• Shortcuts : 'n' next unread feed - 'p' previous unread feed • Styles : 1 2

» Publishers, Monetize your RSS feeds with FeedShow:  More infos  (Show/Hide Ads)


Date: Saturday, 20 Sep 2014 13:25

Aqui fica (sem grandes comentários, que não tenho agora tempo para mais) o socialismo nacional em todo o seu esplendor e que mostra como as coisas são neste país: os cidadãos podem ficar com a sua propriedade – aquela por que pagaram ou que herdaram (i.e., aquela por que os antecessores pagaram) – apenas enquanto o estado, benevolente e generosamente, lhes permitir. Enjoy, que é uma espécie de One Flew Over the Cuckoo’s Nest (aguarda-se a rebelião).

A sala do Hotel Intercontinental, no Porto, estava cheia de investidores, proprietários e potenciais proprietários de edifícios no centro da cidade e foi a eles que o presidente da autarquia, Rui Moreira, se dirigiu, com um aviso muito claro: “Se porventura pensarem que vão expulsar [cafés e lojas históricas] resistentes da cidade, saibam que a Câmara do Porto utilizará todos os recursos legais ao seu alcance para o impedir. Para sermos claros, no Estado Novo usavam-se expropriações por esta razão”.

O autarca falava na abertura da conferência Reabilitar para Revitalizar, que marcou o 10.º aniversário da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) e o fim do programa de intervenção do Eixo Mouzinho/Flores, e tinha na audiência um outro interlocutor especial – o secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto. Foi a ele que o presidente da Câmara do Porto se dirigiu primeiro, manifestando-lhe o que disse ser a sua “principal preocupação”. “Há um crescimento vertiginoso dos preços das transacções na baixa e no centro histórico da cidade. Receio que a população autóctone possa ser expulsa e não queremos nem imaginar a cidade sem esta população, sem a forma como falam, como se comportam, como conhecem e se movimentam na cidade”, disse.

Rui Moreira defendeu que a actualização de rendas era “razoável e útil”, mas não a qualquer preço. E, depois, voltou-se para os proprietários, dizendo que, apesar do “muito respeito” que tem por eles, irá estar “muito alerta” em relação à forma como eles lidam com espaços emblemáticos da cidade. “Estou muito preocupado com os cafés históricos e lojas tradicionais da cidade. Eles que aguentaram tanto tempo, subitamente, podem ser excluídos, quando, pela primeira vez, vêem que o investimento que fizeram começa a dar frutos?”, questionou. E afiançou: “Não queremos transformar o Porto na República Dominicana das cidades”.

(Também por questões de tempo não comento a imbecilidade – para ser, ainda assim, agradável – de Moreira afirmar que agora as lojas e cafés que usufruem de rendas até aqui controladas – ou seja, lojas e cafés anteriores a 1990 – comecem só agora a ‘dar frutos’. O que o país precisa mais são negócios que dão prejuízos nos primeiros vinte e quatro anos, pelo menos, de existência.) Mas uma nova era, se Moreira levar a sua avante, se iniciará: em vez de se expropriar um bem em último caso e por inegável interesse público, agora vai-se expropriar porque os proprietários tomam ações que a lei lhes permite. Mas não faz mal, que no Estado Novo – esse expoente de boa política económica e de respeito pelos direitos individuais – também se fazia assim.


Filed under: Ambiente, Economia, Política, Portugal, Socialismo
Author: "Maria João Marques" Tags: "Ambiente, Economia, Política, Portugal,..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 22:25

Até já as minhas crianças percebem que o que se passa em Lisboa não está dentro do arco de normalidade da vida numa cidade. Hoje à tarde a descer a Marquês de Fronteira na parte de baixo do El Corte Inglés. Criança mais nova muito escandalizada: ‘Mãe, estão a fazer obras, estão a partir a estrada toda!’ Criança mais velha muito indignada: ‘Pois, estão sempre a fazer obras!’

