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Date: Wednesday, 22 Jul 2009 11:40

Aproveitando o que meu amigo Júlio colocou no post anterior(sua resenha sobre o FISL), venho pela primeira vez aqui no Nação comentar a respeito desse assunto.
Lá….no começo do primeiro curso na faculdade, quando ouvia alguns colegas comentarem a respeito do tal “Linux” achava radicalismo na maioria das vezes. O tempo passou, formamos, e aprendi o que é ser livre, o que é o “Linux” e aquela impressão de radicalismo se foi. Hoje, vejo a liberdade como o principal fator para o aprendizado.
Usava o Ubuntu e por questões de liberdade, hoje, optei pelo GNU/Linux Debian (Também não é completamente livre. Optei pela “filosofia Debian”). Não estou denegrindo a imagem do Ubuntu, muito pelo contrário, sempre achei fantástico o que a Canonical faz com a distro e torço para o sucesso do Ubuntu em desktop.
Bem, hoje dificilmente um hacker ou usuários, estarão usufruindo da completa liberdade, devido a principalmente binários sem fontes (aquela discussão do Debian sobre os Blob’s, lembra??) embutidos no sistema. Porém não é aqui o motivo do tópico.

Dando uma “blogada” me deparei com um texto do pessoal do UOL com o título “O linux não é livre”. Tudo bem, já sei, e também não é aqui minha discussão.

Mas ao ler o artigo e deixar um comentário percebi que a turma confunde a tal liberdade. Acham que liberdade lhes tiram o direito sobre seu sistema, que liberdade não os deixarão “ganhar dinheiro”, que liberdade fará com que seu trabalho seja em vão e “dado” à comunidade, que liberdade é questão de pagar ou não….meu Deus…o que é isso ?!?!?!?
O que impede alguém de desenvolver sobre o paradigma livre e “ganhar dinheiro”?? Ficar sozinho responsável pelo sistema enquanto poderia ter ajuda de vários amigos, rápido feedback e sem perder a referência como mantenedor???
Eu enxergava assim…com a explicação de amigos e com o aprendizado, hoje agarrei essa causa, a liberdade. Tive uma boa conversa no FISL com o amigo Júlio a respeito do Ubuntu, Debian, sobre o projeto Linux-libre, gNewSense, até onde a liberdade pode influenciar na usabilidade/acessibilidade de um sistema (pelo menos enquanto estamos carentes de contribuições), e enfim, o que seria a liberdade.

Temos a FSFLA a todo vapor trabalhando com o belo projeto Linux-libre, temos o gNewSense(Sem binários “faltando” o source) ou seja, uma boa comunidade tentando dar opção à liberdade (estranho isso não ? “opção à liberdade”…) para que se possa aprender e usufruir melhor de um sistema.
Ainda não cheguei ao estado: Se não for livre não uso ! Esses, cujo alcançaram este estado são realmente os GNU’s. Aqueles que provavelmente contribuem de forma consistente para a comunidade livre. Gostam de ajudar as pessoas, resolver problemas. Eu os respeito e admiro.

Por isso venho como uma forma de desabafo perguntar:
Ao desenvolver um software sobre o paradigma livre, você não acha que estará dando oportunidade de outros aprenderem? De evoluir seu código? Te ajudar?

Você que usa o GNU (Será mesmo GNU ??) a muito tempo, defende o quê??? Usabilidade? Funcionalidade? Estabilidade? Preço? Liberdade?

E você que está nem aí se é livre ou não, espera o quê de um sistema? Preço? Funcionalidade?

Com a “liberdade” de escolha, é direito ir contra a ética ?? É certo escolher algemas???

Author: "Gustavo A Fernandes" Tags: "Filosofando, GNU/Linux, Gustavo Fernande..."
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Date: Tuesday, 30 Jun 2009 11:13

Terminou a maratona do 10º FISL, especial pela edição (com direito a 8000 pessoas e o presidente Lula) quanto por ser o meu primeiro. A expectativa era muito e hoje ao escrever estas palavras posso dizer que a mesma foi alcançada com boas notas. No geral 8 em 10 para todo o evento.

