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Date: Friday, 10 Oct 2014 12:12

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Já tem um tempinho que não postava nenhum docinho ou sobremesa marota aqui neste ébrio espaço. Pois bem, não podia publicar nada aquém e por isso busquei alguma ideia tão sensual quanto a Torta de Capirinha. Se a caipirinha é a menina dos olhos dos brazucas, o Cheescake de Framboesa com Vodka pode ser considerado o xodó do Tio Sam.

Essa não é a receita original do famoso bolinho de queijo americano, já que a massa é feita de outra forma, com ingredientes frescos e tals. Mas como sei que a preguiça reina em muitos lares, adaptamos para fazer com biscoito de maizena mesmo. #MeJulguem ;)

Ingredientes do Cheescake de Framboesa com Vodka

  • 500g de CreamCheese (daquela estilo Philadelphia mesmo)
  • 5 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 300g de biscoito tipo maizena
  • 250g de manteiga sem sal
  • 300g de framboesa
  • 10 ml de vodka

Modo de fazer o Cheescake de Framboesa com Vodka

Cheescake de Framboesa com Vodka

  1. Pré-aqueça o forno em 180˚;
  2. Usando um liquidificador, esfarele o biscoito de maizena a ponto de formar uma farinha mesmo. Misture a manteiga para fazer uma massinha;
  3. Com uma forma redonda de 26 cm de fundo removível, pegue essa massinha e cubra todo o fundo da forma. Leve ao forno por uns 20 minutos ou até que fique levemente dourada. Retire do forno e deixe esfriar um pouco;
  4. Na batedeira, bata as gemas dos ovos com 1 xícara de açúcar até formar um creme uniforme e claro. Acrescente o creamcheese até incorporar tudo. Reserve;
  5. Bata as claras em neve (aquele esquema em que as claras ficam tão fofas que não caem da batedeira, sacou?) e em velocidade baixa, misture com o creme de gemas e creamcheese;
  6. Despeje o conteúdo desse creme em cima da base de biscoito pré assada e volte com tudo para o forno por mais ou menos 50 minutos ou até que a parte de cima fique bem dourada e firme. Retire e deixe esfriar;
  7. Em uma panelinha, coloque as framboesas e a vodka. Se tiver coragem e não muito pelo no rosto, ascenda uma chama no interno da panela e deixe a framboesa literalmente lamber no fogo. Uma vez que o fogo tenha baixado, junte o restante do açúcar e em fogo baixo mexa até formar uma calda mais espessa, algo em torno de uns 25 minutos.
  8. Espere a calda esfriar um pouco e cubra toda a forma com o cheescake já assado.
  9. Coloque tudo na geladeira por umas 3 horas;
  10. Retire da forma, que será muito fácil já que você foi sagaz usou uma forma com fundo removível ;) e sirva.

Finalizando

Taí uma receita molezinha de fazer mas muito sensual para você se fartar sem se sentir muito em culpa por comer doce. Adoro fazer pratos salgados, mas confesso que sinto um prazer quase que estratosférico em fazer doces. Fazer o que?!?! Mamãe passou açúcar em mim :D

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Date: Thursday, 09 Oct 2014 11:13

Muitas pessoas são apegadas, até demais da conta, o que pode atrapalhar um relacionamento, amizade, até mesmo uma reunião na mesa de bar. E o desapego vale tanto emocionalmente falando, quanto materialmente. Muito fácil para uns e quase impossível para outros.

O segredo é aprender a praticar o desapego

Eu já colecionei garrafas de cervejas, me amarro nelas, principalmente em algumas especiais. O problema é que ocupa um espaço grande e que não tem tanta utilidade no futuro, pelo menos pra mim. O que eu fiz, joguei todas fora, que se danedesapeguei de todas elas. Mas também gosto muito de tampinhas e bolachas de cerveja.

E por que essa ideia do desapego?

ps3

Primeiro que você pode ganhar um belo trocado, dependendo do que você queira desapegar, claro. Testei aqui o site OLX e pratiquei o desapego, coisa que é bem fácil pra mim. Escolhi um objeto que é até desejado por muitos (ou pelo menos era), meu PlayStation 3 junto com o Band Hero. Comprei os dois porque eu estava jogando de vez em quando o Guitar Hero na casa de uns amigos e me animei.

Porém, não sou um gamer, não sou de ficar em casa jogando videogame que nem um maluco, e hoje estou me desapegando dele. E o bom da OLX também é que é de graça, então tanto o vendedor quanto o comprador saem ganhando.

Show, quero desapegar e ganhar um trocadinho

Praticando o desapego nos Jogos de PS3

Fácil. Entre no site da OLX, clique em Publicar Anúncio e escolha uma categoria que seu produto esteja adequado. No meu caso foi Eletrônicos e Informática, com a subcategoria Video Games – Console.

Depois escolha algumas fotos, não coloque somente uma não, principalmente se sua venda tiver várias peças, como o meu. Tire de vários ângulos pra facilitar a galera a observar e não ter dúvidas.

Capriche na descrição, detalhando tudo certinho, o que tem, tempo de uso, se existe garantia, motivos da venda, dentre outras coisas que você mesmo gostaria de saber antes de comprar algo ;) E claro, não esqueça do preço :P

Produto pronto pra vender

Praticando o desapego nos Jogos de PS3

Se você conseguiu fazer tudo certinho, parabéns, você é conseguiu desapegar. São Ppoucos passos pra fazer e em breve seu anúncio estará no ar.r, aprovado pela equipe da OLX.

Caso você queira vender algum whisky sagazitem inusitado, algumas garrafas vazias e históricas, copos ou qualquer outra coisa. que tenha a ver com bar, publique lá que eu ficarei de olho pra comprar :)

Aquele abraço.

Desapega você também

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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 16:16

Fala galera PdB! Estava aqui pensando sobre o #EstiloPdB e o que realmente é isso. Muitos já compreenderam bem e alguns ainda não, mas para ajudar a completar a ideia de “Life Style” que o #EstiloPdB representa, falarei sobre o esporte que melhor ilustra esse conceito: O Poker!

Já jogaram poker? Uma passada rápida sobre as regras do jogo!

Mulheres jogando poker

Créditos: Red Triangle Studios

Existem diferentes estilos de poker. Texas Hold’em, Stud e Omaha são os mais conhecidos. O mais jogado é o Texas que tem vários campeonatos, com milionárias premiações e transmissões de TV. Nesse caso a cada rodada os jogadores recebem 2 cartas e outras 5, que podem ser usadas por todos os jogadores, são abertas na mesa na ordem: 3 cartas – “Flop”, 1 carta – “Turn” e a última é o “River”. Entre cada abertura de cartas da mesa ocorrem as apostas e no fim a maior combinação de 5 cartas leva o pote, que é o total de apostas feitas naquela rodada. Basicamente é isso!

O que faz do poker algo “glamouroso”?

Hoje em dia e já há muitos anos, infelizmente, jogos de azar são proibidos no Brasil. Infelizmente, porque acho um cassino, por exemplo, um local sensacional! Jogos movimentam a economia, fortalecem o turismo e agregam valor às cidades onde eles operam. Las Vegas é o maior exemplo disso. A cidade é repleta de hotéis luxuosos, com cassinos incríveis e consequentemente, pessoas incríveis também!

Homem fumando charuto e jogando poker

Créditos: Julia Corsino

Mas FELIZMENTE, o poker conseguiu de dissociar dos jogos de azar e hoje é considerado um esporte. Isso quando se joga um torneio, onde é pago um valor de inscrição e se inicia com determinado numero de fichas. Se for o estilo “Cash Game”, aí é proibido, porque as fichas equivalem a dinheiro real, portanto se enquadrando nos jogos de azar.

O sentimento ao jogar poker…

Mas o fato de estar a uma mesa de poker é muito prazeroso! Para começar vale dinheiro! Ali na sua frente e a cada rodada mais e mais fichas são apostadas. O objetivo principal é a premiação final, mas a cada mão o prazer de jogar e vencer, apostar no seu jogo entendendo que ele é maior que o do seu adversário, é algo indescritível! Você fica nervoso, desconfiado, confiante demais, às vezes… Enfim! Uma mescla de sentimentos em questão de segundos tudo pode mudar. Incrível!

Jogar poker com os amigos

Então, ao jogar um simples pokerzinho com os amigos, numa mesa não profissional, naturalmente você já se sente em algum lugar semelhante à Vegas! Se sente importante e poderoso. Quase um mafioso! Cada um com seu estilo e manias, que variam de tics nervosos até o uso de óculos escuros, que escondem a pupila que dilata e denuncia quando temos um grande jogo na mão.