Traduzindo para quem não conhece a zona, que é central em Lisboa e com grande fluxo de automóveis. Não há muito tempo houve obras de longa duração e grande incómodo, decididas pela autarquia, na Av. Duque d´Ávila e na parte referida da Marquês de Fronteira. (Tendo sido criada uma ótima solução para o trânsito que desce a Marquês de Fronteira: há duas faixas e, de repente, depois de um semáforo, passa só a uma faixa, gerando as filas de trânsito que se imaginam, que António Costa teima em infernizar a vida aos que têm de andar de carro em Lisboa.) Não muitos meses depois do fim das ditas obras, a parte da Marquês de Fronteira está com metade das faixas com o asfalto todo levantado e o início da Duque d´Ávila está também com metade das faixas cortadas e com buracos que fazem lembrar A Viagem ao Centro da Terra de Verne. É eficiência, António Costa sabe o que faz, os portugueses podem confiar nele, e mais uns etc. de tonterias.

Em todo o caso Costa está a pouco mais de uma semana de ganhar o PS (presumo), há já alguns dias que os dois candidatos às primárias pararam de nos divertir com os embaraços que criam a si próprios (e esse era o melhor side effect das primárias) e espera-se que as coisas se tornem um bocadinho mais claras. Que os projetos e ideias e alternativas prometidos – e, asseguram-nos, estão quase na meta final – sejam concretizados, que aparentemente a época de férias já terminou de vez e agora as atenções ficam mais despertas e exigentes, em vez de se continuar no registo do costume, de prometer milagres (simpáticos mas etéreos) sem que ninguém perceba quando e como vão ocorrer.

É esperar. Mas não muito.


Filed under: Ambiente, Política, Portugal
Author: "Maria João Marques" Tags: "Ambiente, Política, Portugal"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 21:00

2009: Irlanda corta salários dos funcionários públicos para reduzir o défice

Professores, enfermeiros, polícias e até mesmo o primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, irão sofrer cortes salariais já no próximo ano, de acordo com as medidas anunciadas pelo ministro das Finanças irlandês, Brian Lenihan. Ao todo, a Irlanda espera reduzir a despesa em seis mil milhões de euros nos próximos dois anos. (…) Os irlandeses estão deste modo a seguir as recomendações das agências de ‘rating’ que aconselham uma redução do défice pelo lado da despesa. “Ao tomarmos as medidas difíceis mas necessárias agora vamos reconstruir a auto-confiança da nossa Nação e a nossa reputação no exterior”, explicou o ministro, citado pela Associated Press.

2010: Irlanda despede 25 mil, corta salário mínimo e aumenta IVA

Dublin, que pretende emagrecer o desequilíbrio das contas públicas num total de 15 mil milhões de euros até 2014 (ano em que o défice estará nos 3%), propôs ontem a redução do salário mínimo (de 8,65 para 7,65 euros à hora), um corte de quase 25 mil empregos públicos, um aumento do IVA dos actuais 21% para 22% em 2013 e 23% no ano seguinte, cortes no investimento público e um desbaste de quase três mil milhões de euros em apoios sociais até 2014, entre muitas outras medidas de grande dureza. Apesar das muitas pressões dos outros países da Zona Euro, o Governo de Brian Cowen não aumentou o IRC, uma das bandeiras do antigo milagre irlandês. Assim, o IRC ficou nos 12,5%, uma das mais reduzidas da Europa.

2014: Economia da Irlanda regista maior crescimento dos últimos sete anos

O PIB da Irlanda cresceu 7,7% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento da economia em 2014 deverá superar largamente as estimativas, enquanto o défice deverá ficar muito abaixo da meta.


Filed under: Economia, Internacional, Política, Portugal, União Europeia
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Economia, Internacional, Política, Port..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 20:00

Independencite. Por Michael Seufert.

