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Date: Friday, 30 Oct 2009 12:33

Ontem, lá pela 1 da madrugada, cansados de tanto trabalhar, fizemos essa brincadeira.

Valeu Michel.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "design, motion, estúdio, stop motion, t..."
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Date: Tuesday, 22 Sep 2009 03:06

  • As mídias sociais tomaram o lugar da pornografia e hoje ela é a atividade número 1 na web.
  • O radio levou 38 anos para atingir 50 milhões de ouvintes. A tv, 13. A internet, 4. O iPod, 3!
  • Se o Facebook fosse um país, ele seria nada mais nada menos do que a 4ª maior população do mundo.
  • 25% dos resultados das buscas para as 20 maiores marcas mundiais são links para conteúdos gerados pelos próprios usuários.
  • 78% das pessoas confiam em recomendações de outras pessoas. Enquanto que somente 14% confiam em publicidade.
  • Nós não procuramos mais pelas notícias, elas nos acham.

São 4 minutos e meio de vídeo, se você tem uma marca, se você é uma marca, se você cuida de uma marca, vale a pena assistir.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "branding, comportamento, design, digital..."
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Date: Thursday, 17 Sep 2009 22:00

brognoli_site

Um dia desses enquanto eu pesquisava alguns imóveis na região de Florianópolis pela internet, encontrei sites bons, sites meia boca, sites ruins e sites muito ruins. Não vou nem mencionar os ruins e muito ruins pra não queimar o filme deles gratuitamente, mas os 2 melhores merecem ser citados. Eram de grandes imobiliárias de Floripa, a Giacomelli e a Brognoli.

Ambos funcionam bem, alguns ajustes seriam bem vindos, mas no geral, atendem ao propósito. Mas o que mais me chamou a atenção foi o da Brognoli porque eu encontrei lá embaixo links para Twitter, MySpace, Orkut e Blogspot. Fiquei curioso pra saber como eles estavam utilizando essas ferramentas, já que eles também tem um projeto cultural musical chamado Acústico Brognoli.
Fiquei surpreso quando abri, um por um, o Twitter, o MySpace, o Orkut e o Blogspot. Que rufem os tambores:

No Twitter:

brognoli_twitter

Simplesmente nenhum conteúdo que mereça atenção. Tudo o que tem lá tem no site. Pra que eu vou seguir um Twitter de imobiliária sendo que eles só twittam ofertas de imóveis?

  • Opção 1: você é um mega milionário interessado em comprar dúzias de imóveis em Florianópolis.
  • Opção 2: você quer ficar por dentro do mercado imobiliário, saber os valores de aluguéis, as regiões com mais ofertas etc.
  • Opção 3: você é o Bin Laden e precisa se mudar constantemente para o FBI não te achar.

Para a grande maioria, exagerando, é 1 aluguel a cada ano. Se for venda, mais tempo ainda. 1 imóvel na vida e deu, os mais ricos, 5 imóveis e acabou. Portanto, twittar somente ofertas, #fail (linguajar de twitteiro para “não rolou”).

MySpace do Acústico Brognoli:

brognoli_myspace

Layout nada a ver e 27 amigos para um evento que acontece desde 2005!? Fala sério! Acho que isso já é o suficiente.

Blogspot:

brognoli_blog

Primeiro que eu sou da opinião de que empresa não deveria usar domínio Blogspot. O blog deveria ser instalado no seu servidor. O layout também não poderia ser pior. Os posts não tem imagem, mesmo falando de arquitetura, materiais, conforto etc; não tem paginação, o que deixa o scroll da página com alguns quilômetros. E o que chega a ser até engraçado de tão trágico é que o blog inteiro, que existe desde maio de 2009, tem somente 2 comentários!

Anônimo disse…
interessante

Anônimo disse…
Muito bacana!

Bom, se você achou que tinha acabado, enganou-se.

Orkut

brognoli_orkut

A comunidade da Brognoli tem 131 membros (acho que só de funcionários eles devem ter mais do que isso) e nenhuma enquete, nenhum evento, quem não é participante não sabe quem são os membros e nem as comunidades relacionadas. Ah e como se não bastasse, o conteúdo que tem, é um texto institucional que começa assim: “A Brognoli Negócios Imobiliários caminha para o futuro”. Para estarem nesse nível de interação com o público hoje, ou eles caminharam um pouco mais e já estão lá em 2051 num futuro sem Orkut, ou essa frase não está muito precisa.

Antes de concluir só quero esclarecer que este não é um post pago do concorrente e eu não tenho relação com nenhuma das empresas mencionadas aqui. O único elo foi essa breve visita aos sites para a pesquisa dos imóveis.