Eu também não tinha ido a Porto Alegre antes e mesmo ficando em um Hotel mais central como o Duque, tive sorte de ter a disposição um ônibus de fácil acesso, a cerca de um quarteirão do Hotel, que passava de 06 em 06 minutos, com conforto interno de um micro ônibus. Como fiquei todos os dias do Hotel para o Evento e do Evento para o Hotel, tudo correu muito bem, sem stress com transito e gastando em media 20 min para chegar a PUC.

O local apesar das criticas me pareceu bastante confortável, com boas salas e estrutura, além de uma organização afiada com o tempo e as adaptações dos palestrantes. Algumas salas distantes nos blocos externos ao principal mereciam uma melhor identificação do local. Mas nada grave. Não deixei então de consumir o maior número de palestras possíveis equilibrando as técnicas com as não técnicas.

Merecem na minha opinião o destaque para:

Monitorando ambientes utilizando Software Livre – por Edmilson de Novais Silva

(P) Davi ou Golias? Vencendo no mercado disputando de igual para igual com os gigantes

Como ingressar no mercado usando software livre - por Ricardo Bimbo

Copyright vs Community – por Richard M. Stallman

Testes de Aceita̤̣o em Python com Pyccuracy Рpor Bernardo Heynemann Nascentes da Silva, Gabriel Falc̣o , Guilherme Chapiewski

Capitalismo cognitivo, teoria dos jogos e software livre. – por Javier Bustamante Doas

O Projeto GNOME: Evolṳ̣o e Participa̤̣o Рpor Jonh Wendell, Gustavo Noronha e J̼lio Cesar

Software livre, cultura hacker e o ecossistema da colabora̤̣o Рpor Sergio Amadeu, Anderson F. de Alencar, Murilo B. Machado, Rafael Evangelista e Vicente Aguiar

Qualidade em Empresas de TIC baseadas em Software Livre ou OpenSource – por Douglas Conrad

WebKitGTK+ Рo que ̩ e como usar РPOR Kov

E a Liberdade?

Dentre tudo mais que foi possível acompanhar, o espirito do evento com certeza esteve focado na liberdade e como o compartilhamento é essencial no novo modelo econômico da Sociedade da Informação e os impactos reais de usar um sistema livre, como o kernel Linux Libre.

Eu mesmo passei alguns dias pensando nestas questões e como colocar o que foi visto em prática, pois eu acredito que ir a um FISL esta além de simplesmente desfilar pelo evento ou rever amigos. É claro que trocar idéias e conhecer pessoas é algo importante e faz parte do todo.

Liberdade é algo que precisa de contexto. E deve-se ter cuidado com o anarquismo. Liberdade deve ser discutida e praticada com certas ressalvas, principalmente porque nossa liberdade individual não pode fugir do discernimento e da responsabilidade com o outro. Não é difícil falar em bom senso neste caso antes de tudo.

Junto com a liberdade não se pode deixar de pensar que a informação compartilhada é realidade no novo cenário, é necessário ao usuário, ao CEO e a empresa perceberem que existe poder na informação e que ela deve fluir em um novo sistema de valor, diferente do valor do objeto perecível a informação e o conhecimento são frutos de compartilhamento e troca de resultados.

Um terceiro impacto pode ser sentido ao vislumbramos que o Software Livre esta inserido nesta vanguarda de novos elementos. Sua essência o coloca mais próximos do compartilhamento e do valor em comunidade. É um mercado que não encontrar concorrente real, uma vez que o software proprietário e fechado tenta fazer com o modelo de desenvolvimento de software seja o mesmo da fabricação e comercialização de pneus.

O software não é como ouro, criado e estabelecido como tal diante da economia. É como um alface de uma horta que se não for cuidado perderá o seu valor com o tempo. O tempo em vez de crescer o valor de um software, pode sepultar o mesmo.

Assim como o conhecimento, o software tem valor pelo número de usuários, desenvolvedores e inovações constantes. Inovação vem do compartilhamento de idéias, da discussão das possibilidades em grupo e não de mentes fechadas e isoladas. O isolamento pode matar uma idéia e um software.

Da mesma forma que a FSF bem representada por Oliva e Stallman alertou para as restrições do mercado. Para a necessidade de novos modelos de negócios diante desta realidade de valores e informação. Os dois pontos chaves que percebi é a liberdade de compartilhar e a questão do kernel Linux ter suas partes podres que fazem com que certos componentes não livres sejam usados.

