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Date: Saturday, 04 Aug 2012 16:03

geostationarygeostacionário:

Na comunicação, o tipo de órbita mantida por um satélite que permaneça em uma posição fixa em relação à Terra pelo fato de que a velocidade angular e a direção de sua rotação coincidem exatamente com a velocidade angular e a direção da rotação da Terra. Também chamado de geosynchronous (geossíncrono) .
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Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Comunicação"
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Date: Friday, 03 Aug 2012 13:13

friction feedtração por atrito:

Tractor Feed, Friction Feed
Um meio de movimentação do papel pela impressora no qual o papel é pressionado entre o cilindro da impressora e roletes de impressão ou (em impressoras que não tem cilindro) entre pares de roletes de impressão. A tração por atrito está disponível na maioria das impressoras para permitir o uso de folhas avulsas, sem orifícios de tração. Os equipamentos de tração por atrito tem uma alavanca para travar e destravar o mecanismo, de modo que o indivíduo que utiliza possa ajustar a posição do papel. Nas impressoras que tem pinos de tração, além dos mecanismo de tração por atrito, o mecanismo de atrito deve ficar destravado durante a operação normal para evitar o excesso de esforço nas engrenagens. Pesquise também platen (cilindro). Comparar com pin feed (pinos de arrasto), tractor feed (pinos de tração).
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Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Tração, Mecanismo, Impressora, Papel, ..."
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Date: Monday, 02 Jul 2012 12:05

information hidingocultamento de informações:

Na programação, uma técnica de projeto de sistemas na qual os detalhes de implementação das estruturas e dos algoritmos de um módulo de sub-rotina ficam "escondidos" das rotinas que utilizavam esse módulo ou sub-rotina. O objetivo é garantir que essas outras rotinas não fiquem dependentes de nenhum aspecto de implementação. O ocultamento das informações permite (ao menos em teoria) que o módulo ou sub-rotina possam ser implementados de uma forma diferente ou planejada, sem prejuízo das rotinas que os utilizam. Pesquise também break (interrupção); module (módulo); routine (rotina); subroutine (sub-rotina).
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Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Informação, Programação"
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Date: Sunday, 18 Mar 2012 23:11

backbone cabal:

Johannes Cabal the NecromancerNa Internet, um termo que determina o grupo de administradores de rede responsáveis pela denominação da hierarquia dos newsgroups da Usenet, e pela idealização dos procedimentos para a criação de novos newsgroups. O backbone cabal não existe mais.
Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Hierarquia, Backbone, Usenet, Internet"
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Date: Sunday, 18 Mar 2012 23:11

bit. newsgroups newsgoups bit


Uma hierarquia de newsgroups da Internet que espelha o conteúdo de algumas listas de debates da BITNET. Pesquise também BITNET.

Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Hierarquia"
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Date: Sunday, 18 Mar 2012 23:11

biz. newsgroups newsgroups biz


Newsgroups da Usenet que fazem parte da hierarquia biz. e que tem o prefixo biz. Esses newsgroups são voltados a discussões relacionadas à área de negócios. Ao contrário da maioria das hierarquias de newsgroups, os newsgroups .biz permitem que os usuários publiquem anúncios e outros materiais de marketing. Pesquise também newsgroup; traditional newsgroup hierarchy (hierarquia tradicional de newsgroup).

Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Hierarquia"
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interrupt   New window
Date: Sunday, 18 Mar 2012 23:11

interrupt interrupção


Solicitação de atenção por parte do processador. Quando o processador recebe uma interrupção, suspende suas operações atuais, grava o status de seu trabalho e transfere o controle a uma sub-rotina especial conhecida como rotina de processamento de interrupções, ou handler de interrupções, que contém as instruções necessárias ao tratamento da situação específica que causou a interrupção. As interrupções podem ser geradas por vários dispositivos de hardware para solicitar serviços ou relatar problemas, ou pelo próprio processador em resposta a erros do programa ou a solicitações de serviços do sistema operacional. As interrupções representam a maneira de o processador se comunicar com outros elementos que compõem um sistema de computador. Uma hierarquia de prioridades de interrupção determina qual solicitação de interrupção será tratada em primeiro lugar se mais de uma solicitação for feita. Um programa pode desativar temporariamente algumas interrupções se precisar de atenção integral do processador para concluir determinada tarefa. Pesquise também exception (exceção); external interrupt (interrupção externa); hardware interrupt (interrupção de hardware); internal interrupt (interrupção interna); software interrupt (interrupção de software).

