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Perguntaram-me há dias qual é a melhor maneira para uma pessoa começar a ganhar dinheiro online.
A resposta hoje é a mesma de há 4 ou 5 anos atrás: sites de nicho.
Ao contrário do que às vezes possa parecer, tal é o “barulho” em torno dos sites de nicho, estes continuam a ser a melhor maneira de se ganhar dinheiro online, a mais fácil, e a que envolve menos risco e investimento.
Antes de avançar mais neste assunto, quero fazer um pequeno desvio para explicar porque é que, em especial para o mercado de língua Portuguesa, os sites de nicho são hoje mais lucrativos que nunca. Duas razões: cada vez mais as pessoas fazem compras online e mais opções de monetização.
Por exemplo, o número de pessoas que em Portugal hoje compra na Amazon é muito mais elevado que há 4 ou 5 anos. Por mais que não seja por a Amazon oferecer envios grátis para Portugal (para compras acima de £25), e também porque os envios chegam a Portugal em 4 ou 5 dias, e vindo do Reino Unido, não estão sujeitos a qualquer tipo de taxa. Depois porque a Amazon também tem uma politica de devoluções que não coloca qualquer tipo de entrave, e sem qualquer custo para nós (basta imprimir o documento em casa e deixar nos correios).
Para além da Amazon, outro sites, como a Fnac.pt, convertem bem com visitantes Portugueses.
Para além dos sites de comercio electrónico, a venda de ebooks tem crescido muito no mercado de língua Portuguesa. Para além da venda de ebooks na Amazon, plataformas como a Clickbank têm hoje produtos em Português, a apareceram também sites como a Hotmart, especialista no mercado de produtos digitais de nicho em Português.
O fator mais importante no sucesso de um site de nicho
Quando se pensa em desenvolver um site de nicho, a escolha do nicho, das “palavras chaves”, é o fator mais importante na determinação da rentabilidade do projeto. Digo isto porque, se escolhermos um nicho com pouca concorrência, não é difícil indexar o site na primeira página dos motores de busca, mesmo que o site seja de fraca qualidade. Por outro lado, o melhor conteúdo do mundo poderá não chegar se o nicho for muito concorrido.
Assim, é essencial escolher um nicho com pouca concorrência, mas que ao mesmo tempo apresente bom potencial de rentabilização.
Como é que vamos escolher o nosso nicho?
A escolha do nicho começa normalmente com um brainstorming de ideias. Embora eu não considere que seja minimamente essencial para o sucesso do projeto, podemos começar com um brainstorming em torno de temas pelos quais temos interesse, ou sobre os quais gostávamos de aprofundar o nosso conhecimento. Por exemplo, no meu caso, eu gosto de viajar, jantar em restaurantes gourmet, da bolsa, de empreendedorismo, de futebol, de negócios, de correr, etc… E poderia começar a analisar nichos em torno destes assuntos.
Pegando no meu ultimo interesse, “correr”, podia por exemplo, pensar num site de nicho sobre meias-maratonas, acessórios de corrida, ou abordar outro assunto nesse nicho.
Agora que tenho uma ideia de potências nichos, recorro a uma ferramenta de palavras chaves para me ajudar a avaliar o potencial do mercado. O Google Keyword Tool é uma boa opção gratuita, pois dá-nos uma ideia do volume de pesquisa mensal em torno das palavras chaves (do nicho).
No meu caso uso o Micro Niche Finder para me ajudar a encontrar os nichos. Para além do volume de pesquisa, o Micho Niche Finder faz uma analise à concorrência, e fornece mesmo um valor (SOC = strength of competition) que me indica se há muita ou pouca concorrência para a palavra chave e se a concorrência é forte.

Continuando com este exemplo, que estou a desenvolver à medida que escrevo este post, vou ao Micro Niche Finder (ou o Google Keyword Tool) e insiro a palavra “correr” para obter ideias mais concretas.
Olhando para as sugestões da ferramenta de pesquisa, fico de imediato com algumas ideias que parecem interessantes (clicar na imagem), ordenadas por volume de pesquisa.