Contudo eu tenho ainda meus receios de gritar pelo radicalismo destas idéias. Não podemos acreditar que o modelo atual esta preparado para abraçar o free compartilhamento. Assim como também não podemos ficar acomodados vivendo no meio da discussão baixando nossos vídeos piratas e sendo transgressores preguiçosos. Acredito que a comunidade deve ser alertada e o que começou no meio da computação (o Software Livre) deve agora ganhar contornos reais diante da Sociedade da Informação e do valor do compartilhamento para o futuro das organizações. Todos devem adentrar novos debates.

Da mesma forma que adotar o Kernel livre das armadilhas que diminuem nossa liberdade, deve passar por cada vez mais troca de experiências, indicações de fornecedores de tecnologias cujo hardware comporte bem as distribuições com o kernel libre. Não somente a liberdade deve ser alcançada como o equilibro entre os desejos em prol da mesma, e quando falo em desejos em falo dos fabricantes e dos que não desejam abandonar suas distribuições de coração para abraçar o kernel da liberdade.

E agora?

Existe outros temas que me chamaram a atenção como a necessidade da prestação de serviços em Software Livre ter sua qualidade para que não somente o software seja reconhecido como também o serviços.
Uma empresa de Software Livre deve lidar com um tipo diferente de profissional, o que adota a comunidade como membro do processo de prestação de serviços. Este profissional é proativo, é responsável mais exige certas flexibilidades e deve poder colaborar com as comunidades em geral.

O futuro?

Minhas idéias em fazem questionar se da esma forma que estamos diante da sustentabilidade, da TI verdade, já seria o momento de propor as empresas o modelo e a filosofia do Software Livre dentro da responsabilidade que eles possuem com a nova sociedade da informação.

Iniciar discussões e verificar como os cases de sucesso atuais podem demonstrar que antigos conceitos devem ser revistos e que elementos como a Teoria dos Jogos (na escolha do melhor e da mais egoísta) e a própria cauda longa (diversos gerando receitas onde antes era para pouca variedade) são fatores que demonstram que existe mudanças aparecendo.

Acredito que vou usar este texto de base para escrever aos poucos aprofundando.

Isto também demonstra o quanto foi importante ter acesso a informação, ao conhecimento, sem estes compartilhamento, estaríamos cada vez mais achando que a revolução industrial continua e que o real potência do intelecto é apenas metáfora.

Author: "Júlio César" Tags: "GNU/Linux"
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Date: Wednesday, 29 Apr 2009 02:32

Um tutorial rápido, simples mas que ajuda muito(eu que o diga…).

Eu precisava restaurar todo o perfil do Firefox (principalmente os favoritos) devido à uns probleminhas de atualização…
No GNU/Linux o perfil do firefox, é armazenado na pasta home. Exemplo:
/home/usuario/.mozilla/firefox/23ga468f.default

Para restaurar:
firefox – -p (”dois traços”)

Terá uma tela de Gerenciador de Perfil. Nela:
Click em Create Profile, depois em Next, click em Choose Folder, selecione o perfil (aquele com letras e n̼meros como no exemplo acima Р23ga468f.default) e escolha um nome para o perfil restaurado, click em Open e depois em Finish.
Seleciona o perfil e click em Start Firefox.

Muito bem…restaurado todo o banco de dados do Firefox, histórico,senhas, favoritos…

Author: "Gustavo A Fernandes" Tags: "GNU/Linux, Gustavo Fernandes, Software L..."
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Date: Monday, 20 Apr 2009 14:53

Em português o mangá sobre o Ubuntu!

Ubunchu

Para baixar também em outras línguas acesse o link:

http://doctormo.wordpress.com/2009/04/02/ubunchu-the-ubuntu-manga-is-now-in-english/

A notícia não é nova, mas reflete alguns pontos bem interessante:

- A popularidade do Ubuntu as vezes me surpreende.
- A divisão dos três membros do clube (Mac, Windows e Linux modo texto) reflete muito do ambiente que o Ubuntu encontrar ao tentar ser instalado. Os conflitos e críticas são bem simples mas não deixam de ser reais.
- Vale a pena a leitura e divulgação pois de uma forma ou outra nos identificamos com as situações e personagens.

