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Date: Friday, 22 Aug 2014 11:25

Fala galera! Todos sabem que quando acontecem lançamentos, festas e eventos relacionados a bebidas alcoólicas, o Papo de Bar está lá! E semana passada foi bem ampla nesse sentido. Só durante a semana fomos convidados para 2 eventos, onde anunciaram 3 produtos novos no mercado: as cervejas Burn Baby Burn, Sagres e Amstel.

Cerveja Burn Baby Burn!

Cerveja Burn Baby Burn

A Mistura Clássica vive lançando cervejas novas no mercado. Focados em cervejas especiais, de vez em quando tiram uma e colocam outra no mercado. Dessa vez quem vem a Burn Baby Burn. Uma Smoked Potter com sabor marcante, tostado e forte como deve ser.

O evento aconteceu num bar do Rio, que possui uma vasta carta de cervejas e é dono de um ambiente de fazer inveja em alguns. Não conhecia e o Dom Barcellos surpreendeu, está aprovado e entrou na lista de bares que voltaremos com certeza! Além do lançamento, serviram também o chopp pilsen da Mistura Clássica, que é muito bom e várias comidinhas gostosas!

Cervejas Sagres e Amstel

Na sexta-feira a Heineken promoveu o lançamento de duas cervejas: a portuguesa, Sagres e a belga, Amstel. De cara eu digo: Sou mais a Heineken! Mas pensando no mercado brasileiro em geral, se forem bem distribuídas e devem ser, pois se trata da Heineken, Sagres e Amstel pegam já já!

Eu comparo a Brahma e outras cervejas dessa categoria. Se eu chegar a um bar e a Brahma for bem mais barato que a Sagres, por exemplo, eu beberei Brahma feliz! Mas se for no mesmo nível, darei uma moral pras novidades e uma chance para eu gostar mais delas. Mas lembrem-se que cada um tem suas preferências, portanto, provem todas!

Equipe da Sagres e Amstel

Esse evento de sexta foi um pouco diferente, com a galera “famosa” na internet que foram, provaram, receberam brindes e falaram sobre o produto. Bem legal! O bar Adellos, mais um que não conhecia, é bastante interessante e bem grande, com mesas fora e dentro do bar e um cardápio de dar água na boca. Atendimento… Nota 10!

Enfim… É sempre um prazer inenarrável estar nesses eventos e saber sobre os lançamentos e novidades do mercado. Socializar é nosso forte e esse tipo de ocasião é perfeita para isso! Somos meninos de sorte mesmo! E vocês, quando provarem, podiam vir aqui e contar o que acharam! Ok?

Aquele abraço!

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Author: "Sonâmbulo Etílico" Tags: "Eventos, amstel, Bar Adelos, Burn Baby B..."
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Date: Thursday, 21 Aug 2014 12:48

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Essa é sem dúvida uma receita apenas para os fortes. Daquelas de virar um evento por si só quando é feita, em especial, para os amigos mais chegados que adoram uma novidade e um motivo para começar a bebedeira dos finais de semana. Eis que apresento a minha versão para a tradicional torta de limão, que para o #EstiloPdB, virou a torta de caipirinha. Com poucos ingredientes, muito fácil de fazer e sem muita firula, pode ser até o começo de uma paixão pela confeitaria, ao menos para mim começou assim.

Ingredientes da massa da Torta de Caipirinha

  • 3 ½ xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de manteiga
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 ovo
  • 1 colher de fermento em pó
  • Leite

Modo de fazer a massa da Torta de Caipirinha

Torta de caipirinha

 

  1. Coloque todos os ingredientes em uma tigela e misture com os dedos até obter uma massa homogênea.
  2. Use o leite, com moderação, para render a massa mais maleável. Cuidado para não deixa-la aguada demais hein!
  3. Abra a massa com um rolo e forre uma assadeira própria para tortas e faça pequenos furos na massa com um garfo.
  4. Cubra toda a superfície com papel alumínio e coloque alguns grãos de feijões para acertar o fundo da torta e não estufar.
  5. Asse até ficar levemente dourada no forno à 180º.

Ingredientes do recheio da Torta de Caipirinha

  • 1 lata de leite condensado
  • ¼ xícara de suco de limão
  • 15 ml de cachaça
  • Rapas de limão

Modo de fazer o recheio da Torta de Caipirinha

  1. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por alguns minutos até que tudo seja devidamente incorporado.
  2. Fique atento para não deixar o recheio muito líquido ou grosso demais. O ponto certo é entre o liquido do leite condensado e o ponto de docinho. Um tio meia bomba, sabe?! Nem mole nem duro :P

Finalizando

Uma vez que a massa esteja assada e o recheio já frio, basta juntar tudo e a torta estará pronta. Para decorar, você pode colocar algumas raspas de limão sob o creme ou até mesmo mitar usando uma cobertura de merengue que além de dar um tapa maneiro no visual, vai deixar o gosto da torta ainda melhor.

O que acharam? Bem melhor que torta de limão, não é? :)

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Author: "Pipita Chef" Tags: "Gastronomia, caipirinha, doce de caipiri..."
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Date: Wednesday, 20 Aug 2014 11:50

Eu não ia ao Chile há muito tempo, e quando fui nem tive tempo de fazer a exploração etílica que o lugar merecia. Até já era um entusiasta de vinhos (mas talvez não o bastante para me considerar um enófilo). No pacote da viagem, estava incluída uma visita à Concha Y Toro – talvez a mais emblemática das vinícolas chilenas e uma das mais conhecidas do cone sul.

Visita hoje super manjada, mas ao mesmo tempo que eu sempre recomendo pra quem nunca foi numa vinícola bem estruturada. Fora isso, aproveitamos também pra parar numa outra vinícola – a Veramonte, que é figurinha fácil nas prateleiras aqui do Rio – quando estávamos a caminho de Viña del Mar. Nessa rápida experiência, uma das grandes lições da viagem: existia ainda um potencial enófilo ENORME a ser explorado, que merecia uma ou mais viagens só pra isso.

Então vamos explorar as principais vinícolas chilenas

Vinícolas chilenas

Créditos: Hemant Buch

Passados quase 6 anos, tive a chance de colocar essa ideia em prática. Estava com uns dias de férias sobrando em janeiro (pra ser mais exato, 5 dias), mês onde é alta temporada em quase todos os lugares. Não era tanto o caso do Chile, cuja alta temporada normalmente é nos meses de neve. Sendo assim, lá fui eu passar 4 dias em Santiago e arredores, com sede de conhecer mais os vinhos chilenos.

Planejamento da experiência

Dentro do tempo que eu tinha disponível, não dava para fazer uma viagem muito extensa às principais regiões viníferas chilenas. Viajando sozinho, ficava um pouco caro alugar van ou táxi só para esse fim. Li em vários sites que uma boa saída seria contratar passeios de 1 dia em empresas locais. Realmente há uma boa oferta de passeios. Mas ao ler os detalhes, vi que eram quase sempre as mesmas vinícolas visitadas, e muitas boas opções ficavam de fora, considerando opiniões de amigos e contribuições registradas no TripAdvisor sobre vinícolas chilenas. Acabei optando por alugar um carro e explorar as vinícolas que eu queria.

Em praticamente todas, recomenda-se que se agende a visita com antecedência. Especialmente quando se vai com grupos grandes, e quando se opta pelos passeios mais completos. Para conquistar o turista, as vinícolas incrementam bastante o passeio: incluem cavalgadas, piqueniques, passeios de bicicleta, etc. No meu caso resolvi arriscar e conhecer tudo em cima da hora mesmo, pois estava mais interessado em ouvir sobre os vinhos e provar o máximo que eu pudesse.

Montando o roteiro das vinícolas chilenas…

Vinícolas chilenas

Créditos: Linda Matson

Ao montar o roteiro, é recomendável que você tenha uma mínima noção de cada região produtora. Isso ajuda inclusive a decidir que vinícola ir e que vinhos beber, sem falar na questão da distância. Ao montar meu roteiro, tomei algumas decisões:

  • Não visitaria nenhuma do Valle Central. Além da Concha Y Toro, poderia conhecer a Undurraga e a Cousino Macul (ambas acessíveis por metrô + taxi em Santiago), deixei pra conhecer opções mais distantes.
  • Fazer visitas “bate e volta” usando Santiago como base. Não era a melhor opção, mas foi o que deu pra fazer.
  • Visitar o Valle do Colchagua, que tem dezenas de vinícolas boas (em especial na produção de tintos) e de onde tive boas referências de amigos.
  • Visitar o Valle do Casablanca, que é relativamente próximo a Santiago, e produz excelentes brancos e espumantes.

