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Date: Wednesday, 17 Sep 2014 11:35

A ciência já comprovou que, quando ingerido em pequenas quantidades, o álcool age no nosso cérebro promovendo a desinibição. Por isso, existe o consenso de que, quando bêbados, ficamos mais sociáveis, ou mais “corajosos”.

Porém, ousarei aperfeiçoar esta teoria. O que nenhum cientista jamais disse e, portanto, serei a primeira a proferir tal afirmação – chocando a comunidade científica – é que: o álcool desperta em nós habilidades que nós jamais imaginávamos possuir.

Beba e vire um dançarino

Bêbada dançando

Créditos: Flying Daggerz

Eu, por exemplo, sóbria, tenho a desenvoltura de um poste para qualquer tipo de dança. Mas, após alguns copos de cerveja, o remelexo toma conta do meu ser e eu vou de tango a axé facilmente. True story.

Beba e torne-se fotogênico

O álcool também age na fotogenia de algumas pessoas. Isso foi descoberto por uma amiga, que certa vez me disse que não gostava de tirar fotos sóbria, pois o sorriso saía falso. Teoria provada e comprovada: após algumas doses, o sorriso era espontâneo e saía muito mais natural na foto. Sim, ficamos mais fotogênicos e mais bonitos quanto bebemos.

Vire bilíngue bebendo alguns goles

Outra habilidade despertada pela bebida é a de falar outro idioma. Já comprovei empiricamente esta afirmação diversas vezes. No dia a dia, eu costumo ficar bastante travada quando tenho a necessidade de me comunicar em inglês, pois estou bastante enferrujada. Mas, é só botar um pouquinho de álcool pra dentro que sou capaz de passar horas conversando com um gringo – e entendendo tudo!

Drunk Comedy

Bêbado engraçado

Créditos: Flying Daggerz

Mas, talvez a maior – e melhor – habilidade de todas seja a criatividade. Não tem stand up comedy nem livrinho de piadas do Ary Toledo capaz de competir com as piadas e trocadilhos genialmente criados na mesa do bar. Até penso em filmar uma das sessões de cervejaerisadaterapia para assistir depois.

Finalizando

A única habilidade que não melhora e que não devemos, jamais, praticar sob efeito de bebida, como todo mundo sabe, é a de dirigir, né?! Bebida e direção não combinam. Ah, pensando bem… Bebida e whatsapp também não (risos). De resto, we’re all rockstars, baby.

E você, também desenvolve algum “superpoder” quando bebe? Conta aí pra gente nos comentários.

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Author: "Brazilian May Ale" Tags: "Shots, bebados, coisas de bêbado, comed..."
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Date: Tuesday, 16 Sep 2014 11:32

Alô, alô PdBs!!! Sempre leio sobre bebidas etílicas e tudo que possa estar relacionado ao assunto. Refrigerantes normalmente não estão incluídos nessa lista, mas dessa vez terei que abrir uma exceção! Até porque é sobre um refrigerante de maconha.

Nos Estados Unidos, alguns estados estão liberando a maconha com a finalidade recreativa e em Washington os caras não perderam tempo. Dois meses após a liberação, o “Legal”, refrigerante de maconha que contém 10 ml de maconha líquida, já estava sendo vendido. Com três sabores diferentes, cereja, romã e limão e com valor acessível de 10 dólares, a bebida é apenas uma amostra de quanto esse mercado promete!

Refrigerante de maconha e café de maconha

Legal, refrigerante de maconha

O próximo produto a ser lançado será o café gelado com maconha! Visando servir a novidade logo no café da manhã, seus criadores alegam que a bebida será melhor que fumar e quer ajudar os consumidores a enfrentar seu dia-a-dia: “Você mergulhará em um dia de trabalho ou de diversão, cheio da mais pura alegria”, promete a empresa Mirth.

Agora esperamos que comecem a liberar a maconha também no Brasil e em outros países no mundo, sempre com fiscalização e fins bem definidos. Com isso vários novos produtos vão surgir e novos nichos de mercado irão aparecer. Imaginem cerveja de maconha, vodka com maconha, whisky… Enfim… Adoro novidades!!!

Aquele abraço!!!

Fonte: Veja

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Author: "Sonâmbulo Etílico" Tags: "Curiosidades, drogas, EUA, lançamentos,..."
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Date: Monday, 15 Sep 2014 11:20

É época de eleições. Iremos decidir quais serão nossos principais governantes nos próximos quatro anos. Momento importante na vida de todos os cidadãos brasileiros. Infelizmente a maior parte das discussões gira em torno de coisas que, ao meu ver, não deveriam ser discutidas. E todas elas baseiam-se no direito de escolha de um cidadão. Do que eu estou falando? Casamento gay e aborto.

Pera! O PdB é um portal que fala basicamente sobre bebidas. Calma, eu chego lá!

A política e a religião

Cálice e religião

Créditos: Alvaro Germán

Os debates politicos tomaram uma dimensão diferente, embora com temas recorrentes, nas últimas semanas de campanha para as próximas eleições. Quando um dos candidatos faleceu em um acidente de avião, sua então candidata a vice tomou seu lugar. Essa candidata disse ser a favor da união entre homossexuais, mas depois voltou atrás. Pronto! Foi motivo para uma série de debates, reportagens e posts na internet tratando do tema.

A candidata poderia ter optado (olha a escolha aí!) por manter sua posição, mas voltou atrás por conta de pressões de grupos políticos envolvidos com a religião. Religião e política quando se misturam nunca dá em boa coisa. Os debates e argumentos sempre misturam direitos civis com dogmas e posicionamentos religiosos. É discussão para a eternidade!

Temas como aborto e liberação de drogas também entram em debate, mas nunca como de fato devem ser discutidos. As coisas sempre descambam para a religião, como se a religião não fosse uma escolha. Cade o estado laico?

Meu corpo, meu templo!

Gordo bêbado

Créditos: John

Acho que poucas frases fazem tanto sentido. Se eu sou dono do meu corpo, devo ter o direito de fazer com ele o que bem entender. A escolha é minha. Posso decidir ter uma vida saudável, praticando esportes e comendo de três em três horas, com bastante fibras, legumes e verduras. Mas também posso escolher almoçar em um fast food todos os dias, chegar em casa e comer um pote de sorvete assistindo a minha série de TV favorita.

Nenhum politico, nenhuma lei ou religião pode impor como deve ser o meu estilo de vida. Então, se posso escolher ser quase um atleta ou o sujeito mais sedentário do universo, causando inveja no Garfield, por que quando escolho beber, fumar, usar drogas ou me relacionar com pessoas do mesmo sexo sou apedrejado?

Pablo Neruda um dia escreveu:

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências.”

Verdade! Se escolho fumar sabendo que corro o risco de ganhar um câncer de pulmão, o problema é meu. Se escolho beber sabendo que corro o risco de ter cirrose, o problema é meu. Hoje vivemos a era da informação. Todos temos o dever de saber a consequência das nossas escolhas, e essa escolha deve ser individual.

As leis e o livre arbítrio

Raul Seixas pra presidente

Raul Seixas cantou “faz o que tu queres pois é tudo da lei” e até hoje é criticado. Talvez as pessoas não tenham entendido a profundidade da mensagem. Ter consciência corporal e o direito de decidir o que você fará da sua vida não lhe dá o direito de fazer o que bem entender. Existem leis e preceitos morais que devem ser seguidos. E todas essas leis e preceitos giram em torno de uma coisa só: você tem o direito de fazer mal a você e a mais ninguém. Roubar, matar, humilhar ou subjugar outras pessoas é errado, sendo proibido ou não.

Você pode escolher o que fazer do seu corpo e da sua vida, mas não da vida dos outros.

