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Date: Thursday, 24 Jul 2014 19:08

Greenpeace in Chaos as Staff Revolt Against Management

Greenpeace is in turmoil after more than 40 staff signed a letter calling two of the group’s most senior officials to resign. The group faced ridicule last month after it emerged that Husting chose to regularly fly between his home in Luxembourg and work in Amsterdam, leaving a massive carbon footprint.


Filed under: Ambiente, Double standards, Media, Política, Socialismo Tagged: Greenpeace
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Ambiente, Double standards, Media, Polí..."
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 17:10

A Suíça não é propriamente um país troglodita, atrasado e bacoco. Pelo contrário. Ora, neste baluarte da democracia, a prostituição é vista como uma qualquer atividade remunerada e reconhecida oficialmente, sendo encarada com toda a naturalidade. Mas não se pense que ela é exercida sem mais. Desde longa data que a lei contém diversas “disposições disciplinadoras”, sendo que a prostituição de rua é considerada ilegal: a mesma só pode ser exercida em bordéis licenciados, e em áreas específicas circunscritas, nas grandes cidades. Para não promover, provavelmente, o abandono escolar, ou dizem as más línguas, para poder assinar a Convenção do Conselho da Europa sobre a Proteção das Crianças contra a Exploração e os Abusos Sexuais, a Suiça decidiu, em 2011, alterar o seu Código Penal para que a prostituição legal só possa ser exercida por maiores de 18 anos, e não de 16, como ocorria até à data. Não deixa de ser curioso que nessa Meca da Democracia que é a Suíça esta alteração tenha demorado mais de dois anos até estar definitivamente aprovada na Câmara Baixa do Parlamento suíço (a iniciativa legislativa arrancou a 1 de Julho de 2011 mas só foi concluída a 10 de Setembro de 2013); tal possivelmente deveu-se ao grande respeito existente pelas jovens de 16 anos que, já em exercício, puderam desta forma completar 18 primaveras, antes de sofrerem os rigores das Leis Penais Suíças. Consta que Berlusconi prevaricou porque achava que estava na Suíça, e não nessa República das Bananas que dá pelo nome de “Itália”.

Estranho? Nada do que aqui é apresentado deve “manchar a manta”, já que há receitas fiscais, os ganhos chorudos advindos desta actividade altamente lucrativa são socializados e colocados parcialmente ao serviço do Bem Comum, numa virtuosa sociedade entre o “pimp” e o “cidadão carenciado” (no sentido sociológico do termo, perceba-se), encaminhados “a fins de utilidade pública, nomeadamente nos domínios cultural, social e desportivo”.

E mais: limitando e muito a acção das grandes redes internacionais e os seus poderosos interesses, que vão desde a Goldman Sachs ao Zezé Camarinha, os suíços não têm sido de modas, tornando mais assertiva a actividade em questão: veja-se a título de exemplo a inventiva que dá pelo nome de “garagens de sexo“, os novos “drive-in do sexo” (qualquer semelhança com um registo MacDonalds é mero enviesamento do leitor), que são já um sucesso – ou será que devemos dizer, um “susexo” – no país da Heidi e do chocolate Milka.

Não haja dúvidas, nisto, como noutras áreas de “risco moral”, como “país democrático decente” que é, a Suiça conseguiu “socializar o mal”, protegendo os cidadãos comuns dos perigosos “liberais”, impondo que clientes e prostitutas partilhem com a sociedade parte dos benefícios da sua relação contratual, neste particular, pondo “o sexo pago ao serviço do Bem Comum”. Ponto final! Acima de tudo, a Suíça está longe de ser, como se pode facilmente constatar, um pais troglodita, atrasado e bacoco.

 

 


Filed under: Diversos
Author: "Rodrigo Adão da Fonseca" Tags: "Diversos"
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 15:30

Não deixa de ser irónico que a rentabilização do elefante branco aeroporto de Beja passe por transformá-lo numa lixeira de aviões.