Finalizando

Homem bêbado jogando poker

Créditos: Jake Lichty

Jogar poker me sugere whisky, charutos, cigarros, ambientes fechados e poluídos e gente que se acha mais esperta que os outros jogadores. Tudo isso para dificultar ainda mais alcançar a meta de ser o campeão daquela noite e levar o dinheiro de todos!

Naturalmente essa é uma visão minha “idealista” e não realista do que é o poker praticado hoje, em clubes com uma estrutura invejável, com pessoas cada vez estudadas sobre o esporte, que não fumam e não bebem jogando, porque tudo pode derrubar o desempenho na partida. Mas sou meio antigo nesse assunto e quando penso em jogar poker, tudo que foi descrito acima, é o que me vem à cabeça!

Aquele abraço e All in!

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Rum   New window
Date: Tuesday, 07 Oct 2014 18:16

Nada melhor que o nobre Jack Sparrow e suas velhas canções piratas pra falar de um velho companheiro, o Rum. Ninguém sabe quando surgiu ao certo, mas acreditasse que tenha nascido em meados de 1500 no Caribe, onde os espanhóis plantavam cana-de-açúcar, matéria prima pra tal bebida.

Rapidamente se tornou, sem dúvida alguma, o destilado mais cosmopolita da história, apreciado por artistas, escravos, fazendeiros, operários, marinheiros, soldados, reis e é claro, piratas, como diria o nobre Jack Sparrow. E foi por conta dos piratas que a bebida se espalhou por todo mundo rapidamente. Quem se não eles se arriscariam bêbados pelos 7 mares carregados de Rum, além do produto de seus saques.

Lendas piratas do Rum

Jack Sparrow dizendo 'rums is good'

Assim como no universo pirata, o Rum também tem muitas lendas, uma delas é que em seu nome há um tipo de código que levaria ao mapa do tesouro, outra que Dom Facundo, fundador da Bacardi, usou lágrimas de morcegos nas primeiras fabricações. Tem mais duas que tentam explicar a origem do nome da bebida, em que a palavra rum é a abreviação de Rumbullion, que em português quer dizer Tumulto, que estaria se referindo a arruaça que os bêbados, piratas ou não, causavam depois de consumir tal elixir. Outros defendem mesmo a origem latina da palavra que se derivaria nesse caso de saccharum, que quer dizer açúcar.

Rum, um destilado com cana-de-açúcar

Como já havia dito, rum é um destilado feito a partir da cana de açúcar. Mas vocês devem estar pensando: “nossa cachaça também”. Sim, vocês estão certos, porém, eles se diferenciam quando se trata da produção, pois a cachaça é produto da fermentação do caldo de cana e o rum é fermentado a base de um melaço de cana, o que garante mais sabor porque a concentração de açúcares no melaço é muito maior que no caldo de cana.

Garrafa do Rum Seven Tiki

Créditos: Quentin De Meuter

Extraído o caldo de cana, é feito um tipo de açúcar bruto que é na verdade o melaço e a ele é adicionado leveduras e água, para então começar o processo de fermentação. O tempo em que o melaço vai ficar fermentando vai depender do resultado que se quer obter, para o rum branco o processo leva de 24hs à 48hs, no caso de um rum escuro o processo pode levar semanas.

O produto resultante da fermentação já é o rum, mas com graduação alcoólica entre 4 e 6%, por isso o líquido segue para a destilação que pode ser feita em um alambique com coluna de refluxo que garante maior teor alcoólico ou um mais simples que lhe confere mais sabor e menos álcool. O bom da coluna de refluxo é que o liquido é destilado várias vezes continuamente sem parar, já no mais simples caso queira repetir a destilação é necessário parar, limpar o alambique e começar de novo.

Envelhecendo o Rum

Já pronto o rum vai para o envelhecimento e esse também varia conforme o tipo de rum. Para o branco o envelhecimento é feito em barris novos por cerca de 3 a 5 anos, já para obter o escuro o envelhecimento é feito em barris previamente queimados e pode ficar envelhecendo por até 15 anos. O curioso é que por conta do clima tropical, principalmente no Caribe onde a bebida é fabricada massivamente, o processo de destilação casou muito bem com a bebida, porém a perda por evaporação chega a 10% do total produzido anualmente, essa é chamada curiosamente de “PORÇÃO DOS ANJOS”. Eles podem até não ter sexo mas bebem pra caralho.

Normalmente o rum tem graduação alcóolica entre 40 e 45% porém os que são produzidos na Jamaica costumam ser mais forte chegando a 75% de álcool.

Os tipos de Rum

Garrafa do Rum Kraken

Créditos: Michelle Tara Cumming

São seis os tipo de rum:

  • Rum Branco – Assim designado devido à sua cor transparente e processo de envelhecimento mais curto.
  • Rum Dourado – Bastante similar ao rum branco, diferindo na cor e sabor, em virtude de um processo de envelhecimento mais longo.
  • Rum Escuro – Ao qual durante o envelhecimento se adiciona caramelo para alcançar a cor e sabor peculiares.
  • Rum Aromático – Em que se adicionam aromas de frutas ou especiarias.
  • Rum com elevado teor alcoólico – Trata-se de runs brancos com um elevado teor alcoólico, muito apreciado pelos canadianos e pelos britânicos.
  • Rum Premium – Trata-se, em princípio, de um rum com maior qualidade.

Porém como há uma grande quantidade de países produzindo, a variedade é enorme, fica particular de cada país dar o seu toque especial resultando numa variação ainda maior. Em meio as minhas pesquisas encontrei uma lista bacana:

  • Rum encorpado: É o rum escuro. Tem corpo e aromas marcantes e é originário da Jamaica, Martinica e Barbados.
  • Rum aromático: Além do melaço da cana, contém bagos de arroz vermelho. Produzido principalmente na Indonésia. É utilizado na fabricação de ponche.
  • Navy Rum: É um dos mais encorpados. Produzido na Guiana e em Trinidad e Tobago.
  • Rum cubano: Leve, com teor alcoólico de 40°GL, pode ter coloração transparente (para coquetéis) ou dourada.
  • Rum da Jamaica: O mais forte de todos os tipos de rum. Tem teor de quase 75°GL, e geralmente é exportado para a Inglaterra, onde é envelhecido em tonéis de carvalho por muitos anos.
  • Rum da Martinica: Encorpado, é feito do suco da cana no lugar do melaço.
  • Rum de Barbados: Excelente qualidade é leve e tem sabor acentuado.
  • Rum de Porto Rico: Figura entre os tipos mais famosos de rum, é leve e de qualidade. A marca mais famosa é a Bacardi, exportada para todo o mundo, inclusive para o Brasil. O rum Bacardi é leve, bidestilado e utiliza o melaço da cana e também o seu suco. Sem falar que a empresa tem 150 anos de história.

Garrafa do Rum Bacardi

Créditos: CW ANDERSON

Apesar da já enorme variedade citada, nos últimos 10 anos a bebida tem ganhado um toque especial, são os frutados que vêm causando febre na galera mais jovem, como exemplo temos o muito adorado Big Apple da Bacardi e os Malibus de coco, manga, abacaxi, melão, e acreditem, até de banana eles têm.

Rum e cadáver

Mas um Rum de ótima qualidade foi envelhecido de forma inusitada, após consumir todo barril da bebida, construtores húngaros encontraram um cadáver lá dentro, a reportagem é da revista Zsaru. hu:

Trabalhadores de Szeged, no sul da Hungria, tentaram mover o barril depois de vazio, mas continuava muito pesado. Os homens ficaram chocados quando o corpo nu caiu de dentro.

O site disse que o corpo havia sido enviado da Jamaica há 20 anos pela sua mulher, para evitar ter que pagar os custos de uma volta oficial. De acordo com o site, o rum do barril de 300 litros tinha um “sabor especial”, que fez com que os trabalhadores guardassem algumas garrafas para levar para casa.

Hoje, a mulher já é falecida, e o homem finalmente recebeu um enterro de verdade.

Por que bebemos rum?

Que a bebida tem mais de 500 anos nós já sabemos, entretanto, pra resistir tanto tempo no mercado agradando a gregos e troianos não é fácil, mas cada grupo bebe por um motivo diferente, os piratas porque lhes dava coragem para enfrentar as batalhas com os homens e com o mar, os militares porque acreditavam dar resistência a bebida. Já foi medicinal, outros grupos por admiração ao sabor e outros pra ficar bêbados mesmo.