Quantas pesquisas são necessárias para um nicho ser rentável?
A forma como abordo os sites de nicho agora é diferente do que que fazia há 5 anos. Hoje o modelo de negócio não é de criar sites de nicho com apenas 5 ou 6 páginas, sempre mais sujeitos aos caprichos dos sucessivos updates do Google, e com rentabilidades mínimas que poderiam ser de apenas €20 ou 30€ por mês.
Hoje tento me focar em sites de nicho com mais conteúdo, alguns com actualizações constantes (sem serem necessariamente frequentes) e onde o trabalho de link building é mais “personalizado” (longe vai o tempo dos serviços de 50€ por mês que criavam dezenas de links mensais para todos os sites e que durante anos funcionaram muito bem).
Como os custos, quer em termos do tempo que dedicamos ao site, ou em custos de outsourcing de conteúdo, são mais elevados, a rentabilidade que espero do site é também mais elevada, e portanto aponto sempre para nichos com retorno mínimo de 200€ a 300€ por mês.
Dito isto, pessoalmente não gosto de me limitar a um número mínimo de pesquisas mensais. Porque, como vou explicar, nem todas as pesquisas são iguais. No entanto, e dependendo da situação, como já vão perceber, não tenho problema nenhum em investir num nicho com um mínimo de 2000 a 2500 pesquisas exactas por mês.
Vamos então analisar porque é que o valor de pesquisas mensal, só por si, não chega para tomar uma decisão educada sobre o potencial do nicho.
Por exemplo, na imagem que partilhei em cima, “corrida de carros” tem 14800 pesquisas mensais, mas que mesmo assim, e tendo em conta as palavras chaves em questão, para mim não chega. E porquê?
Como é que eu iria monetizar o site corridadecarros .com? Provavelmente com Adsense. Não vejo nada na Amazon ou Clickbank, ou outro programa de afiliados, que consiga promover a alguém que procure “corrida de carros”. Tendo em conta que teria que criar um site de jogos de corridas de carros, e limitado ao Adsense para monetização, num nicho onde o valor por clique anda na casa dos 2 a 4 cêntimos, o site não tem grande potencial.
Podemos comprovar isso com um cálculo rápido: 14800 pesquisas mensais >> a primeira posição no Google recebe 50% dos visitantes >> 3% clicam no Adsense >> o valor por clique de €0.04 = €9 por mês
Com esta conta simples vemos que a rentabilidade deste site pode andar próximo dos 9 Euros por mês.
Penso que já perceberam onde quero chegar, mas vou dar outro exemplo num nicho completamente diferente. “Livros online grátis” tem 12100 pesquisas por mês, e neste caso é mais fácil perceber porque é que tendo em conta as palavras chaves, o volume de pesquisa não é suficiente para tornar o nicho interessante…
Continuando a analisar as sugestões de palavras chaves, temos depois “ténis para corrida”, com 5400 pesquisas mensais. Tendo em conta o número de pesquisas mensais e o “intuito comprador” da pesquisa, esta palavra chave já me parece bastante interessante. Neste caso temos algumas opções de monetização interessantes, como por exemplo, o programa de afiliados da Amazon. Tendo em conta que ténis de corrida podem custar €100, cada venda vale cerca de €6 na Amazon.
Para além da palavra chave “primaria” já ter um volume de pesquisas mensal interessante, há depois um conjunto de palavras chaves muito parecidas que aumentam o potencial do nicho, por exemplo “ténis para correr” com 3600 pesquisas, “ténis de corrida” com 2400 e “ténis corrida” com 1600.
As opções de monetização são sempre um fator a ter em conta para determinar se um nicho é rentável em função do número de pesquisas. Como mostrei, sites que estejam limitados ao Adsense exigem sempre um volume de pesquisas muito mais elevado para atingir uma rentabilidade interessante. É importante haver outras opções de monetização, como produtos ou ebooks para vender (há nichos em que a rentabilização pode passar por criar o próprio ebook).
O valor por clique do Adsense também é importante (podemos contar com cerca de 25% do valor indicado no Google Keyword Tool), sendo que este valor é muitas vezes proporcional às opções de rentabilização do nicho (quando maior as opções de rentabilização mais elevados são os valores por clique).