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banners   New window
Date: Monday, 12 Mar 2012 09:44

banners:

Banner significa, em publicidade e informática, «curta mensagem publicitária em um site da Internet, com link para a página do anunciante» (ver Dicionário Houaiss). O banner contém um vínculo com o anunciante daquele site da Web. A palavra banner é de origem inglesa e ainda não foi adaptada ao português, pelo que adota o plural inglês: banners. Como se trata de termo ainda não aportuguesado, aconselha-se que seja escrito entre aspas ou posto em itálico.  

Exemplo de um banner:





Pesquise também Web page (página da Web); Web site (sítio da Web).


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Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Imagem, Banner, Publicidade, Página"
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Date: Monday, 30 Jan 2012 21:52

audio card placa de áudio


Uma placa de extensão que converte sinais de áudio analógicos enviados por um microfone, por uma fita de áudio ou por outras fontes, em uma forma digital, que pode ser armazenada como um arquivo de áudio de computador, e converte arquivos de áudio do computador em sinais elétricos, que podem ser reproduzidos através de um alto-falante. Os sinais de saída podem ser reproduzidos através de alto-falantes ou de fones de ouvido. Os sinais de entrada podem ser transmitidos através de um microfone conectado ao computador. A maior parte das placas de áudio suporta MIDI. As placas de áudio permitem que o indivíduo que utiliza ouça sons emitidos através da Internet, por CD-ROMs e por outros meios de armazenamento. Também chamado de audio board (placa de áudio); sound board (placa de som); sound card (placa de som). Pesquise também MIDI.

Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Digital, Microfone, Som, Áudio, Board, ..."
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Java   New window
Date: Wednesday, 07 Dec 2011 00:45

Java:

Duke, o mascote do Java
Duke, o mascote do Java
Linguagem de programação orientada a objetos, desenvolvida pela Sun Microsystems, Inc. Embora seja semelhante ao C++, a Java é menor, mais portátil e mais fácil de usar, pois é mais eficiente e gerencia sozinha a memória. A Java foi também projetada para ser segura e independente de plataforma (o que significa que ela pode ser executada em qualquer plataforma) através do fato de que os programas Java são compilados em bytecodes, que se assemelham ao código de máquina e não são específicos de uma plataforma. Isso torna a Java uma linguagem útil para a programação de aplicações da Web, pois os usuários acessam a Web em diversos tipos de computador. Hoje, o uso mais comum da Java é na programação de pequenas aplicações, ou applets, para a WWW (World Wide Web).






Paradigma Orientação a objetos, estruturada, imperativa
Surgido em 1995
Última versão 1.6.0_26 (7 de junho de 2011)
Criado por James Gosling e Sun Microsystems
Estilo de tipagem: estática, forte
Compiladores GCJ, Javac
Influenciada por Ada 83, C++, C♯,[1] Eiffel, Generic Java, Mesa, Modula-3, Object Pascal, Objective-C, UCSD Pascal, Smalltalk
Influenciou Ada 2005, BeanShell, C♯,[2] Clojure, D, ECMAScript, Fantom, Groovy, J#, JavaScript, PHP, Python, Scala
Licença: GNU General Public License
Página oficial www.oracle.com/technetwork/java/index.html
Java é uma linguagem de programação orientada a objeto desenvolvida na década de 90 por uma equipe de programadores chefiada por James Gosling, na empresa Sun Microsystems. Diferentemente das linguagens convencionais, que são compiladas para código nativo, a linguagem Java é compilada para um bytecode que é executado por uma máquina virtual. A linguagem de programação Java é a linguagem convencional da Plataforma Java, mas não sua única linguagem.