Alguns dirão: mas um alcoólatra destrói uma família. Causa sofrimento e danos financeiros para todos ao seu redor. É verdade! Mas aí eu te pergunto: uma pessoa extremamente workaholic não causa os mesmos danos? E um fanático religioso?

Temos o direito de escolha sim. E temos que ter consciência que nossas escolhas não podem interferir de forma negativa na vida de ninguém. Estou falando do bom e velho equilíbrio. Tudo demais faz mal. Beber muito, malhar muito, comer muito, dormir muito, fanatismo… Devemos ter consciência de nossos atos.

Se um amigo meu resolver dormir na sarjeta a escolha é única e exclusivamente dele. Como um bom amigo eu estarei ali para tentar ajudá-lo. Mas se de fato essa é a opção de vida dele, o que eu posso fazer? Um dos escritores mais talentosos que o mundo já viu era um bebedor compulsivo, e sabia dos males que a bebida estava fazendo ao seu corpo. Ainda assim ele decidiu beber até os seus últimos dias, escrevendo textos maravilhosos. Estou falando de Charles Bukowski.

Se uma pessoa resolver correr maratonas atrás de maratonas sabendo que pode causar danos irreparáveis a vários ossos do seu corpo, mas mesmo sabendo disso escolher correr feito o Forrest Gump, porque é isso que lhe dá prazer, o que há de errado nisso? E o mesmo vale para os bebedores, tabagistas, consumidores de queijo cheddar e por aí vai. A vida é sua, são suas escolhas.

A consciência corporal

Gays caminhando na praia

Créditos: Tomer Trabelsi

Dito tudo isso, volto aos primeiros parágrafos deste texto. Estou falando de opção sexual e aborto.

Há várias discussões sobre o tema homossexualidade. Há quem diga que é comportamento, há quem diga que é genético… não me importa. Se uma pessoa é feliz sendo homossexual, ou até mesmo bissexual, quero mais que ela faça o que lhe dá prazer. Gostaria que alguém me explicasse, de forma racional e sem religião envolvida, porque um homem é menos homem porque sente prazer em uma relação com uma pessoa do mesmo sexo. Caráter não vê orientação sexual, cor, raça, etnia, classe social ou religião. Não misture as coisas.

Meu melhor amigo é homossexual, e ele é o cara mais foda que eu conheci na vida. E olha que eu o conheço desde o ventre da minha mãe.

O mesmo vale para o aborto. Vamos tratar o tema sem eufemismos ou religião. Li uma reportagem hoje de uma menina, com uma vida inteira pela frente, que está desaparecida porque foi a uma clinica clandestina de aborto. Se ela tivesse a opção de se dirigir a um hospital e solicitar um aborto, como acontece em vários países europeus, ainda estaria entre nós.

Alguns vão dizer: mas ela carregava uma vida em seu ventre. Há controvérsias. Ainda assim, a escolha seria dela, e as consequências dessa escolha também.

Chega de preconceito

Preconceito é uma merda. Dá nojo! E to falando de todo o tipo de preconceito. Tem gente que fala mal do sujeito que bebe no bar, da menina que encheu o corpo de tatuagens, do sujeito que colocou um alargador na orelha, da amiga do trabalho que está obesa… E essa pessoa vive na igreja toda terça e domingo. Quanta incoerência.

Se as pessoas entendessem que elas são diferentes das outras, o mundo seria um lugar muito melhor de se viver. E viva a diferença! Não teríamos guerras religiosas, holocaustos, espancamentos de homossexuais, discussões a cerca de cotas raciais, liberação de drogas, estilos de vida, orientação sexual e por aí vai. Nossos políticos estariam discutindo planos de governo que de fato melhorassem a nossa vida e garantissem nossos direitos. Quando o IR chega todo o mês de abril nossos governantes não querem saber de que cor somos, qual é a nossa orientação sexual, se bebemos no bar ou vamos na missa rezar um pai nosso todo domingo. Então, porque na hora de falarmos dos nossos direitos essas coisas surgem?

Vamos beber!

Um brinde com cerveja

Esse texto daria um bom papo em uma mesa de bar, né? Eu escolhi beber. E gosto mesmo! Destilados, cervejas baratas e especiais, drinks… Se altera o meu estado mental e me faz relaxar eu encaro. E, embora eu me considere um bebedor moderado (equilíbrio é tudo) mesclando meus dias entre trabalho, exercícios físicos e uma bebidinha no fim de semana, há dias que eu decido encher a cara. E a decisão é minha e de mais ninguém. E bebo sem culpa. Não há político, pastor ou padre que me convença do contrário.

Então meu caro leitor, seja você um maconheiro, um homossexual, um bêbado, uma mulher que decidiu esperar para se tornar mãe, um ateu ou um religioso, não tenha vergonha de ser o que você é. Saia de casa com orgulho, levante suas bandeiras se for necessário, mas nunca deixe que te digam o que é melhor para você. Descubra por si próprio.

E o mais importante: deixe as pessoas serem o que elas quiserem ser.

Já fui chamado de bêbado algumas vezes. Mas sei que não sou, não o tempo todo. E tenho consciência dos meus atos e minhas escolhas. Sei e tenho inteligência suficiente para notar onde algo na minha vida está em desarmonia com o que eu penso e o que fazer para mudar. Sou dono das minhas escolhas, sem medo de ser feliz, sendo taxado ou não.

E você?

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Author: "Drunk N' Roll" Tags: "Shots, aborto, bebado, comportamento, de..."
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Date: Wednesday, 10 Sep 2014 13:37

É verdade, ouvir um você é linda é bom demais, mas ouvir um “você faz falta na mesa do bar” é ainda melhor. Calma amigues, não fiquem nervosas com a minha frase, vou explicar!

Antes de tudo e longe de ser hipócrita, ouvir um “-Nossa, você é linda ”, é muito bom mesmo. Sabemos que isso dá aquela massageada no ego, coloca um sorriso na nossa cara e a autoestima lááá na lua, sei bem disso. Porém, sou da opinião que homem, quando quer agradar, ou mesmo só passar um papo, ele vai te chamar de linda. Sua mãe e seu pai, vão te chamar de linda. Suas tias e suas amigas também. E se você der aquela produzida, você também vai ser chamada de linda. Põe foto no instagram com um filtro, tá lá nos comentários: LINDA.

Resumo da ópera: é uma delícia ser chamada de linda (e pfvr homens, amigas e família, podem continuar nos elogiando). Mas é muito fácil também.

Você é linda sim, mas no bar é muito mais

Mulher linda bebendo

Créditos: Olena Zaskochenko

Agora, você que está aí lendo este artigo, já ouviu um “Você faz falta na mesa do bar”? Pois se não ouviu, lamento por você. Lamento, porque fazer falta na mesa do bar significa que não é sua beleza que faz a diferença, mas a sua companhia, o seu papo, suas piadas infames. Na mesa do bar é o lugar onde você mais se sente à vontade. É o lugar onde você não precisa se esconder atrás de artifícios ou de protocolos e pode ficar o mais natural possível. É onde você fala o que pensa, o que gosta, os palavrões todos (muitas vezes de língua enrolada já). É no bar que você deixa de lado toda a elegância ~princesística~, e grita “Garçom, traz mais uma rodada”. É onde você fala dos seus problemas amorosos e toda dor de corno, desabafa sobre os problemas no trabalho, e tem alguém que te ouve. E claro, é onde você também é o ombro amigo de quem passa por problemas parecidos – ou não – com os seus.

Filosofia de boteco

Mulher no boteco servindo drinks

Créditos: Michal Tomes

Fazer falta na mesa do bar é sinal que seus conselhos de boteco e filosofias de bêbado fazem diferença na vida dos seus amigos. Fazer falta na mesa do bar é se sentir amada: quem te fala isso não é alguém que quer “te passar o papo” ou elevar sua autoestima, mas quem se importa com você e sente falta da sua companhia, independente dela ser linda ou não.

