já está de volta.
Portanto, eu e o Thiago Sta Rosa falamos dos últimos testes da F1 em Jerez, depois sobre as notícias da Indy e a prova em SP e fechamos com a Nascar e suas provas do fim de semana.
Tivemos a participação dos ouvintes com as famosas perguntas enviadas pelo Twitter! Abaixo está o vídeo do Sato, que comentamos no bloco da Indy.
Espero que gostem e aguardo os comentários de vocês!
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Eu não sei vocês, mas pra mim é bem bizarro saber que terá uma etapa da Fórmula Indy em pleno Sambódromo do Anhembi. Mas essa foto fez a minha ficha cair.
Claro que não teremos plumas e paetês na pista (pelo menos ninguém anunciou campanhas de marketing desse tipo). Mas é inevitável não ficar com as sombrancelhas em pé quando você entende os dois mundos e o espaço físico onde eles acontecem. Pois na sexta, eles se encontraram cara a cara.
Na foto acima, a piloto Bia Figueiredo, que estreia na Indy em 2010, deu uma volta no Sambódromo num modelo de dois lugares, onde ela levou a apresentadora Renata Fan. Foi só pra fazer uma promoção e testar parte da pista. Detalhe: a passagem pelo sambódromo foi no mesmo dia do desfile das escolas campeãs de São Paulo, já tradicional às sextas da última semana de carnaval.
Ou seja, a galera que foi pra arquibancada pra curtir, beber e pegar os restos das fantasias curtiu um bônus automobilístico.
Já compramos nossos ingressos para o setor 14 Bis para o desfile da Indy. Nos vemos lá.
Via Grande Prêmio
Chegamos com mais uma edição do nosso podcast! Tivemos muito espaço para a Fórmula 1, os testes pré-temporada, as novas equipes e o lançamento dos últimos carros. Também falamos do que está rolando no universo da Indy. Neste caso, devemos fazer uma ressalva, pois Takuma Sato foi confirmado na equipe KV Racing após a gravação. Porém, o interessante é que falamos do seu possível desempenho no automobilismo norte-americano.
Também tivemos espaço para a Nascar, comentando em detalhes a longa prova da Sprint Cup, em Daytona. A Truck Series, onde estreou Piquet e a Nationwide, com Danica Patrick, ficaram para as rapidinhas, onde também foi falado sobre o Toyota Racing Series e a primeira etapa do WRC, com a presença de Kimi Raikkonen.
Aguardo os comentários de vocês!
audio/mpeg ( 0 ko)Neste final de semana em Daytona Beach começa a temporada 2010 das principais divisões da Nascar, recheadas de novidades em todas as categorias. Na Camping World Truck Series teremos a estréia de Nelsinho Piquet, tentando recomeçar sua carreira nos Estados Unidos após os escândalos envolvendo seu nome na Formula 1. A corrida ocorreria nesta sexta feira a noite, porém foi adiada pelas chuvas que atingiram o sul da Flórida para este sábado.
Na Nationwide Series, teremos a estréia da bela e veloz Danica Patrick, que este ano correrá algumas provas da segunda divisão da Nascar quando não existir conflitos com sua agenda da Formula Indy, onde ela disputará todas as provas.
E na principal divisão de todas, a Nascar Sprint Cup, o atrativo principal é Jimmie Johnson, tentando estabelecer um novo recorde para a Sprint Cup de títulos conquistados seguidamente, buscando sua quinta conquista. Mas não será fácil, pois tem muita gente de olho nesta posição.
Além das atrações dentro da pista, fora dela a Nascar fez diversas mudanças, em busca de maior competitividade dentro da pista. A principal mudança foi na Sprint Cup, onde os carros passarão a usar um spoiler em vez do aerofólio traseiro implementado com o surgimento do COT (car of tomorrow). Esta mudança acontecerá após o conselho técnico da Nascar conceder autorização final, que pode ocorrer a partir da 6° etapa deste ano.
E para quem quiser seguir tudo que acontece neste final de semana, o Nascar Brasil, onde eu também escrevo, está fazendo uma cobertura especial de tudo que acontece em Daytona. Fiquem de olho!