Índice

História

Em 1991, na Sun Microsystems, foi iniciado o Green Project, o berço do Java, uma linguagem de programação orientada a objetos. Os mentores do projeto eram Patrick Naughton, Mike Sheridan, e James Gosling. O objetivo do projeto não era a criação de uma nova linguagem de programação, mas antecipar e planejar a “próxima onda” do mundo digital. Eles acreditavam que, em algum tempo, haveria uma convergência dos computadores com os equipamentos e eletrodomésticos comumente usados pelas pessoas no seu dia-a-dia.
Para provar a viabilidade desta ideia, 13 pessoas trabalharam arduamente durante 18 meses. No verão de 1992 eles emergiram de um escritório de Sand Hill Road, no Menlo Park, com uma demonstração funcional da ideia inicial. O protótipo se chamava *7 (lê-se “StarSeven”), um controle remoto com uma interface gráfica touchscreen. Para o *7, foi criado um mascote, hoje amplamente conhecido no mundo Java, o Duke. O trabalho do Duke no *7 era ser um guia virtual ajudando e ensinando o usuário a utilizar o equipamento. O *7 tinha a habilidade de controlar diversos dispositivos e aplicações. James Gosling especificou uma nova linguagem de programação para o *7. Gosling decidiu batizá-la de “Oak”, que quer dizer carvalho, uma árvore que ele podia observar quando olhava pela sua janela.
O próximo passo era encontrar um mercado para o *7. A equipe achava que uma boa ideia seria controlar televisões e vídeo por demanda com o equipamento. Eles construíram uma demonstração chamada de MovieWood, mas infelizmente era muito cedo para que o vídeo por demanda bem como as empresas de TV a cabo pudessem viabilizar o negócio. A ideia que o *7 tentava vender, hoje já é realidade em programas interativos e também na televisão digital. Permitir ao telespectador interagir com a emissora e com a programação em uma grande rede de cabos, era algo muito visionário e estava muito longe do que as empresas de TV a cabo tinham capacidade de entender e comprar. A ideia certa, na época errada.
Entretanto, o estouro da internet aconteceu e rapidamente uma grande rede interativa estava se estabelecendo. Era este tipo de rede interativa que a equipe do *7 estava tentando vender para as empresas de TV a cabo. E, da noite para o dia, não era mais necessário construir a infra-estrutura para a rede, ela simplesmente estava lá. Gosling foi incumbido de adaptar o Oak para a internet e em janeiro 1995 foi lançada uma nova versão do Oak que foi rebatizada para Java. A tecnologia Java tinha sido projetada para se mover por meio das redes de dispositivos heterogêneos, redes como a internet. Agora aplicações poderiam ser executadas dentro dos navegadores nos Applets Java e tudo seria disponibilizado pela internet instantaneamente. Foi o estático HTML dos navegadores que promoveu a rápida disseminação da dinâmica tecnologia Java. A velocidade dos acontecimentos seguintes foi assustadora, o número de usuários cresceu rapidamente, grandes fornecedores de tecnologia, como a IBM anunciaram suporte para a tecnologia Java.
Desde seu lançamento, em maio de 1995, a plataforma Java foi adotada mais rapidamente do que qualquer outra linguagem de programação na história da computação. Em 2004 Java atingiu a marca de 3 milhões de desenvolvedores em todo mundo. Java continuou crescendo e hoje é uma referência no mercado de desenvolvimento de software. Java tornou-se popular pelo seu uso na internet e hoje possui seu ambiente de execução presente em navegadores, mainframes, sistemas operacionais, celulares, palmtops, cartões inteligentes etc.

Padronização

Em 1997 a Sun Microsystems tentou submeter a linguagem a padronização pelos órgãos ISO/IEC e ECMA, mas acabou desistindo.[3][4][5] Java ainda é um padrão de fato, que é controlada através da JCP Java Community Process.[6] Em 13 de novembro de 2006, a Sun lançou a maior parte do Java como Software Livre sob os termos da GNU General Public License (GPL). Em 8 de maio de 2007 a Sun finalizou o processo, tornando praticamente todo o código Java como software de código aberto, menos uma pequena porção da qual a Sun não possui copyright.[7]

Principais características da linguagem

A linguagem Java foi projetada tendo em vista os seguintes objetivos:
  • Orientação a objetos - Baseado no modelo de Simula67;
  • Portabilidade - Independência de plataforma - "escreva uma vez, execute em qualquer lugar" ("write once, run anywhere");
  • Recursos de Rede - Possui extensa biblioteca de rotinas que facilitam a cooperação com protocolos TCP/IP, como HTTP e FTP;
  • Segurança - Pode executar programas via rede com restrições de execução;
Além disso, podem-se destacar outras vantagens apresentadas pela linguagem:
  • Sintaxe similar a C/C++.
  • Facilidades de Internacionalização - Suporta nativamente caracteres Unicode;
  • Simplicidade na especificação, tanto da linguagem como do "ambiente" de execução (JVM);
  • É distribuída com um vasto conjunto de bibliotecas (ou APIs);
  • Possui facilidades para criação de programas distribuídos e multitarefa (múltiplas linhas de execução num mesmo programa);
  • Desalocação de memória automática por processo de coletor de lixo;
  • Carga Dinâmica de Código - Programas em Java são formados por uma cole(c)ção de classes armazenadas independentemente e que podem ser carregadas no momento de utilização.