Author: "Júlio César" Tags: "Cool!, Descontração, GNU/Linux, Ju..."
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Date: Friday, 30 Jan 2009 23:39

Não poderia deixar de compartilhar essa “informação”… ;)
Simplesmente prestem atenção no segundo vídeo por volta dos 8min:14seg (Vejam tudo, pois é muito bom o show).

Mohammed (Os Melhores do Mundo) – parte 1/2

Mohammed (Os Melhores do Mundo) – parte 2/2

Author: "Gustavo A Fernandes" Tags: "Cool!, Descontração, Gustavo Ferna..."
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Date: Tuesday, 13 Jan 2009 13:51

Um dia sem o Windows

Como viver não é somente sobreviver, estamos constantemente em busca de conhecimento. Nos últimos meses um filme e uma HQ me fizeram refletir sobre este post, não com o objetivo de convocar a todos para queimar caixas de Redmond ou algo destrutivamente similar, mas pensar como seria realmente, um mundo que de uma hora para outra não tivesse mais como usar o Windows.

Sobre o filme, é o Ensaio sobre a Cegueira, adaptado do livro de José Saramago, conta o drama de um mundo onde as pessoas tornam-se cegas, tomados não pela escuridão nos olhos mas por uma brancura como leite. A HQ chama-se Y o último homem conta a história de um mundo onde todos os homens morrem menos um jovem garoto e o seu macaco de estimação.

y

Nas duas obras a sociedade passa por uma mudança completa, criando novos elementos sociais, económicos e políticos. Ainda que em muitos casos seja um tanto dramático, uma vez que a cegueira e o isolamento levem a conflitos e a degradação humana sabemos que um mundo sem o Windows, de uma hora para a outra pode não ser tão prejudicial a condição das pessoas como seres humanos.

Dia 01 do ano 01, todos despertam, e qualquer versão do sistema Windows e DOS não funcionam mais. Aos poucos se percebe que é mundial.

O primeiro impacto seria com as grandes empresas e o governo. Muitos CIO’s despertados por seus Gerentes atônitos, nossos servidores e estações de trabalho estão inoperantes. Caos total? Perda de dinheiro em volumes nunca antes vistos? Hospitais informatizados parados sem permitirem acesso a prontuários? As cenas vão se acumulando.

Mas existe esperança. O caos inicial não vai parar a internet, não vai deixar que as fontes de conhecimentos e os fóruns em downtime. Hoje grande parte dos servidores de sites e DNS são unix, possuem software livre por trás de sua disponibilidade. O google ainda estará disponível.

Os usuários de software livre, dos sistemas Gnu/Linux e MacOs serão procurados de imediatos, as contingências de dados devem retornar o mais rápido. Maquinas virtuais devem ser erguidas em sistemas livres para que os dados sejam convertidos para sistemas que possam voltar a serem plugados as redes. Afinal de contas, talvez seja um vírus que finalmente culminou com a destruição do antigo sistema popular, sempre vulnerável.

Pausa. Lembrando os filmes apocalípticos de zumbis mais recentes, sempre existe um vírus por trás de tudo.

zumbis

Muitas empresas vão apreender a consultar a comunidade que não esta em downtime, antigos projetos engavetados são retornar a pauta, existe software livre confiável no mercado? Existe, e não se preocupem, existe como customizar. A Red Hat, Novell, Mandriva, Canonical e outras empresas oferecem técnicos experientes para que a recuperação sejam tão rápida que valores não serão mais importante do que assegurar que o sistema volte.

Haverá desespero, pois a demanda será muito alta. Mulheres e criança primeiro. O que eu faço com os arquivos do meu AutoCad? O choque da incompatibilidade de formatos pode levar os governos a finalmente compreenderem onde erraram ao evitarem discutir sobre padrões abertos. Ainda temos o wine, uma solução livre que permite emular as aplicações do mundo Windows e nem tudo esta perdido. Os padrões livres ainda vão ser determinantes, afinal de contas, a minha informação deve pertencer a mim e não a uma especificação fechada.

Quem estiver por trás da destruição do antigo sistema, poderá voltar a atacar. A segurança pode tornar o mundo ainda mais paranóico. Algumas tentativas de fechar o código podem surgir do receio. Contudo, a segurança inerente de um sistema Gnu/Linux determinará que já existe um padrão consolidado e um suporte formado de milhares de colaboradores experientes.

caos

Talvez no sétimo dia veremos surgir um mundo traumatizo, pego de surpresa, dividindo entre debates teóricos, técnicos e sociais. Empresas grandes como IBM demonstraram que o padrão aberto, a diversidade e a colaboração foram determinantes para que ela sobrevivesse a esta mudança.