Portanto, amigas, eu desejo que vocês continuem sendo lindas! Mas lembrem-se, a beleza, talvez um dia passe… Agora ser uma boa companhia, é para sempre. Então, eu desejo que além de lindas, vocês sejam sempre companhias que fazem falta na mesa do bar.

Um brinde, e um beijo.

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Author: "Dona Cervejeira" Tags: "Ladies First, beleza, boteco, comportame..."
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Date: Tuesday, 09 Sep 2014 11:33

Olá povo PdB! Acho que todos sabem que a Heineken é a responsável pela cerveja Sol, né? Então… Os caras são bons demais com as campanhas da holandesa da garrafa verde e com suas outras marcas não poderia ser diferente. A Sagres e a Amstel já tiveram seus lançamentos no mercado e estão aí em bares e mercados para quem quiser provar.

Lá vem a Sol…

Garrafa da cerveja Sol

Agora é o momento da Sol. A cerveja mexicana, já conhecida de muitos, começa bem por seu nome. Sol está diretamente associado ao verão, calor, praia, coisas que a maioria dos brasileiros curte. Quando mais novo, na primeira vez que vi a Sol sendo vendida, fui experimentar. Me serviram a longneck com 1/8 de limão na boca da garrafa e disseram que era assim que ela era bebida originalmente. Se é ou não, eu não sei, mas que fica bom, fica!

A Sol é bem leve, perfeita para quando queremos beber muito! Eu, por exemplo, sou daqueles que chega num local e se começo a beber, quero ter todo tempo uma garrafa nas mãos. Me sinto até ansioso quando estou de mãos abanando. E aí a Sol, com limãozinho e tudo, cai muito bem!

No vídeo da campanha, o foco foi a idade da cerveja, citando a independência do México. Com os dizeres “Quando nasceu a Sol, num México recém-independente, não existia nada como ela. Hoje, 115 anos mais tarde, ainda não existe”, eles vão direto ao ponto e valorizam sua cerveja.

Independência do México e cerveja

Só para ilustrar, o México lutou por sua independência desde 1810, conseguindo seu objetivo em 1821, mas o feito apenas foi reconhecido pela Espanha em 1836. Então quando eles dizem recém-independente, eles não exageram. A Sol é uma marca internacional e deve cada vez mais se fazer presente mundo afora, estando nas mãos da Heineken.

Garrafa da cerveja Sol

Como já disse, curto a cerveja Sol nos momentos certos e adorei o vídeo. Simples e inteligente, ele passa a mensagem e desperta a vontade nos consumidores. Já aguardo ansiosamente a campanha de verão da marca! Só vamos ver como vão servi-la agora, com ou sem limão.

Aquele abraço!

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Date: Monday, 08 Sep 2014 11:05

Fala galeraPdB! Estão ligados na campanha que a Smirnoff está fazendo para um novo posicionamento no mercado? To querendo escrever sobre isso há um tempo e sempre esquecia, mas ainda acho que vale. Os caras espalharam uns cartazes pela cidade de São Paulo com frases “pertinentes” e com a hashtag #UmBrindeAVidaReal . Os paulistanos ficaram encucados para saber quem estava por trás daquilo e no fim de agosto a Smirnoff se revelou e assumiu a autoria.

Vamo fazer um #UmBrindeAVidaReal

Cartazes simples, no estilo “Keep Calm and Carry On”, com frases sobre o cotidiano das pessoas e com um tom engraçado fizeram sucesso e ajudaram a garantir o sucesso da campanha, que agora lançou um vídeo.

Penso que o vídeo traduz bem o que o pessoal da Smirnoff quer passar, mas as frases dos cartazes ficaram mais legais e merecem não ser esquecidas. Curti muito a campanha que consegue inovar, como há muito eu não via uma vodka fazendo. Que venham outras campanhas criativas!

#UmBrindeAVidaReal #UmBrindeAVidaReal #UmBrindeAVidaReal

Aquele abraço!

Fonte: iG Economia

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Date: Thursday, 04 Sep 2014 12:38

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Já não é novidade para ninguém que fixei residência além terras tupiniquis há algum tempo, mais precisamente na Itália. Daí você pergunta mentalmente: “Mas o que eu tenho a ver com isso?” Resposta básica: Tenho sido constantemente bombardeada com novas influências, temperos e cortes de carnes que não resisto em dividir com vocês. E essa semana não poderia ser diferente. De rolé por Milão provei o famoso prato trancional da região da Lombardia, o Ossobuco, que nada mais é que o chambão de vitela cortado em rodelas juntamente com os ossos. Cada rodela tem no centro um bocado de osso em forma de tubo, onde encontra-se o tutano que não é pra ser retirado.

De posse de uma garrafa de conhaque, achei que poderia fazer a minha versão desse prato, já que estou aqui para experimentar, né?! Então foi aí que me derreti ainda mais por essa experiência culinária que tem sido minha vida nos últimos meses. Se liga só…

Ingredientes do Ossobuco

Ossobuco no conhaque

  • 600g de ossobuco
  • 1 cebola picada
  • 4 dentes de alho picados
  • 100 ml de conhaque
  • 100 gr de queijo gorgonzola
  • 50 ml de leite
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo
  • Sal e manjericão a gusto
  • Azeite

Modo de fazer o Ossobuco

Ossobuco no conhaque

  1. Tempere os pedaços de ossobuco com sal e deixe repousar por pelo menos 30 minutos em metade do conhaque;
  2. Aqueça bem uma frigideira grande e só depois de já quente, coloque um pouco de azeite;
  3. Coloque os pedaços do ossobuco na frigideira (sem o conhaque ainda) e deixe por alguns minutos, de cada lado, para que a carne seja selada e não perca água e maciez. O ponto é levemente dourada;
  4. Adicione o conhaque todo ( o que estava na carne e o que ainda ficou no copo) e cubra a frigideira. Deixe por uns 5 minutos mais ou menos, virando a carne nesse meio tempo;
  5. Em uma panelinha, coloque o azeite, a cebola e o alho e deixe refogar;
  6. Quando tudo estiver douradinho, adicione o queijo gorgonzola e espere dissolver tudo;
  7. Junte o leite e mexa até criar um caldinho. Junte a farinha de trigo aos poucos e sempre mexendo, para não criar grumos.
  8. Com tudo ainda quente, junte os pedaços de ossobuco, já com o molho de conhaque (aquele caldinho que sobrar no fundo da frigideira) com o creme de gorgonzola por cima e sirva. Junte também um pouco do manjerição para fazer uma presence maneira além de dar um toque maroto para o creme.

Finalizando

Sinceramente não sei como não provei esse corte antes. Suculento e muito saboroso, todo o seu glamour é elevando à décima potencia com o toque de conhaque, que rende tudo mais apetitoso. Essa é uma daquelas receitas que fará de você, sem dúvida alguma, um mix de chef premiado feat viajandão cult. E para beber, recomendo fortemente uma cerveja no estilo Belgian Dubbel ;)

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Author: "Pipita Chef" Tags: "Gastronomia, conhaque, gastronomia etíl..."
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Date: Tuesday, 02 Sep 2014 18:56

Estava de boas passeando no mercado, fazendo compras para receber um casal de amigos em minha humilde choupana. Enquanto minha querida proprietária, digo, consorte, passeava em busca de elementos importantes para o que jantaríamos ou beliscaríamos mais tarde, me preocupei com o elemento fundamental de qualquer congregação social, a qualidade daquilo que iríamos beber.

