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Date: Thursday, 09 Oct 2014 13:50

Tenho a ligeira impressão que as notícias negativas sobre o republicano e democratico (ex-terráqueo) Marinho Pinto aumentaram significativamente desde que teceu estas considerações sobre António Costa. Má vontade minha, certamente.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Thursday, 09 Oct 2014 08:25

A propósito da discussão de ontem sobre a trapalhada das colocações e da centralização educativa, recomendo o livro Liberty and Learning: Milton Friedman’s Voucher Idea at Fifty e o comentário ao mesmo no Arte da Fuga.


Filed under: Diversos Tagged: Educação, Milton Friedman
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos, Educação, Milton Friedman"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 19:43

A não perder, a 2ª Conferência de Liberalismo Clássico “Call For Liberty” no próximo dia 1 de Novembro às 13h30 na Universidade Católica do Porto organizado pelo Instituto Ludwig von Mises Portugal.

O evento conta com a participação  de Carlos Novais, Carlos Albuquerque, Mário Amorim Lopes, José Manuel Moreira, Guilherme Marques da Fonseca, André Azevedo Alves, Ricardo Miguel Valente, José Bento da Silva, Juan Ramon Rallo e Daniel Lacalle.

Os temas a serem abordados no evento, incluem: uma crítica ao intervencionismo estatal; a emergência do Bitcoin; Finanças públicas; Ética; Liberalização das Drogas; e, um “passeio pelos Mercados financeiros.”

A entrada é gratuita e a inscrição pode ser efectuada aqui.

CallForLiberty


Filed under: Diversos Tagged: Instituto Mises Portugal, Liberdade
Author: "João Cortez" Tags: "Diversos, Instituto Mises Portugal, Libe..."
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 17:43

Eu já sabia que ser liberal em Portugal é uma posição bastante solitária. É preciso lutar contra socialistas e conservadores, que se acham no direito de limitar os direitos dos outros só porque sim, e contra aqueles que não são uma coisa nem outra, apenas querem agarrar-se à mama do estado. Hoje aconteceu ser atacado pelos 3 grupos no mesmo dia.

Comecemos pelos mais dignos, embora pouco informados e pouco interessados em se informar, que se manifestam aqui contra a minha posição pró-vida na questão da maternidade de substituição. Bem sei que só chegaram a este tipo de argumentos por falta de outros melhores, mas, não, a minha posição a favor das barrigas de aluguer não significa que seja a favor da clonagem, da venda de crianças ou de outras coisas que por aqui escreveram. O que significa é que acho que um casal que seja capaz de conceber um embrião viável deve poder fazer os possíveis para transformar esse embrião numa criança. E, ao contrário de muitos, não acho que ajudá-los a viabilizar esse embrião coloque ninguém numa posição indigna.

Em seguida veio o Paulo Guinote no seu estilo bully habitual que tanto agrada à claque, mas sempre com pouco jeito para os números. Para alguém que tanto comenta sobre o sector da educação ignorar números básicos como o de alunos e o de funcionários do Ministério da Educação parece uma falha grave. Eu ajudo, caro Paulo: o número de funcionários está aqui e e o número de alunos aqui (para encontrar o número de “clientes” é dividir pela taxa de fertilidade e multiplicar por dois). Não tem de quê.

Finalmente, a parte mais divertida do dia. Um ser que assina como valupi, e que diz que tem a sorte de não me conhecer pessoalmente (confirmo, também não conheço pessoalmente ninguém chamado valupi) ficou irritado por eu relembrar um post seu de 2010 em que ele no mesmo texto ataca Pacheco Pereira por conspirar contra um governo, defende que António Costa deve sair da Quadratura do Círculo por uma questão de dignidade e diz que os deputados do PSD da altura estavam a atacar o bom nome de pessoas como Armando Vara, José Penedos ou José Sócrates. Comecei este parágrafo com a intenção de explicar porque é que relembrar aquele post tinha imensa piada, mas as boas piadas não se explicam.

Agora, força, aproveitem todos para exorcizar frustrações na caixa de comentários.