Consigo chegar à primeira página do Google?
Agora que já encontrei um nicho com potencial tenho que determinar se consigo chegar à primeira página do Google, de preferência aos primeiros 3 ou 4 lugares. Há algumas ferramentas no mercado que nos ajudam a determinar se a concorrência é muito forte ou não. Eu uso o Micro Nicho Finder, mas este trabalho de analise também pode ser “feito à mão”.
Neste exemplo concreto o Micro Niche Finder fornece um SOC (“força da concorrência”) de 35 para a minha palavra chave, o que indica um nicho relativamente acessível (abaixo dos 50 é bom).
Se não tiverem uma ferramenta para o efeito têm que avaliar a concorrência de uma forma manual, e há muitos fatores a considerar, dos quais destaco os seguintes:
- Faz uma pesquisa do tipo intitle:”palavras chaves” – Este tipo de pesquisa mostra os sites/paginas que contêm no título as tuas palavras chaves (que estão optimizados para essa palavra chave)
- Faz uma pesquisa do tipo inurl:”palavras chaves” – Desta vez obtens os sites/páginas com a palavra chave no url
- Usa o Open Site Explorer para avaliar a autoridade do domínio, da página, e obter informação sobre os links para a concorrência
- Embora com menos importância, qual o PageRank (toolbar) do site? Sites com Toolbar PageRank acima de 4 podem sinalizar um elevado grau de dificuldade

O teste do “Panda”
Uma das ultimas analises que faço para determinar se o nicho é difícil é a que chamei de “teste do Panda”, em honra da actualização Panda do algoritmo. É um teste nada cientifico, onde me limito a visitar os primeiros sites que aparecem para a pesquisa às minhas palavras chaves, e ver se passam uma avaliação manual ao “update do Panda”. Ou seja, se o site tem muitos anúncios above the fold (se vejo muita publicidade assim que abro o site). Se o site tem pouco conteúdo, em especial se comparado com a quantidade de anúncios, se o site parece fácil e intuitivo de usar ou se é uma espécie de labirinto cheio de “ratoeiras”, e se o site é muito lento a carregar. Enquanto no site aproveito para ver se o conteúdo está relativamente bem optimizado ou não (links internos, imagens, etc).
O teste do Panda é muito rápido, menos de 1 minuto em cada site, e é muito na base do “feeling”. Nesta altura já não estou a olhar para nenhum tipo de métrica (PageRank, links, paginas indexadas, etc).
Potencial do nicho em termos de conteúdo
Como já disse em cima, hoje em dia um site de nicho exige muito mais conteúdo que no passado (pelo menos se queremos sites que se aguentem com o passar do tempo), exigem também um pouco mais de qualidade, e uma actualização mais frequente pode também ser benéfica.
Assim, antes de tomarmos a decisão final sobre o nicho podemos pensar já no potencial do nicho em termos de conteúdo.
A maneira mais fácil de avaliar o potencial de conteúdo do nicho é inserir a nossa palavra chave, agora mais especifica, no Google Keyword Tool, e ver as sugestões. Podemos também pesquisar a palavra chave, bem como as sugestões do Keyword Tool, no Google e Bing, e tirar ideias das “pesquisas relacionadas”.

Não havendo números mágicos, e dependendo um pouco daquilo que pensamos ser o potencial de rentabilidade do nicho, o ideal nesta fase é encontrar ideias para pelo menos 10 a 20 posts. Sendo certo que esgotado estes temas, vamos descobrindo outros assuntos para abordar, nomeadamente através da informação recolhida no Analytics.
Esqueci-me de alguma coisa? Usas outros fatores, truques ou ferramentas que te ajudem a escolher o nicho para um site?
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O post "Como escolher o nicho para o teu próximo site" foi publicado no Blog do Dinheiro.
Hoje, e como vem sendo hábito, quero partilhar mais uma das minhas “escapadelas”, passeios que faço 4 ou 5 vezes por ano, e que são uma pequena amostra do dot com life style de que tanto se fala, possível graças a modelos de trabalho como o que descrevi no último post. Estas (curtas) viagens servem também como prémio e recompensa, e são ao mesmo tempo motivação para trabalhar com mais empenho.
Como também vem sendo hábito, neste post onde descrevo o meu passeio a Viena, e o respectivo “jantar de estrela”, será acompanhado de um concurso, muito simples, e com prémio de 50 Euros. Mas mais sobre o concurso no final, vamos primeiro a uma pequena descrição da viagem e do jantar.
Viena, cidade imperial
Já visitei a minha dose de cidades mundiais, e todas são bonitas à sua maneira, mas Viena é sem dúvida especial. Talvez a mais bonita das cidades que já tive oportunidade de conhecer, e certamente aquela que aparenta oferecer melhor qualidade de vida. Com um equilíbrio (que me pareceu quase perfeito) entre diversão, trabalho, respeito pelo ambiente, tranquilidade, organização e segurança.