Aeroporto de Beja vai ser transformado numa unidade de desmantelamento de aviões


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 15:15
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 13:14
Author: "ruicarmo" Tags: "Ambiente, Insurgentes nos media, Interna..."
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 13:12

Durante quase um século, Portugal, como bom católico, rezou aos Espírito Santo. O Regime – o novo – tem subsistido pela Fé na Santíssima Trindade da Banca, dos Empreiteiros e do Poder Político. Se Ricardo Salgado caiu na escadaria do poder, qual Júlio César no Senado, apunhalado pelos que lhe juraram fidelidade e cresceram debaixo do seu manto, o regime continua de saúde. Saem governos PS, entram governos PSD – e vice-versa. Encolhem os Santos de Lisboa, solidifica-se a hegemonia dos Santos de Luanda. Os que celebram a queda do “dono disto tudo”  depressa perceberão que as cadeiras do poder são as mesmas, apenas se vão trocando lugares. Os que celebram a tirada do tapete ao mesmo por parte do Governo como um sinal de independência podem muito bem permanecer tranquilos pois em breve terão uma ideia de quem deu a ordem. Como é dito em Il Gattopardo, de Giuseppe di Lampedusa, belissimamente adaptado por Luchino Visconti:

Se vogliamo che tutto rimanga come è, bisogna che tutto cambi” 


Filed under: Diversos
Author: "Ricardo Lima" Tags: "Diversos"
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 09:01

Encontrem um cargo de poder e agarrem-se a ele o mais possível.

Janeiro de 2013: DCIAP diz que Ricardo Salgado não está envolvido no Monte Branco

Julho 2014: Ricardo Salgado detido no âmbito da operação Monte Branco


Filed under: Justiça, Portugal
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Justiça, Portugal"
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Date: Thursday, 24 Jul 2014 08:32

imagesO mandato do actual provedor da Santa Casa da misericórdia de Lisboa só termina daqui a uns meses, mas Ribeiro Castro já se posiciona desesperada e desavergonhadamente para suceder a Santana Lopes. A vontade de se atirar a um dos potes mais atractivos do país é tanta que princípios básicos como a lealdade institucional, a honestidade e a integridade ficam para trás.

Nesta candidatura espontânea sob a forma de artigo de opinião no Público, Ribeiro e Castro não esconde ao que vem, relembrando que “o CDS teve dois provedores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa” e que ele sempre defendeu a SCML “no Parlamento Europeu, sempre com sucesso, e como presidente do CDS”. Ele combateu os “interesses que se movimentam e prosperam no universo do jogo online” (sim, os mafiosos que acham que deve ser permitido jogar poker no computador com apostas mínimas de 50 cêntimos em vez de no Casino de Espinho com apostas mínimas de 50 euros) e até participou “com eurodeputados de outros países, em duas fragorosas derrotas que sofreram”. O senhor sabe pouco do assunto que comenta, e aparenta nem se ter dado ao trabalho de ler a proposta de lei que critica, mas sabe bem o tamanho do pote a que se está a atirar: “os jogos explorados pela Santa Casa proporcionam perto de 700 milhões de euros anuais de receita pública”. O senhor deputado pode estar descansado que o pote da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ergue-se à custa de jogadores mais velhos e com menos rendimentos, por oposição aos jogadores online que tendem a ser mais novos e com mais rendimentos.

O pote é grande, mas não suficientemente grande para incentivar o ilustre deputado a conseguir alinhar dois argumentos decentes por forma a disfarçar as verdadeiras intenções deste foguetório mediático que criou. Ou possivelmente será falta de capacidade intelectual para o fazer. Ribeiro e Castro começa a carta de apresentação a falar no caso da Suiça, esse “país democrático decente” (por contraposição a quê exactamente, senhor deputado?), como exemplo a seguir. Se naquele cantinho do CDS onde ele se coloca já existisse internet talvez ele tivesse descoberto que a Suiça tem neste preciso momento em consulta pública uma lei semelhante à que ele critica tão ferozmente e que o acesso a plataformas de jogo online estrangeiras é livre há muitos anos. Depois o deputado da Assembleia que anda há um mês a discutir o assunto diz que foi “há dias, surpreendido pela Proposta de Lei n.º 238/XII”. Sim, mais exactamente há 38 dias. A proposta está disponível há mais de um mês, mas o impreparado deputado deve ter andado ocupado a ajudar velhinhas a atravessar a rua em vez de fazer o trabalho para o qual foi, mal, eleito. Talvez apercebendo-se da fragilidade dos escassos argumentos que apresenta e da sua impreparação ele parece desculpar-se, dizendo que estivesse ele “na oposição e desancaria violentamente” no texto de lei. Como não está na oposição usa apenas a demagogia, a deslealdade e a desonestidade como armas de arremesso.

À falta de argumentos inteligentes, Ribeiro e Castro recorre às teorias da conspiração. Fala dos “interesses obscuros” por detrás do jogo online que “correspondem ao pior que possamos imaginar” e vão do “futebol” à “Goldman Sachs” (não, não estou a brincar, está lá) e penetraram tudo desde os governos Sócrates à Comissão Europeia. Ribeiro e Castro inclui ainda uma dupla referência a “escritórios”, de advogados claro está, que ao senhor a capacidade que lhe falta na hora de esgrimir argumentos, sobra na altura de atirar lama.