Garrafa Havana e drink Cuba Libre

Créditos: Aleš Kocbek

Mas no começo da década de 60 o rum atingiu os mais jovens em cheio por conta da explosão dos coquetéis. Aliás, essa é a segunda bebida citada aqui no PdB que teve seu consumo elevado, a partir daí a outra foi o Gin. Por seu sabor marcante e sua boa graduação alcóolica, ele serve de ingrediente em muitos drinks e em alguns são indispensáveis, que é o caso do Daiquiri e do Cuba Libre.

Finalizando

Hoje o rum ainda é bastante consumido em todo mundo e a Bacardi, sua principal fabricante, é a maior empresa privada no ramo, valendo muuuuuita grana. Pra vocês terem ideia, quando Fidel Castro tomou o poder em Cuba em 1959 ele confiscou os bens da família Bacardi e os obrigou ao exílio nos EUA a empresa nessa época já era avaliada em US$ 76 Milhões e o Rum Bacardi só era fabricado em Cuba, imagina hoje que a Bacardi fabrica rum em cerca de 6 países.

O Brasil é um dos maiores consumidores de Rum em todo planeta e no país os Nordestinos são os campeões no consumo da bebida. A empresa hoje vende cerda de 21 milhões de caixas por ano, umas 240 milhões de garrafas. Tá bom pra vocês?

Conselho, provem todos os tipo que puderem, a bebida casa muito bem com muitas misturas como refrigerantes, sucos, energéticos e demais ainda nesse verão com temperaturas extremas, nada melhor que um Cuba Libre com muito gelo.

Valeu até a próxima.

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Date: Monday, 06 Oct 2014 11:37

Depois da tragédia do dilúvio de cerveja em Londres, agora temos uma novidade no mundo cervejeiro. E se é no mundo cervejeiro, então deveria ser feito na Bélgica, certo? Exatamente isso. Uma galera da cervejaria De Halve Maan, de Bruxelas, na Bélgica, conseguiu autorização pra fazer um rio de cerveja

O Rio de cerveja transportará através de canos por baixo da terra

Claro que rio de cerveja é somente uma expressão, mas bem que poderia ser real um Rio Amazonas cheio de cervejas, mas tudo bem, pois o intuito desse transporte é por uma boa causa. A cervejaria conseguiu essa autorização pra construir esse ‘oleoduto’, mas ao invés de gás ou óleo, ele transportará o líquido sagrado, vulgo cerveja. E tudo isso por debaixo da terra, claro.

Mas por que fazer isso?

Canos do Rio de cerveja

Créditos: Andy Tomasello

Simples, a De Halve Maan transporta suas cerveja através de 500 caminhões, o que ambientalmente não é bom, traz engarrafamentos, poluição, portanto, farão esses dutos para transportar as cervejas da fábrica, que fica no centro histórico da cidade, para engarrafar em outro local, numa indústria. Achei deveras genial essa ideia modafoca.

Xavier Vanneste, diretor-geral da empresa, diz o seguinte:

“Este investimento não foi decidido por motivos econômicos, mas por causa das considerações ambientais e da qualidade de vida”

Um ideia sustentável

Mas se engana que pensa que essas tubulações passarão por dentro dos canais da cidade, que virou Patrimônio Mundial da Unesco, os dutos do rio de cerveja passarão a alguns quilômetros da “Veneza do Norte”. O resultado disso, além de não ter mais 500 caminhões perambulando pela cidade, é o transporte de mais de 4 milhões de litros de cerveja entre os dois locais. Na zona industrial ela receberá a finalização, filtração, engarrafamento, produção e despacho.

“O ‘cervejaduto’ permitirá a diminuição de 85% no número de caminhões na cidade”
Em termos concretos, essa obra permitirá também salvar os nossos velhos paralelepípedos do centro histórico, mantendo-os na melhor condição possível”

Disse o responsável pelo planejamento do projeto, Franky Demone

Finalizando

Ideia justa e bem bolada, mas ainda me pergunto se isso não irá interferir na qualidade das cervejas, mas acredito que eles estejam pensando na porra toda, pra nada dar errado. Até porque seria um pecado eles fazerem merda com a deliciosa Brugse Zot, que é produzida por eles e é um símbolo pra cidade e pra Bélgica.

O que vocês acharam disso? Eu ainda preferia um rio de cerveja mesmo, mas ae teríamos que beber logo pra não estragar. Mas acho que isso não seria problema pra nós, certo? ;)

Fonte: Terra

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Date: Friday, 03 Oct 2014 15:07

Fala galera companheira de bar! Hoje vim aqui para compartilhar com vocês um passeio muito bacana que fiz há alguns dias, na Vinícola Ouro Verde, situada na cidade de Casa Nova, interior da Bahia e pertinho da divisa com Pernambuco.

O que eu estava fazendo perdida pela Vinícola Ouro Verde?

Paisagem da Vinícola Ouro Verde

Fui participar de um evento de tecnologia em Petrolina-PE, e a regra é clara, né meus queridos: cada viagem feita, seja a trabalho ou passeio, conhecer a cultura (etílica) local é fundamental.

Amante da cerveja que sou, perguntei sobre as cervejarias locais, mas não fui feliz nessa área. Mas então, me contaram sobre a vinícola. E eu não fazia ideia que se produzia uva lá!

Fertilidade etílica

Garrafas do vinho Miolo

A primeira surpresa foi sobre a fertilidade da terra: essa vinícola, que produz vinhos da Miolo, consegue ter uma produtividade até 3x acima das vinícolas gaúchas. Pois é! A terra nordestina é muito fértil, amigos. Único (e grande problema) é a falta d’agua. E por isso mesmo, o nordeste desenvolveu sistemas de irrigação que estão entre os tops do mundo!

Na visita, pude ir desde o processo produtivo, moagem da uva (é tudo feito em máquinas tá, gente! Não é como aparecia nas novelas da globo não), e conhecer os outros produtos que são produzidos lá: além do vinho tinho e o branco (várias linhas), a vinícola produz o Osbourne, um brand (tipo conhaque), que na sua forma pura, tem 70% de álcool! Experimentei esse trem e olha… queimou até minha alma! Mas, como no Brasil é proibida a venda de produtos com esse teor alcoólico, ele é diluído e vendido com um teor alcoólico de pouco mais de 40%.

Outro produto feito na Vinícola Ouro Verde é o espumante

Barris da Vinícola Ouro Verde

Aí, depois de conhecer os processos e atividades, todos guiados por um enólogo da fazenda, há uma degustação de alguns vinhos: experimentamos na maioria os brancos, pois um das pessoas que estavam comigo era alérgica a vinhos tintos. Mesmo assim foi super bacana, pois o pessoal ensina você a degustar o vinho com as técnicas corretas. E no final, você conhece a loja, onde pode comprar os vinhos que quiser. Eu trouxe 2 tintos para casa! Vamos ver se são bons.

O legal é que tem vinho para todos os gostos e bolsos: encontrei de R$13,00 a R$289,00. Então, opção é o que não falta. Além disso, tem uns chocolates com bebidas e também, produtos cosméticos feitos com vinho.

Finalizando

Brinde com vinho na Vinícola Ouro Verde

Então, minha gente, minha dica é essa: se forem para essa região, não deixem de conhecer a vinícola! É incrível ver aquele parreiral verdinho em meio ao sertão. E se não forem pra lá, mas forem em outro local, não esqueçam de saber sobre a cultura etílica local! Você podem ter sempre maravilhosas descobertas, assim como eu tive!

Um brinde! ;D

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Date: Thursday, 02 Oct 2014 13:29

Salve amigos e companheiros de mesa de bar. Semana passada deixei registrado, além de amor e carinho <3, uma receita marota de empadinha de frango praticamente afogada na cerveja. Uma autêntica receita de comida de boteco. Isso tudo embalada com a receita surpresa do nobre camarada e a nostalgia do boteco mais descolado da Rua Acre que me pegou em cheio. Mas ainda sim, não saía da minha cabeça todo esse fluxo de emoções e estava convicta de que eu também precisava da minha própria receita de estrombelete. Eis que surge o Estrombelete de Rato Suíno.

Você deve estar pensando… “Ah! Mas Rato Suíno é sacanagem né?!” Que nada!!! Esse é o indício do ápice da criatividade no bom #EstiloPdB…se liga nos preparativos.