Mas enfim, a lição que fica é que marcar a sua presença na internet não significa necessariamente se espalhar e marcar território como um cachorro. É preciso interagir, se comunicar. Não adianta ler na Exame que todas as empresas estão criando seus blogs corporativos, perfis no Twitter e simplesmente entrar na onda sem saber como surfar.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "branding, design, digital, negócios, pr..."
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Date: Wednesday, 16 Sep 2009 13:05

design991

Muito bacana essa idéia do casal Gina Reichert e Mitch Cope. Eles criaram a Design99, uma loja que visa extinguir a idéia de que design é caro e inacessível trazendo criações de designers locais com bons preços.

A loja também faz projetos de design, especialmente de interiores. Daí vem o nome, eles cobram 99 centavos de dólar o minuto do projeto.

design992

Conheçam mais sobre eles no site.

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Date: Monday, 14 Sep 2009 16:10

folha_flashpaginatosco

Eu sou leitor da Folha de São Paulo há anos. Já assinei a versão impressa quando morava em São Paulo e depois que me mudei, passei a ser assinante do conteúdo online. Hoje, como de costume, fui ler o jornal e tive uma surpresa: eles estão lançando um novo formato do jornal.

Tudo bem que o formato HTML não é dos melhores, certamente merece um upgrade, mas essa versão nova da Digital Pages (não conheço a empresa e não tenho nada contra) certamente não é a solução.

Pensei que ao invés de ficar irritado, pudesse escrever um post aqui no blog para analisar os prós e contras da nova versão.

Pontos fracos:

  1. Abre uma janela nova. Não preciso nem dizer o quanto isso enche o saco. Não foi de bobeira que inventaram o bloqueador de pop-ups. folha_popup
  2. Utilizaram aquele efeito safado feito em Flash para virar as páginas. Parece legal no início, mas eu quero ler o conteúdo não quero ficar brincando para virar a página.
  3. Só tem 1 nível de zoom. Eu sou meio cego e quis dar zoom. folha_zoom
  4. Você pode colocar uma nota no jornal. Sinceramente não entendi o porque disso. Se eu coloco um post it no jornal, significa que eu preciso lembrar de algo naquela matéria e localizá-la com facilidade. Mas essa nota da versão digital eu teria que lembrar a página que eu escrevi a nota para poder chegar lá. folha_nota
  5. Ao clicar para ver o conteúdo, abrem miniaturas das páginas na parte de cima do aplicativo. Bom, se você quiser acessar algum conteúdo dessa maneira, sua visão tem que ser melhor que a do Super Homem pra conseguir ler alguma coisa ali. folha_conteudo
  6. Tem um botão Play, forward e rewind no canto superior esquerdo do aplicativo. Os botões forward e rewind significam na verdade avançar e voltar. No canto do jornal tem os mesmos botões avançar e voltar, mas o símbolo dos botões que fazem a mesma ação possuem símbolos diferentes.
  7. A busca que deveria estar na lista de baixo, foi promovida. Digitei “lula” na busca e o aplicativo me mostrou uma lista das ocorrências. Legal. Quando cliquei nas ocorrências, fui direcionado para a página em questão mas para achar alguma coisa que eu busquei foi dose. folha_highlight

Pontos fortes:

  1. Eles praticamente geram um pdf da versão impressa e jogam no site. Economia de processos e consequentemente custos.
  2. Dá para enviar a matéria por email. Mas isso ficaria muito melhor no formato antigo.
  3. Os anúncios da versão impressa já estão na digital. Como vão atingir um público diferente, vão cobrar mais pelos anúncios.

Enfim, essa tal de versão digital não presta para os usuários, mas é muito bom economicamente para o jornal.

Mas ainda não acabou. Encontrei na Folha Online uma declaração do Murilo Bussab, diretor de circulação da Folha. Ele disse:

“Com este novo produto procuramos atender um público que busca aliar as vantagens do jornal impresso –como hierarquização de notícias, diagramação, infográficos e fotografias– com a velocidade, praticidade e interatividade que a internet e os meios eletrônicos permitem”.

Sr. Murilo, hierarquização de notícias e diagramação da versão impressa é, de fato, excelente para o papel. Agora, olhar a mesma estrutura na tela e esperar que esse diagrama e a hierarquia criada obtenha o mesmo resultado, é um pouco exagerado.