Como estava calor, dei preferência para a Sol mexicana, uma pilsen muito honesta, um tanto diferenciada dos chás de milho que inundam nossas atuais prateleiras. A Sol mexicana será tema de nossa conversa aqui, mas em um outro momento. Enfim, escolhi essa pilsen, pelo menos para o consumo em larga escala, mas não gostaria de sair dali com rótulos batidos. Escolhi uma cervejinha para a sobremesa e fiquei encantado com uma garrafinha pequenina, tipo “cracudinha” que encontrei de bobeira no mercado. Super Bock, dizia o rótulo. Tratava-se de uma lager… de Portugal!

Super o quê? Super Bock! Puxa…

Cerveja Super Bock e peitos

Trouxe as simpáticas garrafinhas em quantidade reduzida, o objetivo era conhecer e ‘abrir os trabalhos’ com ela. Admito que a parte divertida da brincadeira, pelo menos pra mim, foi o fato de ser uma cerveja lusitana. Não sei explicar, onde está a graça disso, mas eu só conhecia a Sagres, precisava expandir meus horizontes, me senti quase um navegador! Outro simpático fator foi a tampinha com o anel, similar ao da Amstel. Tenho profunda simpatia por esse sistema de abertura. Enfim, fechou o combo, levei as crianças.

Vamos provar a Super Bock

Depois de devidamente gelada, foi o momento de provar o pão líquido lusitano, o saldo é positivo, embora não estejamos falando de nada de outro mundo. Estamos falando de uma lager honesta, o malte se faz presente e a coloração me decepcionou um pouquinho, esperava um corpo melhor, mas nada comprometedor.

Algo ruim na Super Bock?

De ruim, somente a questão do lúpulo, muito presente no aroma, mas relegado a um segundo plano mais distante no sabor. Dependendo do paladar, essa minha crítica, vira elogio e motiva a compra. Pra quem curte um colarinho mais denso, ela fica devendo um pouco, gerando pouca espuma, com baixa densidade, mas esse fator se assemelha demais à questão anterior, tornando-se interessante para muitos camaradas. Seu melhor caráter fica na conta do retrogosto, muito bem trabalhado, sem qualquer nota ruim. Sua concepção e composição parecem bastante redondinhas, o sabor é equilibrado e prazeroso, com sabor marcante, bem refrescante e um salgado leve no final.

Garrafa e copo da Cerveja Super Bock

A relação custo benefício dela não é das melhores, paguei 3 dinheiros na unidade, mas não sei exatamente a média de preço. Sua qualidade, se comparada com o que temos aí no mercado comum, é sensivelmente superior. Assim sendo, talvez essa portuga não vá fazer você levar tapinhas nas costas em sua roda de amigos, mas serve pra fazer alguma graça com alguma senhorita que não seja uma grande conhecedora.

Não senti a tristeza de um fado, nem a alegria do vira, mas gostei da experiência. Adeus, gajos! Bebam com responsabilidade, ó pá!

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Date: Friday, 29 Aug 2014 11:40

Salve galera do bar! Que vocês curtem uma cerveja, uma cachaça e um whisky eu tô ligada. E de música, vocês gostam? Aposto que sim! E de Blues? E de Blues Etílicos?

Blues etílico

É, estou falando da banda mesmo. Eu confesso (envergonhada) que fui conhecer a banda há pouco tempo graças a um amigo ébrio, apesar dos caras já terem mais de VINTE E CINCO ANOS de estrada (ou seja, eles já bebiam e faziam música disso antes mesmo de eu nascer). Eles têm mais de 10 CDs, DVD, até uma cerveja própria e enfim, eles mandam MUITO bem.

E se você já conhece, apenas aprecie as músicas! :)

Mas se não conhece, recomendo a apertar o play, e curtir esse som, que além de maneiríssimo, tem umas letras iraaadas – e que são a cara do Papo de Bar.

Blues Etílicos – Puro Malte

Com textura e colarinho, corpo e alma num só copo
Seja de trigo ou de cevada
Só não me venha com cascata
Não quero arroz, não quero milho
Só puro malte, meu amigo…

Blues Etílicos – Cerveja

Toda bebida é binóculo da alma
É raio x da perdição dos sentimentos
Cerveja me libera, me leva ao paraíso
Ah loura liquida me leva pro seu liquid sky

Blues Etílicos – O Sol também me levanta

É nessas horas que eu digo pra mim mesmo:
“Nunca mais eu vou beber.”
Mas vem caindo a tardinha,
preparo outra caipirinha.

Blues Etílicos – Terceiro whisky

Parei no terceiro whisky
Não lamento a minha desgraça
Porque agora estou partindo
Pra minha quinta cachaça

Finalizando

E bem, se vocês procurarem pela internet vão achar mais outras músicas muito legais tanto deles ou de versões, como por exemplo, Cotidiano nº2 do Vinícius de Moraes (uma das minhas preferidas do Vinícius, e nessa versão amei mais ainda!).

Agora já pode fazer sua playlist aí e abrir sua cerveja ou seu whisky pra dar aquela relaxada…

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Author: "Dona Cervejeira" Tags: "Música, blues etílico, Cachaça, caipi..."
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Date: Thursday, 28 Aug 2014 12:00

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Devo dizer que vocês, meus nobres leitores #EstiloPdB são realmente seres afortunados. Enquanto várias pessoas buscam dicas potentes de como cozinhar maravilhas em livros, programas de tv e diversos sites na internet, vocês têm tudo isso aqui nesse humilde espaço. Para provar que essa é a mais pura verdade, eis que apresento diretamente da Riviera Italiana uma das coisas mais suculentas que já provei por essas bandas. Eis que vos apresento o Coelho ao Molho de Vinho Branco. Um prato sensacional e refrescante para os dias mais quentes do verão ou aqueles dias quentes no meio do inverno, típico do Rio de Janeiro… #saudades

Coelho ao molho de vinho branco na panela

Fácil de fazer e muito eficiente na hora de mostrar toda a sua desenvoltura e conhecimento além horizonte, essa receita é perfeita para momentos em que você não dispõe de muito tempo, mas mesmo assim ainda quer fazer bonito.

Ingredientes do Coelho ao molho de vinho branco

  • 500g de costelas de coelho
  • 1 cebola grande bem picada
  • 3 dentes de alho bem picados
  • 1 colher de sopa de azeite
  • Alecrim, salvia e sal a gosto
  • 300 ml de vinho branco

Modo de fazer o Coelho ao molho de vinho branco

  1. Em uma panela bem quente, coloque para aquecer o azeite. Lembre-se que é apenas aquecer hein. Não deixe muito tempo para não prejudicar a qualidade do óleo.
  2. Uma vez aquecido, coloque os pedaços do coelho para dourar. Não é necessário ficar virando toda hora. Basta apenas uma vez para cada lado. Essa é a manha para deixa a carne bem suculenta.
  3. Com os dois lados dourados, adicione a cebola e o alho e mexa até que tudo seja incorporado.
  4. Adicione então o alecrim, a salvia e o sal. Mexendo apenas os temperos e não virando muito a carne.
  5. Junte o vinho branco e deixe reduzir até que quase todo o liquido evapore.

Finalizando

Coelhos bebendo vinho

Que delícia!

Créditos: Klaus Dreyer

Para acompanhar você pode fazer uma daquelas saladas cheias de lescos lescos, como alface, tomate, cenoura ralada, pepino e azeitonas pretas. Combina que é uma maravilha. E para dar mais “sustança”, coloque para rolo algumas batatas assadas com azeite, sal grosso e alecrim. Fica simplesmente irresistível. Já para beber, nada melhor que um vinho branco geladinho….é o plá final para o dia ficar melhor.

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Date: Wednesday, 27 Aug 2014 16:28

Hoje eu gostaria de falar sobre um assunto que considero muito sério nas festas que “cada um leva a sua bebida”. Algo que num primeiro olhar pode parecer besta, mas se você for olhar com mais cuidado poderá concordar comigo, pois na hora de beber no churrasco todo mundo quer a cerveja boa.