O bairro dos museus em Viena. Mais uma vez um ambiente de grande tranquilidade e descontracção.
Para além de toda a beleza arquitectónica, natural de uma cidade centro de um dos maiores impérios da história, Viena é também um cidade repleta de espaços verdes, mas mais que isso, de zonas de descanso e lazer. Em cada um dos muitos espaços verdes e praças é possível encontrar cadeiras de praia, bancos, “pufes”, e muito mais, para os seus cidadão e visitantes descansarem as pernas e espírito, e parar para ver a cidade passar. São zonas e espaços que eu gostava de ver mais em Portugal, mas que não é possível devido aos atos de pequeno vandalismo sempre presentes entre nós.

Um dos muitos parques de Viena, com o seu ambiente descontraido
Como muitas das cidades modernas por onde passei, Viena é também uma cidade onde muitas pessoas circulam de bicicleta, o que contribui para uma cidade ainda mais bonita. No entanto, Viena tem também um bom parque automóvel, comparável ao do Mónaco.

Ao contrário do que acontece em Portugal, Viena é uma cidade MUITO limpa, mas sem que seja necessário ver-se trabalhadores a limpar.
Uma noite de opera
Há diferentes tipos de turismo, por exemplo, turismo de aventura, turismo de praia, entre outros. Pessoalmente, eu gosto de turismo cultural e gastronómico, e como tal, nestas minhas “escapadelas”, gosto sempre de incluir um pouco destas duas componentes.
Nesta viagem a Viena, e como não podia deixar de ser nesta cidade, fui então ver La Bohème à Opera de Viena, certamente umas das mais bonitas e maiores.

Jantar no Steirereck
O ponto alto deste passeio a Viena foi sem dúvida o jantar no Steirereck. Estamos a falar de um restaurante com duas estrelas Michelin (o meu segundo este ano), mas mais que isso, o Steirereck é o 9º melhor restaurante do mundo. Como podem imaginar, a expectativa era enorme!
O Steirereck encontra-se na melhor zona da cidade, dentro do Stadtpark, com uma bonita vista sobre o parque através das paredes vidradas. O restaurante é enorme, com dois pisos, e estava completamente esgotado. Na entrada temos uma vista da cozinha, separada por um vidro, onde foi possível ver o Chef Heinz Reitbauer e seus ajudantes a trabalhar.
Como habitualmente costumo fazer nestes jantares, escolhi o menu degustação de 7 pratos e respectivo acompanhamento de vinhos.
Não me vou alongar muito na descrição do jantar, nem dos pratos, pois o meu limitado vocabulário não lhes conseguia fazer justiça, mas reparei que os pratos não têm os bells and whistles normal em alguns chefs espanhóis, e portanto as duas estrelas do restaurante, e o 9º lugar mundial, baseiam-se apenas na qualidade da comida e dos ingredientes, e em relação a isso nada a apontar. Dos 7 pratos, apenas a salada de endívia não correspondeu às minhas expectativas, sendo que todos os outros pratos estavam simplesmente soberbos!
Antes de passar às fotos, queria ainda destacar o carrinho de pão fresco, com uns 25 tipos de pão, alguns que não conseguimos sequer imaginar (pão de cerveja e de morcela foram os meus preferidos). O carrinho com os queijos, cerca de 70 diferentes, é também algo a não perder. Curiosamente, o “rapaz dos queijos” é de descendência Portuguesa e trocamos algumas impressões. Por último, chamo atenção para o carrinho do chá, com dezenas de chás diferentes, e onde podemos escolher um chá que é cortado e feito ali mesmo.
No global, atendimento perfeito, qualidade da comida perfeita, (mais uma) experiência verdadeiramente memorável.

Um prato incrível à base de salsifis. Quem diria que uma “cenoura” poderia ser tão boa!!??

Mais um prato surpreendente… À base de “morels” (cogumelo)

Cada prato vem com um “guia” com detalhes dos ingredientes e de como é feito

Sem dúvida o pedaço de carne mais suculento que alguma vez comi!

Esta sobremesa, com flores verdadeiras, foi um dos pontos altos do jantar

O carrinho do pão, meio vazio, já na parte final do jantar

Queijos para todos os gostos

Tea anyone?