Bom, espero que eles não substituam o formato atual digital em HTML para esse novo formato economicamente eficiente que só serve como “showzinho” para quem não tem a versão impressa. Se substituírem, prometo que eu cancelo a minha assinatura.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "design, digital, gráfico, inovação, n..."
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Date: Wednesday, 26 Aug 2009 18:54

foto: getty images

O título soa óbvio, eu sei. Mas vamos prosseguir para ver que não é assim tão óbvio.

Tirando as invenções da área da segurança, saúde etc que são específicas para um determinado público, quando alguém cria um produto ou serviço em que o público-alvo é simplesmente todo mundo, o foco torna-se os jovens (dos 15 aos 20 anos), considerados os “early adopters”, pois são mais propensos a aceitar a nova proposta e adotar a sua invenção no seu cotidiano.

Mas o mundo está mudando. Aliás, o mundo já está muito diferente.

Segundo a comScore, os jovens representam somente 9% dos usuários do Facebook e somente 11% dos usuários do Twitter tem entre 12 e 17 anos. Isso significa que as pessoas mais velhas estão entrando com força total na internet. De acordo com a Forrester, o uso de mídias sociais entre pessoas com idades entre 35 e 54 anos subiu para 60% no último ano.

Para não falarmos somente de internet, reparem nos usuários dos Smartphones e aparelhos GPS (a primeira pessoa que eu vi na rua usando um iPhone tinha aproximadamente 50 anos, era barrigudo e careca).

Mas o que está ocasionando essas mudanças (não estou me referindo ao crescimento da barriga e a queda dos cabelos)?

Os gadgets, pra começar, são caros. Um garoto de 18 anos já sofre para pagar sua carteira de motorista, imagina comprar um Blackberry (e pagar a conta). Um aparelho de R$ 1.500,00 pra filha ficar fofocando o dia inteiro é despesa, o mesmo aparelho para gerar mais negócios, é investimento.

Já o amadurecimento dos usuários de internet mostra um fato novo e muito interessante. A internet está sendo usada para fins profissionais. Não é mais só entretenimento, chat, fofoca etc. Em apenas alguns cliques você encontra no Twitter nada mais nada menos do que a Porto Seguro, o Jamie Oliver, a revista Veja, a revista Exame, a Nokia, a Vivo, o Bradesco etc.

Portanto, volto a dizer: existem outros públicos além dos jovens. E é aí que mora o desafio de quem trabalha com comunicação. Será mesmo que aqueles dogmas de que pessoas mais velhas não usam a internet, que pessoas mais velhas não usam redes sociais etc, ainda são válidos? Como funciona a relação entre adultos e a tecnologia?

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Date: Sunday, 05 Jul 2009 18:00

rip (Getty Images)

Eu li no blog Toda Mídia da Folha Online um post que começava com a pergunta “Onde foi parar todo mundo?”. Eles se referiam aos blogs que cada vez mais estão deixando de ser atualizados. E porque as atualizações estão se tornando cada vez menos freqüentes?  Blog foi apenas uma modinha?

Assim como tudo na internet, os blogs estão passando por um processo amadurecimento. O ciclo pode ser segmentado nas etapas, nascimento, popularização, consolidação e renovação.

O nascimento foi naquela época em que blogs eram meros diários pessoais virtuais. Basicamente, o dia a dia das pessoas eram relatadas em páginas da internet. Em seguida, muita gente entrou em contato com os diários virtuais, gostaram e iniciaram as suas próprias narrativas. Com tanta gente mexendo com blogs, os usuários foram trocando informações, descobrindo, aprendendo e compartilhando maneiras para tornarem as suas páginas cada vez mais interessantes. Agora, com a tecnologia e as práticas praticamente consolidadas, ocorreu a renovação com os blogs corporativos.

Hoje, com a popularização de algumas ferramentas de micro blogging, especialmente o Twitter, os blogs estão finalizando mais um ciclo e percorrendo exatamente a etapa da renovação. E para poder sequer vislumbrar o novo rumo dos blogs é preciso entender o comportamento da blogosfera, principalmente no que diz respeito ao tipo de conteúdo de um blog: eles são ou repassadores de conteúdo ou criadores de conteúdo.

Aqueles repassadores de conteúdo provavelmente darão preferência às ferramentas de micro blogging afinal de contas é muito mais prático e demanda menos tempo para cada atualização.

Os criadores de conteúdo devem continuar a usar os blogs pois essa ferramenta possibilita a melhor exposição de suas idéias e utilizará o micro blogging muito mais como uma ferramenta de suporte, complementando assim as suas atividades virtuais.