Num mapa que a Business Insider publicou, sobre os movimentos independentistas, só um país com dimensão geográfica escapa. Somos nós e parece-me bem. Mas se nos derem a perspectiva de ficarmos com a Galiza eu apoio o Reino dos Suevos, do Cantábrico ao Mondego, com capital em Braga – nós no Porto não nos queremos chatear com burocratas da capital.


Filed under: Internacional, Política, Portugal
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Internacional, Política, Portugal"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 18:34
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Humor, Justiça, Media, Política, Polí..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 17:32

A Pakistani Scholar Accused of Blasphemy Is Shot Dead

A liberal Muslim scholar who had been accused of blasphemy for a speech he gave during a visit to the United States was shot and killed in Karachi on Thursday, the city police said.

The scholar, , was the dean of Islamic studies at the state-run University of Karachi.

Unidentified gunmen on a motorbike attacked the vehicle he was riding in on his way to a reception at his honor at the Iranian Consulate.

Dr. Auj was shot in the head and neck and died immediately, officials said. A female student in the back of the car was shot in the arm and was treated at a hospital.

A week earlier, a visiting religious scholar at the same Islamic studies department, Maulana Masood Baig, was also shot dead by unknown attackers.


Filed under: Internacional, Justiça, Política, Religião
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Internacional, Justiça, Política, Reli..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 15:36

Independentemente da posição que se possa ter relativamente à independência da Escócia, Alex Salmond não deixará saudades: “Não” faz primeira vítima. Primeiro-ministro escocês demite-se

Não passaram 24 horas até que a vitória do não no referendo à independência da Escócia fizesse a primeira vítima política. Alex Salmond, primeiro-ministro escocês, apresentou a demissão esta sexta-feira à tarde. Além da demissão do cargo, demite-se também do partido, SNP.


Filed under: Internacional, Política
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Internacional, Política"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 15:18

“Honra e glória ao professor soviético.”

Pouco haverá a acrescentar ao magnífico texto de José Manuel Fernandes a respeito do problema da colocação de professores, e como este configura uma falha endógena do próprio sistema: o resultado da elefantíase de um modelo hiper-centralizado onde as escolas não têm qualquer autonomia pedagógica ou de gestão, reduzidas a meras agregações que têm de acatar o que do Ministério é decretado.

Recordo, contudo, uma história muito interessante e que demonstra com evidência empírica como a explicação é certeira. Em 2004, no contexto de uma cadeira de Seminários foi à Faculdade um colaborador de uma empresa chamada ATX Software. Matemático de formação, veio-nos explicar como socorreram o Ministério da Educação e resolveram o enorme problema que surgira nesse ano com a colocação de professores, quando a empresa anterior, a Compta, tinha falhado em prover um algoritmo que conseguisse resolver o problema em tempo útil. O problema, em si, é extremamente complexo, complexidade que advém da hiper-centralização de que fala José Manuel Fernandes: é um problema de optimização combinatória (semelhante ao knapsack) com um conjunto de variáveis a optimizar, atendendo a um conjunto vasto de restrições, umas soft, outras hard. A complexidade, e por conseguinte o tempo de resolução, é exponencial. Aliás, é fácil perceber porquê: a priori, existem milhões de combinações possíveis de professores e escolas (número de escolas elevado ao número de professores, embora muitas combinações sejam imediatamente cortadas).

Precisamente 10 anos depois continuamos com os mesmos problemas, consequência natural de nunca termos resolvido o problema de base: um sistema educacional soviético, controlado por um ministério da educação que por sua vez está a mando de um dirigente sindical. Para o ano, e para os seguintes, há mais.