Ingredientes do Estrombelete de rato suíno

  • 500 gramas de carne suína moída
  • 500 gramas de espinafre
  • 100 gramas de queijo gorgonzola
  • 400 ml de vinho branco
  • 500 gramas de batata cortada a grosso modo
  • 1 caldo de legumes
  • Sal, pimenta, alecrim e sálvia a gosto

Modo de fazer o Estrombelete de rato suíno

Estrombelete de rato suíno

  1. Tempere a carne com sal, pimenta, alecrim e sálvia. Estenda sobre um papel filme para que receba o recheio.
  2. Em uma panela com água e sal, coloque o espinafre até que reduza de tamanho. Você também pode usar uma daquelas panelas de cozimento a vapor para que os nutrientes não sejam perdidos na água que será jogada fora.
  3. Uma vez o espinafre cozido, junte o queijo gorgonzola e corrija o sal se necessário. Misture até que o queijo tenha derretido parcialmente.
  4. Com a carne aberta sobre o papel filme, coloque o recheio por toda a extensão e com calma, vá enrolando a carne até que esteja fechada com todo o recheio dentro. Atenção especial para as pontas que podem ser fechadas apenas achatando a carne. Na verdade, é a mesma técnica que usamos na receita da Manta de Porco Recheada.
  5. Dissolva o caldo de legumes no vinho branco e reserve.
  6. No forno já pré-aquecido a 200º, coloque o rolo de carne e despeje todo o vinho branco. Tampe com papel alumínio, com a parte amis brilhante para dentro, e deixe por uns 45/50 minutos.
  7. Retire o papel alumínio e acrescente as batatas. Se quiser, pode adicionar um pouco mais de alecrim principalmente sobre as batatas e sálvia sobre a carne. Deixe no forno por uns 25/30 minutos ou até reduzir um poucoa quantidade de líquido. É importante manter um pouco para não deixar a carne ressecada.
  8. Retire do tabuleiro, fatie e sirva com as batatas :D

Finalizando

Pode parecer que essa receita é complicada e demorada, mas garanto que vale cada minuto de espera. Nesse meio tempo, você pode iniciar os trabalhos de bebedeiras com aquela cerveja intensa tanto no álcool quanto no sabor como as do tipo british-style bitter, brown ale, altbier ou weizenbock. Depois dessa, seu network vai aumentar num grau que Masterchef vai ser tornar escolinha de jardim de infância :P

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Date: Tuesday, 30 Sep 2014 10:58

Fala galera PdB! Por acaso vocês tem acompanhado a marca Heineken na internet, redes sociais e afins? Os caras vêm mandando cada vez melhor e com várias ativações diferentes a marca vai crescendo e ganhando cada vez mais mercado.

A # mundial é a #OpenYourWorld. Olhando distraidamente, parecem várias campanhas sem ligação nenhuma, mas prestando atenção, tudo está interligado! Algumas #, locais novos, locais já existentes que vendem Heineken sendo divulgados, promoções…

#OpenYourWorld e #OpenYourCity

Após lançarem a # mundial, eles começaram a divulgar a #OpenYourCity estimulando as pessoas a conhecerem e explorarem melhor suas cidades. Rio de Janeiro, São Paulo, Berlim, Amsterdã, Nova York e Londres foram as seis cidades escolhidas para a ativação da marca. Reparem que nosso mercado merece destaque, sendo o único país a participar com duas cidades!

Garrafas de Heineken

Em São Paulo a #OpenSP aparece no Twitter indicando bares próximos que trabalham com a marca da garrafa verde. No Rio, eles lançaram o Heineken Beco das Garrafas com a reativação do Bottle’s Bar, em Copacabana. Um local clássico de tempos atrás (tipo década de 60), volta a cena com shows que são transmitidos ao vivo pelo canal de TV paga Bis.

Em termos de aplicativos para celulares, o modelo segue mais ou menos como a #OpenSP. O “Heineken Delegates” procura bares perto de você, só que ele permite e estimula que seja feita uma avaliação do local e fazendo reviews, você ganha prêmios bastante interessantes.

#TheCities

A promoção da vez é a “The Cities”! Estão ligados nas garrafas de Heineken com nomes das seis cidades que citei acima? Então, as tampinhas delas possuem um código que você pode inserir no site da promoção e concorrer a viagens para as quatro cidades do exterior.

Sensacional ,não?! Gosto de ações diferentes e interligadas! No fim das contas a Heineken reforça sua marca, estimula o consumo, agrega valor aos bares, interage com seu público e todos ficam felizes! Parabéns a marca e que venham mais campanhas como essa!

Aquele abraço!

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Date: Monday, 29 Sep 2014 11:19

Há muito eu escrevi vários artigos aqui no PdB sobre alguns licores, mas nunca um sobre o LICOR em si, sobre como essa bebida apareceu na história, como possivelmente ela foi criada e seu processo de fabricação. Pois então aqui vai ele.

O licor e suas histórias confusas

A história do licor é uma das mais confusas que eu já pesquisei, cada um conta uma lenda, mas o fato é que ele existe a muuuuuuuuuuito tempo, e que sua lenda se confunde com a história do homem. Entretanto, antes do conto vamos a definição. O que faz de uma bebida um licor?

Licor é toda bebida feita a base de maceração e/ou descanso de vegetais e/ou partes dele, tais como frutas, folhas, raízes e caules com álcool e açúcar ou xarope. Portanto a distinção maior é que no licor o álcool não é produto de uma reação como no vinho, por exemplo. Ele é adicionado a mistura de modo a retirar melhor a essência do vegetal que dará um sabor ao elixir, e o açúcar não é somente o do substrato.

Sabendo disso vamos lá a algumas versões da sua história

Garrafas de cerâmica de licor

Créditos: Les Butcher

Dizem por aí que no ano 300 d.c. as bruxas era famosas, a igreja ainda não tinha todo o poder e o triste episódio ocorrido em Salem e em tantas outras cidades não tinha acontecido. Então essas mulheres eram muito conhecidas por prepararem garrafadas curativas e infusões que tinham poder de fazer um homem se apaixonar por alguém específico, dentre outros efeitos mágicos.

Advinha o que eram essas infusões?

Isso mesmo meus caros, licores, feitos principalmente de rosas, dentre outras especiarias que de alguma forma tinham um pouco a ver como o efeito final. Porém, contam também que somente em 1240, Arnold Villeneuve, um cientista Catalão que escreveu um tratado sobre o álcool, divulgou uma técnica de extração de essências dos vegetais utilizando álcool então a partir disso e um pouco de açúcar teria nascido nosso licor

Hmmmmm, acho improvável

A verdade é que nesse momento escritos antigos nos ajuda, e em 200 a.c é a primeira vez que um licor aparece na história. O Licor 43 causou alvoroço naquela época e aqui no PdB tem um artigo sobre ele. Posso concordar que a forma mais moderna de se fazer licor tenha sido descrita por Villeneuve, entretanto, uma forma de se conseguir a bebida talvez mais primitiva já vinha sendo feita antes de cristo. Só que Villeneuve ainda ajudou em muito na disseminação da bebida, pois no começo acreditava-se que o licor era um remédio, e isso ficou maior quando o nosso cientista recebeu mérito por sua bebida supostamente curar o Papa da peste negra, o mesmo usou um licor que levava ouro na sua composição.

Garrafa de licor

Créditos: LTigers

Portanto, nesta época ficou muito comum usar licores principalmente de ervas pra tratar doentes das mais vastas enfermidades, inclusive não só bebiam como também banhavam as feridas. Com a disseminação de tantos benefícios não demorou até o licor começar a ser fabricado em monastérios e um dos famosos também já foi artigo aqui no PdB, o licor Benédictine foi criado pelo monge Dom Bernardo Vincelli.

A partir disso até a bebida de sabor tão possante começar a ser usada na culinária geral e consumo diário foi rápido, aparecendo em receitas de confeitarias, e no estilo de vida das pessoas, por isso a maioria é dito como digestivo, eles ingeriam um pouco de licor depois de se alimentar, pois a sabedoria popular diz que não se toma remédio de estômago vazio e porque também achavam que um dos efeitos benéficos seria ajudar na digestão.

Sofisticação do licor

Os Italianos foram os responsáveis pela sofisticação da bebida, dando uns toques requentados nos ingredientes. A poderosa rainha Catarina de Medicis em visita a Itália levou algumas receitas para a França, anos mais tarde a bebida aparece como uma das favoritas do rei Luis XIV, e até mesmo o Napoleão se apaixonou por um licor de tangerina, hoje uma bebida muito famosa conhecida como Mandarine Napoleon. Em 1575 com o alto consumo de licor, Lucas Bols fundou a Amsterdamsche Likeurstokerij ‘t Lootsje a mais antiga fábrica de licor e uma das maiores do mundo.

Composição do licor

Por ser uma bebida artesanal, o teor alcoólico varia de forma acentuada podendo ser encontrado licores de 18 a 54% de álcool na sua composição. Sua classificação é dada pela concentração de açúcar, os secos até 100g de sacarose/litro, os doces até 200g/litro, os finos até 350g/litro e os cremes que chegam a 350g.