Um pequeno bónus no fim… com citrinos do palácio Schönbrunn e chocolate

Happy, full, and very satisfied
Partilha, adivinha e ganha 50€
De forma a tornar as coisas um pouco mais interessantes, quero aproveitar para fazer um pequeno concurso.
É simples, partilha este post no Facebbok, Twitter ou G+, ou então partilha uma das fotos no Pinterest, e depois deixa o teu palpite sobre o preço total do jantar para duas pessoas, incluindo gorjeta.
Deixa um comentário a dizer onde partilhaste o post (nome de utilizador e/ou link da partilha), bem como o teu palpite, e a primeira pessoas a ficar no intervalo de +/- 1€ do preço jantar ganha 50 Euros.
Juntamente com o teu palpite, podes também dar a tua opinião sobre Viena ou o jantar
(Nota: Se ninguém acertar até Quinta às 18:00 dou o prémio quem estiver mais próximo)

Como podem ver pela imagem, o valor total do conta foi de 480€… o vencedor(a) é anunciando nos comentários…
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O post "Ganha 50 Euros com o meu passeio a Viena e jantar no Steirereck" foi publicado no Blog do Dinheiro.
Numa recente conversa com um amigo e “colega de profissão”, ele disse que a minha forma de trabalhar online se podia equiparar à de um cirurgião.
A razão dessa observação está relacionada com o fato que eu consigo obter rendimentos elevados nos meus sites mesmo com um número reduzido de visitas. Tenho mesmo vários sites onde consigo ganhar cerca de 1 Euro por visitante. Ou seja, um site de nicho que recebe 500 visitantes rende aproximadamente 500 Euros por mês.
Este tipo de rentabilidade por visitante não se obtêm com programas como o Adsense, com ganhos limitados a €0.20 ou €0.30 cêntimos por clique, e onde menos que 1 em cada 20 visitantes clica em anúncios. Ou seja, apenas com o Adsense temos a rentabilidade limitada a uns míseros €0.01 ou €0.02 por visitante.
Para se obter rentabilidades verdadeiramente elevadas é preciso promover programas de afiliados, que asseguram um valor elevado por venda, e ao mesmo tentar extrair maior valor de cada visitante.
Uma das formas de se fazer isso é captando o endereço de email dos visitantes.
Tendo em conta que 95% dos visitantes que chegam aos nossos sites não convertem de imediato, ou não clicam em anúncios, se não estamos captar o endereço de email estamos a descurar a maior fatia do bolo.
Tendo me apercebido disto há alguns anos, desde essa altura tenho investido das melhores ferramentas para captar e enviar emails aos visitantes. Como muitos de vocês sabem, uma dessas ferramentas é o serviço de email marketing da Aweber, sendo outra delas uma aquisição bastante mais recente, e que é no fundo a razão deste post.
Conheçam OptinSkin – A mais recente ferramenta no meu arsenal
Normalmente para captar o endereço de email dos visitantes opto por usar um pop-up, como acontece neste blog, mas muitas vezes essa não é a melhor opção. Para essas situações, ou mesmo como complemento ao pop-up, comecei a usar, em alguns dos meus sites, o OptinSkin, um plugin elaborado pelo Glen Allsopp do ViperChill, um dos dos bloggers pelo qual tenho mais respeito e admiração.
Este plugin WordPress, que pode ser visto em funcionamento no final de cada um dos posts aqui no blog, permite-me configurar e inserir um formulário de captação de emails em cada post, no sidebar do blog, ou mesmo no conteúdo do post, ou posso usar o shortcode para inserir um formulário em qualquer momento num post. Sendo que é também possível excluir posts ou categorias individuais de exibirem o formulário.
Para podermos começar de imediato a trabalhar, o OptinSkin vem com cerca de 20 designs diferentes, funcionais e que chamam a atenção, mas onde tudo pode ser alterado e testado. Desde o texto, passando pelas corres e imagens, bem como a forma como o formulário aparece na página (com fade ou sem fade, etc).
Para além da facilidade com que se configura o mais pequeno pormenor dos formulários, o plugin está totalmente integrado com os principais serviços de email marketing, como a Aweber, MailChimp ou GetResponse, e com todos os outros, bastando inserir o respectivo código. No caso da Aweber, apenas tive que inserir o nome da respectiva lista.
Para aqueles que não usam qualquer serviço de captação de email (erro!!), mas que usam RSS, o OptinSkin pode também ser usado com o serviço de envio de posts da FeedBurner.