Vale do Colchagua

Vinícolas chilenas no Vale Colchagua

Créditos: Marcelo Dufflocq

Não fica tão pertinho assim: são cerca de 170km de distância de Santiago. Mas pra quem tem raça pra viajar de carro, é tranquilo de fazer. O vale se subdivide em dois: Cachapoal (ao norte) e Colchagua (ao sul). Optei por fazer degustação nas vinícolas Viu Manent, Lapostolle e Casa Silva (que faz o conhecido vinho Doña Dominga). Meu plano original era ir na Lapostolle de manhã, almoçar na Viu Manent e ir de tarde na Casa Silva. Acabei atrasando pra retirar o carro na locadora e cheguei no Vale na hora do almoço: fui direto pra VM (não é a Vila Mimosa, ok?).

Vinícola chilena tem que ter degustação de vinho

Antes de almoçar, vi que eles faziam uma mera degustação de vinhos sem tour pela vinícola. Como tinha uma começando em inglês para um grupo de americanos, resolvi aproveitar. Foi a degustação mais em conta que eu fiz em toda a viagem, e consequentemente a que não ofereceu os vinhos top de linha para serem provados. Sinceramente? Não vale a pena. Almoçar no restaurante deles no entanto é um evento imperdível: lugar agradável, boa comida e preço justo. De sobremesa, ainda provei o excelente licoroso de Malbec feito por eles (imitando os vinhos do Porto).

Visitar Lapostolle

Saindo de lá resolvi ir direto na Lapostolle, uma das mais recomendadas por amigos. É um passeio IMPERDÍVEL! Eu tinha agendado um tour por lá para o dia, mas acabei perdendo o horário em virtude do atraso na locadora. Falei do problema para o staff de lá e chegamos a uma boa solução: paguei o preço de um tour, mas fiz só a degustação com a parte indoor do passeio. A vinícola é toda bem planejada, e os vinhos são sensacionais. Se você reservar com uma certa antecedência (acho que 4 dias, não lembro), pode fazer o passeio nas plantações a cavalo. Saindo de lá parei na Montes Alpha para comprar uns vinhos (não fiz a degustação), e acabei perdendo o agendamento que fiz na Casa Silva. Fica pra próxima.

Barris de vinhos chilenos

Créditos: Alejandro Moyano

No caminho, vi placas de dezenas de outras vinícolas, muitas delas relativamente conhecidas aqui no Brasil. Pela distância, acho que o melhor seria passar uma noite ali por perto pra explorar com mais calma. Algumas dessas vinícolas têm, inclusive, pousadas próprias – eu fatalmente ficaria na Lapostolle.

Vale do Casablanca

Meu plano inicial era sair de manhã, visitar uma vinícola antes do almoço (ou Emiliana, ou Casas del Bosque), almoçar no restaurante da vinícola Indómita e escolher o destino da tarde: ou outra vinícola, ou uma volta por Valparaíso (cidade litorânea ali pertinho). Acabei gastando mais um tempo no centro de Santiago: câmbio na Calle de la Moneda e uma chegada rápida no Mercado Central. Na boa: não vale. Nem cheguei a entrar, de fora vi que é o autêntico passeio pega-turista. De lá, peguei o carro e peguei a ruta 68 em direção a Valparaíso.

No caminho, vi que a primeira da minha listinha era a Emiliana, e aproveitei pra já fazer uma parada. A propriedade da vinícola é lindíssima, com parreiras e oliveiras entremeados por vegetação local, roseiras, etc. Toda a produção deles é orgânica (ou seja, não usa fertilizantes e defensivos agrícolas industrializados) – tanto de vinhos quanto de azeites.

Muita gente não dá bola pra isso, mas já existem estudos relacionando a dor de cabeça da ressaca de vinho aos sulfitos que muitos produtores adicionam ao mosto para facilitar o processo de fermentação e minimizar a oxidação (que transformaria o vinho em vinagre). Mais uma vez optei pela degustação, mas lá se você ligar com 2 dias de antecedência pode agendar um tour de bicicleta pelos vinhedos, finalizando com um piquenique (isso com certeza vou fazer na próxima ida pra lá).

E como foi a degustação?

Taças de vinhos chilenos

Créditos: Ker Stin

Na degustação colocam vinhos de todos os patamares de qualidade, inclusive um dos tops deles, o Coyam (palavra mapuche que significa ‘carvalho chileno’), um ótimo tinto feito com Syrah, Carmenere e Merlot. Apesar disso, o carro chefe da Emiliana é produzir vinhos brancos (pode comprar sem medo). Aproveitei o embalo e, na conversa sobre vinho e gastronomia, consegui que trouxessem uma pequena prova do azeite deles – simplesmente espetacular!

Saindo de lá já perto da hora do almoço, peguei o retorno para ir à Indomita. O restaurante da vinícola fica no alto da colina, mas não consegui encontrar exatamente onde entrar à beira da estrada. Optei por almoçar na Casas del Bosque: restaurante excelente, vinhos bons mas ao meu ver um pouco caros. Aí depois do descanso da tarde numa espreguiçadeira ao lados das vinhas, preferi pegar a estrada de volta a Santiago.

No Casablanca não tem tanta diversidade quanto o Colchagua, mas são vinícolas tão simpáticas que já acho que valeria dormir uma noite por lá também.

O que faltou fazer

Barris de vinhos chilenos

Créditos: Renato Pessanha

Consegui conhecer um pouco melhor as regiões vinícolas do Chile e seus produtos, mas ainda assim 4 dias (incluindo os que gastei em Santiago) acabam ficando bem corridos. Se eu montasse essa viagem HOJE, talvez só me programasse pra explorar bem o Colchagua e o Cachapoal. Não é tudo que o Chile tem pra oferecer de enoturismo, mas já seria uma viagem e tanto.

E você, já foi em algum deles? Conte pra nós ;)

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Author: "Sr. Ávido di Vino" Tags: "Experiência PdB, Chile, Concha Y Toro, ..."
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Date: Tuesday, 19 Aug 2014 15:12

Salve galera desse estimado bar! Hoje estou aqui muito mais para fazer perguntas do que para trazer respostas. Por mais que eu me sinta uma botequeira (cuidado com a leitura desta palavra, obrigada) assumida, toda vez que converso com amigos, mais experiências vão sendo trocadas, e… afinal: o que faz um bar ser incrível pra cada um?

Essa pergunta surgiu no contexto de uma pesquisa que ando fazendo sobre bares AWESOMES neste Brasilzão afora. Perguntei aos amigos que bares eles achavam incríveis e indicariam para um amigo que eles considerassem muito, e desejassem que essa pessoa pudesse viver uma experiência muito legal.

Foi aí que percebi que cada um tem a sua ideia de bar incrível: seja por sua gastronomia, carta de bebidas e rótulos de cervejas, pela música, pelo estilo, pela companhia, entre outros.

E pra você, o que faz um bar ser incrível?

Desenho de um boteco

Créditos: Flavio B de Paula

Há quem não goste do bar “estilo burguês”. Acha que bar bom mesmo é aquele boteco de nome engraçado (tipo Bar no Tonhão, Zé do Boteco, Bar da Tia Miriam, e por aí vai), aqueles de mesa de alumínio, mesa de sinuca e cheiro de cerveja barata e cigarro.

Tem a turma dos bares temáticos: um irlandês, ou numa pegada mais hard rock, ou quem sabe samba ou MPB. A galera que gosta dos bares mais arrumadinhos mesmo, mesas com bancos estofados, o charme do escurinho com a luz amarela. Os fatores de escolhas são muitos.

Diversos estilos de bares

Os bares “baladinhas” também costumam fazer sucesso, com um estilo mais popzinho, e tem também aqueles que preferem o jeitão mais underground.