Dos cremes o meu preferido é Sheridan’s, um licor irlandês feito em duas partes, uma de whisky com café e outra de chocolate belga com creme de avelã, mas sugiro também o licor Mozart, que tem um artigo sobre ele aqui também.

Fabricação do licor

Garrafas de licor

Créditos: Louise Garin

O processo de fabricação é relativamente simples, a essência do vegetal de interesse é retirada com maceração ou descanso em álcool, depois se deixa as frutas em infusão com o álcool por um longo tempo, por ultimo se põe o açúcar e deixa descansar filtrando antes de engarrafar. Há quem faça isso em um mês. O tempo pra cada descanso é relativo, aqui na Bahia alguns artesãos levam até um ano no processo de fabricação, mas obviamente que o processo nas grandes indústrias requer outras etapas, de purificação, filtragem e descanso. Porém não é uma bebida que envelheça como vinho e whisky.

Finalizando

O licor sem dúvida alguma é a bebida mais variada do mundo, das festas juninas do nordeste às grandes destiladoras da Europa se pode encontrar mais de 300 sabores. Dentre raízes, folhas e frutos separados e/ou misturados, anônimos como o Licor de maracujá de Tia Gilma de Cruz das Almas-BA, o Jagermeister representado no nordeste por meu querido Chris Eckert, do inusitado licor de banana feito pela Malibu, ao VOV licor de ovo não muito bem aceito, os doces como o Licor 43, ou surpreendentes como o licor de pimenta, eles são maioria, tem pra todo gosto.

O fato é que se houver algum bar que não tiver nenhuma garrafa de licor, corra, aquilo não é um bar. Eu sou suspeito pra falar, mas ninguém pode dizer que eu estou errado.

Mas agora me digam, qual o licor preferido de vocês?

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Date: Friday, 26 Sep 2014 11:23

Vocês conhecem o Campari, a famosa bebida vermelha, um grande ícone da Itália. A marca lançou nesse mês de setembro uma nova garrafa, algo que não acontecia desde o ano de 1990. É a quinta vez que a marca troca de garrafa, poucas vezes devido a sua idade, 154 anos.

O ano de 2014 entra historicamente para a marca Campari

A garrafa recebeu sua quinta reformulação, e a responsável por isso foi a agência londrina Claessens International, grande parceira de longa data da marca.

Garrafa de Campari

E é um orgulho pro Papo de Bar fazer parte dessa mudança da marca. Recebemos a garrafa numa belíssima caixa vermelha contendo a nova garrafa. O detalhe ficou por parte da “tampa” da caixa, que ao abrir você algumas páginas mostrando toda a evolução das garrafas que a marca teve.

Veja o Video no Videolog.tv.

A primeira garrafa foi feita no formato de um Decanter, achei bem irada, fora que nessa época era tudo feito artesanalmente, manualmente, na mãozona mesmo, coisa impossível pra hoje em dia pelos números de produção, mas acontece. Em 1912 ela recebeu um visual que podemos dizer que tem uma certa cara da garrafa antiga, antes dessa nova. Mas a que eu achei bem interessante foi a terceira geração, que era embrulhada num papel, em 1940. Em meados de 1960 a marca ganhou o mundo.

E como ficou essa nova garrafa do Campari?

Diria clássica, com uma silhueta um pouco mais fina e aparentemente mais comprida, alta. O auto relevo na parte de baixo da garrafa ficou interessante e o prateado em volta da marca ficou interessante, apesar de eu geralmente não curtir muito, mas deu um certo charme e um toque refinado.

Tampa do Campari

Gostei muito também da tampa, numa cor e formato melhor, dando ênfase à marca. Uma coisa que eu reparei e não sei se estou viajando demais, mas achei que nessa garrafa o vermelho ficou mais evidente, não sei, de repente estou bêbado uahahuuahua.

Com a garrafa remodelada, a empresa italiana reafirma a elegância e tradição dos 154 anos de mercado, enfatizando os valores tradicionais da Campari e, ao mesmo tempo, permanecendo renovada e atualizada. É algo que todas as bebidas deveriam fazer, por mais tarde que seja. Um belo exemplo disso foi a nova garrafa de Jack Daniel’s que eles lançaram, mais quadrada, achei genial e de muito boa sacada, assim como essa nova do Campari.

Garrafa de Campari

Para a Campari do Brasil, trazer inovações globais e edições comemorativas somente reiteram a importância e a posição estratégica do país na rota de negócios do Grupo. Julka Villa, diretora de marketing da Campari do Brasil, diz o seguinte:

“O mercado brasileiro é um dos mercados mais importante para Campari no mundo, uma marca que tem um público fiel e cativo e, por isso, procuramos sempre trazer novidades para agradar esse consumidor. O lançamento da nova garrafa aqui no Brasil dá continuidade ao trabalho que temos feito e reforça a importância que o nosso consumidor tem para a marca”

Finalizando

A nova garrafa de Campari já está disponível e o preço sugerido de R$ 32,90. Por acaso já acharam por aí? O que vocês acharam? E do gosto, o que vocês acham do Campari?

Abs.

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Date: Thursday, 25 Sep 2014 12:09

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Devo confessar que fiquei muito empolgada com a receita de Estrombelete de Pombo gordo que o nobre Lúpulo Reacionário postou essa semana. Lembrei de cara das famosas “Happy Hour” que rolava no Brisba, o pé sujo mais descolado da Rua do Acre, enquanto eu ainda era analista de sistema na cidade maravilhosa. Bons tempos..bons tempos….Tantas cervejas e lembranças que não resisti em testar um petisco digno de qualquer cozinha de boteco no mundo: Empadinhas de Frango na Cerveja.

Ingredientes da massa da empadinhas de frango na cerveja

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 600 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovo
  • 1 colher de chá de fermento químico
  • Sal a gosto

Modo de fazer a massa da empadinhas de frango na cerveja

  1. Misture a farinha, o fermento, o sal e a manteiga até formar uma farofa.
  2. Acrescente as gemas e continue sovando a massa até que fique compacta e seja possível formar uma bola.
  3. Guarde na geladeira até a hora de fazer as empadinhas.

Ingredientes do recheio da Empadinhas de Frango na Cerveja

Empadinhas de Frango na Cerveja

Créditos: teresa vera

  • 1 cebola grossamente picada
  • 4 dentes de alho grossamente picados
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 1 peito de frango
  • 300 ml de cerveja pilsen
  • 1 caixa UHT de creme de leite
  • Farinha de trigo ou Amido de milho, se necessário.
  • Azeitonas
  • Limão e vinagre
  • Sal, orégano, alecrim, salvia e pimentão a gosto

Modo de fazer o recheio da Empadinhas de Frango na Cerveja

  1. Limpe o peito de frango, eliminando todas as gorduras extras, pele e osso. Lave bem o peito inteiro com limão e vinagre.
  2. Em uma panela funda, doure a cebola e o alho com a manteiga.
  3. Acrescente o peito (inteiro) e doure de todos os lados, virando sempre.
  4. Junte a cerveja e os temperos e deixe cozinhar por uns 25 minutos.
  5. Uma vez cozido o peito de frango, retire o osso esterno e triture num processador, ou batedeira ou usando suas mãozinhas 
  6. Coe o caldo que restou na panela e junte o creme de leite e as azeitonas. Se necessário, aos poucos, adicione a farinha ou o amido para engrossar o caldo.

Chegou o momento tão esperado…. a montagem

  1. Usando forminhas pequenas ou até mesmo uma única maior (se você estive com preguiça), forre o fundo e as laterais com a massa já preparada.
  2. Recheie generosamente as forminhas.
  3. Tampe com um novo extrato de massa e pincele a cobertura com gema de ovo.
  4. Coloque para assar até que fique douradinha.

Finalizando

Se você quiser deixar suas empadinhas de frango na cerveja DAORA de verdade, pode substituir a Pilsen por Amber Ale ou Bronw Ale. Mas fique atento que por ser cervejas mais forte, talvez seja melhor fazer um balanço com água. Só uma ideia…

Essa receita rende mais ou menos 50 empadinhas que quentinhas farão a felicidade dos seus amiguinhos, assim como faziam dos meus no saudoso Brisba. Só que lá não tinhas essas belezinhas bronzeadas para matar a fome em meio de tanta garrafa de cerveja vazia sobre a mesa ;)

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Date: Wednesday, 24 Sep 2014 11:02

Olá PdBs! Um pessoal dos EUA lançou uma cerveja leve e tiveram uma grande ideia para chamar a atenção dos consumidores: INOVAR! Sem despertar o interesse das pessoas, a cerveja seria mais uma nas prateleiras e provavelmente as vendas não iriam alavancar. Mas…

A cerveja batizada de “Peacemaker Anytime Ale”, produzida pela Austin Beer Works, em Austin no estado do Texas, lançou o primeiro pack de 99 latas do mundo! Isso tudo para mostrar o quão leve é sua nova cerveja. E o preço também é bastante atrativo: 99 dólares! 1 cerveja = 1 dólar! Acho bem justo!