Exemplos de código

Método main

O método main é onde o programa inicia. Pode estar presente em qualquer classe. Os parâmetros de linha de comando são enviados para o array de Strings chamado args.
public class OlaMundo {
   /**
   * Método que executa o programa
   * public = É visto em qualquer lugar da aplicação
   * static = é iniciado automaticamente pela JVM, sem precisar de uma instância
   * void = Método sem retorno (retorno vazio)
   * main = Nome do método, que é obrigatorio ser este. Recebe como parâmetro um array de String.
   * String[] args = Array de argumentos que podem ser repassados na chamada do programa.
   */
   public static void main(String[] args) {
      System.out.println("Olá, Mundo!"); //Imprime na tela a frase
   }
}

Criação de classes

Exemplo:
public abstract class Animal {
   public abstract void fazerBarulho();
}
 
////
 
public class Cachorro extends Animal {
   public void fazerBarulho() {
       System.out.println("AuAu!");
   }
}
 
////
 
public class Gato extends Animal {
   public void fazerBarulho() {
       System.out.println("Miau!");
   }
}
O exemplo acima cria a classe Animal e duas classes derivadas de Animal. É importante observar que nas classes derivadas temos a redefinição do método fazerBarulho(). Esta redefinição é classificada como uma sobreposição (override) de métodos. O conceito de sobreposição somente pode ser identificado e utilizado quando temos classes dispostas em um relacionamento de herança.
Java não suporta herança múltipla, devido a possibilidade de uma classe pai ter um método com o mesmo nome de outra classe pai, e gerar possíveis falhas ao chamar o método, e todas as classes em Java derivam de da classe Object. A única possibilidade de se ver herança múltipla em Java é no uso de interfaces, pois uma classe pode herdar várias interfaces.

Tamanho dos tipos em java

Em java todos os tipos básicos são "signed", ou seja suportam números negativos e com isso, tem menos espaço para os números positivos.
public class ConverteBytesEmInt {
 
byte a; //Ocupa 1 byte( 8 bits )
short b; //Ocupa 2 bytes( 16 bits )
int c; //Ocupa 4 bytes( 32 bits )
long d; //Ocupa 8 bytes( 64 bits )
float e; //Ocupa 4 bytes( 32 bits )
double f; //Ocupa 8 bytes( 64 bits )
char g; //Ocupa 2 bytes( 16 bits )
 
    public int converte( byte[] bytes ) {
        return (int)(bytes[3]) | (  (int)(bytes[2]) << 1 ) | (  (int)(bytes[1]) << 2 ) |
                (  (int)(bytes[0]) << 3 );
    }
}

Interfaces

Uma interface modela um comportamento esperado. Pode-se entendê-la como uma classe que contenha apenas métodos abstratos. Embora uma classe não possa conter mais de uma super classe, a classe pode implementar mais de uma interface. Exemplo:
public interface Pesado {
    double obterPeso();
 }
 
 public interface Colorido {
    Color obterCor();
 }
 
 public class Porco extends Animal implements Pesado, Colorido {
    public void fazerBarulho() {
        System.out.println("Óinc!");
    }
 
    //Implementação da interface Pesado
    public double obterPeso() {
        return 50.00;
    }
 
    //Implementação da interface Colorido
    public Color obterCor() {
        return Color.BLACK;
    }
 
    //Uma propriedade só do porco
    public boolean enlameado() {
        return true;
    }
 }

Classes internas

Java pode ter classes internas. Exemplos:
public class Cavalo extends Animal {
    public void fazerBarulho() {
        System.out.println("RIINCH!");
    }
    //Classe interna e privada. Existe só no contexto da classe "Cavalo".
    private class Parasita extends Animal { 
        public void fazerBarulho() {
            System.out.println("SQRRT");
        }
    }
 }

Objetos anônimos

Podemos ter também objetos anônimos, aonde não é necessário instanciar o objeto em uma variável para utilizá-lo. Exemplo:
public class MostraBarulho {
    public static void main(String args[]) {
        new Cavalo().fazerBarulho(); //Objeto anônimo.
 
        //Abaixo um objeto e classe anônimos!
        new Animal() {//novo objeto
            public void fazerBarulho() {
                System.out.println("QUAC!");//imprime na tela
            }
        }.fazerBarulho();
    }
 }

Programas simples

Programa em Java para somar dois números inteiros:
import javax.swing.JOptionPane;
 
public class Soma {
  public static void main(String[]args) {  
    // Declaração das variáveis
    String numeroA, numeroB;
    int numero1, numero2, soma;
 
    // Pede dois números inteiros
    numeroA = JOptionPane.showInputDialog("Entre com o primeiro número inteiro");
    numeroB = JOptionPane.showInputDialog("Entre com o segundo número inteiro");
 
    // Converte os números de String para inteiro, pois JOptionPane.showInputDialog() retorna Strings
    numero1 = Integer.parseInt(numeroA);
    numero2 = Integer.parseInt(numeroB);
 
    // Outra forma de conversão seria utilizar o método valueOf
    numero1 = Integer.valueOf(numeroA);
    numero2 = Integer.valueOf(numeroB);
 