Na real, pra mim, todos esses bares são sensacionais, afinal de contas, o que vale é a companhia e a diversão. Mas claro, há sempre um ou outro que você se identifica mais. Por exemplo, uma coisa que pra mim é importantíssima e que faz muita diferença, é não pegar fila e não estar num bar lotado. Se esses quesitos forem vencidos, já é um grande passo. Mas claro, também sou uma apreciadora da boa música, da boa comida e obviamente, da boa cerveja.

Finalizando

Mas o que eu quero saber hoje é: e pra você, amigo de bar, o que faz um bar ser incrível, digno de ser indicado para aqueles que você mais quer bem?

Beijos.

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Author: "Dona Cervejeira" Tags: "#EstiloPdB, bares, bares bons, beber em ..."
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Date: Friday, 15 Aug 2014 11:52

Salve salve sedentos apreciadores de uma boa cerveja. A Newcastle Brown Ale está de volta e em larga escala de distribuição. Essa semana acompanhamos o evento que selou em São Paulo, no Omalley’s Pub, a nova parceria entre a distribuidora Boxer e a Newcastle.

Newcastle Brown Ale, queridinha do Reino Unido

Garrafas da Newcastle Brown Ale

Merecido salve a esta cerveja que brilha entre as mais consumidas no mercado Europeu, quiçá a mais vendida entre os ingleses. Este conhecido suco de “cevadis” foi lançado em 1927 pelo coronel Jim Porter e após três anos de desenvolvimento, a incorporação de Newcastle Breweries com Breweries Escoceses começaram a distribuição nacional da cerveja e no Reino Unido atingiu o seu pico na década de 70.

Sumi mas estou de volta

Após uma sumida do mercado, a marca em si teve uma boa retomada no final de 1980 e início de 1990 com um “revival cult” em associações de estudantes ingleses. No final da década de 90, a cerveja foi o produto alcoólico mais amplamente distribuído no Reino Unido. Já nos anos 2000 a maioria das vendas concentrava-se nos Estados Unidos, embora ainda vendessem 100 milhões de garrafas por ano no Reino Unido. Newcastle Brown Ale é conhecida no Reino Unido como a cerveja de um homem do trabalho, tendo uma longa associação com a indústria. Ironicamente, nos mercados de exportação, a mesma é conhecida por ser uma importação na moda, devido a um grande consumo pelos jovens.

Detalhes sobre a Newcastle Brown Ale

Garrafa e copos da Newcastle Brown Ale

Esta nobre senhora de quase 90 anos foi uma das primeiras cervejas a serem distribuídas em uma garrafa de vidro transparente. Veja detalhes sobre ela:

  • Descrições: Família Ale
  • Estilo: Brown Ale
  • Teor Alcoólico: 4,7%
  • Volume: 500ml
  • Origem: Inglaterra

O evento marcou também uma parceria importante entre Omalley’s Pub e Newscastle, pois o Omalley’s apresentou alguns dos futuros pratos da casa que serão preparados com a Newcastle Brow Ale: Entre eles, foram apresentados…

Garrafa da Newcastle Brown Ale e sanduiche

  • Famosos “fish and chips” muito conhecido na Europa e Austrália…
  • Um tipo não tão bem identificado por mim, mas que parecia ser um escondidinho de cordeiro, com Newcastle no cozimento do cordeiro, acompanhado de um belo purê e cheddar trazido diretamente da europa…
  • Petit Gateau que utilizou a cerveja no preparo do “bolinho”, mesmo e não apreciando o mesmo posso dize que aos olhos estavam sensacionais…

Resumindo a ópera deste malandro que vos escreve, posso dizer que estaremos bem servidos de uma bela cerveja.

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Author: "Campari Washington" Tags: "Eventos, Cerveja, cerveja artesanal, eve..."
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Date: Thursday, 14 Aug 2014 12:33

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Há quem diga que não existe coisa melhor do que a comida da mamãe. Pode parecer coisa de gente criada à leite com pêra, mas em toda afirmação popular sempre existe um fundo de verdade, não é mesmo?! E para provar isso, eis que apresento a minha versão do já famoso, ao menos na minha família, strogonoff de carne.

Strogonoff de carne, etílico

De origem russa, dessa vez nem precisei inventar muito, já que a própria receita da mamis leva vinho tinto. O mais bacana desse prato é sem dúvida o fato dele por si só já ter viajado o mundo todo, sofrendo diversas adaptações pelos países que passou como: adição de champignon pela França e no caso brazuca, o arroz branco e a batata palha. E ainda temos a honra de sermos os “descobridores” das versões com frango e camarão. Brasileiro tira é onda mesmo :P

Ingredientes do strogonoff de carne

Carne cortada e vinho tinto

  • 1k de alcatra
  • 2 colheres de manteiga
  • 170gramas de champignon
  • 1 cebola bem picada
  • 2 tomates maduros picados
  • 3 dentes de alho
  • 1 caixa de creme de leite
  • 2 colheres de farinha de trigo
  • 1 tablete de caldo de carne
  • Vinho tinto seco
  • Mostarda, catchup, pimenta do reino, sal, paprica à gosto

Modo de fazer o strogonoff de carne

Strogonoff de carne sendo refogado

  1. Corte em pequenos cubos a carne e deixe temperada com sal e pimento por ao menos 1 horas.
  2. Em uma panela coloque a manteiga, a cebola e o alho e deixe dourar.
  3. Adicione então a carne e o caldo de carne e mexa até que doure toda a carne. Será normal que na panela se faça água. Normal. Não jogue fora pois é lá que fica o suma da carne, o que dá o gosto do molho.
  4. Quando a carne estiver já douradinha e a água reduzido um pouco coloque o vinho tinto seco e deixe apurar com a carne. Adicione então a farinha de trigo para engrossar o molho. Não deixe de mexer para que não crie bolinhas de farinha, hein.
  5. Chegou a hora do molho! Junte o crème de leite, o champignon a paprica, a mostarda e o catchup. Mexa até tudo estar bem incorporado. Controle o sal e veja se precisa de um pouco mais.
  6. Deixe em fogo baixo por uns 10 minutos e estará pronto para servir.

Finalizando

Como manda a tradição em terra tupiniquis, sirva acompanhado de arroz branco (de preferência ser ser aquela papa) e batata-palha de saquinhos mesmo. Você também pode jogar por cima do prato já pronto um pouco de salsa picada. Fica muito bom!! Essa versão eu fiz com vinho tinto seco dolceto, por ser bem forte e incorpado. Se você não achar, pode usar o carbenet sauvignon que terá o mesmo resultado.

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Date: Wednesday, 13 Aug 2014 15:14

Alô PdBs! Que sou fanático por futebol, vocês já sabem. O que eu não sabia era que futebol pode ser considerado uma religião e com isso podemos obter alguns “benefícios” dele. Vamos entender melhor isso!

Cerveja, futebol e religião

A cerveja artesanal Foca chegou causando e oficializou o futebol como “culto religioso” no Brasil, e assim sendo, amparados pela Constituição brasileira, entre outras coisas, os funcionários poderiam sair mais cedo, chegar mais tarde ou até faltar para exercer sua religião. Irado, não? Imaginem! Jogo do seu time, aí você vai e avisa seu chefe: Amanhã tem “culto” no Maracanã e não posso faltar. Sensacional!!!

Formulário futebol e religião

No site futebolreligião.com.br eles explicam num vídeo com um advogado e criaram um mecanismo onde você insere suas informações e do seu chefe eles mandam um email solicitando sua liberação para a tal “prática religiosa” e claro, compensar as horas não trabalhadas em outro dia.

Muito bom! A ação foi lançada em abril, mas eu só soube agora. #Fail. Mas achei tão criativa que postei mesmo assim. Essas pessoas merecem prêmios por ideias brilhantes como essa! Vi que só tem a Foca em São Paulo. Vocês já experimentaram? É boa? Aquele abraço!

Fontes: Propmark

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Date: Tuesday, 12 Aug 2014 15:13

Nunca é fácil escrever sobre cervejas de alta fermentação. Quando o papo é sobre uma India Pale Ale, o bagulho fica louco. As famosas IPA’s dividem opiniões, mas não deixam ninguém permanecer em cima do muro, ou do balcão, como queiram. Sua avaliação costuma ser quase sempre definitiva, o que transformou o gênero numa espécie de ‘ame ou deixe’ das cervejas. Uma IPA jamais será indiferente para alguém. É a glória ou o cadafalso dos experimentadores compulsivos. Caso da Indica.