 

*assumidamente é mais divertido assistir a isto estando fora. Aceito que para os que não tenham essa posibilidade, o grau de diversão seja menor.


Filed under: Política, Portugal
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Política, Portugal"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 15:28

Onde é que eu já vi isto?

“As políticas monetárias adoptadas para dar suporte às economias têm empurrado os investidores para os activos de risco. Com a inversão esperada nos EUA, o FMI alerta para o potencial risco à estabilidade financeira”

Depois não se esqueçam de culpar “o mercado”.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 15:14

the-godfather-1

Aqueles que contestam toda e qualquer medida de descentralização com base no argumentário do compadrio local, do favorecimento e do caciquismo só podem partir do pressuposto que: 1) algures em Lisboa tudo ocorre sem compadrio, sem favorecimentos e sem corrupção; 2) não sendo verdade o ponto 1), que as consequências económicas do compadrio a nível nacional são inferiores às consequências económicas do compadrio a nível local.

Ora, estão ambas erradas, com a agravante que o planeamento central, dada a manifesta falta de informação e o facto de, aqui sim, aplicar-se o adágio “as pessoas não são números”, mas terem preferências e vontades distintas, ser muito mais custoso que uma alocação local, que melhor entende as necessidades do território e das suas gentes.


Filed under: Diversos
Author: "Mário Amorim Lopes" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 12:47

O meu texto de hoje no Observador.

‘Há dias li um texto de Anna Almendrala no Huffington Post sobre amizades. Dizia lá que, além das reconhecidas vantagens de ter amigos (companhia, diversão, cumplicidade, fuga da solidão, apoio em tempos problemáticos e mais trezentas e quarenta e sete vantagens), se comprova que ter amigos faz bem à saúde. A certa altura o artigo cita mesmo um estudo que equipara o risco de mortalidade de quem não tem uma rede social forte ao de quem fuma quinze cigarros por dia ou bebe diariamente seis bebidas alcoólicas.

Enquanto lia o texto pensei enviá-lo às minhas amigas mais chegadas, quiçá escrever um post sobre amizade, referindo como as minhas amizades de adolescência ainda são tão centrais na minha vida (tanto que vinte anos depois ainda contacto com frequência com a maioria, e jantamos e fofocamos e até engravidamos ao mesmo tempo), como incentivo os meus filhos a serem amigos dos filhos dos meus amigos, como nos últimos anos a blogosfera e o facebook permitiram que me tornasse amiga de pessoas que nunca conheceria (e que ninguém vilipendie estas novas redes ao pé de mim). Poderia até elabor

ar sobre as amizades femininas – as amizades entre mulheres são das relações humanas mais curiosas (e recompensadoras e cúmplices) que se podem estabelecer, e são tantas vezes desconsideradas por homens (os que não concebem não ser o centro de todas as relações femininas) e por mulheres (as sem arte para constituir estas deliciosas amizades). Com algum tempero de questões de género, desde logo como provocação amigável a quem se amofina com estes temperos.

Pensava eu o exposto acima, mas continuei a ler o texto e tive os inícios de um pequeno ataque de nervos. É que às tantas se passa de elencar os benefícios para as pessoas das suas amizades para passar a ponderar os benefícios para a saúde pública da existência das amizades. Chega mesmo a lamentar-se a necessidade de maior pesquisa neste campo antes de se fazerem ‘campanhas de saúde pública sobre relações’.’

O resto está aqui.


Filed under: Insurgentes nos media, Media, Nanny State Watch, Política Fiscal, Portugal, Saúde
Author: "Maria João Marques" Tags: "Insurgentes nos media, Media, Nanny Stat..."
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 12:05
Author: "BZ" Tags: "Humor, Internacional, Justiça, Polític..."
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 10:15

O que aconteceria a um colégio privado que passado um mês do início do ano lectivo ainda não conseguisse assegurar professores para todas as disciplinas?

O que sucederia a uma empresa prestadora de serviços que no decorrer de uma “reorganização” tivesse perdido os dados dos seus clientes?


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 09:58

Depois do que aconteceu com a colocação de professores, é evidente que Crato tem que se demitir. A culpa pela má execução até pode ser da empregada de limpeza, mas é dele a responsabilidade última.