Assim como eu, é provável que você tenha a sua marca preferida de cerveja. Eu, pessoalmente, sou fanzona da Heineken, e é a cerveja comercial que mais consumo. Ela é um pouco mais carinha, comparada a outras similares, mas eu gosto tanto dela que não me importo em gastar um pouquinho mais pra ter o prazer de beber uma cerveja que agrada meu paladar.

A sua pode não ser uma cerveja boa

Cerveja boa com luzes

Pense nisso!

Créditos: Alex Gaflig

A sua cerveja preferida pode não ser a mesma que a minha. Mas atire a primeira pedra quem nunca presenciou um churrasco ou qualquer outra festa que você tenha que levar o que vai beber, e teve um mané pão duro que levou a cerveja “mais barata” mas só tomou a cerveja boa do outro. Isso é coisa beeem séria, gente.
Longe de ser egoísta, e não querer dividir minha cerveja. Nunca fui dessas, e beber com os amigos é um dos maiores prazeres da vida. Mas venho encarecidamente neste post lembra-los de usar o bom senso.

Gosta de cerveja boa? Excelente!

Então por que levar a mais barata e não tomar uma bendita latinha dela? Se você gosta de coisa boa, lembre-se que os outros também gostam. E por uma questão de bom senso e justiça seja uma pessoa bacaninha e abre essa mão que dez pilas na caixinha de cerveja não vão te matar! Ou ao menos tenha a decência de tomar sua cerveja ruim.

Copos com cerveja boa

Créditos: Scott Barnett

Na verdade essa pequena “regrinha” (é estou meio ~cagando-regras~ hoje, mas é por uma causa nobre) vale não só para a cerveja, como para as outras bebidas, viu! Lembra daquele ditado de: “trate os outros como você gostaria de ser tratado”?. No mundo etílico, a regra permanece, meu nobre. E caso você faça isso com frequência, no mínimo, você vai sair com fama de aproveitador. E isso, não é bacana pra ninguém.

Finalizando

Então, meu amigo, cria vergonha nessa cara, que Deus tá vendo, e seus amigos também viu! Gentileza gera gentileza, e bebedeira de qualidade gera ressaca de qualidade. Contribua para um mundo bêbado mais honesto. Obrigada.

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Date: Monday, 25 Aug 2014 11:43

Essa receita é tão simples quanto maluca. Simples porque é ridiculamente fácil. E maluca porque qualquer um pode fazer do jeito que tiver vontade, substituindo ingredientes e temperos. Aprendi essa receita com minha avó, pouco tempo atrás. Ela não bebe, mas gosta de comer coisa boa. Por me conhecer demais, Dona Regina, minha Empadinha, disse que talvez fosse uma boa eu aprender a receita para servir como aperitivo nas reuniões que ocorrem com meus nobres amigos bebedores, em minha residência. “Deve ficar bom com essas suas cervejas”, disse ela.

Ah! Fato curioso! Descobri que a receita não tem nome. Ela chamou de salsichão, mortadelão e outros nomes meio bizarros e de gosto duvidoso. Como eu não curti nenhum deles, resolvi utilizar esse mesmo, principalmente após a prematura partida de Fausto Fanti, mesmo sendo o Gil Brother o autor do nome dessa parada aí, fica aqui uma pequena homenagem. Esse que resolvi apresentar aos senhores é a versão mais simples e de maior sucesso.

Ingredientes do Estrombelete de Pombo Obeso

Estrombelete de pombo obeso

  • 400 gramas de peito de frango sem osso, cortado em pedaços médios;
  • 250 gramas de bacon magro cortado em pequenos pedaços;
  • 300 gramas de presunto picado;
  • Meio pimentão médio picado;
  • Sal, pimenta-do-reino e salsa picada a gosto.

Modo de preparo do Estrombelete de Pombo Obeso

  1. Jogue tudo num processador e bata até formar uma pasta. O ponto da “pasta”, fica a critério de cada um. Particularmente, não gosto de deixar virar um patê;
  2. Transfira a pasta para um filme plástico, separando em duas porções distintas, forme um rolinho, como um salame, enrole e feche bem as pontas do filme. Leve ao micro em potência alta por 6 minutos. Retire do micro-ondas e espere esfriar.
  3. Depois de frio, você pode fatiar e servir ou fritá-lo, ainda inteiro para servir posteriormente!

Finalizando

Sei que não é quinta-feira, dia das receitas fodásticas da Pipita Chef, mas essa quebra um galho maneiro. Já fiz esse Estrombelete recheado com queijos e com diferentes ingredientes. Vai MUITO bem com uma cervejinha!

Bom Apetite!

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Date: Friday, 22 Aug 2014 11:25

Fala galera! Todos sabem que quando acontecem lançamentos, festas e eventos relacionados a bebidas alcoólicas, o Papo de Bar está lá! E semana passada foi bem ampla nesse sentido. Só durante a semana fomos convidados para 2 eventos, onde anunciaram 3 produtos novos no mercado: as cervejas Burn Baby Burn, Sagres e Amstel.

Cerveja Burn Baby Burn!

Cerveja Burn Baby Burn

A Mistura Clássica vive lançando cervejas novas no mercado. Focados em cervejas especiais, de vez em quando tiram uma e colocam outra no mercado. Dessa vez quem vem a Burn Baby Burn. Uma Smoked Potter com sabor marcante, tostado e forte como deve ser.

O evento aconteceu num bar do Rio, que possui uma vasta carta de cervejas e é dono de um ambiente de fazer inveja em alguns. Não conhecia e o Dom Barcellos surpreendeu, está aprovado e entrou na lista de bares que voltaremos com certeza! Além do lançamento, serviram também o chopp pilsen da Mistura Clássica, que é muito bom e várias comidinhas gostosas!

Cervejas Sagres e Amstel

Na sexta-feira a Heineken promoveu o lançamento de duas cervejas: a portuguesa, Sagres e a belga, Amstel. De cara eu digo: Sou mais a Heineken! Mas pensando no mercado brasileiro em geral, se forem bem distribuídas e devem ser, pois se trata da Heineken, Sagres e Amstel pegam já já!

Eu comparo a Brahma e outras cervejas dessa categoria. Se eu chegar a um bar e a Brahma for bem mais barato que a Sagres, por exemplo, eu beberei Brahma feliz! Mas se for no mesmo nível, darei uma moral pras novidades e uma chance para eu gostar mais delas. Mas lembrem-se que cada um tem suas preferências, portanto, provem todas!

Equipe da Sagres e Amstel

Esse evento de sexta foi um pouco diferente, com a galera “famosa” na internet que foram, provaram, receberam brindes e falaram sobre o produto. Bem legal! O bar Adellos, mais um que não conhecia, é bastante interessante e bem grande, com mesas fora e dentro do bar e um cardápio de dar água na boca. Atendimento… Nota 10!

Enfim… É sempre um prazer inenarrável estar nesses eventos e saber sobre os lançamentos e novidades do mercado. Socializar é nosso forte e esse tipo de ocasião é perfeita para isso! Somos meninos de sorte mesmo! E vocês, quando provarem, podiam vir aqui e contar o que acharam! Ok?

Aquele abraço!

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Date: Thursday, 21 Aug 2014 12:48

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Essa é sem dúvida uma receita apenas para os fortes. Daquelas de virar um evento por si só quando é feita, em especial, para os amigos mais chegados que adoram uma novidade e um motivo para começar a bebedeira dos finais de semana. Eis que apresento a minha versão para a tradicional torta de limão, que para o #EstiloPdB, virou a torta de caipirinha. Com poucos ingredientes, muito fácil de fazer e sem muita firula, pode ser até o começo de uma paixão pela confeitaria, ao menos para mim começou assim.