IPA brasileira S2

Confesso que as IPA’s nacionais são parcialmente relegadas a um segundo plano no panteão hepático do meu corpo, mas quase sempre que abro meu coração para uma nova experimentação, concluo que posso ser feliz com o que Pindorama pode nos oferecer. Até o nosso amargor é doce e sofisticado.

Tempos atrás, conheci a Colorado através de um bom amigo de Ribeirão Preto, cidade natal da cervejaria em questão. Diversas cores, estilos, sabores e misturas me deixaram encantado e curioso. Lembro-me de ter provado quase todos os rótulos à época, mas sem qualquer tipo de intuito mais aprofundado. Dias atrás, resolvi mais uma vez encontrar a cerveja do ursinho e escolhi a Indica, uma IPA com rapadura em sua composição. Uma receita ingkesa, com muita brasilidade.

Indica, uma IPA abrasileirada

Mulher olhando no espelho com uma Indica

Créditos: BierBoxx

Minha maior surpresa ficou por conta do equilíbrio entre teor e sabor. Como toda IPA, não estamos falando de um teor alcoólico de ‘faixa branca’, recomendo certa calma caso role uma empolgação. Seu sabor é maravilhosamente bem equilibrado. Apesar das notas marcantes e de ser bem maltada e com um lúpulo bem presente, a inserção da rapadura foi genial, quebrando amargor ou acidez excessiva. O colarinho é denso e apetitoso, quase pedindo uma colher e ajuda demais no paladar refrescante.

Indica batendo de frente…

Para quem curte comparações, não acho que deva nada se posta frente para uma NewCastle. Seu preço é proporcional ao que lhe é oferecido, sendo assim, não podemos classifica-la como barata, mas tá perto da faixa dos 15 dinheiros o casco de 600 ml. Recomendo fortemente que consumam essa cerveja com algo que seja bem condimentado. Alguns amigos gostam dela com frutos do mar, mas como não como nada que nada, não posso fazer esse tipo de indicação.

Trocando em miúdos, um puta tiro certo da paulistada. Anglobrasilidade em estado puro!

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Date: Monday, 11 Aug 2014 11:28

Alô amigos PdBs! Já provaram um Johnnie Walker Blue Label? Eu já! E é realmente muito bom! Não é o melhor para o estilo que aprecio. Sou mais um Double Black e meu preferido é o Jack Daniel’s, mas sem dúvidas o Blue é um grande whisky! Quando tiverem oportunidade provem!

Mas vamos falar da campanha do Blue Label

Barco Blue Label

A última campanha deles ficou bem legal! Não vemos tantas, porque eles tem um público muito específico e o direcionamento é diferente, principalmente pelo seu preço, o que acaba segmentando mais ainda. E nesse vídeo da marca isso fica evidente. Mostram que realmente consome seu produto. Nós… Meros mortais bebemos uma garrafa dessa a cada 2 ou 3 anos, se tanto. Se liguem!

Adorei o Jude Law e o Giancarlo Giannini contracenando e fiquei pensando qual é a real mensagem a ser passada. Eram dois personagens distintos mesmo? Ou quem sabe o mesmo homem, mais novo e mais velho, pensando sobre seu barco. Sei lá! Só sei que adorei e vi uma margem para serem lançados outros filmes com a dupla. Aguardemos.

E que venham outras edições especiais dessa delícia, como o Blue Label Baccarat, dentre outras versões do Blue Label.

Aquele abraço!!!

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Date: Friday, 08 Aug 2014 18:10

Fala galera PdB! Estive olhando alguns posts meus e percebi que a Heineken me rende vários deles. A marca que sempre está inovando em suas ações, acaba tendo algum destaque porque foca em novidades e isso merece elogios, principalmente com essa nova ideia do Heineken Glass Room.

Dessa vez os caras vão atacar em Curitiba!

Museu Oscar Niemeyer

A capital paranaense receberá, durante o mês de agosto, o pop up bar chamado; “Heineken Glass Room”, que seria algo como Sala de Vidro da Heineken. A partir de hoje, dia 8, e em todos os finais de semana desse mês, no térreo do museu Oscar Niemeyer, local que é todo feito de vidro, recebe ótimas opções de música, arte e gastronomia. Ou seja, galera da gelada Curitiba, tem sextas, sábados e domingos, de 18h à 1h para aproveitar o local.

O Heineken Glass Room promote experiências únicas

Bernardo Spielmann, diretor da marca Heineken e de patrocínios, quer proporcionar uma experiência única e aproximar os clientes da marca através de inovação.

“Curitiba tem uma importância muito grande para a Heineken, por isso decidimos homenagear a cidade tornando-a uma das sedes da nossa nova campanha global “Open Your World”. A capital paranaense é contemporânea, inovadora e pulsante, então decidimos presenteá-la com um evento à sua altura”

Revela Bernardo.

Música, cerveja e festa

Heineken Glass Room

Acontecerão festas temáticas com vários estilos musicais como Indie Rock, Hip Hop e música eletrônica, para agradar a todos os gostos. Exposição de artes e um cardápio caprichado estarão disponíveis aos clientes, que para participar devem acessar a página do evento no Facebook e confirmar presença e cada confirmado pode levar um convidado. A entrada é gratuita e evidentemente, só para maiores de 18 anos.

A campanha Open your World tem como objetivo fazer você explorar seu mundo, além do que você já conhece. Eles trabalham também com a #OpenYourCity estimulando pessoas a se embrenharem cidade a dentro, conhecendo novidades em seus locais.

Finalizando

Irado demais! Por essas e por outras, posto muito sobre a Heineken. O Heineken Glass Room é mais um projeto sensacional da marca! Curtiram? Estarão por Curitiba? Contem como está o local! E vejam mais fotos abaixo:

Heineken Glass Room

Heineken Glass Room

Heineken Glass Room

Heineken Glass Room

Aquele abraço!

Fonte: Gazeta do Povo

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Date: Friday, 08 Aug 2014 11:36

Todo fã de cerveja artesanal possui algum livro, guia ou referência para poder se guiar. E geralmente esses guias/referências são feitos em ordem alfabética, por país ou pelo estilo da cerveja. Agora temos o Beertone, que é um guia de cervejas artesanais por cores, tonalidades das cervejas. Vai mostrando cervejas mais claras até as mais escuras num guia vertical e giratório, uma belíssima ideia.

Beertone, um guia com 202 cervejas artesanais

Poster do Beertone

A ideia do Beertone surgiu com o brasileiro Alexander Michelbach, de 35 anos. Lançou em 2013 a primeira versão do guia, com 202 cervejas suíças. Alex não é da suíca, mas resolveu fazer primeiramente com as cervejas da Suíca por causa do fácil acesso, coisa que não é tão fácil e simples por aqui. E uma grande vantagem foi também que o projeto recebeu um financiamento através de um crowdfunding criado pela própria equipe do projeto.

Beertone Brasil

Beertone e suas informações

Na edição brasileira do Beertone, a segunda, também contém 202 cervejas artesanais de 44 diferentes cervejarias brasileiras. Nas páginas do Beertone você vê não somente a cor da cerveja, mas também detalhes técnicos e informações como:

  • Cervejaria
  • Teor alcoólico
  • Estilo
  • Site da cervejaria
  • Sugestões de harmonização por grupo de alimentos
  • IBU

Além disso, tem também uma foto da cerveja, QR Code, localidade, entre outras informações. Um prato cheio pra quem gosta de cerveja artesanal e também pra quem curte muito essa parte de informações e também para os homebrewers, profissionais da área. Um presente bem estiloso e que certamente agradará designers e entusiastas cervejeiros.

O Beertone vem em duas versões, uma padrão e a versão limitada Black –Alu, que vem dentro de uma garrafa de alumínio sagaz, bipartida. O maneiro é que além disso, ambas edições são acompanhadas de bolachas personalizadas, imã de geladeira e um cartão de registro que permite o cadastramento online do guia.

Por morar na Suíca e não no Brasil, foi complicado iniciar com cervejas artesanais brasileiras, mas esse era o plano inicial da galera do Beertone:

“Eu queria fazer do Brasil desde o começo, mas a distância era uma dificuldade. Quando eu vim para cá em dezembro [de 2013], eu já tinha iniciado os convites para as cervejarias, apresentando o projeto e se eles tinham interesse. Todas responderam no prazo de duas semanas, ninguém falou ‘não’”

Diz o diretor Alex.