    // Efetua a soma dos números
    soma = numero1 + numero2;
 
    // Mostra o resultado da soma para o usuário
    JOptionPane.showMessageDialog(null, "A soma dos números é: " +
      soma, "Resultado", JOptionPane.PLAIN_MESSAGE);
  }
}

Características da linguagem

Polimorfismo

O Polimorfismo é uma característica muito importante em sistemas orientados a objetos. Termo proveniente do grego que significa "muitas formas". Através dele conseguimos realizar várias tarefas. Existem 4 tipos de polimorfismo divididos em 2 categorias (todos eles são implementados em Java), são descritos a seguir:

Polimorfismo Universal

Como o próprio nome diz, ele é universal, ou seja, ele pode ser aplicado em vários casos, logo não consegue saber quantas vezes será aplicado o polimorfismo. Trabalha potencialmente num conjunto infinito de tipos, de modo disciplinado. Este polimorfismo possui duas formas:

Paramétrico ou parametrização

A ideia do polimorfismo universal paramétrico é ao definir um elemento(que pode ser uma classe, um método ou alguma outra estrutura da linguagem), a definição do tipo sozinha ela é incompleta, ela precisa parametrizar este tipo, ou seja, teoricamente não existiria o tipo sozinho, o que sim existe e o tipo de alguma coisa de alguma coisa, por exemplo, uma list não seria só do tipo list, e sim do tipo list de elefantes. Vale lembrar que este polimorfismo só foi implementado em Java a partir da versão 1.5. Exemplo de polimorfismo paramétrico em Java:
// Aqui no exemplo é criado um ArrayList do tipo ArrayList de Aluno, e não ArrayList, isso é o polimorfismo universal paramétrico
 
ArrayList<Aluno> alunos = new ArrayList<Aluno>(); // aqui há o como aluno
Aluno a = new Aluno("Rafael");
alunos.add(a);
 
Aluno x = alunos.get(0);
System.out.println("Nome: " + x.getNome());

Inclusão

É quando você tem um ponteiro para a classe mãe e ele consegue apontar para um objeto da filha, já que esse polimorfismo é fundamental, é difícil você conseguir outras coisas sem ele, por isso boa parte das linguagens orientadas a objetos conhecidas implementam esse polimorfismo.
Exemplo em Código:
class Porca {
        int faces;
        void acopleETorca();
}
class Porca8mm extends Porca {
        void acopleETorca(){
                if (...) ...
        }
}
class Porca10mm extends Porca {
        void acopleETorca(){
                for (...) ...
        }
}

Polimorfismo Ad-Hoc

É implementado quando queremos definir uma coisa específica, ou seja, este polimorfismo, diferente do universal, não pode ser usado em todo lugar, logo sabemos quantas vezes ele será aplicado. Este polimorfismo possui duas formas:

Sobrecarga (Overloading)

Permite que um “nome de função” seja utilizado mais de uma vez com diferentes assinaturas, ou seja, dois métodos com o mesmo nome, porém com parâmetros diferenciados por quantidades ou tipo. O compilador automaticamente chama a função “correta” que deve ser utilizada. Não devemos esquecer que o tipo de retorno não faz parte da assinatura da função (método Java). Desta forma trocar o tipo de retorno da função não fará com que o compilador classifique as duas funções como diferentes.[8]

Exemplo em código

Podemos citar como exemplo uma função f aplicada aos parâmetros reais a e b, onde, dependendo dos tipos dos parâmetros, podemos ter a execução da primeira ou da segunda função, caracterizando o polimorfismo ad-hoc de overloading.
public class Aritmetica{
        public static int f (int x, int y) {
                return x+y;
        }
        public static double f (double x, double y) {
                return x*x + y*y;
        }
}
 
class Testa{
        public static void main(String[] args){
                double a=1.2;
                double b=3.5;
 
                System.out.println(Aritmetica.f(a,b));
                // Resulta 13.9 que é igual a
                // 1.2 * 1.2 + 3.5 * 3.5
        }
}

Coerção

A ideia é que a linguagem é quem faz uma coerção de tipos e não o programador, ou seja, que esta não é feita voluntariamente pelo programador e sim pela linguagem. Exemplo: Se o operador + é definido para somar dois números reais, e um número inteiro é passado como parâmetro então o inteiro é "coergido" para real.
class Funcionario {
        protected String CPF, RG, telefone, nome;
}
class Gerente extends Funcionario {
        private String departamento;
}
class Supervisor extends Funcionario {
        private String setor;
}
class Auxiliar extends Funcionario {
}
        public class TesteUpcasting {
        public static void main(String[] args) {
                Gerente ger = new Gerente();
                Supervisor sup = new Supervisor();
                Funcionario func = ger;
        }
        //func é do tipo Funcionario, mas recebe uma instância do tipo Gerente - no caso ocorre um UPCASTING
}