Ingredientes da massa da Torta de Caipirinha

  • 3 ½ xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de manteiga
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 ovo
  • 1 colher de fermento em pó
  • Leite

Modo de fazer a massa da Torta de Caipirinha

Torta de caipirinha

 

  1. Coloque todos os ingredientes em uma tigela e misture com os dedos até obter uma massa homogênea.
  2. Use o leite, com moderação, para render a massa mais maleável. Cuidado para não deixa-la aguada demais hein!
  3. Abra a massa com um rolo e forre uma assadeira própria para tortas e faça pequenos furos na massa com um garfo.
  4. Cubra toda a superfície com papel alumínio e coloque alguns grãos de feijões para acertar o fundo da torta e não estufar.
  5. Asse até ficar levemente dourada no forno à 180º.

Ingredientes do recheio da Torta de Caipirinha

  • 1 lata de leite condensado
  • ¼ xícara de suco de limão
  • 15 ml de cachaça
  • Rapas de limão

Modo de fazer o recheio da Torta de Caipirinha

  1. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por alguns minutos até que tudo seja devidamente incorporado.
  2. Fique atento para não deixar o recheio muito líquido ou grosso demais. O ponto certo é entre o liquido do leite condensado e o ponto de docinho. Um tio meia bomba, sabe?! Nem mole nem duro :P

Finalizando

Uma vez que a massa esteja assada e o recheio já frio, basta juntar tudo e a torta estará pronta. Para decorar, você pode colocar algumas raspas de limão sob o creme ou até mesmo mitar usando uma cobertura de merengue que além de dar um tapa maneiro no visual, vai deixar o gosto da torta ainda melhor.

O que acharam? Bem melhor que torta de limão, não é? :)

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Date: Wednesday, 20 Aug 2014 11:50

Eu não ia ao Chile há muito tempo, e quando fui nem tive tempo de fazer a exploração etílica que o lugar merecia. Até já era um entusiasta de vinhos (mas talvez não o bastante para me considerar um enófilo). No pacote da viagem, estava incluída uma visita à Concha Y Toro – talvez a mais emblemática das vinícolas chilenas e uma das mais conhecidas do cone sul.

Visita hoje super manjada, mas ao mesmo tempo que eu sempre recomendo pra quem nunca foi numa vinícola bem estruturada. Fora isso, aproveitamos também pra parar numa outra vinícola – a Veramonte, que é figurinha fácil nas prateleiras aqui do Rio – quando estávamos a caminho de Viña del Mar. Nessa rápida experiência, uma das grandes lições da viagem: existia ainda um potencial enófilo ENORME a ser explorado, que merecia uma ou mais viagens só pra isso.

Então vamos explorar as principais vinícolas chilenas

Vinícolas chilenas

Créditos: Hemant Buch

Passados quase 6 anos, tive a chance de colocar essa ideia em prática. Estava com uns dias de férias sobrando em janeiro (pra ser mais exato, 5 dias), mês onde é alta temporada em quase todos os lugares. Não era tanto o caso do Chile, cuja alta temporada normalmente é nos meses de neve. Sendo assim, lá fui eu passar 4 dias em Santiago e arredores, com sede de conhecer mais os vinhos chilenos.

Planejamento da experiência

Dentro do tempo que eu tinha disponível, não dava para fazer uma viagem muito extensa às principais regiões viníferas chilenas. Viajando sozinho, ficava um pouco caro alugar van ou táxi só para esse fim. Li em vários sites que uma boa saída seria contratar passeios de 1 dia em empresas locais. Realmente há uma boa oferta de passeios. Mas ao ler os detalhes, vi que eram quase sempre as mesmas vinícolas visitadas, e muitas boas opções ficavam de fora, considerando opiniões de amigos e contribuições registradas no TripAdvisor sobre vinícolas chilenas. Acabei optando por alugar um carro e explorar as vinícolas que eu queria.

Em praticamente todas, recomenda-se que se agende a visita com antecedência. Especialmente quando se vai com grupos grandes, e quando se opta pelos passeios mais completos. Para conquistar o turista, as vinícolas incrementam bastante o passeio: incluem cavalgadas, piqueniques, passeios de bicicleta, etc. No meu caso resolvi arriscar e conhecer tudo em cima da hora mesmo, pois estava mais interessado em ouvir sobre os vinhos e provar o máximo que eu pudesse.

Montando o roteiro das vinícolas chilenas…

Vinícolas chilenas

Créditos: Linda Matson

Ao montar o roteiro, é recomendável que você tenha uma mínima noção de cada região produtora. Isso ajuda inclusive a decidir que vinícola ir e que vinhos beber, sem falar na questão da distância. Ao montar meu roteiro, tomei algumas decisões:

  • Não visitaria nenhuma do Valle Central. Além da Concha Y Toro, poderia conhecer a Undurraga e a Cousino Macul (ambas acessíveis por metrô + taxi em Santiago), deixei pra conhecer opções mais distantes.
  • Fazer visitas “bate e volta” usando Santiago como base. Não era a melhor opção, mas foi o que deu pra fazer.
  • Visitar o Valle do Colchagua, que tem dezenas de vinícolas boas (em especial na produção de tintos) e de onde tive boas referências de amigos.
  • Visitar o Valle do Casablanca, que é relativamente próximo a Santiago, e produz excelentes brancos e espumantes.

Vale do Colchagua

Vinícolas chilenas no Vale Colchagua

Créditos: Marcelo Dufflocq

Não fica tão pertinho assim: são cerca de 170km de distância de Santiago. Mas pra quem tem raça pra viajar de carro, é tranquilo de fazer. O vale se subdivide em dois: Cachapoal (ao norte) e Colchagua (ao sul). Optei por fazer degustação nas vinícolas Viu Manent, Lapostolle e Casa Silva (que faz o conhecido vinho Doña Dominga). Meu plano original era ir na Lapostolle de manhã, almoçar na Viu Manent e ir de tarde na Casa Silva. Acabei atrasando pra retirar o carro na locadora e cheguei no Vale na hora do almoço: fui direto pra VM (não é a Vila Mimosa, ok?).

Vinícola chilena tem que ter degustação de vinho

Antes de almoçar, vi que eles faziam uma mera degustação de vinhos sem tour pela vinícola. Como tinha uma começando em inglês para um grupo de americanos, resolvi aproveitar. Foi a degustação mais em conta que eu fiz em toda a viagem, e consequentemente a que não ofereceu os vinhos top de linha para serem provados. Sinceramente? Não vale a pena. Almoçar no restaurante deles no entanto é um evento imperdível: lugar agradável, boa comida e preço justo. De sobremesa, ainda provei o excelente licoroso de Malbec feito por eles (imitando os vinhos do Porto).

Visitar Lapostolle

Saindo de lá resolvi ir direto na Lapostolle, uma das mais recomendadas por amigos. É um passeio IMPERDÍVEL! Eu tinha agendado um tour por lá para o dia, mas acabei perdendo o horário em virtude do atraso na locadora. Falei do problema para o staff de lá e chegamos a uma boa solução: paguei o preço de um tour, mas fiz só a degustação com a parte indoor do passeio. A vinícola é toda bem planejada, e os vinhos são sensacionais. Se você reservar com uma certa antecedência (acho que 4 dias, não lembro), pode fazer o passeio nas plantações a cavalo. Saindo de lá parei na Montes Alpha para comprar uns vinhos (não fiz a degustação), e acabei perdendo o agendamento que fiz na Casa Silva. Fica pra próxima.

Barris de vinhos chilenos

Créditos: Alejandro Moyano

No caminho, vi placas de dezenas de outras vinícolas, muitas delas relativamente conhecidas aqui no Brasil. Pela distância, acho que o melhor seria passar uma noite ali por perto pra explorar com mais calma. Algumas dessas vinícolas têm, inclusive, pousadas próprias – eu fatalmente ficaria na Lapostolle.