Assim como propor grandes mudanças para levar a sociedade a discutir seus impactos, considero pertinente que hoje não estamos 100% preparados para uma mudança deste nível. A tecnologia que esta por trás do conforto que se espalha a cada ano ainda é fechada, causando sérios riscos de que a mesma não possa retornar a quem pertence por direto, no caso de uma pane em seus sistemas.

Recomendo a todos o livro, o filme e a HQ. Não quero que também exista apenas um único padrão, mesmo que aberto, pois a diversidade sempre produz o melhor entre muitos.

Author: "Júlio César" Tags: "Filosofando, GNU/Linux, Julio Cesar, Sof..."
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Date: Wednesday, 07 Jan 2009 18:24

Bem, como diria um grande professor e amigo: Férias é o tempo certo para se ter novos conhecimentos. Então comecei a dar uma estudada em configuração de Roteadores e Switches. Muito bacana, indico para todos.
Mas como configurar se não tenho essas “máquinas” ? A resposta é sempre aquela velha e boa ajuda: Emular.
Encontrei a ajuda no Dynamips e Dynagen. Enfim, Dynamips é um emulador para roteadores Cisco escrito por Christophe Fillot, para as plataformas 1700, 2600, 3600, 3700, e 7200.
Já deixo bem claro que ao emular você não substitui um verdadeiro roteador, é uma ferramenta complementar de testes para administradores de redes Cisco ou pessoas que desejam certificação CCNA / CCNP / CCIE.
Para emular é necessário um IOS(Internetwork Operatinal System) cujo é um sistema operacional que fornece funcionalidade para os produtos Cisco permitindo o gerenciamento do mesmo. E sobre você conseguir seu IOS, faço minhas as palavras de Greg Anuzelli: “I am not allowed to distribute any IOS image. You will have to find one by yourself”. Pois então procure ;)
Sobre o Dynagen, este é um front-end para o Dynamips, escrito em Python por Greg Anuzelli, que se comunica com o modo Hypervisor(rodar simultaneamente várias instâncias de roteadores virtuais) no Dynamips.

Para instalar via aptitude, adicione as seguintes linhas no seu /etc/apt/sources.list:
deb http://gpl.code.de/ubuntu gutsy/ #Dynamips/Dynagen and GNS
deb-src http://gpl.code.de/ubuntu gutsy/ #Dynamips/Dynagen and GNS

Para o download dos sources e um bom aprendizado recomendo os seguintes link’s:
http://dynagen.org/tutorial.htm
http://sudonetworks.com/wiki/index.php?title=Dynamips

Para visualizar sua topologia, pode utilizar o Dynagui(PyGTK) ou o GNS. As linhas acrescentadas no seu sources.list irá instalar o GNS(Faz muita coisa por você, evitando ir ao terminal) e para instalar o Dynagui utilize os link’s acima.

Após ter acesso à console do roteador(leia os links acima – se tiver algum problema talvez posso ajudar), você estará com a CLI(Command Line Interface). Esta é a interface de usuário para monitorar e configurar equipamentos de rede. Deixo algumas dicas básicas:

Modo de execução(Prompt) de usuário: Roteador>
|| de root: Roteador#
|| de configuração global: Roteador(config)#
Para trocar de prompt:
Ir de modo usuário à root: enable
Ir de modo root à configuração global: configure terminal
Sair de um modo de execução: disable ou exit

Listar os comando disponíveis para cada modo de execução: ?
Utilize o tab para autocompletar e comando ? Para saber as opções disponíveis.

Após se identificar um pouco com o console, e começar a fazer configurações salve-as, pois na maioria dos roteadores as configurações são dinâmicas. Explico um pouco:
As configurações são armazenadas na memória RAM(running-config), a qual é volátil. Utilize o comando copy running-config startup-config para salvar as configurações na NVRAM(startup-config), a qual não é volátil e armazena as configurações para inicialização do roteador. Pode observar que estes arquivos são criados no diretório de trabalho.

Aos Administradores de Rede…bom proveito !!