Focando no sabor leve e mostrando que a cerveja pode ser consumida em qualquer hora e qualquer lugar, ações no Instagram, Twitter e Facebook da marca vão divulgando os pontos de venda, que são lojas selecionadas da cidade.

Se liga no vídeo!

Com 5% de teor alcoólico e maltes claros a Peacemaker apresenta sabor meio pão, meio biscoito com notas cítricas e florais. Parece boa! E no site ainda rola aquele estímulo para beber com os amigos, com a frase “Boa sorte em levá-las para casa, você vai precisar de um amigo”. Curti o slogan!

Eu compraria um pack desses! Vocês não?

Aquele abraço!

Fonte: Meio e Mensagem

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Date: Tuesday, 23 Sep 2014 11:11

Que meus crimes e pecados só sejam julgados na mesa do bar, nunca antes do décimo segundo copo de cerveja. Afinal a mesa do bar é o único lugar onde toda história – Ou estória. Tem realmente alguma importância.

Mas não há como negar, escrever histórias ou memórias é sempre muito difícil quando as melhores noites terminam em um ‘fading’ de lembranças. Esse efeito estranho que desafia todas as leis da física chamada amnésia alcoólica. Acordar sem saber exatamente onde está é sempre um pouco assustador. Mas é preciso manter a calma e depois de localizadas as roupas, a porta de saída e um taxi, tudo fica mais confortável.

Então você imagina todas aquelas páginas que representam as últimas horas da noite anterior mas tudo que tem é um parágrafo de início e algumas pobres linhas no final. Triste, isso até poderia ser uma boa história pra contar na mesa do bar.

Guardando as testemunhas tampinhas de garrafa

Drink e tampinhas de garrafa

Créditos: Gina Zhidov

Há algum tempo nutro o hábito de guardar nos bolsos as tampinhas das garrafas de cerveja que bebi. Não sei exatamente quando comecei isso, mas às vezes esses pequenos detalhes fazem muita diferença. Quando não existem garrafas, no caso das cervejas on tap, um guardanapo com a marca do bar ou uma bolachinha de cerveja personalizada também serve. Souvenires? Não. Fragmentos de memória.

De um jeito tosco, há uma certa esperança em que as tampinhas das garrafas me ajudarão a lembrar o que bebi e isso já é um baita começo. No meio da bagunça do bolso da calça, um guardanapo pode me dizer por quais bares eu andei e, com alguma sorte, esses pequenos fragmentos de lembranças podem iluminar algum ponto obscuro daquilo que a memória insiste em esconder.

Tem vezes que nem vale lembrar…

Barangueira dançando

Créditos: Mark Sobhani

Nas vezes em que acordar em um lugar estranho é tão assustador que nem vale a pena tentar lembrar. Vale a pena saber quais bares evitar nos próximos dias. A ressaca moral é fiel companheira nessas horas.

Há também um lance muito singelo em encontrar tampinhas de boas cervejas no bolso dos casacos – Já que não sou do tipo que guarda dinheiro. A licença poética em inventar histórias sobre uma certa noite do inverno passado, devaneando flertes no balcão do bar. Flertes que terminam em camas tão estranhas, mas que por um acaso do destino não te permitem esquecer.

Que meus pecados sejam julgados sempre na mesa do bar, assim quem sabe, no dia seguinte eles façam parte dos capítulos esquecidos dessa história.

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Date: Monday, 22 Sep 2014 11:30

Em algum momento, prometi escrever sobre a Sol Premium, ou Sol mexicana, como dizem. O nome diferenciado pegou por conta da estratégia caída de importação só do nome, ainda em meados da década passada. A Sol ‘brasileira’ a cerveja do “viva a cervejinha” dos jogos Pan-americanos do Rio foi um fiasco parecido com a NS2 (alguém lembra?).

É importante deixar claro para os amigos que essa não é minha cerveja favorita, mas ela me ganha por uma boa causa… ela é refrescante e tem sabor. Sei que pode parecer um absurdo, mas cervejas realmente refrescantes, tradicionalmente são aguadas e sem sabor. Com todo respeito aos amantes de Skol e Itaipava, mas não consigo sentir sabor nas duas. Geralmente, subimos o rótulo para algo menos refrescante e com sabor mais marcante, mesmo que se trate do mesmo arremedo de milho de sempre. Com a Sol Premium, vi essa ordem se inverter, vi os fatores mudarem e descobri um equilíbrio razoável entre leveza, refrescância e sabor.

Era Sol que me faltava

Garrafa da cerveja Sol na praia

Créditos: Sergio Ramos

Sendo assim, tenho consumido essa gracinha nos churras quentes de cada fim de semana. Ela vai bem com aquele paranauê do limão no gargalo, mas aquilo só me dá dor de cabeça, não tenho QI pra operar o limão e a garrafa, ou entope e bebo numa garrafa conta-gotas, ou o limão vai pra dentro da garrafa, mas pra quem tem a manha, vale a pena.

A coloração dela é bem dourada, clara, viva e convidativa, a espuma até é razoável, mas consumo na garrafa quase sempre, logo, esse fator salta pela janela. Para meu deleite, o lúpulo pode ser notado (levemente) no aroma e no sabor, mas sem qualquer amargor. É uma cerveja de combate, que peita muito bem nossas ofertas diárias de sempre. O mais interessante em relação a ela? Está cada dia mais barata! Tudo isso por menos de dois dinheiros!!!

Outro fator relevante de sua bebilidade (ou drinkability) é que ela não dá aquela sensação de inchaço. Como gordo que sou, isso faz enorme diferença! isso é amor, isso é vida! Cabe mais comida, cabe mais birita!

Fica a dica da Sol, que nasce para todos!

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Date: Friday, 19 Sep 2014 11:04

Fala galera PdB! Já provaram o Johnnie Walker Double Black? É muito bom! Vale a pena! Mas o que me despertou interesse realmente, foi uma campanha deles na TV. Assisto muito ao canal esportivo ESPN e lá passa bastante! Nunca tinha visto um whisky dos bons anunciar na televisão.

O vídeo “Kill of the Night” é meio subjetivo e dá margem para você interpretar e tirar sua conclusão pessoal sobre ele. Fato esse que é bem legal, porque permite que pessoas com entendimentos bastante distintos, gostem do mesmo vídeo, por motivos bem diferentes. E reparem que aparecem tanto o Black Label quanto o Double Black.

Assistam ao vídeo

E aí? Tinta preto em tudo e só? Algo meio zumbi? Valorização das noitadas e seus extremos acontecimentos? O fato de ambas as marcas aparecerem e sendo representados por personagens diferentes, dá ainda uma margem maior para viajar sobre o assunto.

Cada um pensa o que quiser! Entendo que eles associaram a noite (óbvio) e tudo que ela pode trazer. Bom ou ruim, depende do ponto de vista de cada um. Vejo o cara fazendo uma besteira, “chutando balde” e foda-se o mundo! Vou beber meu whisky! Aí para piorar a situação, chega uma mulher, a perdição de nossas vidas, e “BUM” taca fogo em tudo!

Double Black

Vejo ainda uma pequena associação ao cigarro, mesmo que subentendida, quando o capeta, (Ops!) a mulher acende seu Zippo. Pode ser coisa de fumante, mas assim entendi e gostei. O fato é que o vídeo ficou muito bom e conseguiu marcar presença na lista de prioridades nas próximas compras etílicas.

Aquele abraço!

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Date: Thursday, 18 Sep 2014 19:15

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Já diziam os ditados populares que “Não se faz amigos bebendo leite” e “ Amigos são feitos nos horários e lugares mais inusitados”. Pois bem, analisando isso, me peguei pensando: E se encontro alguém sinistro no café da manhã, por exemplo. Como poderia demonstrar meus mais profundos interesses logo de cara? Então surgiu a ideia de fazer uma geléia #EstiloPdB feat. Jack Sparrow, seguindo o comentário de um grande amigo meu, o Mário (é…aquele mesmo) que diz que eu me amarro em colocar mé em tudo que faço. Sem mais delongas, apresento então a nobre geleia de pera ao rum.

