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Date: Friday, 24 May 2013 07:32
Date: Thursday, 23 May 2013 10:21
Há anos que uso o cabelo bem comprido. Comecei a deixar crescer por volta dos dezoito e nunca mais tive coragem de fazer cortes radicais. Usei risco ao lado, depois ao meio, depois ao lado. Escadeei, acertei, mas mantive quase sempre o mesmo comprimento. Fiz madeixas por volta dos vinte anos e arrependi-me logo à saída do cabeleireiro. Depois disso, mantive sempre a sua cor natural. Sempre que cortava o cabelo ninguém notava, porque raramente passava dos três dedos. Habituei-me a isso. Adoro ver cortes diferentes nos outros, mas em mim faltou sempre a coragem. Além de que sempre gostei dele como era. Mas ultimamente andava farta de ver aquele cabelão e já quase me sentia uma concorrente do big brother, daquelas cheias de extensões. E, digamos que, a partir de certa idade não gosto de ver o cabelo muito comprido, ainda que bem tratado. Por isso, há cerca de dois dias decidi dar o grito do ipiranga. Não, não fiz um daqueles cortes radicais. Mas cortei tanto que todas as pessoas, para além dos meus dois Amores, repararam. E isso é mais raro do que a passagem do cometa Halley pela terra. Sinto-me mais leve, sem dúvida.
Estava mais ou menos assim:
Demi Moore
E ficou mais ou menos assim:
Mila Kunis
Estava mais ou menos assim:
Demi Moore
E ficou mais ou menos assim:
Mila Kunis
Date: Sunday, 19 May 2013 20:59
No meio da piroseira do costume, de muita mama ao léu, das Patrocínias com decotes assustadores, das Jacques, das Lucianas, das Ronaldas, aparece a Luísa Beirão. Elegantérrima como sempre. Também é verdade que nesta mulher tudo fica bem.
Date: Sunday, 19 May 2013 17:50
Frida Gustavsson em “Movie Star” fotografada por Andreas Ohlund para a Elle Sweden, novembro 2011
Obrigada, São Pedro, por me teres lavado o carro com a tua chuva dos últimos dias, evitando, assim, trabalho e poupando alguns trocos.
Date: Saturday, 18 May 2013 14:34
"New Shoes" de Gerald Waller
No final da Segunda Guerra Mundial, um órfão austríaco de 6 anos abraça os seus novos sapatos, oferecidos pela Cruz Vermelha. Simplesmente adorável. E uma das minhas fotos favoritas.
No final da Segunda Guerra Mundial, um órfão austríaco de 6 anos abraça os seus novos sapatos, oferecidos pela Cruz Vermelha. Simplesmente adorável. E uma das minhas fotos favoritas.
Date: Saturday, 18 May 2013 11:50
Estava por aqui a deambular pela net e reparo neste post da Martine que diz precisamente aquilo que eu penso sobre o caso McCann.
Date: Friday, 17 May 2013 09:38
Em tempos de internet é muito fácil acreditarmos em determinadas coisas que são falsas. Eu já acreditei em algumas. Neste momento anda a circular esta imagem, supostamente retirada de um exame feito por um aluno do quarto ano, e, a avaliar pelo facebook, anda meio mundo a acreditar nela. Mas ela é totalmente falsa. Em primeiro lugar, porque os exames são corrigidos com a maior seriedade possível e, deste modo, não acredito que um professor pusesse a circular uma imagem de um exame de um aluno. Em segundo lugar, porque o exame fica tal e qual como foi entregue pelo aluno. Não se pode riscar, corrigir, colocar pontos de interrogação, como se vê na imagem. Os exames são vistos e a pontuação de cada pergunta (obedecendo a rigorosos critérios de correção) é posta numa tabela. Portanto, o autor disto, que com certeza deve ter retirado o exame de um dos quaisquer sites que disponibilizam o exame, deve estar bem divertido. A brincadeira deu os seus frutos.