Filed under: Diversos
Author: "Mário Amorim Lopes" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 15:00

Filed under: Internacional, Política
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Internacional, Política"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 13:53

Artigo de António Costa no Diário Económico

António Costa quer falar da agenda da década, não quer falar da agenda deste ano e do próximo. Diz generalidades com as quais todos concordam, da Esquerda do PS à Direita do PSD, defende uma terceira via para resolver os problemas da dívida e do défice. Nem corte de despesa, nem aumento de impostos, o crescimento económico resolve o problema. De que forma? Como afirmou na entrevista a Vítor Gonçalves na RTP, é preciso investir na educação e na ciência, criar emprego qualificado e o resto aparece. Já o programa de Governo, só em Maio ou Junho do próximo ano. Esperemos.

Entretanto, António Costa continua presidente da Câmara Municipal de Lisboa e, nessa qualidade, a agenda da década não chega, é preciso resolver os problemas já no próximo ano. De que forma? Com mais taxas e impostos, claro. Numa coisa, este Costa é coerente, o corte de despesa também não aparece.

António Costa lamenta que Lisboa apresente em 2014 uma receita fiscal inferior à de 2010 em cerca de 154 milhões de euros. E, em termos acumulados, a perda é superior a 392 milhões de euros. Uma quebra de receita estrutural, que Costa, o presidente, resolve de forma bem diferente daquela que Costa, o candidato do PS, resolveria. Com mais impostos ou, talvez, com a simpatia do Governo, que deveria estar disponível para partilhar parte da receita do IVA. Mantendo todas as outras transferências, presume-se. E admite também transformar a taxa de conservação de esgotos numa taxa de protecção municipal.

É claro que o presidente António Costa está a fazer em Lisboa a ginástica que o Governo faz no País. O problema está no que o candidato Costa não nos diz sobre a forma como vai continuar a reduzir o défice e a dívida pública. Mas, não nos iludamos, à Esquerda ou à Direita, fica claro que há ‘uma’ diferença entre ser candidato e exercer o poder.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 12:23

Esta é uma grande lição para todos os políticos, deputados, membros do governo, sindicatos, enfim, todos os gestores da coisa pública. Resume-se a três simples regras:

  1. Regras acordadas são para cumprir;
  2. Não gastamos mais do que ganhamos;
  3. Não pedimos emprestado mais do que aquilo que conseguimos pagar.

Portugal tem sido um violador sistemático destas três simples regras: as regras servem para serem fintadas com a habilidade de um contorcionista; gastamos de forma consecutiva mais do que aquilo que ganhamos; endividamo-nos muito mais do que aquilo que sabíamos que conseguíamos pagar.

Mais do que estarem inscritas na Constituição da República Portuguesa, estas três regras deveriam ser o mantra, o lex sacratissimum de alguém que almeje governar o país.


Filed under: Política, Política Fiscal Tagged: Estonia, Toomas Hendrik Ilves
Author: "Mário Amorim Lopes" Tags: "Política, Política Fiscal, Estonia, To..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 11:39

Cara Inês Pedrosa #pl118. Por Maria João Nogueira.

Confesso que não fiquei espantada com a opinião. Mas surpreendeu-me a desonestidade ou, em alternativa, a ignorância.

Vale a pena ler na íntegra aqui.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto.


Filed under: Justiça, Media, Política, Política Fiscal, Portugal, Socialismo Tagged: Lei da Cópia Privada
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Justiça, Media, Política, Política Fi..."
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 11:37

Horta Osório: “O objetivo é minorar a perda”

“Agora, obviamente que, dado o enorme montante de capital que o banco teve que receber, vai haver uma perda e eu penso que o objetivo é minorar essa perda”, referiu António Horta Osório.

“O facto de o futuro do banco ser, neste momento, incerto, obviamente não ajuda”, frisou, apontando ainda para a queda da marca Espírito Santo.

“Um banco que teve que retirar a marca, devido à contaminação em termos de nome, perde um ativo importante”, constatou.

E salientou: “A situação é obviamente muito difícil. Houve problemas gravíssimos no BES [Banco Espírito Santo] que eu espero que sejam apurados rapidamente, porque o povo português merece que esses problemas sejam apurados e que as responsabilidades sejam clarificadas”.