Ingredientes da Geleia de Pera ao Rum

Geleia de Pera ao Rum

  • 1kg de pera picadas
  • 300g de açúcar
  • 50 ml de rum

Modo de fazer a Geleia de Pera ao Rum

Geleia de Pera ao Rum

  1. Corte as peras do tamanho desejado. Se você gosta de geleia pedaçuda, corte os pedaços grandes. Se você gosta de geleia mais tipo papinha, corte pequenininho.
  2. Adicione o açúcar e o rum e tampe a panela. Deixe cozinhando em fogo baixo até reduzir bastante e virar… geleia!
  3. O ponto certo da geleia é quando ao passer uma colher no fundo da panela, dá pra ver o fundo. Mais ou menos depois de umas 2 horas, está pronto para servir!

Finalizando

Já está pronto para comer! Você pode coar pra tirar as sementes ou até mesmo usar o mixer pra fazer purêzinho, se você não gostar de geleia pedaçuda (que eu particulamente amo e curto sentir a coisa mais grossa :P )

Agora, se liga na parada: Se você não tiver muita gente em casa pra comer a geleia bem rápido, digo uns 2/3 dias, vale a pena você conservar melhor para evitar que tudo estrague. Daí você pergunta: Mas como?

A dica modafoca de hoje está na conservação. Você deve ferver um pote de vidro junto com a tampa antes de colocar a geleia dentro, para esterilizar. Retire o pote de vidro de boca pra baixo usando um pegador. Deixe escorrer sobre um pano bem limpo. Vire de boca pra cima só na hora de colocar a geleia dentro (assim evita que seja contaminada por bactérias. Fazendo isso, você tem a geleia conservada por meses fora da geladeira e pronta praquele café da manhã maroto ;)

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Date: Wednesday, 17 Sep 2014 11:35

A ciência já comprovou que, quando ingerido em pequenas quantidades, o álcool age no nosso cérebro promovendo a desinibição. Por isso, existe o consenso de que, quando bêbados, ficamos mais sociáveis, ou mais “corajosos”.

Porém, ousarei aperfeiçoar esta teoria. O que nenhum cientista jamais disse e, portanto, serei a primeira a proferir tal afirmação – chocando a comunidade científica – é que: o álcool desperta em nós habilidades que nós jamais imaginávamos possuir.

Beba e vire um dançarino

Bêbada dançando

Créditos: Flying Daggerz

Eu, por exemplo, sóbria, tenho a desenvoltura de um poste para qualquer tipo de dança. Mas, após alguns copos de cerveja, o remelexo toma conta do meu ser e eu vou de tango a axé facilmente. True story.

Beba e torne-se fotogênico

O álcool também age na fotogenia de algumas pessoas. Isso foi descoberto por uma amiga, que certa vez me disse que não gostava de tirar fotos sóbria, pois o sorriso saía falso. Teoria provada e comprovada: após algumas doses, o sorriso era espontâneo e saía muito mais natural na foto. Sim, ficamos mais fotogênicos e mais bonitos quanto bebemos.

Vire bilíngue bebendo alguns goles

Outra habilidade despertada pela bebida é a de falar outro idioma. Já comprovei empiricamente esta afirmação diversas vezes. No dia a dia, eu costumo ficar bastante travada quando tenho a necessidade de me comunicar em inglês, pois estou bastante enferrujada. Mas, é só botar um pouquinho de álcool pra dentro que sou capaz de passar horas conversando com um gringo – e entendendo tudo!

Drunk Comedy

Bêbado engraçado

Créditos: Flying Daggerz

Mas, talvez a maior – e melhor – habilidade de todas seja a criatividade. Não tem stand up comedy nem livrinho de piadas do Ary Toledo capaz de competir com as piadas e trocadilhos genialmente criados na mesa do bar. Até penso em filmar uma das sessões de cervejaerisadaterapia para assistir depois.

Finalizando

A única habilidade que não melhora e que não devemos, jamais, praticar sob efeito de bebida, como todo mundo sabe, é a de dirigir, né?! Bebida e direção não combinam. Ah, pensando bem… Bebida e whatsapp também não (risos). De resto, we’re all rockstars, baby.

E você, também desenvolve algum “superpoder” quando bebe? Conta aí pra gente nos comentários.

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Date: Tuesday, 16 Sep 2014 11:32

Alô, alô PdBs!!! Sempre leio sobre bebidas etílicas e tudo que possa estar relacionado ao assunto. Refrigerantes normalmente não estão incluídos nessa lista, mas dessa vez terei que abrir uma exceção! Até porque é sobre um refrigerante de maconha.

Nos Estados Unidos, alguns estados estão liberando a maconha com a finalidade recreativa e em Washington os caras não perderam tempo. Dois meses após a liberação, o “Legal”, refrigerante de maconha que contém 10 ml de maconha líquida, já estava sendo vendido. Com três sabores diferentes, cereja, romã e limão e com valor acessível de 10 dólares, a bebida é apenas uma amostra de quanto esse mercado promete!

Refrigerante de maconha e café de maconha

Legal, refrigerante de maconha

O próximo produto a ser lançado será o café gelado com maconha! Visando servir a novidade logo no café da manhã, seus criadores alegam que a bebida será melhor que fumar e quer ajudar os consumidores a enfrentar seu dia-a-dia: “Você mergulhará em um dia de trabalho ou de diversão, cheio da mais pura alegria”, promete a empresa Mirth.

Agora esperamos que comecem a liberar a maconha também no Brasil e em outros países no mundo, sempre com fiscalização e fins bem definidos. Com isso vários novos produtos vão surgir e novos nichos de mercado irão aparecer. Imaginem cerveja de maconha, vodka com maconha, whisky… Enfim… Adoro novidades!!!

Aquele abraço!!!

Fonte: Veja

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Date: Monday, 15 Sep 2014 11:20

É época de eleições. Iremos decidir quais serão nossos principais governantes nos próximos quatro anos. Momento importante na vida de todos os cidadãos brasileiros. Infelizmente a maior parte das discussões gira em torno de coisas que, ao meu ver, não deveriam ser discutidas. E todas elas baseiam-se no direito de escolha de um cidadão. Do que eu estou falando? Casamento gay e aborto.

Pera! O PdB é um portal que fala basicamente sobre bebidas. Calma, eu chego lá!

A política e a religião

Cálice e religião

Créditos: Alvaro Germán

Os debates politicos tomaram uma dimensão diferente, embora com temas recorrentes, nas últimas semanas de campanha para as próximas eleições. Quando um dos candidatos faleceu em um acidente de avião, sua então candidata a vice tomou seu lugar. Essa candidata disse ser a favor da união entre homossexuais, mas depois voltou atrás. Pronto! Foi motivo para uma série de debates, reportagens e posts na internet tratando do tema.

A candidata poderia ter optado (olha a escolha aí!) por manter sua posição, mas voltou atrás por conta de pressões de grupos políticos envolvidos com a religião. Religião e política quando se misturam nunca dá em boa coisa. Os debates e argumentos sempre misturam direitos civis com dogmas e posicionamentos religiosos. É discussão para a eternidade!

Temas como aborto e liberação de drogas também entram em debate, mas nunca como de fato devem ser discutidos. As coisas sempre descambam para a religião, como se a religião não fosse uma escolha. Cade o estado laico?

Meu corpo, meu templo!

Gordo bêbado

Créditos: John

Acho que poucas frases fazem tanto sentido. Se eu sou dono do meu corpo, devo ter o direito de fazer com ele o que bem entender. A escolha é minha. Posso decidir ter uma vida saudável, praticando esportes e comendo de três em três horas, com bastante fibras, legumes e verduras. Mas também posso escolher almoçar em um fast food todos os dias, chegar em casa e comer um pote de sorvete assistindo a minha série de TV favorita.

Nenhum politico, nenhuma lei ou religião pode impor como deve ser o meu estilo de vida. Então, se posso escolher ser quase um atleta ou o sujeito mais sedentário do universo, causando inveja no Garfield, por que quando escolho beber, fumar, usar drogas ou me relacionar com pessoas do mesmo sexo sou apedrejado?

Pablo Neruda um dia escreveu:

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências.”

Verdade! Se escolho fumar sabendo que corro o risco de ganhar um câncer de pulmão, o problema é meu. Se escolho beber sabendo que corro o risco de ter cirrose, o problema é meu. Hoje vivemos a era da informação. Todos temos o dever de saber a consequência das nossas escolhas, e essa escolha deve ser individual.

As leis e o livre arbítrio

Raul Seixas pra presidente

Raul Seixas cantou “faz o que tu queres pois é tudo da lei” e até hoje é criticado. Talvez as pessoas não tenham entendido a profundidade da mensagem. Ter consciência corporal e o direito de decidir o que você fará da sua vida não lhe dá o direito de fazer o que bem entender. Existem leis e preceitos morais que devem ser seguidos. E todas essas leis e preceitos giram em torno de uma coisa só: você tem o direito de fazer mal a você e a mais ninguém. Roubar, matar, humilhar ou subjugar outras pessoas é errado, sendo proibido ou não.