Venha então o próximo ministro da Educação, o 11º em 20 anos. Alguns continuam sem entender como é que não se encontra um ministro capaz de gerir centralmente de forma eficiente uma infraestrutura com 2 milhões de clientes sem possibilidade de escolha e que alberga 200 mil funcionários sem quaisquer incentivos à eficiência. Há coisas que alguns nunca perceberão. Mas talvez ler isto, ajude.


Filed under: Diversos
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 09:43

A Pulhice avassaladora de Valupi, no Aspirina B

Os deputados do PSD, representados pelo Pacheco Pereira, estão a pôr em causa o bom nome de Paulo Penedos, João Carlos Silva, José Maria Ricciardi, Zeinal Bava, Manuel Polanco, Armando Vara e José Sócrates. (…)
Se eu me chamasse António Costa, saltava fora da quadratura da infâmia. Há mínimos de respeito e dignidade(…)


Filed under: Humor
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Humor"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 09:19

Excerto da entrevista de Anabela Mota Ribeiro a Henrique Granadeiro (originalmente publicada em 2010 no Jornal de Negócios)

Como é que ganhou a OPA? Além da estratégia, do empenhamento da equipa, daquilo que já se sabe.
Inicialmente fui convidado para presidente do Conselho de Administração (CA), e depois de feitos alguns contactos com accionistas e outras pessoas, entendi que devia acumular com o cargo de presidente da Comissão Executiva (CE). Tratava-se de uma necessidade de concentrar o poder de decisão. As minhas condições de partida eram bastante desfavoráveis. Havia uma certa euforia com o lançamento de uma OPA da Sonaecom sobre a PT. Era a história romântica do David contra Golias, do poderoso Golias que atacava a PT.

Nunca viu a Sonae como o temível Golias?
Não. Analisei friamente a oferta da Sonae e verifiquei que ela não valorizava suficientemente os activos que estavam sob a minha gestão.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 09:08

Sócrates diz que negócio PT/Telefónica foi acordo “excelente”

O primeiro-ministro considerou hoje, quarta-feira, que a Portugal Telecom conseguiu um excelente acordo com a Telefónica, alegando que defende os interesses estratégicos do país na área das telecomunicações.(…)
Com este acordo fica salvaguardada a dimensão internacional da PT“, considerou o líder do executivo, dizendo ainda que a entrada na brasileira “Oi” é da “maior importância” para a empresa de telecomunicações portuguesa como “ator global no mercado da América Latina“.

“Valeu a pena ter resistido às pressões dos mercados financeiros e dos interesses mais imediatistas”, declarou Sócrates numa referência à utilização da ‘Golden share’ por parte do Governo.

Para José Sócrates, a PT fez hoje “um excelente acordo para os acionistas e, principalmente, um excelente acordo em defesa do interesse estratégico de Portugal”.

“Com este acordo fica salvaguardado aquilo que era absolutamente essencial: a dimensão internacional da PT, a escala da PT, a presença da PT num mercado tão importante como o brasileiro e, sobretudo, confirma-se a vocação internacional da PT e a sua vocação para desenvolver projetos industriais e de inovação tecnológica neste setor”, salientou o líder do executivo.


Filed under: Política, Portugal
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Política, Portugal"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 09:07

Excerto de um artigo de Eugénio Rosa no Avante (23.02.2006)

A análise objectiva quer das declarações feitas pela Sonae aos média quer da situação económica e financeira deste grupo leva à conclusão de que o objectivo final de Belmiro de Azevedo é desmembrar e mesmo destruir a PT, que é a sua principal concorrente num mercado estratégico para a Sonae, o das telecomunicações.