Não me deixaria de todo surpreendido que Ribeiro e Castro acabasse mesmo por assumir o cargo. Em Portugal, a falta de vergonha, a demagogia e a chantagem mediática costumam ser mais fortes do que mérito ou a competência. A concretizar-se, será mais uma vergonha para o governo e, principalmente, para o CDS.


Filed under: Política, Portugal
Author: "Carlos Guimarães Pinto" Tags: "Política, Portugal"
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 21:35

Passa pela esquerda e pela eterna soma de divisões canhotas

A ex-dirigente do Bloco de Esquerda Ana Drago assumiu, esta quarta-feira, a criação de uma plataforma política de esquerda que congregue “movimentos que já estão no terreno” que tenha a “seriedade e humildade” de ser colocada “perante os votos dos portugueses”.

 

O Ranking das Esquerdas Mais Convergentes sempre esteve ultrapassado pela realidade interventiva d@s cidadad@s que querem tacho e pela natureza das coisas.

É provável, que à data da publicação do artigo tenham surgido de forma espontânea, outros movimentos de convergência da esquerda portuguesa. Assim sobrem pessoas e se redescubram causas. Afinal, precisamos de mais esquerdas por forma a tornar mais difícil a vida aos comediantes e a reinvenção permanente com um verdadeiro efeito multiplicador das petições on-lne.


Filed under: Agenda, Ambiente, Cultura, Desporto, Double standards, Energia, Humor, Insurgentes nos media, Media, Política, Portugal, Religião, Saúde, Socialismo
Author: "ruicarmo" Tags: "Agenda, Ambiente, Cultura, Desporto, Dou..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 18:53
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Economia, Justiça, Media, Política, Po..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 18:17

Foi com misto de surpresa e tristeza que tomei conhecimento do falecimento de John Blundell, ex-Director Geral do Institute of Economic Affairs, com apenas 62 anos. Tive oportunidade de conhecer o casal Blundell (John e Christine) durante os anos que vivi em Londres enquanto aluno de doutoramento na LSE.

Como muito bem referido por Steve Davies, o casal constituia uma “effective double team”, de cujo apoio tive a sorte de beneficiar por várias vezes. Relativamente a John Blundell, ele próprio um ex-aluno da LSE, destaco o interesse e apoio que sempre manifestou relativamente à LSE Hayek Society e que pude testemunhar pessoalmente nos dois anos em que fui membro da Direcção da mesma, assim como as suas extraordinárias capacidades de networking, das quais também beneficiei em vários momentos.

Com o desaparecimento de John Blundell, o movimento internacional de defesa da liberdade na perspectiva do liberalismo clássico perde uma das suas mais activas e influentes figuras das última décadas.

John Blundell R.I.P. Por Steve Davies.

With the passing yesterday of John Blundell, the movement for freedom and economic liberty on both sides of the Atlantic has lost one of its leading figures. John was for many years at the centre of that movement of people, institutions and ideas that promoted economic freedom. He leaves behind a legacy of organisations that he played an important part in building and also leaves behind lives that he touched and changed. He is best known here as the IEA’s long-serving Director General between 1993 and 2009 but he was deeply involved with many institutions and movements both in the UK and in the US and beyond.

John Blundell was born in Congleton in Cheshire on 9 October 1952. He attended King’s School Macclesfield and went on to study economics at the LSE. He was part of the generation of young libertarian and free-market oriented Conservatives who came on the scene at that time, including many who went on to careers in politics and public policy. In 1977 he was hired to head up the Parliamentary and Press Liaison office at the Federation of Small Businesses and made the organisation much more prominent and effective than it had been before. The following year he was elected as a councillor in the London Borough of Lambeth, at that time controlled by a hard-left faction within the local Labour Party led by Ted Knight.

In 1982 he moved to the United States and soon became an active figure in classical liberal (as opposed to conservative) organisations over there. In particular he came into contact with the Institute for Humane Studies (IHS), an educational organisation founded in the early 1960s by F. A. ‘Baldy’ Harper. He also became involved with the Atlas Economic Research Foundation, which Antony Fisher, the founder of the IEA, had set up in 1981 to act as a support for other think tanks and as an agency to create and support free-market think tanks around the world. This was the point where John’s particular combination of skills and qualities became apparent and it became clear that he had found his métier.