Você pode escolher o que fazer do seu corpo e da sua vida, mas não da vida dos outros.

Alguns dirão: mas um alcoólatra destrói uma família. Causa sofrimento e danos financeiros para todos ao seu redor. É verdade! Mas aí eu te pergunto: uma pessoa extremamente workaholic não causa os mesmos danos? E um fanático religioso?

Temos o direito de escolha sim. E temos que ter consciência que nossas escolhas não podem interferir de forma negativa na vida de ninguém. Estou falando do bom e velho equilíbrio. Tudo demais faz mal. Beber muito, malhar muito, comer muito, dormir muito, fanatismo… Devemos ter consciência de nossos atos.

Se um amigo meu resolver dormir na sarjeta a escolha é única e exclusivamente dele. Como um bom amigo eu estarei ali para tentar ajudá-lo. Mas se de fato essa é a opção de vida dele, o que eu posso fazer? Um dos escritores mais talentosos que o mundo já viu era um bebedor compulsivo, e sabia dos males que a bebida estava fazendo ao seu corpo. Ainda assim ele decidiu beber até os seus últimos dias, escrevendo textos maravilhosos. Estou falando de Charles Bukowski.

Se uma pessoa resolver correr maratonas atrás de maratonas sabendo que pode causar danos irreparáveis a vários ossos do seu corpo, mas mesmo sabendo disso escolher correr feito o Forrest Gump, porque é isso que lhe dá prazer, o que há de errado nisso? E o mesmo vale para os bebedores, tabagistas, consumidores de queijo cheddar e por aí vai. A vida é sua, são suas escolhas.

A consciência corporal

Gays caminhando na praia

Créditos: Tomer Trabelsi

Dito tudo isso, volto aos primeiros parágrafos deste texto. Estou falando de opção sexual e aborto.

Há várias discussões sobre o tema homossexualidade. Há quem diga que é comportamento, há quem diga que é genético… não me importa. Se uma pessoa é feliz sendo homossexual, ou até mesmo bissexual, quero mais que ela faça o que lhe dá prazer. Gostaria que alguém me explicasse, de forma racional e sem religião envolvida, porque um homem é menos homem porque sente prazer em uma relação com uma pessoa do mesmo sexo. Caráter não vê orientação sexual, cor, raça, etnia, classe social ou religião. Não misture as coisas.

Meu melhor amigo é homossexual, e ele é o cara mais foda que eu conheci na vida. E olha que eu o conheço desde o ventre da minha mãe.

O mesmo vale para o aborto. Vamos tratar o tema sem eufemismos ou religião. Li uma reportagem hoje de uma menina, com uma vida inteira pela frente, que está desaparecida porque foi a uma clinica clandestina de aborto. Se ela tivesse a opção de se dirigir a um hospital e solicitar um aborto, como acontece em vários países europeus, ainda estaria entre nós.

Alguns vão dizer: mas ela carregava uma vida em seu ventre. Há controvérsias. Ainda assim, a escolha seria dela, e as consequências dessa escolha também.

Chega de preconceito

Preconceito é uma merda. Dá nojo! E to falando de todo o tipo de preconceito. Tem gente que fala mal do sujeito que bebe no bar, da menina que encheu o corpo de tatuagens, do sujeito que colocou um alargador na orelha, da amiga do trabalho que está obesa… E essa pessoa vive na igreja toda terça e domingo. Quanta incoerência.

Se as pessoas entendessem que elas são diferentes das outras, o mundo seria um lugar muito melhor de se viver. E viva a diferença! Não teríamos guerras religiosas, holocaustos, espancamentos de homossexuais, discussões a cerca de cotas raciais, liberação de drogas, estilos de vida, orientação sexual e por aí vai. Nossos políticos estariam discutindo planos de governo que de fato melhorassem a nossa vida e garantissem nossos direitos. Quando o IR chega todo o mês de abril nossos governantes não querem saber de que cor somos, qual é a nossa orientação sexual, se bebemos no bar ou vamos na missa rezar um pai nosso todo domingo. Então, porque na hora de falarmos dos nossos direitos essas coisas surgem?

Vamos beber!

Um brinde com cerveja

Esse texto daria um bom papo em uma mesa de bar, né? Eu escolhi beber. E gosto mesmo! Destilados, cervejas baratas e especiais, drinks… Se altera o meu estado mental e me faz relaxar eu encaro. E, embora eu me considere um bebedor moderado (equilíbrio é tudo) mesclando meus dias entre trabalho, exercícios físicos e uma bebidinha no fim de semana, há dias que eu decido encher a cara. E a decisão é minha e de mais ninguém. E bebo sem culpa. Não há político, pastor ou padre que me convença do contrário.

Então meu caro leitor, seja você um maconheiro, um homossexual, um bêbado, uma mulher que decidiu esperar para se tornar mãe, um ateu ou um religioso, não tenha vergonha de ser o que você é. Saia de casa com orgulho, levante suas bandeiras se for necessário, mas nunca deixe que te digam o que é melhor para você. Descubra por si próprio.

E o mais importante: deixe as pessoas serem o que elas quiserem ser.

Já fui chamado de bêbado algumas vezes. Mas sei que não sou, não o tempo todo. E tenho consciência dos meus atos e minhas escolhas. Sei e tenho inteligência suficiente para notar onde algo na minha vida está em desarmonia com o que eu penso e o que fazer para mudar. Sou dono das minhas escolhas, sem medo de ser feliz, sendo taxado ou não.

E você?

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Author: "Drunk N' Roll" Tags: "Shots, aborto, bebado, comportamento, de..."
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Date: Wednesday, 10 Sep 2014 13:37

É verdade, ouvir um você é linda é bom demais, mas ouvir um “você faz falta na mesa do bar” é ainda melhor. Calma amigues, não fiquem nervosas com a minha frase, vou explicar!

Antes de tudo e longe de ser hipócrita, ouvir um “-Nossa, você é linda ”, é muito bom mesmo. Sabemos que isso dá aquela massageada no ego, coloca um sorriso na nossa cara e a autoestima lááá na lua, sei bem disso. Porém, sou da opinião que homem, quando quer agradar, ou mesmo só passar um papo, ele vai te chamar de linda. Sua mãe e seu pai, vão te chamar de linda. Suas tias e suas amigas também. E se você der aquela produzida, você também vai ser chamada de linda. Põe foto no instagram com um filtro, tá lá nos comentários: LINDA.

Resumo da ópera: é uma delícia ser chamada de linda (e pfvr homens, amigas e família, podem continuar nos elogiando). Mas é muito fácil também.

Você é linda sim, mas no bar é muito mais

Mulher linda bebendo

Créditos: Olena Zaskochenko

Agora, você que está aí lendo este artigo, já ouviu um “Você faz falta na mesa do bar”? Pois se não ouviu, lamento por você. Lamento, porque fazer falta na mesa do bar significa que não é sua beleza que faz a diferença, mas a sua companhia, o seu papo, suas piadas infames. Na mesa do bar é o lugar onde você mais se sente à vontade. É o lugar onde você não precisa se esconder atrás de artifícios ou de protocolos e pode ficar o mais natural possível. É onde você fala o que pensa, o que gosta, os palavrões todos (muitas vezes de língua enrolada já). É no bar que você deixa de lado toda a elegância ~princesística~, e grita “Garçom, traz mais uma rodada”. É onde você fala dos seus problemas amorosos e toda dor de corno, desabafa sobre os problemas no trabalho, e tem alguém que te ouve. E claro, é onde você também é o ombro amigo de quem passa por problemas parecidos – ou não – com os seus.

Filosofia de boteco

Mulher no boteco servindo drinks

Créditos: Michal Tomes

Fazer falta na mesa do bar é sinal que seus conselhos de boteco e filosofias de bêbado fazem diferença na vida dos seus amigos. Fazer falta na mesa do bar é se sentir amada: quem te fala isso não é alguém que quer “te passar o papo” ou elevar sua autoestima, mas quem se importa com você e sente falta da sua companhia, independente dela ser linda ou não.

Portanto, amigas, eu desejo que vocês continuem sendo lindas! Mas lembrem-se, a beleza, talvez um dia passe… Agora ser uma boa companhia, é para sempre. Então, eu desejo que além de lindas, vocês sejam sempre companhias que fazem falta na mesa do bar.

Um brinde, e um beijo.

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Author: "Dona Cervejeira" Tags: "Ladies First, beleza, boteco, comportame..."
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