Assim, como a Sonae já afirmou publicamente (ver, por ex., Jornal de Negócios, de 08/02/2006), se a OPA tiver sucesso, ela pretende vender uma das redes da PT (de cabo ou de cobre), fundir a TMN com a Optimus, que tem sido um fracasso para a Sonae, para assim obter o domínio de 63% do mercado de telemóveis, e vender participações internacionais da PT, nomeadamente a que tem no Brasil com a Telefónica espanhola (Vivo).(…)

As acções da categoria A, que são conhecidas pela golden share, são detidas pelo Estado. Portanto, se o Governo decidir não dar o seu acordo a que um sócio exercendo actividades concorrentes com a PT, como é a Sonae, possa ser titular de mais de 10% das acções da PT, a OPA morre logo à nascença. Mas terá o Governo PS de Sócrates a coragem para defender uma empresa estratégica para o desenvolvimento do País e os interesses de Portugal? É o que se vai ver no futuro.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 08:57

“(…) Ainda na semana passada aqui tinha escrito sobre a necessidade de legitimar a acção política através do exercício directo da democracia, através daquilo a que genericamente chamei de participação. Reforço hoje essa convicção, e na senda do que afirmou Cavaco Silva gostaria de afirmar propostas que concederiam aos cidadãos a participação que hoje lhes é sonegada pelo monopólio dos partidos sobre a política. A mais importante destas propostas consistiria naturalmente em garantir que os eleitores passariam a eleger em primeiro lugar pessoas, e não partidos.”, no meu artigo de hoje no Diário Económico.


Filed under: Diversos
Author: "Ricardo Arroja" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 08 Oct 2014 07:37

Os próximos responsáveis máximos da CMVM, do ISP e da ERSE serão mulheres. Foi uma das marcas que a secretária de Estado da Igualdade, Teresa Morais, deixou na lei para o próximo governo cumprir“. (fonte).

A sério? A mesma pessoa que afirma que “a nossa cultura empresarial é profundamente retrógrada” acha “progressista” colocar na lei que os próximos responsáveis da CMVM, ISP e ERSE têm que ser mulheres???


Filed under: Diversos
Author: "João Cortez" Tags: "Diversos"
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Date: Tuesday, 07 Oct 2014 23:40

O João Miguel Tavares diz o essencial na sua crónica do Público de hoje sobre Crato e a impossibilidade de um ministro continuar em funções depois do caos deste início de ano escolar: ‘Nuno Crato deve ser devidamente responsabilizado – é inadmissível ter um governo que exige tanto aos portugueses e tão pouco a si próprio.‘ De facto de um governo que acha que temos de levar com austeridade para aprendermos a não ser consumistas, que aconselha os portugueses a não serem ‘piegas’ e, em caso de descontentamento, a emigrar, nada mais se pode esperar do que a exigência de que os ministros se comportem pela bitola que pedem à população. E de um ministro que tinha um discurso tão assente na exigência, no rigor, no combate ao facilitismo, menos ainda se entende como não aplica a si próprio aquilo que advoga.

De resto algo (entre muitas coisas) que eu não desculpo a este governo é não ter tornado o critério de incompetência como causa para despedimento (de facto, não aqueles rodriguinhos que estão na lei e não se sustentam perante os juízes lunáticos dos tribunais do trabalho). E a desestabilização da vida de tantos alunos, professores e famílias que Crato deixou que ocorresse – por mau planeamento, por défice de controlo, por pressa de implementar o que estava impróprio para implementação – é uma tremenda incompetência. Que não é nova no ministro, que é já conhecido por dar cabo do que existe (que pode ser questionável mas vai funcionando) para o substituir por nada ou por impraticabilidades. Foi o caso do estatuto do bolseiro, das aulas de inglês no primeiro ciclo, do novo programa de matemática (do que pude observar pelo meu filho mais velho, o anterior era extremamente bem concebido; o novo a ver vamos e de qualquer forma voltamos à maluquice de passar a vida a mudar programas) e, até, dos testes intermédios no 2º ano e no 4º ano, cuja utilidade ainda não vislumbrei.