Frameworks

É possível utilizar frameworks para facilitar o desenvolvimento de aplicações. Dentre os mais utilizados pode-se destacar:

Ambientes de desenvolvimento

É possível desenvolver aplicações em Java através de vários ambientes de desenvolvimento integrado (IDEs). Dentre as opções mais utilizadas pode-se destacar:
  • BlueJ — um ambiente desenvolvido por uma faculdade australiana (considerado muito bom para iniciantes);
  • JCreator — (gratuito/shareware) — um ambiente desenvolvido pela Xinox (recomendado para programadores iniciantes);
  • jEdit — (recomendado para programadores iniciantes);

Emulador do Android no Eclipse, exibindo um simples "Hello World", escrito em JAVA e XML.
IDEs completas (recomendado para programadores profissionais):
Outras IDEs (menos populares):

Extensões

Extensões em Java:
  • J2ME (Micro-Edition for PDAs and cellular phones)
  • J2SE (Standard Edition)
  • J3D (A high level API for 3D graphics programming)
  • JAAS (Java Authentication and Authorization Service)
  • JAIN (Java API for Integrated Networks)
  • Java Card
  • JMX (Java Management Extensions)
  • JavaFX
  • JSF (JavaServer Faces)
  • JSP (JavaServer Pages)
  • JavaSpaces
  • JCE (Java Cryptography Extension)
  • JDBC (Java Database Connectivity)
  • JDMK (Java Dynamic Management Kit)
  • JDO (Java Data Objects)
  • JEE (Enterprise Edition)
  • Jini (a network architecture for the construction of distributed systems)
  • Jiro
  • JMF (Java Media Framework)
  • JMI (Java Metadata Interface)
  • JMS (Java Message Service)
  • JNDI (Java Naming and Directory Interface)
  • JNI (Java Native Interface)
  • JOGL (A low level API for 3D graphics programming, using OpenGL)
  • JSML (Java Speech API Markup Language)
  • JXTA (open source-based peer-to-peer infrastructure)
  • MARF (Modular Audio Recognition Framework)
  • OSGi (Dynamic Service Management and Remote Maintenance)
  • SuperWaba (JavaVMs for handhelds)

Certificações

Existem 8 tipos de certificações[9] da Sun Microsystems para Java:
Cada certificação testa algum tipo de habilidade dentro da plataforma e linguagem Java. Todos os testes são realizados pela empresa Prometric[10] e são reconhecidos internacionalmente.

Comunidade

A comunidade de desenvolvedores Java reúne-se em grupo denominados JUGs (Java User Groups). No Brasil o movimento de grupos de usuários expandiu-se bastante e tem formado alguns dos maiores grupos de usuários Java do mundo[carece de fontes?], como por exemplo o PortalJava, GUJ e o JavaFree.

Licença

A Sun disponibiliza a maioria das distribuições Java gratuitamente e obtém receita com programas mais especializados como o Java Enterprise System. Em 13 de novembro de 2006, a Sun liberou partes do Java como software livre, sob a licença GNU General Public License.[11] A liberação completa do código fonte sob a GPL ocorreu em maio de 2007.[12]

Referências

  1. Java 5 catches up with C# (em inglês). Universidade de Oxford. Página visitada em 10 de janeiro de 2010.
  2. Why Microsoft's C# isn't (em inglês). CNET. Página visitada em 10 de janeiro de 2010.
  3. Java Study Group
  4. Why Java™ Was - Not - Standardized Twice
  5. What is ECMA--and why Microsoft cares
  6. Java Community Process website
  7. open.itworld.com - JAVAONE: Sun - The bulk of Java is open sourced
  8. Douglas Rocha Mendes. Programação Java com Ênfase em Orientação a Objetos. 1 ed. São Paulo: Novatec, 2009. 456 p.
  9. Java Certification
  10. Prometric: Testing and Assessment
  11. Sun begins releasing Java under the GPL (em inglês). Página visitada em 6 de julho de 2010.
  12. JavaOne opening keynote notes and comments (em inglês). Página visitada em 6 de julho de 2010.

Bibliografia

  • H.M. Deitel & P.J. Deitel. JAVA Como programar. 6 ed. São Paulo: Pearson education do Brasil, 2005. 1097 p.
  • Douglas Rocha Mendes. Programação Java com Ênfase em Orientação a Objetos. 1 ed. São Paulo: Novatec, 2009. 456 p.
  • Apostila Java e orientação a objetos, licença Creative Commons, 7a edição, pela Caelum.