(…)

In 1992 he returned to the UK as the Director General of the IEA, taking up post in January 1993. When he arrived, the IEA was a troubled ship with disagreement about its direction and identity and there were serious concerns for its future. John steadied the ship and reaffirmed the historic core purpose and mission of the IEA: that is to affect the climate of opinion in the long term by producing high quality research and publications that influenced the creators of public opinion (academics, journalists, and writers). He had always been a strong advocate of this and had, long before becoming Director General, been highly critical of arguments that the IEA should become more involved in actual policy formation and day-to-day politics.

(…)

He was a highly effective networker and brought together many people who would otherwise never have known each other. He was also a very effective fundraiser but he combined this with a very clear vision of how to use funds and donations to obtain a long-term impact. In contrast to too many people who think of fundraising and other activism simply as a way to support a current short-term campaign, John was a great institution builder who was always looking to convert current donations into something long term that would have a lasting impact. This could involve institutions, programmes and also talented individuals: there are many people all over the world now who owe much to his support and his identification of them as a cause worth investing in. John’s success in the area of institution and programme building can be seen in the number of institutions that he helped to develop or played a part in founding, including the Charles Koch Charitable Foundation, the Buckeye Institute, the Atlas Economic Research Foundation, the Fraser Institute, the Institute of Economic Studies, the Institute for Justice, and (through the Institute Development and Relations Committee of Atlas) many think tanks in various parts of the world.

John will also be remembered by those who knew him for his sense of humour, including truly terrible jokes that he liked to tell, and his penchant for practical jokes. This made it all the more entertaining when the tables were turned and he became the butt of one himself, as happened on one famous occasion while he was at IHS. He was not one for suffering fools gladly but was a warm friend and supporter. He was, throughout the years, part of an effective double team with his wife Christine, who worked with him at IHS and the IEA. He is survived by Christine and their two sons, James and Miles.


Filed under: Comentário, Economia, Educação, Internacional, Política Tagged: John Blundell
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Comentário, Economia, Educação, Inter..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 18:11

Ricardo Salgado torna-se professor para não ser avaliado por ninguém

“Pelo que vi esta semana, se eu for professor, nada tenho a temer”, explicou o ex-banqueiro. “Quando vierem os credores e os reguladores avaliarem-me, surgem os piquetes do Mário Nogueira e placam-nos como se estivessem num jogo de futebol americano. Depois, no meio de um guincharia infernal que faria a matança de um porco parecer um concerto do Rodrigo Leão, todas as tentativas de avaliação seriam definitivamente frustradas.

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Filed under: Educação, Humor, Media, Política, Portugal, Socialismo
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Educação, Humor, Media, Política, Por..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 18:03
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Economia, Política, Portugal, Socialism..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 17:13

Mesmo tendo fracassado nos intentos de impedir a realização da prova, Mário Nogueira e os seus seguidores devem estar orgulhosos da imagem que passaram, sempre “em defesa da escola pública”

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Filed under: Double standards, Educação, Justiça, Media, Política, Portugal, Socialismo
Author: "André Azevedo Alves" Tags: "Double standards, Educação, Justiça, ..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 15:52

Assunção Cristas garante apoio a projetos para produção de algas

…a ser pago por empresas que realmente produzem riqueza (embora em sectores bem menos sexy que a “produção de algas”´) e que não têm o telefone dos assessores na agenda.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 13:38

A minha deriva maternal hoje no Observador.

‘Há uns anos li na Vogue um texto sobre Rory Kennedy, a filha mais nova de Ethel e Robert Kennedy, a propósito da realização do documentário Ethel, com o ponto de vista da sua mãe dos eventos que viveu e presenciou. Ou mais ou menos; vi o filme há dias e o ponto de vista é só da senhora de RFK. Às tantas, sobre a sua educação no meio de 11 irmãos, dizia Rory (tradução minha) ‘Eu tento educar cada um dos meus filhos [tem 3] como se fosse o décimo primeiro. Penso que ignorá-los e dar-lhes espaço para fazerem as suas coisas é uma boa abordagem’.

Esta opinião volta-me de tempos a tempos. Sucede sempre que leio aquelas intermináveis listas de conselhos para pais – escritas, estou convencida, por malfeitores com desígnios que ainda não desvendei – que nos informam o guião infalível para criarmos filhos bons alunos a matemática, filosofia, astrofísica e grego antigo, com capacidades de liderança, sociáveis, não influenciáveis pelos seus pares, enfim, perfeitos e destinados a ocuparem os mais altos cargos de cada nação.

O resto está aqui.