Filed under: Diversos
Author: "Maria João Marques" Tags: "Diversos"
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Date: Tuesday, 07 Oct 2014 22:35

O Fraser Institute acaba de lançar o relatório anual de liberdade económica de 2014 utilizando para a sua análise, dados relativos a 2012. O ranking global considera cinco factores: 1) Peso do Estado; 2) Sistema Judicial e Direitos de Propriedade; 3) Sound Money; 4) Liberdade de Comércio Internacional; e 5) Regulação. Portugal, com um valor de 7,37 no índice, encontra-se na posição número 43 entre 152 países analisados tendo subido um lugar relativamente ao mesmo estudo conduzido em 2013. Hong-Kong, Singapura, Nova Zelândia e Suiça mantêm-se nos primeiros quatro lugares.

EconomicFreedomRanking

Em relação aos cinco factores para Portugal que compõem o índice, os valores e posições são os seguintes:

  1. Peso do Estado: 5,76 – de longe, o pior indicador, e que corresponde à 87ª posição global
  2. Sistema Judicial e Direitos de Propriedade: 7,26, que corresponde à 32ª posição global
  3. Sound Money: 9,72 – o melhor indicador, que corresponde à 5ª melhor posição global, mas que resulta do facto de Portugal pertencer à Zona Euro.
  4. Liberdade de Comércio Internacional: 7,80, que corresponde à 33ª posição global
  5. Regulação: 6,92 que corresponde à 62ª posição global

Na tabela abaixo pode-se observar a evolução do índice de Portugal desde 1980.

EconomicFreedomPortugal

Os gráficos abaixo, retirados do mesmo relatório, relacionam alguns indicadores importantes de qualidade de vida com o índice de liberdade económica.

EconomicFreedomAndIndicatorsFinalmente, fica aqui o mapa do mundo colorido de acordo com o índice de liberdade económica.

EconomicFreedomMap

 


Filed under: Diversos Tagged: Liberdade Económica
Author: "João Cortez" Tags: "Diversos, Liberdade Económica"
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Date: Tuesday, 07 Oct 2014 21:36

VotePROLIFE

Situação 1
Uma mulher dá à luz uma criança. Por uma qualquer impossibilidade física não pode tomar conta dela no primeiro ano de vida. Entrega o recém-nascido a uma segunda mulher que durante um ano o amamenta, muda-lhe as fraldas, vai com ele para o hospital, passa noites sem dormir, enfim, suporta todos os sacrifícios físicos decorrentes de tomar conta de uma criança recém-nascida. No final desse ano devolve-a aos pais com o triplo do peso e o dobro da altura. Os pais biológicos agradecem, pagam pelo incómodo e tomam conta da criança o resto da sua vida.

Situação 2
Um mulher e um homem criam um embrião. Por uma qualquer impossibilidade física, a mulher não pode suportar a gravidez. O embrião com 5 dias é transferido para o útero de uma segunda mulher que durante 8 meses suporta os enjôos, inchaços e outros problemas de gravidez. No final dos 8 meses entrega a criança recém-nascida aos pais. Os pais biológicos agradecem, pagam pelo incómodo e tomam conta da criança o resto da sua vida.

Para alguns a situação 1 é perfeitamente moral, mas a 2 já não é eticamente aceitável. Alguns até defendem que a situação 2 é equivalente à transacção de crianças (!).
Há duas diferenças entre as duas situações que podem explicar esta mudança de opinião. A primeira é que na situação 1 os sacrifícios físicos acontecem com a criança fora do ventre, enquanto que na situação 2 acontecem com a criança dentro do ventre. As mulheres aqui saberão melhor comentar isto, mas pelo que vou sabendo, os sacrifícios passados durante a gravidez e o primeiro ano de vida não são assim de amplitude tão diferente (aqui aceito que talvez esteja errado, mas deixo ao cuidado das comentadoras). A segunda diferença está na fase de desenvolvimento da criança na altura da passagem de responsabilidades de cuidado: um recém nascido na situação 1 e um embrião de 5 dias na situação 2. Basear o argumento da imoralidade nesta diferença implica aceitar que um embrião de 5 dias é menos vida humana do que um recém-nascido, ou, em último caso, que não é efectivamente vida humana. Ou seja, é aceitar o argumento de quem defende a legalização do aborto de que a vida não começa no momento da concepção.


Filed under: Política, Portugal, Religião, Saúde, Socialismo
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Política, Portugal, Religião, Saúde, ..."
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