Author: "Gustavo A Fernandes" Tags: "Autores, GNU/Linux, Gustavo Fernandes, S..."
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Date: Thursday, 01 Jan 2009 23:55

Ano novo e divertidas novas experiências. Neste caso com a busca de utilizar o Ubuntu em um Asus Eee PC 701. O mesmo da imagem abaixo:

eeepc_black_backopen

E é nele que escrevo este post.

O Eee já vem com o seu próprio Linux instalado em uma customização bem eficiente.

O meu objetivo porem, era experimentar o ubuntu em sua versão remix desenvolvida com foco nos net books.

Para a minha surpresa descobrir com um amigo que existe uma versão customizada do Ubuntu 8.04 para o Asus Eee Pc.

Você pode conferir sobre a distro customizada no site Ubuntu Eee.

Nele além da distro customizada é possível encontrar um software que baixa e gravar a customização numa pendrive!

Feita a gravação no pendrive de
1GB, o processo de boot e instalação ocorreu sem transtornos. Ao final reiniciei e somente após a tela de login pude finalmente conferir o gnome customizado para a tela de 7’s.

meueeepc

A distro customizada trás consigo apenas os aplicativos mais práticos para o netbook, além do flash já instalado.

A interface realmente funciona bem, uma vez que na tela de 7’s não é convencional ter árias janelas sobrepostas.

Como muitos já comentaram é necessário costume para digitar no teclado.

Para melhorar o espaço em disco e algumas funcionalidades, desinstalei o suporte a outras linguagens que não o português e o serviço de indexação para buscas.

Porem tive que instalar o java e as fontes para windows. No final do processo fiquei com o HD de 4 GB divido em 3,5 GB para dados e 0,5 GB para swap.

Destes atualmente uso cerca de 66% para o sistema e cerca de 1,1 GB livres.

Salto até o momento é positivo, fazendo-se necessário talvez o uso de 1 GB de ram para facilitar o uso de alguns aplicativos em paralelo como o Firefox com mais de 2 abas e o pidgin.

Ainda espero testa-lo durante as aulas da pós-graduação e em cafés, mas o resultado tem sido positivo, ainda mais pelo preço de venda que hoje chega a R$750,00.

Author: "Júlio César" Tags: "GNU/Linux, Julio Cesar, Software Livre, ..."
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Date: Saturday, 13 Dec 2008 18:19

Já está disponível (desde julho), um pacote (VERO – Verificador Ortográfico) para BrOffice.org cujo contempla os ajustes do Acordo Ortográfico. A partir de 1º de janeiro de 2009 mudanças na escrita irão se incorporar à norma culta da língua portuguesa.

Mais detalhes consulte a página do VERO e comece a se adaptar às novas normas ortográficas.

Author: "Gustavo A Fernandes" Tags: "Gustavo Fernandes, Software Livre"
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Date: Tuesday, 02 Dec 2008 19:15

Em julho de 2007 eu postei sobre como fazer o deploy de django no dreamhost,
há algumas semanas eu adotei uma perspectiva nova para trabalhar com freelas num ambiente fácil de lidar, ou seja, deployment fácil, num ambiente flexível.

No domingo eu comecei a escrever um shell script que faz toda a configuração no dreamhost.

O post original sobre isso está no meu blog pessoal, mas vou replicar alguns pontos aqui.

O que o script faz é baixar alguns arquivos de template que estão no meu server, e fazer uma configuração de python e django no seu $home do dreamhost.

Esses templates se tornarão scripts ou arquivos de configuração para seus projetos.

Os passos que o script segue são:

  1. Baixar Python, Django, Python-setuptools, Python-fastcgi para um diretório chamado “downloads”
  2. Extrair tudo
  3. Criar um root local em $HOME/.myroot com os subdiretórios etc e usr
  4. Adicionar o novo caminho “bin” ao PATH global, através dos arquivos basrh e bash profile.
  5. Compilar e instalar python no novo prefixo: $HOME/.myroot/usr
  6. Instalar Django, e renomear o script django-admin.py para django-admin
  7. Configurar o bash completion para completar comandos do django (tanto to manage.py como do django-admin)
  8. Instalar os módulos FLUP (fastcgi), MySQL, PIL
  9. Baixar os scripts de template to $HOME/projects/script_templates
  10. Substituir as variáveis necessárias nos templates
  11. Mover o template djangify.template para o novo path de bin $HOME/usr/bin e dar permissão de execução.