(Quero abrir aqui um pequeno parêntese para dizer que desaconselho completamente captarem endereços de email para usar com a FeedBurner, pois para além das limitações óbvias, arriscam-se a que “amanha ou depois” o Google acabe com a FeedBurner, como aliás fez recentemente com o Google Reader. Caso não tenham reparado, desde que a FeedBurner foi comprada pelo Google o serviço está completamente ao abandono.)
Outras das funcionalidades mais importantes do OptinSkin é que nos permite criar split-tests com formulários diferentes.
Podemos, por exemplo, testar as taxas de conversão de dois formulários, onde apenas mudam uma ou duas palavras, ou então as cores do formulário, e comparar as taxa de conversão.
Quem trabalha com este tipo de coisas sabe que, muitas vezes, uma pequeníssima alteração pode levar a um aumento grande nas taxas de conversão, e a diferença entre um aumento na taxa de conversão de 1% para 1.5% significa um aumento nos ganhos de 50%!
Como seria de esperar, temos depois acesso a dados estatísticos sobre as taxas de conversão de cada um dos formulários, bem como os melhores posts, entre outros elementos.
Eu podia-me ainda alongar aqui um pouco mais a explicar outras opções do OptinSkin, mas o essencial está dito.
O OptinSkin custa $67 e pode ser instalado num número ilimitado de sites. Eu pessoalmente estou tão contente com o investimento que vou comprar outro dos produtos do Glen para os meus sites.
Quem quiser ver o OptinSkin a funcionar pode também visitar o SmartPassiveIncome do Pat Flynn, outro dos bloggers que melhor conteúdo produz neste nicho.
Mesmo que não estejas decidido a comprar, visita a página do OptinSkin e brinca com o editor de formulários para ficares com uma ideia da facilidade e de algumas das opções.
O que achas do OptinSkin? Que pensas do formulário que instalei com o OptinSkin? Sugestões?
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Terminei há algumas semanas a minha primeira meia-maratona. Como muitos outros portugueses, correr tornou-se algo indispensável na minha vida. Obviamente por ser saudável, mas também porque correr é um desporto barato, e que não exige grandes preparativos para ser praticado.
A meia-maratona tornou-se assim o símbolo maior da popularidade deste desporto, com cada vez mais provas, e com número recorde de participantes.
Terminada a minha primeira meia-maratona, que espero seja apenas a primeira de muitas, achei que seria interessante comparar correr uma meia maratona com ganhar dinheiro dinheiro online, até porque posso testemunhar alguns dos desafios e dificuldades que são comuns às duas coisas. Até que, da mesmo forma que comecei o correr do “zero”, com pouca ou nenhuma preparação, assim se encontram muitas das pessoas que (cada vez mais) procuram ganhar dinheiro online.
Qualquer pessoa consegue
Para quem nunca correu, os 21 quilómetros e 97 metros da meia maratona podem parecer uma distância inatingível. No entanto, a realidade é que correr uma meia-maratona está ao alcance de qualquer pessoa, de qualquer idade, e sem necessidade de comprar equipamento especial. Basta investir num bom par de ténis, “treinar” (correr) 2 ou 3 vezes por semana ao longo de vários meses, de forma que aos poucos se vá aumentando a distância e resistência. Este tipo de treino não vai fazer de ti um maratonista (42 km), mas é suficiente para correr uma meia maratona e ter uma vida melhor e mais saudável.
Da mesma forma, atingir ganhos de 1000 a 2000 Euros online está ao alcance de qualquer pessoa, de qualquer idade, sem grandes conhecimentos ou necessidade de investimentos. Basta um computador e uma ligação à net, algo que todos certamente temos, para começar. Depois, é preciso dedicar algumas horas por dia, e alguns dias por semana a este trabalho, insistir durante alguns meses, e tentar sempre aprender e melhorar. Claro que esta abordagem não vai fazer de ti o próximo internet millionaire, mas será o suficiente para atingires os teus objectivos e obteres os ganhos que te permitam uma vida melhor.
O mais difícil é começar
Para quem pensa em correr uma meia maratona o mais difícil é mesmo começar. Aqueles primeiros dias, os primeiros treinos e os primeiros quilómetros são os mais difíceis. Aquelas primeiras adversidades, mau tempo, seja chuva ou calor excessivo, são uma barreira a ultrapassar. No entanto, e depois de incutirmos em nós a rotina e nos habituarmos, correr começa a ser algo que fazemos com naturalidade, parece até que o nosso corpo pede para correr se estivermos muitos dias sem o fazer.