A blogosfera passa por um momento de profunda transformação com a redução do número de blogueiros e diminuição da freqüência de atualizações, mas isso não é necessariamente uma tragédia uma vez que teremos aí a migração massiva daqueles repassadores de conteúdo enquanto os criadores continuarão com as suas atividades, trilhando assim um caminho rumo a um cenário com mais blogs mais originais, com idéias diferenciadas e, certamente, mais profissional.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "comportamento, digital, negócios, tend..."
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Date: Tuesday, 23 Jun 2009 21:47

pizza hut antes e depois

Aqui no Brasil quando bate a preguiça de cozinhar, uma das primeiras idéias é pedir uma pizza. Não é à toa que em cada esquina tem uma pizzaria. E pela quantidade de motoqueiro com caixa de pizza pelas ruas, por aqui os pizzaiolos estão trabalhando bastante. Mas pelo jeito nos Estados Unidos, eles não compartilham do bom momento. E uma das maiores pizzarias norte americanas, a Pizza Hut, tomou uma atitude contra a crise: fez o redesign de sua marca.

Nova embalagem:

nova embalagem

Nova fachada:

the_hut_building

O que você achou?

Via: idsgn
Aqui no Brasil quando bate a preguiça de cozinhar, uma das primeiras idéias é pedir uma pizza. Não é à toa que em cada esquina tem uma pizzaria. E pela quantidade de motoqueiro com caixa de pizza pelas ruas, por aqui os pizzaiolos estão trabalhando bastante. Mas pelo jeito nos Estados Unidos, eles não compartilham do bom momento. E uma das maiores pizzarias norte americanas, a Pizza Hut, tomou uma atitude contra a crise: fez o redesign de sua marca.
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Date: Tuesday, 09 Jun 2009 21:02

the big band theory

Assim como o fogo, o vapor, a eletricidade e a televisão, o computador, e mais específicamente a internet, mudou e está mudando a maneira como esse novo homem se relaciona com o mundo. Para constatar isso não é preciso ser nenhum expert em análise do comportamento humano, basta reparar o quanto você depende da internet no seu cotidiano e quantas atividades estão sendo substituídas pelos milhares de sites na internet. Uma evidência muito atual é a extinção da edição impressa do periódico Gazeta Mercantil.

Bom, seguindo o embalo do último post, no qual eu tento passar algo que aprendi, vou fazer o mesmo nesse post e segue a lista que dá algumas características da mente do século XXI:

  1. ALT + TAB é o lema. As pessoas hoje em dia são multi tarefas. Conseguem ver tv, conversar no msn, ler notícia em um site e ainda tomar um café tudo ao mesmo tempo.
  2. Embora nem sempre com o corpo em movimento, é uma pessoa com a mente em constante movimento. Em algumas horas é possível falar com um amigo que está fazendo intercâmbio nos EUA, ver um site japonês e ainda ver vídeos no YouTube em francês.
  3. Múltiplas identidades. Cada perfil em um site como o Orkut, Facebook, Flickr, Fotolog, diz uma coisa de uma maneira muito específica a seu respeito.
  4. Cada vez mais único. Se antigamente as pessoas tinham referências limitadas, hoje elas são quase que infinitas, o que vai moldando cada pessoa de uma maneira diferente.
  5. Não é à toa que óculos “geek” está fazendo sucesso hoje em dia. As pessoas, de fato, sentem prazer no que fazem online. Afinal online, só aparece o que eles querem que apareça.

Existem muitas outras características que podem ser adicionadas à essa lista, mas vou testar a vontade de colaboração de vocês. Obrigado!

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Date: Sunday, 24 May 2009 00:56

sacanagem da haruna com a minha pessoa

Bom, depois de muito tempo trabalhando e misturando conhecimentos empíricos e teóricos, consegui desenvolver uma compilação de princípios a serem considerados em um projeto de design digital, seja ele uma interface de um software ou um site. Abaixo o top8:

  1. Visibilidade: destaque os elementos que são realmente importantes. Isso vai poupar muito tempo ao usuário.
  2. Percepção (affordances): faça o usuário perceber o que fazer para chegar a um determinado conteúdo. Por exemplo, se você quer que o usuário clique em uma determinada região da sua interface, faça-a parecer clicável.
  3. Velocidade: pode ser que fast-food não esteja tão na moda ultimamente, mas fast-content, sempre está na moda. Ninguém quer perder tempo, quer a informação.
  4. Escanear e ler: hoje com RSS, blogues, twitter, sites etc, fica cada vez mais difícil você ganhar preciosos segundos (mais difícil ainda se forem minutos) da atenção do usuário. A maioria só lê todo o conteúdo caso alguma informação interessante seja captada durante o “escaneamento”. Lembre-se do primeiro princípio.
  5. Aprendizagem: a curva de aprendizagem de uma interface deve ser a mais curta possível. Durante os primeiros cliques o usuário precisa se sentir familiarizado com a navegação, mesmo sem navegar por todas as telas, ele precisa ter a sensação de que a qualquer momento, conseguirá achar a informação que ele deseja.
  6. Feedback: é irritante clicar em algum link e nada acontecer. Mais irritante ainda quando muda a tela quando você já desistiu do clique. Para evitar aborrecimentos, vale dar o feedback imediato ao usuário assim que ele executar uma ação.
  7. Consistência: se o seu usuário já aprendeu como funciona a primeira tela da sua aplicação, pra que colocar o botão voltar no canto oposto e mudar a disposição do menu? Mantenha a consistência entre as telas e facilite o aprendizado do usuário.
  8. Estética: sem entrar na discussão filosófica sobre a estética, vou me limitar a dizer que o design precisa ser atrativo e agradável ao usuário.
Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "design, digital, web, aprendizagem, comp..."
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Date: Sunday, 10 May 2009 16:06

Uma matéria bacana do programa Starte (são quase 23 minutos) falando sobre design. Passando brevemente por Niemeyer no Mam e em seguida uma entrevista com a Ana Couto, da Ana Couto Branding Design.

Highlights da entrevista com a Ana Couto:

“Hoje você escolhe as marcas que você quer relacionar.”

“O design tá em tudo.”

“Todos os pontos de contato refletem a personalidade.”

Depois outra entrevista com Adélia Borges no Mam com a exposição “O design brasileiro hoje: fronteiras”.

Highlights da entrevista com a Adélia Borges:

“Baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial.”

“Muito simples, muito sintética e de alto impacto.”

“O design é atemporal.”

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "branding, design, eco, gráfico, materia..."
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Date: Wednesday, 29 Apr 2009 21:08

submarino

Desculpem-me pessoal, mas meu blog ultimamente tá falando muito mais de pisadas na bola das empresas do que de design. Mas o que eu posso fazer se a minha vida de consumidor vive sendo espancada?! O mínimo que eu posso fazer é contar para vocês para que as empresas não te espanquem também. Desta vez o sujeito é o Submarino.

Eu nunca tive o que reclamar deles, até já falei bem por terem entregue tudo devidamente embalado e antes do prazo. Mas dessa vez pisaram na bola feio. Eu estava trabalhando normalmente e vi no twitterfox o tweet do @buscadesconto que dizia: “#submarino: pendrive 4gb 9,90″. Pensei: “Pendrive por 9,90!? Vou ver se é verdade”. Era verdade. Liguei pro pessoal de casa e perguntei quem queria aproveitar a oferta e no final minha missão era pedir 5 pendrives de 9,90.

submarino twitter

Usei o link do @buscadesconto, cliquei no “comprar” e caiu na tela “seu carrinho de compras está vazio”. Repeti o procedimento inúmeras vezes e meu carrinho continuava vazio. Passei  a mão no telefone e liguei para o atendimento do Submarino e deu ocupado. Redial até cansar e… Nada. Desisti do telefone e entrei no “atendimento online”. Expliquei o que aconteceu (diálogo na íntegra abaixo) e o atendente disse que só tinha 1 unidade e que fora vendido. Tá bom, eu acredito em papai noel e tenho absoluta certeza que o ovo de páscoa que tá lá na cozinha de casa foi um coelhinho que trouxe. Mas não quis criar caso e simplesmente saí.

Rodolpho Rabello:
Olá Bruno Kaneoya. Em que posso ajudar?

Bruno Kaneoya:
Eu estou tentando comprar um produto mas não consigo adicioná-lo no carrinho de compras.

Bruno Kaneoya:
o produto é http://www.submarino.com.br/produto/10/21467626/pen+drive+cruzer+micro+skin+4gb+-+sandisk

Rodolpho Rabello:
Qual o ocorrido por gentileza ?

Bruno Kaneoya:
eu clicava em comprar e o site retornava que o carrinho estava vazio

Bruno Kaneoya:
agora atualizei a página e o botão comprar e o valor sumiu.

Bruno Kaneoya:
diz que o produto não está disponível.

Rodolpho Rabello:
Obrigado pela informação, verifiquei em sistema e o produto esta indisponível para a venda,

Bruno Kaneoya:
agora, mas há 10 minutos atrás quando eu tentei, o site ficava com problemas.