Ver também

Ligações externas




Pesquise também bytecode; Java applet (applet Java); object-oriented programming (programação orientada a objetos, programação baseada em objetos).






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Author: "Mikhail Miguel (noreply@blogger.com)" Tags: "Java, Linguagem, Programação"
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Boolean   New window
Date: Friday, 02 Dec 2011 12:18

Boolean, booleano:

Boolean Reasoning: The Logic of Boolean Equations
Boolean alphabetImage by Cuito Cuanavale via Flickr

Referente aos valores lógicos (verdadeiro, falso). Várias linguagens suportam diretamente dados booleanos, com valores predefinidos para verdadeiro e falso. Outras usam dados inteiros para implementar valores booleanos, geralmente (mas não sempre) com o zero equivalendo a falso e "não zero" equivalendo a verdadeiro. Pesquise também Boolean algebra (álgebra booleana); Boolean operator (operador booleano).

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Date: Saturday, 05 Nov 2011 00:27

Domínios .nu:

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Niue.

Niue ou Niuê é um país constituído pela ilha homónima e pelo Recife Antiope. Está situado no sul do Oceano Pacífico. É geralmente conhecido como a "Rocha da Polinésia". Embora tenha um governo próprio, está em livre associação com a Nova Zelândia. Niue está localizada a 2.400 km a nordeste da Nova Zelândia no triângulo formado por Tonga, Samoa e as Ilhas Cook. A sua capital é Alofi.

Índice

História

Niue, sendo um lugar remoto, assim como tendo diferenças linguísticas e culturais entre seus habitantes e o resto dos habitantes das Ilhas Cook, foi administrada separadamente. A população da ilha continua a diminuir(de um máximo de 5.200 em 1966 para 2.100 em 2000) com uma emigração substancial para a Nova Zelândia.
Niue foi inicialmente habitada por marinheiros polinésios de Tonga, Samoa e das Ilhas Cook. O capitão James Cook foi o primeiro europeu a avistar a ilha, mas não pode desembarcar devido à oposição da população local. Em resposta, ele nomeou Niue "A Ilha Selvagem".
Missionários cristãos da Sociedade Missionária de Londres converteram a maioria da população em cerca de 1846. Em 1887, o Rei Fataaiki escreveu à Rainha Vitória da Inglaterra, pedindo que Niue fosse colocada sob a proteção britânica, mas o seu pedido foi recusado. Em 1900, em resposta aos pedidos repetidos, a ilha transformou-se num protectorado britânico, e no ano seguinte foi anexada pela Nova Zelândia. Niue ganhou autonomia em 1974 associada à Nova Zelândia, que controla os assuntos militares e estrangeiros da ilha. A Niue foi oferecida autonomia em 1965 (juntamente com as Ilhas Cook, que aceitaram), mas esta pediu para que a autonomia fosse oferecida noutra década.
Em Janeiro de 2004, Niue foi atingida por um ciclone devastador (Ciclone Heta) que deixou 200 dos 1600 habitantes da ilha desabrigados. Enquanto alguns residentes locais escolheram mais tarde não reconstruir as suas casas, o Ministro dos Assuntos Estrangeiros da Nova Zelândia Phil Goff especulou que o estatuto de Niue como uma nação autónoma associada à Nova Zelândia poderia ser colocado em questão se muitos residentes partissem da ilha comprometendo os serviços básicos. Logo depois, o Primeiro-ministro de Niue Young Vivian rejeitou categoricamente a possibilidade de alterar o relacionamento existente com a Nova Zelândia.

Política

Aldeias

Geografia

Alofi, capital of NiueImage via Wikipedia

Alofi, a capital e maior cidade de Niue.
Situada entre as coordenadas 19°03′48″S e 169°52′11″W, Niue é uma ilha de 260 km² localizada no Pacífico sul à leste de Tonga.
Niue é uma das maiores ilhas-coral do mundo. Uma barreira de coral envolve praticamente toda a ilha, com excepção de uma parte na costa oeste, próxima da capital, Alofi. Uma característica marcante da ilha é o grande número de cavernas de pedra calcária encontradas próximas da costa. O ponto mais elevado tem 68 m.
A ilha tem um formato praticamente oval ( diâmetro de cerca de 18 Km ), com duas grandes baías recortando a costa oeste ( baía de Alofi no centro, e a baía de Avatele no sul ). Entre estas está o promontório de Halagigie Point. Uma pequena península, Tepa Point ( ou Blowhole Point ) está localizada próxima do vilarejo de Avatele no sudoeste. A maioria da população de Niue reside perto da costa oeste, próximo da capital, e no noroeste.
Niue apresenta um clima tropical, com o período de chuvas mais extensas ocorrendo entre Novembro e Abril, moderado por ventos alísios.