Vale do Casablanca

Meu plano inicial era sair de manhã, visitar uma vinícola antes do almoço (ou Emiliana, ou Casas del Bosque), almoçar no restaurante da vinícola Indómita e escolher o destino da tarde: ou outra vinícola, ou uma volta por Valparaíso (cidade litorânea ali pertinho). Acabei gastando mais um tempo no centro de Santiago: câmbio na Calle de la Moneda e uma chegada rápida no Mercado Central. Na boa: não vale. Nem cheguei a entrar, de fora vi que é o autêntico passeio pega-turista. De lá, peguei o carro e peguei a ruta 68 em direção a Valparaíso.

No caminho, vi que a primeira da minha listinha era a Emiliana, e aproveitei pra já fazer uma parada. A propriedade da vinícola é lindíssima, com parreiras e oliveiras entremeados por vegetação local, roseiras, etc. Toda a produção deles é orgânica (ou seja, não usa fertilizantes e defensivos agrícolas industrializados) – tanto de vinhos quanto de azeites.

Muita gente não dá bola pra isso, mas já existem estudos relacionando a dor de cabeça da ressaca de vinho aos sulfitos que muitos produtores adicionam ao mosto para facilitar o processo de fermentação e minimizar a oxidação (que transformaria o vinho em vinagre). Mais uma vez optei pela degustação, mas lá se você ligar com 2 dias de antecedência pode agendar um tour de bicicleta pelos vinhedos, finalizando com um piquenique (isso com certeza vou fazer na próxima ida pra lá).

E como foi a degustação?

Taças de vinhos chilenos

Créditos: Ker Stin

Na degustação colocam vinhos de todos os patamares de qualidade, inclusive um dos tops deles, o Coyam (palavra mapuche que significa ‘carvalho chileno’), um ótimo tinto feito com Syrah, Carmenere e Merlot. Apesar disso, o carro chefe da Emiliana é produzir vinhos brancos (pode comprar sem medo). Aproveitei o embalo e, na conversa sobre vinho e gastronomia, consegui que trouxessem uma pequena prova do azeite deles – simplesmente espetacular!

Saindo de lá já perto da hora do almoço, peguei o retorno para ir à Indomita. O restaurante da vinícola fica no alto da colina, mas não consegui encontrar exatamente onde entrar à beira da estrada. Optei por almoçar na Casas del Bosque: restaurante excelente, vinhos bons mas ao meu ver um pouco caros. Aí depois do descanso da tarde numa espreguiçadeira ao lados das vinhas, preferi pegar a estrada de volta a Santiago.

No Casablanca não tem tanta diversidade quanto o Colchagua, mas são vinícolas tão simpáticas que já acho que valeria dormir uma noite por lá também.

O que faltou fazer

Barris de vinhos chilenos

Créditos: Renato Pessanha

Consegui conhecer um pouco melhor as regiões vinícolas do Chile e seus produtos, mas ainda assim 4 dias (incluindo os que gastei em Santiago) acabam ficando bem corridos. Se eu montasse essa viagem HOJE, talvez só me programasse pra explorar bem o Colchagua e o Cachapoal. Não é tudo que o Chile tem pra oferecer de enoturismo, mas já seria uma viagem e tanto.

E você, já foi em algum deles? Conte pra nós ;)

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Date: Tuesday, 19 Aug 2014 15:12

Salve galera desse estimado bar! Hoje estou aqui muito mais para fazer perguntas do que para trazer respostas. Por mais que eu me sinta uma botequeira (cuidado com a leitura desta palavra, obrigada) assumida, toda vez que converso com amigos, mais experiências vão sendo trocadas, e… afinal: o que faz um bar ser incrível pra cada um?

Essa pergunta surgiu no contexto de uma pesquisa que ando fazendo sobre bares AWESOMES neste Brasilzão afora. Perguntei aos amigos que bares eles achavam incríveis e indicariam para um amigo que eles considerassem muito, e desejassem que essa pessoa pudesse viver uma experiência muito legal.

Foi aí que percebi que cada um tem a sua ideia de bar incrível: seja por sua gastronomia, carta de bebidas e rótulos de cervejas, pela música, pelo estilo, pela companhia, entre outros.

E pra você, o que faz um bar ser incrível?

Desenho de um boteco

Créditos: Flavio B de Paula

Há quem não goste do bar “estilo burguês”. Acha que bar bom mesmo é aquele boteco de nome engraçado (tipo Bar no Tonhão, Zé do Boteco, Bar da Tia Miriam, e por aí vai), aqueles de mesa de alumínio, mesa de sinuca e cheiro de cerveja barata e cigarro.

Tem a turma dos bares temáticos: um irlandês, ou numa pegada mais hard rock, ou quem sabe samba ou MPB. A galera que gosta dos bares mais arrumadinhos mesmo, mesas com bancos estofados, o charme do escurinho com a luz amarela. Os fatores de escolhas são muitos.

Diversos estilos de bares

Os bares “baladinhas” também costumam fazer sucesso, com um estilo mais popzinho, e tem também aqueles que preferem o jeitão mais underground.

Na real, pra mim, todos esses bares são sensacionais, afinal de contas, o que vale é a companhia e a diversão. Mas claro, há sempre um ou outro que você se identifica mais. Por exemplo, uma coisa que pra mim é importantíssima e que faz muita diferença, é não pegar fila e não estar num bar lotado. Se esses quesitos forem vencidos, já é um grande passo. Mas claro, também sou uma apreciadora da boa música, da boa comida e obviamente, da boa cerveja.

Finalizando

Mas o que eu quero saber hoje é: e pra você, amigo de bar, o que faz um bar ser incrível, digno de ser indicado para aqueles que você mais quer bem?

Beijos.

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Date: Friday, 15 Aug 2014 11:52

Salve salve sedentos apreciadores de uma boa cerveja. A Newcastle Brown Ale está de volta e em larga escala de distribuição. Essa semana acompanhamos o evento que selou em São Paulo, no Omalley’s Pub, a nova parceria entre a distribuidora Boxer e a Newcastle.

Newcastle Brown Ale, queridinha do Reino Unido

Garrafas da Newcastle Brown Ale

Merecido salve a esta cerveja que brilha entre as mais consumidas no mercado Europeu, quiçá a mais vendida entre os ingleses. Este conhecido suco de “cevadis” foi lançado em 1927 pelo coronel Jim Porter e após três anos de desenvolvimento, a incorporação de Newcastle Breweries com Breweries Escoceses começaram a distribuição nacional da cerveja e no Reino Unido atingiu o seu pico na década de 70.

Sumi mas estou de volta

Após uma sumida do mercado, a marca em si teve uma boa retomada no final de 1980 e início de 1990 com um “revival cult” em associações de estudantes ingleses. No final da década de 90, a cerveja foi o produto alcoólico mais amplamente distribuído no Reino Unido. Já nos anos 2000 a maioria das vendas concentrava-se nos Estados Unidos, embora ainda vendessem 100 milhões de garrafas por ano no Reino Unido. Newcastle Brown Ale é conhecida no Reino Unido como a cerveja de um homem do trabalho, tendo uma longa associação com a indústria. Ironicamente, nos mercados de exportação, a mesma é conhecida por ser uma importação na moda, devido a um grande consumo pelos jovens.