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Author: "Maria João Marques" Tags: "Insurgentes nos media"
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 11:36

Rui Curado Silva no Aventar

Se a resultante da saída da Manifesto for um novo partido que defende a fusão de partidos à esquerda, desculpem camaradas, mas nem a CIA nos seus melhores dias conseguia ser tão eficiente a estilhaçar as esquerdas dos países em que intervia.


Filed under: Diversos
Author: "Miguel Noronha" Tags: "Diversos"
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 10:00

Maioria das câmaras com impostos mais altos são socialistas.

Das 29 câmaras com IMI mais alto, 16 são do PS. Mas não é apenas neste imposto municipal que os socialistas optam pela taxa máxima: das 139 com derrama do IRC a 1,5%, metade são também PS.


Filed under: Ambiente, Cultura, Desporto, Double standards, Economia, Educação, Energia, Media, Política, Portugal, Socialismo
Author: "ruicarmo" Tags: "Ambiente, Cultura, Desporto, Double stan..."
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Date: Wednesday, 23 Jul 2014 08:45

“(…) Em Portugal, de acordo com informação do INE, existem apenas cerca de 1000 grandes empresas. Estas sociedades de grande dimensão representam 0,3% do número total de sociedades. Mas ao mesmo tempo, representam também quase 30% da empregabilidade do País e, mais ainda, cerca de 40% do volume de negócios e do valor acrescentado bruto no universo das sociedades não financeiras. Por outras palavras: o País depende fortemente deste reduzidíssimo grupo de empresas.”, no meu artigo de hoje no Diário Económico.


Filed under: Diversos
Author: "Ricardo Arroja" Tags: "Diversos"
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Date: Tuesday, 22 Jul 2014 23:55

casino lisboaVenho aqui dar o meu apoio público a Ribeiro e Castro, senhor que quer impedir que o vício e a imoralidade estejam apenas a um clique de distância. É certo que não entendi bem a lógica de se considerar o jogo um mal a ser combatido, mas já se admitir que este mal exista desde que ninguém ganhe dinheiro com ele ou que os lucros de tão hedionda atividade sustentem programas sociais. Afinal anda o estado a promover o vício de uns pobres coitados dados a desbaratar o seu dinheiro, explorando-os de facto, para ter dinheiro para acorrer a outros fracos que ou não têm dinheiro ou o desbaratam de outras formas (eventualmente até da mesma)? Usar o vício de uns para ajudar outros é um comportamento moral do estado, é isso? Ah, bom, estamos sempre a aprender.

Pequenas perplexidades à parte, estou com Ribeiro e Castro: é necessário promover a virtude e travar qualquer medida ‘liberal’ (batam na madeira 3 vezes, sff). No caso concreto, concordo que se deve impedir a todo o custo as pessoas de disporem do seu dinheiro como entenderem – se o entendimento for arriscarem no jogo esse dinheiro. Mas há muita atividade e muitos comportamentos indutores de vício e imoralidade por aí e Ribeiro e Castro não lhes presta a devida atenção. Assim, vão aqui algumas propostas que Ribeiro e Castro pode aproveitar e que promoverão um aumento da moralidade pública.

1. Encerrar bares e discotecas, locais pecaminosos onde homens e mulheres contactam e se conhecem, sabe-se lá com que intenções.

2. Encerramento de redes sociais, onde se conectam pessoas que sem esses veículos ficariam sossegadas em suas casas.

3. Prevenção atempada do vício do jogo: proibição do ensino dos pais aos seus filhos da bisca do três e do keims.

4. Ao abrigo da lei do esquecimento, dar ordem aos motores de busca para apagarem todas as referências ao ‘grupo da sueca’ dos tempos de Cavaco enquanto pm.

5. Sobre indústria pornográfica nem preciso de me pronunciar: é banir tudo.

6. Encerrar locais onde se albergam espetáculos de striptease, sejam os strippers membros das forças de segurança ou não.

Ou, em alternativa, nacionalizar todas estas atividades e usar as suas receitas nos tratamentos do stress pós traumático provocado nos professores por se submeterem àquela experiência reminiscente de viver quatro meses numa zona de guerra e a que normalmente chamamos ‘testes’. (Também se pode aproveitar, de caminho, para comprar e enviar a Mário Nogueira os dvds do Poirot, para o senhor aprender o que é um bigode decente. A estética noticiosa televisiva teria muito a ganhar se Mário Nogueira aproveitasse essa pequena formação.)


Filed under: Economia, Educação, Política, Portugal
Author: "Maria João Marques" Tags: "Economia, Educação, Política, Portuga..."
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