Niuē Fekai
Niue
Flag of Niue.svg
Public Seal of Nieu.svg
Bandeira Brasão de armas
Hino nacional: Ko e Iki he Lagi
(O senho no paraíso)
Gentílico: Niueano



Capital Alofi
19°03'48"N 16°52'11"L
Cidade mais populosa Alofi do Sul
Língua oficial Niueano, Inglês
Governo Monarquia parlamentar
 - Rainha Isabel II
 - Primeiro-ministro Toke Tufukia Talagi
Formação
 - Acto constitucional 19 de outubro de 1974 
Área
 - Total 260 km² km² 
 - Água (%) 0
População
 - Estimativa de 2006 1679 hab. 
PIB (base PPC) Estimativa de 2002
 - Total US$ 7 milhões 
 - Per capita US$ 5.800 
Moeda Dólar da Nova Zelândia (NZD)
Fuso horário -11
Org. internacionais OMS
Cód. Internet .nu
Cód. telef. +683
Website governamental http://www.gov.nu/
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Date: Tuesday, 04 Oct 2011 04:26

.on.ca


Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Ontário, uma das dez províncias do Canadá. Ontário é a mais populosa província do país. Cerca de um terço da população canadense vive em Ontário. A maior cidade canadense, Toronto, bem como a capital nacional do país, Ottawa, estão localizados em Ontário. A região sul do Ontário é o ponto mais meridional de todo o Canadá.

A principal fonte de renda do Ontário é a manufatura. O valor dos produtos industrializados produzidos no Ontário é maior do que a soma do valor total dos produtos industrializados fabricados em todas as outras províncias e territórios do Canadá. A força da indústria de manufatura do Ontário rendeu à província o cognome de Manufacturing Heartland of Canada (Coração Industrial do Canadá). A província destaca-se principalmente pela sua forte indústria automobilística - a mais forte de todo o continente americano, com exceção do estado americano de Michigan. Outras fontes importantes de renda são o turismo e a prestação de serviços financeiros e imobiliários.

A origem de seu nome deriva do lago do mesmo nome, Lago Ontário, que vem da palavra Skanadario, nome dado pelos iroqueses ao lago, que significa "belo lago", "águas brilhantes", "rochas ao topo" ou "próximo às águas". O Ontário fora inicialmente colonizado pelos franceses, fazendo parte da colônia francesa de Canadá, uma das províncias coloniais da Nova França, que então incluía a região sul das atuais províncias canadenses de Ontário e de Quebec.

Em 1763, o Reino Unido anexou o Canadá. Em três décadas, anglófonos tornaram-se maioria no sudoeste da colônia, motivo pela qual o Reino Unido decidiu dividir a colônia em duas em 1791. Ambas as divisões foram reunidas novamente em 1840, em uma única província do Canadá. Com a independência do Canadá, em 1 de julho de 1867, a província do Canadá foi definitivamente separada em duas, nas atuais províncias de Ontário e de Quebec. Inicialmente uma potência agrária, o Ontário tornou-se um grande polo industrial no início do século XX, e tornou-se o principal polo econômico do país durante a década de 1960 e de 1970. .
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 15:47

.sz


Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Suazilândia. A Suazilândia (em suázi Swatini), oficialmente o Reino da Suazilândia (em inglês Kingdom of Swaziland; em suázi Umbuso weSwatini) é um pequeno país da África Austral, limitado a leste por Moçambique e em todas as outras direcções pela África do Sul. Suas capitais são Mbabane (administrativa) e Lobamba (legislativa). Esse pequeno e montanhoso país do sul da África, sem saída para o mar, é uma das poucas monarquias remanescentes no continente. Em seu território predominam os planaltos cobertos por savanas e pastagens. A sociedade, patriarcal e formada por clãs, admite a poligamia. A economia se baseia na agropecuária, mas o país não é auto-suficiente na produção de alimentos. A Suazilândia exporta cana-de-açucar e abriga importantes reservas de carvão. A saúde pública enfrenta uma catástrofe: um terço da população adulta é portadora do vírus da SIDA, a mais alta taxa de contaminação do mundo.

 
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 15:38

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Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Austrália.
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 15:36

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Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço geográfico localizado na República Tcheca.
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 15:34
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Malaui.
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 15:31

domínio .dj:

Djibouti - National Lapel PinsNa Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Djibouti.
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Date: Wednesday, 21 Sep 2011 14:59

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Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Albânia.
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