E como é medida essas cores do Beertone?

Poster Beertone

Tudo começa no processo de medição utilizando um espectrofotômetro. Pegaram as 202 cervejas e filtraram cada uma delas para remover sua espuma, assim como as bolhas presentes, pois esses fatores podem influenciar na medição e mostrar uma cor errada.

Com os valores de absorbância, obtidos pela medição inicial, o pessoal do Beertone deu continuidade na geração de dados e definição dos valores de cor das escalas SRM (Standard Reference Method) e EBC (European Brewer’s Convention), através de fórmulas e equações. Bem complexo, eu mesmo não tinha ouvido falar desse aparelho e dessas escalas, achei bem fodástica a forma que isso é feito. E eles ainda pegaram mais cervejas para terem uma tabela mais amplas de tonalidades.

E como começou isso tudo?

Claro que isso começou no trabalho, também óbvio que foi bebendo cerveja. Alexander é Diretor de Arte, o que facilita muito pois já pensa muito sobre essa área de design. E uma vez estava na agência finalizando algum trabalho atrasado (isso sempre acontece, fazer o que), quando resolveu pegar uma cerveja na geladeira. Foi aí que ele teve a ideia e começou a se perguntar e pesquisar se já existia algum guia cervejeiro na mesma ideia do Beertone, focado numa paleta de cores das cervejas.

Beertone e lego

Por sorte não existia, o que o animou, já projetando algumas ideias, rabiscando algumas coisas e pedindo opiniões para familiares e amigos, caso não fosse loucura :)

Depois de pronto virou festa, crescimento e muita divulgação e curiosidade por parte dos cervejeiros e fãs de design e cerveja. A galera de blogs cervejeiros começaram a ficar curiosos e querendo o produto para poder usar, testar e divulgar para seus leitores, assim nós do Papo de Bar estamos fazendo aqui :)

“Alguns blogs acharam e começaram a publicar. Começou um ‘eu quero, eu quero, eu quero’, então montamos um sistema de pré-venda para financiar projetos, esquema Kickstarter (conhecido site de financiamento coletivo), e como toda produção foi feita na Suíça, os custos são razoavelmente altos. Os EUA são o país para quem a gente mais vende”

Afirma Alexander.

E como eu compro o Beertone?

Beertone Brasil

Mole, é só entrar no site da loja do Beertone e comprar o seu, tanto a versão normal ou a versão limitada com a garrafa fodástica. O preço é tranquilo, barato e de um ótimo custo/benefício, somente R$49 para a versão padrão e de R$79 para a versão limitada com a garrafa bipartida.

Finalizando

E você, o que achou do Beertone? Nós da equipe do Papo de Bar adoramos a ideia e já garantimos a nossa versão. O que achou? Tem alguma sugestão para melhorar o produto? Alguma cerveja brasileira que deveria estar nessa escala de cor? Já conhecia? Fale pra nós um pouco ele.

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Date: Thursday, 07 Aug 2014 14:30

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. O que seria dessa minha experiência em terras italianas se não escrevesse algo relacionado à pasta, ou no nosso popular, o famoso macarrão? Se bem que a receita de hoje, muito simples de fazer também (já que a mesma preguiça da semana passada ainda reina absoluta nesse meu humilde lar), é uma receita antiga da Russia e fazia muito sucesso nos anos 70.

Vamos de Penne com Vodka e Salmão Defumado

É público e notório que o povo russo é uma galera muito louca. Basta fazer uma breve pesquisa nos videos que são publicados no YouTube para se ter certeza disso. Só que a combinação com a mais tradicional receita da Itália faz desse prato um passeio por sabores inconfudivéis.

Cada povo traz sua especialidade que juntas fazem do Penne com vodka e salmão defumado uma delicia prática, fácil e rápida de fazer.

Ingredientes do Penne com Vodka

Prato de Penne com vodka e salmão

  • 1 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • 1 lata de extrato de tomate
  • 1 xicara de creme de leite fresco
  • 1/2 xicara de vodka
  • 2 xicaras de salmão defumando em lascas cozido
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal, pimenta do reino a gusto e salsinha picada a gosto.

Modo de fazer Penne com Vodka

  1. Refogue em uma frigideira a cebola e o alho bem picados com azeite
  2. Acrescente o extrato de tomate e deixe cozinhar por cerca de 5 minutos.
  3. Junte à mistura a vodca e cozinhe até que o álcool evapore. Muita calma nessa hora hein. O álcool pode até sair do prato mas o gusto da vodka fica, então vale a pena invetir numa bebida de boa qualidade ;)
  4. Acrescente o creme de leite e misture bem. Deixe reduzir um pouco.
  5. Tempere com o sal e a pimenta.
  6. Emu ma panela grande, coloque água pra ferver. Quando estiver no ponto de ebulição, jogue o sal e o macarrão. Cozinhe até que esteja al dente.
  7. Escorra e misture ao molho. Adicione as lascas de salmão defumado e a salsinha.

Finalizando

Essa é a dica sagaz da semana para aquele jantar rápido de fazer mas que garante à convidada (ou convidados no caso de festinha private…hehe) aquele ar de sofisticação que pode sempre render um plus mais tarde ;) E na falta de salmão defumado, nada impede de usar aquela sobra marota do salmão grelhado feito nos dias anteriores. É aqui que se aplica a maxima “na natureza nada se perde, tudo se transforma”.

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Date: Tuesday, 05 Aug 2014 16:34

Fala galera PdB! Pela última vez citarei a Copa do Mundo aqui, mas vai dizer que você e seus amigos não ficaram com vontade de ir a Copa da Rússia em 2018?! Depois do sucesso de público que tivemos por aqui, sempre rola aquela pesquisa para saber quanto economizar e tal.

Também gosto muito de viajar e, naturalmente, beber cervejas dos locais onde estou. Pensando nisso, o pessoal do financesonline.com criou um infográfico listando os mais baratos e mais caros países para se beber cerveja. Vale dar uma olhada e prestar atenção, pois isso pode mudar seu próximo destino ;)

Infográfico com o preço das cervejas pelo mundo

República Tcheca, nossa preferida

Se liguem que alguns países são tensos de ir, pensando no quesito CERVEJA. A Austrália, por exemplo, é o país que mais gasta dinheiro com cerveja, mas sua garrafa está entra as mais caras do mundo!

Já na República Tcheca, temos o maior consumo por pessoa e uma cerveja bem barata, por volta dos 70 centavos de dólar. Tá aí… Já entrou no meu roteiro das próximas férias! A Ukrânia também parece um bom lugar para se beber bem, com o preço de 59 centavos por garrafa! Incrível!!!

Até o Brasil aparece…

O detalhe é que o gráfico só fala sobre Ásia e Europa e mesmo assim o Brasil aparece na última imagem, com as vendas da Skol e da Brahma mundo afora. Nunca pensei que a Skol venderia mais que a Heineken! Isso é muito para nosso país, que ainda vai bombar daqui há 2 anos com os Jogos Olímpicos do Rio de janeiro.

Aquele abraço!!!

Fonte: Finances Online

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Date: Monday, 04 Aug 2014 20:56

Hoje vim tentar trazer uma informação útil para os bêbados de plantão e frequentadores assíduos deste querido bar. Resolvi pesquisar alguns apps que facilitarão a sua vida de bêbado – afinal de contas, podemos e devemos usar a tecnologia para facilitar a nossa vida etílica, não é mesmo? Então, se você quer ser um bêbado organizado, prático e com boa memória, precisa conhecer estes aplicativos!

Untappd

Marca do App Untappd

O Untappd é um “foursquare” das cervejas e o Drunk McLovin já falou sobre ele. A cada nova cerveja que você toma, você faz o “check-in”. E por que isso é útil? Bom, para mim pelo menos, serve de memória para as cervejas que já bebi. Como você pode avaliar cada vez que dá um check-in, fica mais fácil de comprar novamente uma cerveja boa, ou evitar aquela que achou horrorosa. E assim como no 4sqr, você também ganha medalhas por tipo e quantidades que bebe, pode postar fotos, compartilhar no Twitter e no Facebook e adiciona os amigos para saber o que eles andam bebendo. Disponível para Android, iOS e Windows Mobile.