Rodolpho Rabello:
pressione a tecla F5 para atualização da tela, na mesma consta a informação.

Bruno Kaneoya:
eu sei. mas eu tenho o print screen feito há alguns minutos quando tentava comprar.

Bruno Kaneoya:
sabia que ia acontecer alguma coisa….

Bruno Kaneoya:
tudo bem. ia comprar uns 5. agora, pelo jeito não dá mais.

Bruno Kaneoya:
vai virar caso de internet

Bruno Kaneoya:
causo

Rodolpho Rabello:
Há minutos atraz realmente havia a disponibilidade do item, porém o mesmo foi vendido a ultima unidade, dessa forma tornou-se indisponível.

Bruno Kaneoya:
sim sim claro…

Bruno Kaneoya:
obrigado. eu preciso copiar esse texto ou quando eu clicar em sair vai uma cópia para o meu email?

Continuei indignado com a situação e minutos depois entrei de novo no site procurando pelo maldito pendrive. Pasmem! Agora ele estava disponível. Opa, o que será que aconteceu? Será que acharam uma caixa de pendrive no estoque? Falha ou sacanagem, não dá pra ter certeza. Mas que foi uma bela de uma pisada na bola foi.

Update: Entrei agora (29/04/09 às 19:16) e agora o produto está sem o desconto de R$ 30,00.

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "design, negócios, serviços, web, 4gb, ..."
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Date: Sunday, 26 Apr 2009 15:52

twitter_followers
Gerado no site Twitter Central.

Para começar a falar de twitter, preciso, primeiro, mandar um abraço aos meus followers aí na imagem acima. Um abraço!

Mas vamos lá. Muita gente falando sobre este tal de twitter. Saiu em capa de revista e em tudo o que é site. Mas ainda tem muita gente que me pergunta: “Pra que isso?! Pra que serve o twitter?”

Sempre respondo que é uma maneira mais rápida e esperta de compartilhar o seu conteúdo na web. Claro que com isso vêm as funções secundárias como por exemplo, alavancar mais acessos ao seu blog. Mas fundamentalmente, o twitter é básico. Sem frescuras.

Hoje já existem muitas ferramentas para o twitter e alguns aplicativos que estão sendo criados atualmente são integrados ao twitter, como por exemplo o BrightKite, um site que você informa a sua localização e você fica sabendo quem está por perto.

Mas o que eu disse até agora todo mundo já sabe. Agora, até onde vai o twitter? Até hoje os fundadores Evan Williams, Biz Stone e Jack Dorsey contam com a ajuda do capital de um grupo de investidores liderado por Jeff Bezos, sim o CEO da Amazon.com. Mas uma hora o investimento precisa começar a dar lucro e é aí que mora o problema. Vejo que existem algumas possibilidades:

  • Publicidade.
  • Assinantes premium.
  • Prospecção de dados.

Das 3 possibilidades, a primeira é a mais plausível. Mas ainda assim, perigosa. Como colocar algum tipo de propaganda em 140 caracteres? Se pensarmos nas outras 2 possibilidades, pagar para twittar mais? Mais perigoso. E capturar as informações dos usuários? Bom, com tantas ferramentas para twitter, para fazer isso basta ter um pouco de vontade.

Enfim, essa é uma etapa importante da evolução do twitter que deve ser feita com muito estudo. Caso contrário ele pode acabar como um mico nas mãos de alguma grande empresa que pense em comprá-lo.

Vamos twittar enquanto podemos! Seja do seu celular, browser, desktop e do próprio site do twitter!

Author: "Bruno Kaneoya" Tags: "comportamento, inovação, negócios, te..."
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Date: Wednesday, 15 Apr 2009 14:18

tokyofiber

Algumas coisas foram responsáveis por mudanças radicais na história da humanidade, como o fogo, a roda, a eletrecidade, o papel etc. E agora, as fibras artificiais, chamadas de “senseware”, acredito eu, vão revolucionar e mudar muito o mundo como o conhecemos hoje. Alguns exemplos podem ser vistos na Tokyo Fiber, um evento onde designers, arquitetos e artistas se reúnem para criar novas possibilidades para o futuro com esses novos materiais.

tokyofiber1
Gwenael Nicolas – Designer

Plastic optical fiber ESKA
Um sofá fabricado com fibras óticas.

tokyofiber3
Kashiwa Sato – Diretor de Arte

BREATHAIR
Blocos de ar para crianças brincarem.

tokyofiber2
Jun Aoki – Arquiteto

TORAYCA
Suporte de lâmpadas com fibra de carbono.