O script pode ser baixado em: http://gnu.gabrielfalcao.com/django_dreamhost/django_dreamhost.sh

E todos os componentes estão num repositório GIT:

git clone http://git.nacaolivre.org/django_dreamhost

Todas as partes estão sob GPLv2+

Espero que ajude!

Author: "Gabriel Falcão" Tags: "GNU/Linux, Gabriel Falcão, Python, So..."
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Date: Monday, 17 Nov 2008 20:20

1 - O Encontro Mineiro de SOftware Livre já esta com as inscrições abertas:
http://emsl.minaslivre.org

2 - Um pouco de esperança, ainda que pareça uma reunião de rostos galantes:


www.omelete.com.br

Author: "Júlio César" Tags: "Cool!, Descontração, Julio Cesar, Soft..."
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Date: Thursday, 06 Nov 2008 12:08

Saudações!

Faz tempo que não escrevo aqui no Nação, primeiro pela mudança que tive que fazer profissionalmente, segundo pela falta de um tema interessante e consequentemente alinhado com a ideia da Nação Livre.

Nesta semana a eleição de Barack Obama como presidente (command in chief) dos Estados Unidos da América refletiu-se pelo mundo com muitos momentos de celebrações, e uma esperança nova parece surgir no horizonte. Talvez esteja piegas dizer que vivemos um momento especial da historia pois um negro americano foi eleito para um dos cargos de maior poder no mundo, contudo o fato merece referencia, pois assim como se sonhou que um dia uma pessoa não seria julgada por sua cor de sua pela mas pelo seu caráter, podemos sonhar que existe mudanças possíveis. Nos podemos.

E o que isto tem a ver com software, software livre e tecnologia? Estamos vivendo os primeiros momentos de um movimento onde uma pessoa não será considerada/julgada usuário de um sistema apenas, mas terá a capacidade de utilizar qualquer tecnologia sendo usuária e colaboradora da TI que cresce no mundo.

Eu tenho sonho de que a liberdade de poder colaborar e criar seja parte da educação do ser humano e este não será escravo da tecnologia como se anuncia com temor nos filmes futurísticos Homem x Maquina mas capaz de dá a volta por cima e fazer da tecnologia uma forma de guiar o mundo a uma nova quebra de paradigma.

Estou falando não apenas da adoção de Software Livre como modelo viável e determinante da qualidade de software e tecnologia, mas de consciência com a TI Verde, da valorização do conhecimento e da tecnologia. Não existem mais conceitos e propostas isoladas.

Aproveitando para que o post não fique longo, escolha citar uma parte da Matéria da coluna Tecnologia da Isto É desta semana (03/11 a 07/11):

“A Microsoft anunciou na semana passada, em Los Angeles, que seguirá a cartilha de sucesso comercial dos gigantes Google, uma das maiores empresas de programas via internet do mundo, e Linux, atualmente o sistema operacional mais bem-sucedido.(…)”

Você pode ler o resto em:
Isto É

Este post é sobre paradigmas e mudanças. Atualizei para o Ubuntu 8.10 e tenho apenas alegria, senti falta da impressora pdf, mas tudo foi resolvido com acesso ao menu Sistemas -> Administração -> Gerenciador de Pacotes Synaptic (fornecendo a senha logo em seguida) e procurando e instalando o pacote cups-pdf. Lembrando que tive este problema com a atualização do 8.04 para 8.10.

De 26 a 29 de Novembro teremos o EMSL (Encontro Mineiro de Software Livre) aqui em BH/MG no UNI-BH Estoril, maiores info em: http://emsl.minaslivre.org/ . Enviei uma proposta de palestra espero que seja aprovada.

É isto ai pessoal!

Author: "Júlio César" Tags: "Filosofando, GNU/Linux, Julio Cesar, Sof..."
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Date: Tuesday, 04 Nov 2008 03:35

Baseado nesse enhancement, foi feito um belo mockup na barra lateral do nautilus.

Parece que a idéia é NÃO usar lib clutter, estou com sono e não me animei a ler quais são os motivos para não usar clutter.

Agora é só acompanhar o bug e torcer para ser implementado logo. :)

Author: "Gabriel Falcão" Tags: "GNU/Linux"
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