EasyBeer

Ainda na sua versão apenas para iOS (mas com previsão pra o Android neste segundo semestre), o EasyBeer é o aplicativo ideal para quem quer descobrir onde encontrar pelo preço mais barato a sua cerveja preferida. Funciona basicamente com os usuários informando o preço das cervejas – portanto, se você quer ser ajudado, ajude também – e pelas informações pré-cadastradas e geolocalização, o app faz as melhores indicações para você!

DrunkBlocker

Capa Ex-love Blocker

Sua interface não é muito amigável, mas sua função é simples – e muito útil: Você programa o horário que estará no bar/balada/bebedeira e seleciona sua “lista de bloqueio”, ou seja, aquelas pessoas que você não pode ligar de jeito nenhum quando está bêbado: chefe, ex-namorado(a), a pessoa que vive atrás de você, mas você ilude a criatura e dá moral só quando está alcoolizado, aquele colega de trabalho que você sonha em dizer umas ~verdades~. Disponível gratuitamente para Android. Para iOS achei uma versão similar, o Don’t Drink and Dial, por U$S 0,99. Além disso, há algum tempo o Drunk McLovin também apresentou aqui no PdB o ex-Lover Blocker!

8.500+ Drink & Cocktail Recipes Free

Como o próprio nome diz, são mais de 8.500 receitas de drinks e cocktails, esse app vai te ajudar na hora de preparar aquela festinha em casa! Disponível tanto na Apple Store, como na Play Store. Há ainda outros apps com o mesmo objetivo que você pode tentar também, como o iCaipirinhas e o DrinkSpiration by Absolut, que dispõe de uma variedade menor de receitas.

Pivo

Você está naquela sua viagem maneiríssima ~around the world~ e chegou num país que você não conheça o idioma, e quer pedir uma cerveja? O Pivo serve para que você não passe vontade de beber em qualquer canto do mundo! Disponível infelizmente apenas na Apple Store.

Radar de Boteco

Mais um app apenas disponível para iPhone, mas com um propósito bem útil: o Radar de Boteco dá informações sobre bares, botecos, botequins e restaurantes perto de você. Para quem costuma viajar muito, e não perde nunca a oportunidade de tomar uma cervejinha, é uma boa!

99táxis/Easy Taxi

Sugeri esses dois por serem os mais conhecidos, mas existem outros também, fique à vontade para escolher aquele que melhor funciona na sua cidade. Nós aqui do Papo de Bar gostamos sempre de lembra-los: beba sim, mas lembre-se que bebida e direção definitivamente não combinam! Nessa hora, tão importante quanto a bebedeira e a diversão, é voltar para casa são e salvo!

App Papo de Bar

Imagem do Aplicativo pra iPhone do Papo de Bar

Claro, não podíamos deixar de lado o nosso aplicativo, que está disponível para iOS e Android. Ele serve para você contar suas cervejas e todo o seu consumo nos bares que você frequenta. Tudo o que for consumindo você vai anotando no aplicativo, no final ele divide toda a conta com a galera que consumiu, adicionando a porcentagem do garçom e tudo.

Finalizando

Você já conhecia todos esses apps? Usa algum? Deixamos algum bem importante de fora? Compartilha aqui com a gente então, e ajude os outros bêbados a melhorarem suas experiências etílicas!

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Date: Friday, 01 Aug 2014 12:44

Antes de qualquer coisa, preciso confessar que minha ‘quedinha’ por essa cerveja vai muito além do sabor. Tenho maravilhosas lembranças intimamente ligadas a esse rótulo, mas isso será naturalmente explicado.

Em novembro do ano passado, viajei para Curitiba com alguns poucos e loucos amigos. Fomos assistir a um jogo de futebol! Sim, senhoras e senhores, exatamente isso! Viajei com mais alguns rapazes também apaixonados pelo Mais Querido somente para assistir a um jogo de futebol… em uma QUARTA-FEIRA! Saímos do Rio no comecinho da manhã, chegando a Curitiba ainda no meio da manhã. Depois de todos os trâmites burocráticos devidamente cumpridos, foi o momento de procurar uma morada segura e aconchegante até o momento do grande jogo, às 22 horas.

Assim sendo, seguindo recomendações e depois de descobrir que outros amigos já se faziam presentes, rumamos para um bar chamado Santo Mé. Lá, encontramos amigos, fizemos novas amizades e começamos a nos servir de um delicioso chopp. Naturalmente, devido ao encantamento inicial, perguntei qual era a origem e o nome daquele maravilhoso pão líquido que nos era servido. O dono do bar, simpático, rubro-negro e carioca nos falou que aquele chopp chamava-se Germânia! Tudo ótimo! Levei uma bolacha para copo como recordação e bebemos até a hora do certame. O resultado do jogo foi bom, o resultado do campeonato foi ótimo, mas o chopp, assim como as memórias etílicas, não saíam da minha cabeça.

Cerveja Germânia 55

Tudo caminhava bem, ainda cheguei a procurar pelo maravilhoso chopp aqui no Rio, sem qualquer sucesso. Eis que quando o conformismo já batia minha porta, 2014 me trouxe uma surpresa agradabilíssima. Um dos nobres amigos que fizeram parte da viagem relâmpago, me manda a foto de uma enorme lata! Em seu corpo, o rótulo, tal qual o da bolachinha! Seu nome: Germânia 55! A alegria tomou conta de meu coração e fígado quase que de modo instantâneo! Preocupei-me em perguntar em que lugar ele havia encontrado, temendo que fosse difícil encontra-la. Fui tranquilizado por saber que o mercado era famoso e próximo a minha casa.

No dia seguinte, rumei para o mercado, em busca daquele líquido e suas memórias. Naturalmente, já esperava que houvesse uma diferença entre o chopp que bebi e uma cerveja enlatada. Com base nesse temor, alimentado e potencializado por seu preço baixo, levei apenas duas latONAS. Sim, aquilo é de fato um LATÃO! São 710ml! E me custaram ridículos 4 dinheiros! Levei pra casa e gelei as danadas com calma, para que eu pudesse efetuar uma análise precisa. Assim que constatei o bom ponto de temperatura para consumo, peguei uma tulipa e fui aos finalmente.

Quando depositei a danada no copo, notei de cara que ela continuava guardando a mesma coloração vibrante que o chopp, o que gerou uma empolgação quase instantânea. O colarinho que se formou não era lá grandes coisas, algo que também não era o ponto forte de seu chopp. Apesar de ser um apreciador de colares, admito que o maior valor do rótulo, estava no sabor de seu sumo. Bebi… e tive maravilhosa SURPRESA! O sabor é um pouco diferente do chopp, mas conserva belos atributos e alguma sofisticação. Apesar de vir com um ‘PILSEN’ enorme escrito na lata, fica meio vergonhoso classifica-la como tal. Seu sabor é amanteigado e suave, mas também marcante e leve, sem retrogosto desagradável. Perde em qualidade quando muito gelada, aproximando-se muito mais do comportamento de uma cerveja lager.

Cabe ressaltar que a definição de seu estilo não exclui os apaixonados por pilsen, algumas pilsen premmium tem comportamento similar, o que fica evidente é sua qualidade diferenciada, principalmente quando comparado com as pilsen Ambev de cada dia… cada dia mais sem graça, rs.

Recomendo fortemente!

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Date: Thursday, 31 Jul 2014 13:31

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Não sei vocês, mas tem dia que não me sinto muito enérgica para cozinhar pratos que possam tomar muito tempo. Tem dia que acordo e quero café da manhã, almoço e janta na cama. Preguiça level extreme. Maaaaaas temos que comer todo dia não é mesmo?! E mesmo tendendo pra vagabundagem, não abro mão de comer bem. Eis que surge essa receita marota de Risoto ao funghi que fica pronta e deliciosa em menos de 30 minutos.

Como assim, somente 30min pro Risoto ao funghi?

Isso mesmo. Fácil e rápido, como todo preguiçoso gosta, principalmente nesses dias frios que tem feito aí no Brasil, que não dá nem vontade de sair da cama, não é verdade? Vamos então ao preparo.