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Date: Sunday, 05 Apr 2009 02:22

glossarioem

Editoração
Conjunto das tarefas inerentes às funções de editor, como busca e seleção de originais, contratação de direitos autorais, de tradução e de estudos de diagramação, organização e adequação dos originais, marcações, revisões, supervisão gráfica, etc.

Entreletra
Medida do espacejamento entre letras.

Entrelinha
Medida vertical do espaço entre a linha de base de uma linha de texto e a linha de base da seguinte. Em tipografia mecânica e manual, usualmente é dimensionada em pontos. Em editoração eletrônica, é possível estabelecer a unidade de medida que se queira.

Faca
Chapa de corte, instrumento de metal montado em madeira, que serve para recortar impressos em formatos especiais.

Laminação
Acabamento de superfície habitualmente utilizado em capas de livros, revistas e folhetos, assim como em painéis impressos por plotagem em jato de tinta. Consiste na aplicação de uma película plástica sobre a superfície impressa.

Layout
Peça produzida artesanalmente para a visualização e interpretação de um projeto. Instrumento de depuração do próprio projeto, quando destinado ao cliente, deve simular, da melhor forma possível, o produto final.

Legibilidade
Atributo do texto ou imagem, que afeta a percepção: quanto mais rápida, mais fácil e mais acurada esta for, mais legível será o texto ou a imagem.

Malha construtiva

Trama quadrangular que serve como base para a construção de qualquer arte que exija precisão.

Fonte: Guia ADG.

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Date: Sunday, 29 Mar 2009 05:18

glossario

Arte-final
Acabamento final de um trabalho de arte destinado à produção gráfica, com indicações referentes a áreas de cor, retículas, fotografias, ampliações, reduções, etc. Qualquer trabalho pronto para ser reproduzido.

Bitmap
Imagem gráfica computadorizada formada por pontos chamados pixels; imagens com resolução fixa.

Brainstorming
Técnica utilizada para gerar idéias. Consiste em uma discussão em grupo onde se externam, sem censura, todo tipo de associações que vierem à mente sobre determinado problema proposto. Objetiva obter dos participantes a maior quantidade possível de idéias para uma avaliação posterior. Geralmente é feita em conjunto por duas ou mais pessoas.

Briefing
Resumo; série de referências fornecidas que contém informações sobre o produto ou objeto a ser trabalhado, seu mercado e objetivos. O briefing sintetiza os objetivos a serem levados em conta para o desenvolvimento do trabalho. Muitas vezes o designer auxilia em sua delimitação.

CMYK
Cyan, Magenta, Yellow, Black. sistema de composição de cores subtrativas primárias usadas na impressão de policromias. Quando pontos dessas cores são combinados em diferentes densidades, obtém-se uma grande variação de cores.

Comunicação Visual
Conjunto de técnicas, conhecimentos e procedimentos que buscam maior eficácia na transmissão visual de mensagens verbais ou não-verbais através dos diversos meios de comunicação.

Conceito
1. Idéia, manifestação mental de alguma coisa. 2.Concepção virtual a respeito de qualquer coisa. Também a argumentação prévia à concepção de peças de comunicação, seja uma campanha publicitária, seja um cartaz, ou até mesmo uma identidade visual.

Diagramação
Conjunto de operações utilizadas para dispor títulos, textos, gráficos, fotos, mapas e ilustrações na página de uma publicação ou em qualquer impresso, de forma equilibrada, funcional e atraente, buscando estabelecer um sentido de leitura que atenda a determinada hierarquia de assuntos.

Display
Peça promocional destinada a promover, expor, demonstrar e auxiliar a vender determinado produto ou serviço em ponto de venda, podendo ser colocado diretamente no solo, em vitrine, sobre balcão e em gôndola.

DPI
Dots per Inch (pontos por polegada). Medida da resolução de uma imagem impressa ou na tela de vídeo, descreve seu grau de definição.

Fonte: Guia ADG

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Date: Thursday, 26 Mar 2009 11:47

a cabeça do empreendedor

O meu TCC é sobre design de livros. Não precisa dizer que TCC é um trabalho sacal, mas assim como tudo na vida, tem o seu lado positivo. Neste caso, encontrei um livro interessante chamado “A Arte Invisível ou a Arte do Livro”, do Plinio Martins Filho. Uma grande coletânea de frases sobre o design de livros, aqui vão algumas:

O design do livro é um processo tão transparente e anônimo, que às vezes se pode perguntar se ele realmente existe… um livro tem um design bem feito na medida em que não tem um design ruim…
Richard Eckersley.