Detalhes sobre a Newcastle Brown Ale

Garrafa e copos da Newcastle Brown Ale

Esta nobre senhora de quase 90 anos foi uma das primeiras cervejas a serem distribuídas em uma garrafa de vidro transparente. Veja detalhes sobre ela:

  • Descrições: Família Ale
  • Estilo: Brown Ale
  • Teor Alcoólico: 4,7%
  • Volume: 500ml
  • Origem: Inglaterra

O evento marcou também uma parceria importante entre Omalley’s Pub e Newscastle, pois o Omalley’s apresentou alguns dos futuros pratos da casa que serão preparados com a Newcastle Brow Ale: Entre eles, foram apresentados…

Garrafa da Newcastle Brown Ale e sanduiche

  • Famosos “fish and chips” muito conhecido na Europa e Austrália…
  • Um tipo não tão bem identificado por mim, mas que parecia ser um escondidinho de cordeiro, com Newcastle no cozimento do cordeiro, acompanhado de um belo purê e cheddar trazido diretamente da europa…
  • Petit Gateau que utilizou a cerveja no preparo do “bolinho”, mesmo e não apreciando o mesmo posso dize que aos olhos estavam sensacionais…

Resumindo a ópera deste malandro que vos escreve, posso dizer que estaremos bem servidos de uma bela cerveja.

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Date: Thursday, 14 Aug 2014 12:33

Salve salve amigos e companheiros de mesa de bar. Há quem diga que não existe coisa melhor do que a comida da mamãe. Pode parecer coisa de gente criada à leite com pêra, mas em toda afirmação popular sempre existe um fundo de verdade, não é mesmo?! E para provar isso, eis que apresento a minha versão do já famoso, ao menos na minha família, strogonoff de carne.

Strogonoff de carne, etílico

De origem russa, dessa vez nem precisei inventar muito, já que a própria receita da mamis leva vinho tinto. O mais bacana desse prato é sem dúvida o fato dele por si só já ter viajado o mundo todo, sofrendo diversas adaptações pelos países que passou como: adição de champignon pela França e no caso brazuca, o arroz branco e a batata palha. E ainda temos a honra de sermos os “descobridores” das versões com frango e camarão. Brasileiro tira é onda mesmo :P

Ingredientes do strogonoff de carne

Carne cortada e vinho tinto

  • 1k de alcatra
  • 2 colheres de manteiga
  • 170gramas de champignon
  • 1 cebola bem picada
  • 2 tomates maduros picados
  • 3 dentes de alho
  • 1 caixa de creme de leite
  • 2 colheres de farinha de trigo
  • 1 tablete de caldo de carne
  • Vinho tinto seco
  • Mostarda, catchup, pimenta do reino, sal, paprica à gosto

Modo de fazer o strogonoff de carne

Strogonoff de carne sendo refogado

  1. Corte em pequenos cubos a carne e deixe temperada com sal e pimento por ao menos 1 horas.
  2. Em uma panela coloque a manteiga, a cebola e o alho e deixe dourar.
  3. Adicione então a carne e o caldo de carne e mexa até que doure toda a carne. Será normal que na panela se faça água. Normal. Não jogue fora pois é lá que fica o suma da carne, o que dá o gosto do molho.
  4. Quando a carne estiver já douradinha e a água reduzido um pouco coloque o vinho tinto seco e deixe apurar com a carne. Adicione então a farinha de trigo para engrossar o molho. Não deixe de mexer para que não crie bolinhas de farinha, hein.
  5. Chegou a hora do molho! Junte o crème de leite, o champignon a paprica, a mostarda e o catchup. Mexa até tudo estar bem incorporado. Controle o sal e veja se precisa de um pouco mais.
  6. Deixe em fogo baixo por uns 10 minutos e estará pronto para servir.

Finalizando

Como manda a tradição em terra tupiniquis, sirva acompanhado de arroz branco (de preferência ser ser aquela papa) e batata-palha de saquinhos mesmo. Você também pode jogar por cima do prato já pronto um pouco de salsa picada. Fica muito bom!! Essa versão eu fiz com vinho tinto seco dolceto, por ser bem forte e incorpado. Se você não achar, pode usar o carbenet sauvignon que terá o mesmo resultado.

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Date: Wednesday, 13 Aug 2014 15:14

Alô PdBs! Que sou fanático por futebol, vocês já sabem. O que eu não sabia era que futebol pode ser considerado uma religião e com isso podemos obter alguns “benefícios” dele. Vamos entender melhor isso!

Cerveja, futebol e religião

A cerveja artesanal Foca chegou causando e oficializou o futebol como “culto religioso” no Brasil, e assim sendo, amparados pela Constituição brasileira, entre outras coisas, os funcionários poderiam sair mais cedo, chegar mais tarde ou até faltar para exercer sua religião. Irado, não? Imaginem! Jogo do seu time, aí você vai e avisa seu chefe: Amanhã tem “culto” no Maracanã e não posso faltar. Sensacional!!!

Formulário futebol e religião

No site futebolreligião.com.br eles explicam num vídeo com um advogado e criaram um mecanismo onde você insere suas informações e do seu chefe eles mandam um email solicitando sua liberação para a tal “prática religiosa” e claro, compensar as horas não trabalhadas em outro dia.

Muito bom! A ação foi lançada em abril, mas eu só soube agora. #Fail. Mas achei tão criativa que postei mesmo assim. Essas pessoas merecem prêmios por ideias brilhantes como essa! Vi que só tem a Foca em São Paulo. Vocês já experimentaram? É boa? Aquele abraço!

Fontes: Propmark

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Date: Tuesday, 12 Aug 2014 15:13

Nunca é fácil escrever sobre cervejas de alta fermentação. Quando o papo é sobre uma India Pale Ale, o bagulho fica louco. As famosas IPA’s dividem opiniões, mas não deixam ninguém permanecer em cima do muro, ou do balcão, como queiram. Sua avaliação costuma ser quase sempre definitiva, o que transformou o gênero numa espécie de ‘ame ou deixe’ das cervejas. Uma IPA jamais será indiferente para alguém. É a glória ou o cadafalso dos experimentadores compulsivos. Caso da Indica.

IPA brasileira S2

Confesso que as IPA’s nacionais são parcialmente relegadas a um segundo plano no panteão hepático do meu corpo, mas quase sempre que abro meu coração para uma nova experimentação, concluo que posso ser feliz com o que Pindorama pode nos oferecer. Até o nosso amargor é doce e sofisticado.

Tempos atrás, conheci a Colorado através de um bom amigo de Ribeirão Preto, cidade natal da cervejaria em questão. Diversas cores, estilos, sabores e misturas me deixaram encantado e curioso. Lembro-me de ter provado quase todos os rótulos à época, mas sem qualquer tipo de intuito mais aprofundado. Dias atrás, resolvi mais uma vez encontrar a cerveja do ursinho e escolhi a Indica, uma IPA com rapadura em sua composição. Uma receita ingkesa, com muita brasilidade.

Indica, uma IPA abrasileirada

Mulher olhando no espelho com uma Indica

Créditos: BierBoxx

Minha maior surpresa ficou por conta do equilíbrio entre teor e sabor. Como toda IPA, não estamos falando de um teor alcoólico de ‘faixa branca’, recomendo certa calma caso role uma empolgação. Seu sabor é maravilhosamente bem equilibrado. Apesar das notas marcantes e de ser bem maltada e com um lúpulo bem presente, a inserção da rapadura foi genial, quebrando amargor ou acidez excessiva. O colarinho é denso e apetitoso, quase pedindo uma colher e ajuda demais no paladar refrescante.

Indica batendo de frente…

Para quem curte comparações, não acho que deva nada se posta frente para uma NewCastle. Seu preço é proporcional ao que lhe é oferecido, sendo assim, não podemos classifica-la como barata, mas tá perto da faixa dos 15 dinheiros o casco de 600 ml. Recomendo fortemente que consumam essa cerveja com algo que seja bem condimentado. Alguns amigos gostam dela com frutos do mar, mas como não como nada que nada, não posso fazer esse tipo de indicação.

Trocando em miúdos, um puta tiro certo da paulistada. Anglobrasilidade em estado puro!

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Author: "Lúpulo Reacionário" Tags: "Shots, Cerveja, cerveja artesanal, cerve..."
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