Ingredientes do Risoto ao funghi

Prato de Risotto ao funghi

Créditos: Burbujas Magazine

  • 40g de funghi porcini secos;
  • ½ cebola bem picada;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 2 ½ xícaras de arroz arbóreo;
  • 1 copo de vinho branco seco;
  • 1 cubinho de caldo de carne;
  • Sal e azeite extravirgem a gosto;
  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • Queijo ralado na hora a gosto.

Modo de fazer o Risoto ao funghi

  1. Lave bem os cogumelos secos com água corrente para tirar o máximo possível e terra e outras cositas menos apetitosas.
  2. Antes de cozinhar, precisamos hidratar o cogumelo e para isso coloque-os em uma panela com 1 xícara de água aquecida e um pouco de sal por mais ou menos uma hora até que fiquei mais estufadinhos. Reserve.
  3. Em outra panela, doure a cebola e o alho com azeite e coloque o arroz arbóreo para refogar.
  4. Mexa o tempo todo e, quando estiver grudando no fundo da panela, coloque o copo de vinho branco.
  5. Em outra panela, junte o cubo de caldo de carne em 1 litro de água até dissolver tudo.
  6. Depois que o vinho evaporar e sem parar de mexer o arroz, aos poucos vá colocando o caldo de carne. Alterne a colocação do caldo com a colocação da água em que os cogumenlos foram hidratados.
  7. Enfim, adicione os cogumelos e continue mexendo por em cerca de 18 minutos. O ponto de cozimento é al dente, ou seja, meio duro para o paladar brazuca.
  8. Depois de pronto, ainda na panela, coloque a manteiga e misture bem. Sirva com queijo ralado na hora.

Finalizando

Fiz essa receita com arroz arbório, que é próprio para esse tipo de prato por ter mais amido, sendo assim mais cremoso quanto pronto. Se você não tiver em casa e não quiser sair para comprar (considerando o nível de ociosidade do dia), relaxa e usa aquele arroz branco que sobrou do almoço e taca uma colher de requeijão para deixar cremoso. Rá, problema resolvido. Malandragem pura adquirida ao longo de dias tensos de inverno com 0˚ ou até menos ;)

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Date: Wednesday, 30 Jul 2014 14:06

Fala amigos PdBs! Sabe aquelas campanhas da Heineken com vídeos irados, que sempre fazem sucesso? Sucesso, né? Fico sempre pensando o quão criativos são as pessoas que têm tantas boas ideias para inovarem e criarem novas campanhas. Imaginação é o que não falta!

Open Your City ou #OpenYourCity

A última campanha é a “Open your City”, que traduzindo fica “Abra sua Cidade”. Garrafas de Heineken com novo design e cada uma com um nome dentre várias cidades mundiais, estão à venda em todo mundo, mas o objetivo da campanha não é só abrir a garrafa da cerveja. Tem mais por trás disso!

Piano e Heineken no Open Your City

Com o tweet: “Não existem limites para quem desafia o mundo. Chegou a hora de arrumar as malas! #openyourcity”, eles querem te incentivar a viajar de verdade! Viajar e se deixar levar pela cidade onde você está. Descobrir os encantos e aventuras escondidos em cada local. Fazer loucuras por lá! Querem que você se embrenhe pelo meio de capitais, entre em becos, conheça pessoas, respire a cidade e aproveite o que ela tem de melhor!

Você atualmente age no estilo Open your City?

Poucos de nós fazemos isso, não é verdade? Normalmente temos pouco tempo e acabamos indo aos pontos turísticos que nos são recomendados, shows pré-reservados e no fim das contas conhecemos tudo o que os outros já conhecem e que nós já vimos antes por fotos.

Mas é o suficiente? Vamos além! Vamos viver o cotidiano de um morador local! Vamos entender a cidade! Pontos turísticos clássicos são bonitos e tal, mas como disse: Já conhecemos por fotos! Para que estar lá?! Vamos a bares loucos, boates estranhas, festas desconhecidas, monumentos escondidos, locais improváveis. Vamos descobrir o que de, realmente, novo tem por ali ;)

Veja o vídeo

Open your City estimula isso e o vídeo ficou bem legal! Ta rolando também uma promoção para cadastrar códigos das tampinhas no site e concorrer a viagens para capitais bem bacanas. Adorei a campanha nova e me identifiquei muito com a ideia de explorar locais. E vocês, curtiram?

Aquele abraço!

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Date: Tuesday, 29 Jul 2014 11:11

Fala meus nobres, como estamos? Bebendo muito? Tranquilidade? Espero que sim, pois a equipe do PdB tem aproveitado bastante todos os dias. Vim aqui pra falar de um evento sagaz que acontecerá nesse final de semana, do dia 01 de agosto ao dia 03 de agosto, o Degusta Beer and Food. Um evento que mistura duas coisas que gostamos muito: cerveja e gastronomia.

Degusta Beer and Food independente

Degusta Beer and Food

O Degusta Beer and Food rolou como somente Degusta Beer na bienal Brasil Brau, que o PdB foi no ano passado. Mas nessa edição independente terá uma pegada mais forte na área gastronômica, que terá dezenas de chefs, sommeliers e mestres cervejeiros na programação do evento.

O bom do Degusta Beer and Food é que você encontrará diversos rótulos artesanais, mas além disso, terá também vários petiscos brasileiros, uma grande mistura dos dois pontos que todo fã de cerveja se amarra. Mas claro, terá também importadores, portanto, teremos cervejas artesanais de fora do Brasil. Espero que tenha mais cervejas internacionais do que o Mondial de La Bière, que rolou no Rio ano passado, que de mundial não teve muito não.

Uma parceria entre Cilene Saorin e Marcelo Pinheiro

A lista de responsáveis pelo conteúdo de cerveja ficou por conta da nobre Cilene Saorin, mestre-cervejeira e sommelier de cervejas respeitada no Brasil e no mundo afora. A parte de gastronomia ficou por conta do chef Marcelo Pinheiro, presidente da Associação dos Profissionais de Cozinha no Brasil (APC). Isso, pra mim, é uma garantia de um evento de sucesso, tanto na parte de rótulos e petiscos, quanto a parte de conteúdo.

Discussões em torno da criatividade das microcervejarias, produtores e tendências gastronômicas como queijos artesanais, hambúrgueres gourmet e as harmonizações possíveis entre os dois mundos são algumas das apostas para agradar o público.

Cilene Saorin explica no seguinte parágrafo:

Degusta Beer and Food

“Ao cuidar da curadoria, meu papel é instigar e persuadir mais e mais pessoas a ter a cerveja como bebida de escolha em mais ocasiões. Desta maneira, ajudar a abrir a cabeça das pessoas às inúmeras possibilidades de receber prazer pela cerveja”

E para o chef Marcelo Pinheiro, é um grande desafio fazer essa mistura entre comida e a bebida do jeito que os diversos públicos gostam:

“As pessoas estão buscando qualidade em todas as camadas de consumo, inclusive na gastronomia junto com a cerveja. O objetivo da minha curadoria é coordenar a atuação dos chefs para que a gastronomia seja pertinente ao evento, com petiscos que representem a boa comida, de procedência”

Temas cervejeiros do Degusta Beer and Food

Alguns dos temas sobre cerveja são:

  • A cerveja na alta gastronomia
  • A influência da água na qualidade da cerveja
  • Cervejas e queijos
  • A rota do Buzina (Food Truck)
  • Cerveja para os que acham que não gostam de cerveja
  • Harmonização de chá com cerveja
  • Milho e arroz: vilões na cerveja, heróis na gastronomia

E pra falar sobre esses temas nós teremos as seguintes feras:

  • Kátia Jorge
  • Tatiana Spogis
  • Daniel Martins
  • Bruno Couto
  • José Márcio Cunha
  • Raimundo Padilha
  • Raphael Rodrigues
  • Maurício Beltramelli

Já na ala gastronômica nós teremos:

  • Fernando Oliveira (A Queijaria)
  • Marcio Silva
  • Jorge Gonzalez (Buzina Food Truck)

Expositores do Degusta Beer and Food

Degusta Beer and Food

Uma área destacada é a parte dos stands, claro. Várias cervejarias boas, consagradas e jovens estarão expondo no Degusta Beer and Food, vamos ver uma lista de algumas:

  • Ampolis
  • Backer
  • Baden Baden
  • Besten
  • Bodebrown
  • Cervejaria Landel
  • Cervejaria Nacional
  • Colorado
  • Dom Haus
  • Eisenbahn
  • Gram Bier
  • Insana
  • Invicta
  • Júpiter
  • Madalena
  • Ravache
  • Therezópolis
  • Urbana

E na área gastronômica os destaques são:

  • A Queijaria
  • Aconchego Carioca
  • Buzina Food Truck
  • Frangó
  • Juliette

E também teremos marcas ligadas nesses dois temas principais do Degusta Beer and Food:

  • Alumiart Falcão
  • Beer Maniacs
  • Beer Planet
  • Best Beers
  • Bier & Wein
  • Brave Company
  • Buena Beer
  • Festival Brasileiro da Cerveja
  • H Martin
  • Meara
  • My Beer
  • Revista da Cerveja
  • Revista Menu
  • Ruvolo
  • Spülboy
  • Underberg

Localização do Degusta Beer and Food

O Degusta Beer and Food será no Centro de Convenções Imigrantes – Rodovia Imigrantes km 1,5 – São Paulo, SP. Será nos dias 1º a 3 de Agosto de 2014. Os ingressos pro evento você consegue no site deles, cada ingresso custa R$40 antecipadamente, mas se você comprar na hora pagará mais caro, mas não muito, somente R$10 a mais, custando R$50.

As palestras e fóruns do Degusta Beer and Food são grátis, porém, com vagas limitadas por ordem de chegada. As inscrições são feitas horas antes das palestras, onde as vagas são abertas e os 100 primeiros conseguem entrar, portanto, fique ligado e seja rápido, pois o conteúdo vale a pena.

Conteúdo das palestras e fóruns do Degusta Beer and Food

Copo de cerveja do Degusta Beer and Food

Uma passada rápida no conteúdo do evento dos três dias.

Sexta-feira: 01 de agosto

Cerveja na Alta Gastronomia (Degusta)

  • Hora: 15h às 15h45
  • Com o chef consultor Luiz Antonio Caropreso

Milho e Arroz: Vilões na cerveja, heróis na gastronomia (Fórum)

  • Hora: 17h às 17h45
  • Mediadora: Cilene Saorin

Cervejas para namorar (Degusta)

  • Hora: 18h às 18h45
  • Com a sommelier Tatiana Spogis e o chef Ronaldo Rossi

Cerveja e Criatividade (Fórum)

  • Hora: 19h -19h45
  • Mediador: Bruno Couto

As clássicas cervejas ácidas belgas (Degusta)

  • Hora: 20h às 20h45
  • Com o Diretor de educação da Doemens Akademie, de Munique, na Alemanha, Michael Zepf (Palestra em inglês com tradução consecutiva para português)

Sábado: 02 de agosto

Influência da água na qualidade da cerveja – Mito ou verdade? (Palestra)

  • Hora: 15h às 15h45
  • Com Katia Jorge

961, a cerveja do Oriente Médio (Degustação)

  • Hora: 17h às 17h45
  • Com o produtor libanês Mazen Hajjar e o importador Patick Bare, da Brave Company
  • Lançamento: Chope 961 será servido ao público brasileiro pela primeira vez no evento

Cervejas & Queijos (Degusta)

  • Hora: 18h – 18h45
  • Com Fernando Oliveira, da A Queijaria, e o sommelier de cervejas Daniel Martins

Cerveja e Criatividade (Fórum)

  • Hora: 19h -19h45
  • Mediador: Bruno Couto

A Rota do Buzina (Degusta)

  • Hora: 20h – 20h45
  • Com Jorge Gonzalez e Marcio Silva, do Buzina Food Truck, e a sommelier Tatiana Spogis

Cerveja para os que acham que não gostam de cerveja (Degusta)

  • Hora: 21h – 21h45
  • Com o sommelier José Marcio Cunha

Domingo: 03 de agosto

Chá harmoniza com Cerveja? (Degusta)

  • 17h -17h45
  • Com: Carla Saueressig e Cilene Saorin

Cerveja e Criatividade (Fórum)

  • 19h -19h45
  • Mediador: Bruno Couto

Finalizando

E aí, curtiram o conteúdo e preço do evento? A equipe do PdB estará nos três dias do evento. Você irá? Comente aqui que bebemos umas por lá ;)

Abs.

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Author: "Dono do Bar" Tags: "Eventos, Cerveja, Degusta Beer and Food,..."
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 13:03

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Já disse inúmeras vezes nessa humilde coluna o quanto eu me amarro em churrasco, não é verdade? Também não é novidade para ninguém o quanto eu aprecio o nectar de cevada e o quanto eu fico contente ao misturar o dois. Pois bem, nem sempre tudo que se deseja é tudo que se tem.

Churrasco com maminha ao molho de cerveja preta

Devo confessor também que viajar e morar em outros países sempre foi um desejo desde que era pequeninha lá em Barbacena (ráááá….zueira isso hein! Nasci em CG Campo Grandeeee :) ), mas como me faz falta a comida brazuca. Tanto que não resisto a invetar um modo de contiuar curtindo alguns velhos prazeres, como o churrasquito dominical, por exemplo.

Por isso essa receita! Por isso a maminha na cerveja! Assim tenho motivos de sobra para lembrar saudosamente dos meus queridos amigos e do meu antigo apê nos pés do Pão de Açúcar. :D

Ingredientes da Maminha ao molho de cerveja preta

  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1kg de maminha
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • 1 xícara (chá) de cerveja preta
  • 2 dentes de alho picado
  • 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes fatiadas
  • 1/2 xícara (chá) de champignon em fatias
  • 1 cubo de caldo de carne
  • 1/3 xícara (chá) de água morna

Modo de preparo da Maminha ao molho de cerveja preta

Maminha ao molho de cerveja preta

  1. Pré aqueça o forno em 180˚ por pelo menos 15 minutos;
  2. Em uma frigideira grande e bem quente, adicione o oleo e doure a maminha, selando todos os lados por ao menos 3 minutos cada;
  3. Adicone sal e pimento e coloque em uma assadeira funda;
  4. Misture a cerveja, o alho, as azeitonas, o champignon e o caldo de carne já dissolvido na água.
  5. Regue a carne na forma com esse preparado, cubra com papel alumínio e leve ao forno por 40 minutos;
  6. Deixe descansar por 10 minutos antes de fatiar para que a carne preserve a maciez;
  7. Depois de fatiada, coloque em uma travessa e regue com o molho da forma.

Finalizando

Na moral, essa receita é um verdadeiro 7 passos para o paraíso, pois além de ter carne e cerveja, serve umas 6 pessoas, combina com vários acompanhamentos muito fáceis de fazer como arroz, batatas coradas ou até mesmo a tradicional salada de alface, tomate e cebola e ainda por cima é economicamente muito vantajosa, já que não é uma carne cara.

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Author: "Pipita Chef" Tags: "Gastronomia, carne, carne de boi, gastro..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 18:00

Não, eu não dou a Roberta e nem o Jimmy é a Betina. E muito menos o Neves é Suelen Cristina. Cansamos dessa parada de Musa do Boteco e resolvemos inovar com os travecos do boteco e esfregar na cara da sociedade, foda-se.

Somos todos Travecos do Boteco

Travecos do Buteco

Acabou é vamos em frente, zoando geral. E investimos na parte de bebidas. Ok, não podemos considerar isso um investimento, já que as bebidas que experimentamos foram bem acessíveis e baratas. E claro, praticamente nenhuma era de um gosto agradável.

Nós do Papo de Bar resolvemos entrar nessa com a galera do Ogrostronomia pra zoar todas com o pessoal da Camaleao Produções. Vejam o vídeo abaixo com três “petiscos” etílicos que experimentamos no Cerveja Social Clube.

Finalizando

E isso porque vocês não viram a parte da maquiagem dos ogros e a minha. Jimmy com seus 2.01mts horrorizou a galera da maquiagem, já que é quase impossível arrumar vestimenta pra esse mamute. Mas conseguimos uma cortina, está valendo.

Digam ae o que acharam do vídeo. Vale mais um? :D

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Author: "Dono do Bar" Tags: "Musa do Boteco, bares, bebados, bebidas ..."
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