Date: Thursday, 16 May 2013 10:07
Fotos retiradas daqui: The Scar Project
A respeito da dupla mastectomia preventiva a que a Angelina Jolie se submeteu já li diversas opiniões. E quase todas se situam em extremos. Uns acham um absurdo, porque devemos sempre esperar pelo que a vida nos reserva, além de que este procedimento não evita que ela morra desta doença. Outros acham-na uma heroína, um exemplo para todas as mulheres. Eu não concordo nem com uma opinião nem com outra. Eu, no lugar dela, e, pesando os prós e os contras e, tendo em conta que tem quase noventa por cento de probabilidades de vir a ter cancro da mama, que viu a mãe morrer relativamente nova deste problema e tendo em conta que ela tem acesso aos melhores médicos e aos tratamentos mais eficazes, possivelmente também o faria. Preferiria sujeitar-me a tudo isto (que não deve ser nada fácil), mesmo correndo outros riscos, do que viver uma vida obcecada com o dia em que iria descobrir algo no peito. Mas isso faria de mim uma heroína? Eu acho que não, mesmo sendo esta uma decisão muito difícil e corajosa. Continuo a achar que heroínas são todas as mulheres que sofrem ou sofreram desta doença, que se submeteram a cirurgias radicais e agressivos tratamentos de radioterapia e quimioterapia, com todas as dores físicas e psicológicas que isso implica, e que se viram verdadeiramente mutiladas sem nada poderem fazer para corrigir ou evitar isso.
Date: Tuesday, 14 May 2013 21:18
A ver o American Idol e a pensar no quanto me apetece esbofetear a Nicki Minaj. Não havia mesmo ninguém que percebesse realmente de música e que não fosse tão irritante? Por outro lado, a Mariah Carey é uma lady.
Date: Monday, 13 May 2013 11:30
Brad Pitt e Cate Blanchett em "The Curious Case of Benjamin Button"
Quem é que tem a sorte de ter um amor dele ou dela que ama ou que tem, seja amado ou amada? Tenho eu e conheço muitas pessoas que já têm ou que vão ter. Mas, tal como todos os outros apaixonados e todas as outras apaixonadas, desconfio, com calor na alma, que ninguém tem o amor que* eu tenho pelo meu Amor. Hoje é um dia muito especial. Há uns anos, neste dia, nascia ele, o Homem da minha vida, o meu Príncipe, o meu Amor.
Parabéns, meu Amor. Que sejas sempre tão feliz como eu tenho sido contigo.
(*Miguel Esteves Cardoso)
Quem é que tem a sorte de ter um amor dele ou dela que ama ou que tem, seja amado ou amada? Tenho eu e conheço muitas pessoas que já têm ou que vão ter. Mas, tal como todos os outros apaixonados e todas as outras apaixonadas, desconfio, com calor na alma, que ninguém tem o amor que* eu tenho pelo meu Amor. Hoje é um dia muito especial. Há uns anos, neste dia, nascia ele, o Homem da minha vida, o meu Príncipe, o meu Amor.
Parabéns, meu Amor. Que sejas sempre tão feliz como eu tenho sido contigo.
(*Miguel Esteves Cardoso)
Date: Saturday, 11 May 2013 15:09
Comecei a gostar verdadeiramente da série "Sex and the City" por volta da terceira temporada. Não, não gostei logo das quatro no início. Não me identificava com qualquer uma delas e achava tudo demasiado exagerado e demasiado promíscuo. E, agora que ando a rever a primeira temporada da série, a única que não tenho em dvd, e que está agora a passar na Fox Life, tenho confirmado isso. A Carrie, então, é a mais tola. E continuo sem perceber como é que no final da série e no filme ela fica com o Big, se aquela relação nasce torta desde o início e a piquena passa a vida a contentar-se com migalhas.
Date: Friday, 10 May 2013 21:41
Foi o horror e a tragédia quando se percebeu que a Keira Knightley já tinha usado numa qualquer festa em 2008 o vestido que usou no dia do seu casamento. Não tendo eu qualquer tipo de paciência para bridezillas nem para gente que se endivida para transformar casamentos em circos, achei bonita toda esta simplicidade. E quem sabe se o vestido não tem alguma história na relação dos dois? Eu ia jurar que sim.
Date: Wednesday, 01 May 2013 17:54
Toni Garrn para Madame Figaro, abril 2013
A maior parte das pessoas ficou triste porque hoje, feriado, não esteve um sol e um calor de rachar. Nós ficámos felizes por podermos ir a uma esplanada à beira-mar almoçar, sem termos de quase andar à porrada para estacionar o carro a quilómetros do local e sem termos de morrer de fome antes de sermos atendidos no restaurante. Eu adoro o verão e o calor (desde que não seja em excesso), mas confesso que me falta cada vez mais a paciência para a confusão que se instala junto ao mar nesses dias.
A maior parte das pessoas ficou triste porque hoje, feriado, não esteve um sol e um calor de rachar. Nós ficámos felizes por podermos ir a uma esplanada à beira-mar almoçar, sem termos de quase andar à porrada para estacionar o carro a quilómetros do local e sem termos de morrer de fome antes de sermos atendidos no restaurante. Eu adoro o verão e o calor (desde que não seja em excesso), mas confesso que me falta cada vez mais a paciência para a confusão que se instala junto ao mar nesses dias.
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