Esse objeto ubíquo e enganosamente simples… é tão familiar que se torna uma parte praticamente invisível de nossa cultura e experiência gerais.
Henry Petroki.

Algumas editoras não têm qualquer conhecimento do design de livro. Preocupam-se apenas em colocar o máximo possível de letras numa página. A falta de estilo ou elegância de seus livros é tamanha que só posso presumir que nenhum designer sequer chegou perto dos livros que publicam.
Richard Hendel.

O design de livros é uma arte que tem suas próprias tradições e um corpo relativamente pequeno de regras aceitas. Se o design de um livro irá chamar atenção ou não para si mesmo, isso vai depender do grau de consciência do leitor acerca tanto do design em geral quanto do design de um livro particular.
Richard Hendel.

O trabalho real de um designer de livro não é fazer as coisas parecerem “legais”, diferentes ou bonitinhas. É descobrir como colocar uma letra ao lado da outra de modo que as palavras do autor pareçam saltar da página. O design de livro não se deleita com sua própria engenhosidade; é colocado a serviço das palavras. Um bom design só pode ser feito por pessoas acostumadas a ler – por aquelas que perdem tempo em ver o que acontece quando as palavras são compostas num tipo determinado.
Richard Hendel.

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Date: Friday, 20 Mar 2009 12:59

boxed water

Parte empresa de água sustentável, parte projeto de arte, parte projeto filantrópico e completamente curioso. Esse é o título que a Boxed Water Is Better, uma empresa de água em caixinha, dá para si mesma.

Eles queriam fazer uma nova marca de água mineral que fosse menos nociva ao meio ambiente e chegaram a conclusão que eles não deveriam usar garrafas e sim as caixas.

Ainda, 90% da caixinha é feita de fontes renováveis e são despachadas todas desmontadas para receberem água. Se compararmos com as garrafas, que são despachadas todas vazias para todos os cantos do planeta para receberem água, de fato, tá aí uma sacada bacana.

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Date: Thursday, 19 Mar 2009 16:06

wired

Tenho a mania de ir nas bancas, livrarias, sebos etc e passear por muitas páginas, palavras, cores, fotos e letras. Felizmente hoje em dia está em extinção aquela plaquinha: “favor não folhear”. Bom, somando essa mania com a curiosidade, invariavelmente compro o livro, revista etc que gosto. E semana passada comprei uma Wired.

A revista é muito boa, projeto gráfico é bacana e o conteúdo é muito bom também. Mas a da semana passada tinha uma chamada na capa que me interessou mais ainda: “Problem solved. How good design works”.

A matéria é legalzinha, mas é pra quem não conhece nada de design. Material quase que de sala de aula. Mas o que eu achei interessante foi o trecho:

In fact, the worst thing a designer can hear is an offhand “Just do whatever you want.”

Já ouvi vários colegas reclamando que o cliente é pão-duro, que não pode abusar nos materiais, que não pode usar muitas cores, que não tem verba suficiente para produzir o que ele quer, enfim, reclamando das limitações do projeto. Limites, algo que existe desde a fabricação de pastel até a fabricação de um carro, por incrível que pareça, é bom para um projeto de design. Isso vai levar a explorar mais a cor que você pode usar, tentar diferentes maneiras de usar aquele mesmo material etc.

Não estou falando nada de novo, mas o que acho interessante é não fazer do limite uma barreira e sim uma oportunidade.

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Date: Wednesday, 11 Feb 2009 13:36

sketchesferro

Eu não lembro bem qual era a matéria, lembro que o professor era o Célio. Também não lembro o que pedia o projeto, a única coisa que eu lembrei foi desse projeto.

Fiz esse projeto junto com o Michel Téo Sin na faculdade. Um ferro de passar roupa mais bacana, para aquelas pessoas que vivem viajando e passam grande parte do tempo em hotéis.

Fazendo uma pesquisa, não existe (ou não existia) um ferro de passar roupas portátil para esse público.

Outro fator interessante é que cada vez mais as pessoas estão usando gadgets: blackberry, palm, celular, laptop, iphone, ipod etc.

Aí tivemos a “brilhante” idéia: “Porque não ter um gadget de passar roupa?” hahaha. Aí saiu o projeto.


Use a seta do teclado para a <<esquerda<< e >>direita>> para navegar nos slides.

ferro10

ferro7

ferro9

Update: Errei o professor! hahaha. Não foi o Célio, mas sim o Alexandre. Valeu pelo toque Negão!

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