Leitura complementar: BES: o bom, o mau e o vilão; O Banco de Portugal falhou. Outra vez.


Filed under: Diversos
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 11:34

Putin ameaça invadir Polónia, Roménia e países bálticos, diz jornal alemão

Além de ameaçar com a invasão de mais países, Putin alertou o presidente ucraniano para que não tenha “muita fé” na União Europeia, porque a Rússia poderia exercer a sua influência e lançar uma “minoria de bloqueio” entre os Estados membros.

Os países bálticos estão particularmente nervosos com as intenções da Rússia, mas o presidente norte-americano Barck Obama tentou tranquilizá-los com o discurso que fez em Tallinn no início do mês, dizendo que a NATO “está com a Estónia, com a Letónia e com a Lituânia”.


Filed under: Internacional, Política
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Internacional, Política"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 10:07

SD-512

Este cartão SD, recentemente lançado no mercado, tem uns espantosos 512 Gb de memória (algo de daqui a alguns anos nos parecerá ridiculamente pouco). Segundo a proposta de lei da cópia privada (alinea 2.3-l do Anexo) a taxa aplicável seriam a 0.016 €/Gb o que daria cerca de 8.19 € sendo pois aplicável a taxa máxima de 7.5 €.

Como explicava alguém nos P&C a evolução tecnológica fará com que os limites agora previstos na lei sejam atingidos daqui a poucos anos o que fará aumentar a pressão para a revisão em altas dos limites aplicáveis em nome de supostas perdas em direitos de autor.


Filed under: Diversos Tagged: Lei da Cópia Privada
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos, Lei da Cópia Privada"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 09:53

O Liechtenstein, um dos mais pequenos países do Mundo, atribuiu o direito constitucional de secessão a cada uma das suas 11 regiões. Uma verdadeira nação só pode ser construida nesta base. A força pode juntar um grupo de territórios, mas só a cooperação voluntária torna esse agregado territorial numa nação. O Reino Unido é hoje muito mais uma nação do que ontem. Uma nação de nações, como os seus nacionais desejam.


Filed under: Diversos
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 08:56

No EU Observer

The Russian foreign ministry has complained after a WWII statue of Soviet soldiers was painted blue and yellow, the colours of the Ukrainian flag, in Lithuania. It said Thursday it is “demanding urgent measures to clean up the monuments, punish those responsible and prevent similar provocations in the future”.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Friday, 19 Sep 2014 08:15

O Pedro Pita Barros indica um artigo onde se tenta estimar os prejuízos da “cópia privada” para os autores. Os resultados ficam bastante aqum da receita esperada do imposto. No cenário mais favorável 1.5 milhões de euros vs 15 milhões.

Seria extramente útil que fosse divulgada os estudos que permitem ao governo e à SPA chegar aos valores acordados para (mais) este saque fiscal.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto.


Filed under: Diversos Tagged: Lei da Cópia Privada
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos, Lei da Cópia Privada"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Date: Thursday, 18 Sep 2014 22:49

Highland Fling, da Nancy Mitford. Um fling evidentemente muito apimentado, como convém nos climas frios.

highland fling

E da grande Kate Atkinson, também com o romance in the making entre Jackson Brodie e Louise Monroe.

OneGoodTurnWhenWillThereBeGoodNewsRefira-se ainda que a vila escocesa de Gretna Green é amplamente referida nos livros de Jane Austen, porque era o destino onde os apaixonados britânicos (ou, no caso da Lydia do Pride and Prejudice, do militar oportunista e da adolescente tonta) se iam casar à revelia das famílias


Filed under: Diversos
Author: "Maria João Marques" Tags: "Diversos"
Comments Send by mail Print  Save  Delicious 
Next page
» You can also retrieve older items : Read
» © All content and copyrights belong to their respective authors.«
» © FeedShow - Online RSS Feeds Reader