Para aqueles que pretendem ganhar dinheiro online, começar é também o mais difícil. No principio tudo parece complicado. Registar o primeiro domínio, configurar os nameservers, instalar o WordPress e alguns plugins, são pequenas tarefas capazes de desencorajar qualquer principiante. Arranjar algumas horas para trabalhar também pode parecer complicado. Para uns são os amigos a convidar para jantar ou para ir beber um copo. Para outros são os filhos que querem atenção e companhia, ou até a mulher ou namorada. Torna-se portanto importante, em especial nos primeiros tempos, estabelecer uma rotina que permita por de parte algum tempo para trabalhar online.
Os primeiros meses são difíceis
Como já disse em cima, quando começamos a correr, as primeiras semanas e meses são difíceis. O corpo não está habituado ao esforço e “choque” com a estrada, e as dores nos músculos passam a fazer parte do nosso dia-a-dia. Quando comecei doía-me o corpo todo. Nas primeiras corridas até os joelhos me doíam, de tal forma que terminava a caminhar. Depois começaram a ser apenas dores no fim dos treinos e nos dias seguintes. Dores essas que nunca passavam , porque passados 2 ou 3 dias já estava a fazer outro treino. Claro que hoje posso correr 10 ou 20 km e no dia seguinte estou “tranquilo”, como costumamos dizer.
Trabalhar online não causa dores nos músculos, no máximo dor de cabeça enquanto batalhamos com coisas simples mas que das primeiras vezes parecem “chinês”. Mas é difícil por outras razões: vais estar a dedicar horas ao teu novo negócio e os resultados parece que não aparecem. Se fores mesmo principiante podes trabalhar um mês, o equivalente a 20 ou 30 horas, e no fim ter uns cêntimos na tua conta Adsense. O segundo mês será certamente melhor, mas (ainda) não o suficiente para compensar o teu trabalho…
Vais querer desistir
E é nesta altura que vais pensar em desistir. Se calhar até já tens a tua mulher, namorada, ou pais a chatear-te porque estás sempre agarrado ao computador e não ganhas nada. A realidade é que estás a construir as bases, a adquirir conhecimentos, e a aprender o que funciona e não funciona. Estás perto de começar a colher os frutos do teu trabalho e é importante resistir à tentação de resistir.
Quando comecei a correr, naquelas primeiras semanas e meses, foram raras as vezes que não me meti à estrada e que não desejei e pensei em desistir. Enquanto corria perguntava-me sempre: “no que é que me meti?” ou “como pude assumir este compromisso?”
Doíam-me as pernas, e os resultados visíveis eram poucos.
Então onde vamos buscar força ou motivação para não desistir?
Assume o objectivo (publicamente)
Todos nós vamos buscar forças em sítios e de formas diferentes. No meu caso da meia maratona, foi o fato de ter assumido publicamente, no Facebook, e perante amigos e familiares, que ia terminar a meia maratona de Lisboa. Eu sempre valorizei a minha palavra e credibilidade acima de quase tudo, e assumir este compromisso perante pessoas era a maior motivação que podia arranjar. Como se isso não chegasse, inscrevi também esse objetivo nas minhas metas para 2013.
Portanto, estabeleceres e escreveres um objetivo para os teus ganhos online, e prometeres aos teus familiares que vais conseguir, pode ser um excelente foco de inspiração.
Estabelece metas pequenas
Da mesma forma que quando comecei a correr não consegui fazer logo os 21 km, nem de perto nem de longe, quando se começa a ganhar dinheiro online não se ganha logo 1000 Euros no primeiro mês.
Eu comecei por tentar acabar 5 km, depois 6, 7, e por ai adiante. Estabeleci mesmo o objetivo de adicionar 1 km por mês ao máximo do mês anterior.
Da mesma forma, quem se inicia online tem que começar com uma meta acessível, por exemplo €100 num mês, e incrementar progressivamente esse valor todos os meses até atingir o objectivo. É importante ter uma meta pré-definida para cada mês, e depois trabalhar em função desse objetivo estar ou não a ser alcançado.
Manter é mais fácil
O aspecto mais positivo em relação a isto, quer seja correr uma meia maratona, ou ganhar dinheiro online, é que manter a “forma” ou o valor mensal, é mais fácil que atingir o patamar. Eu agora posso correr 10 ou 15 km e não me custa nada. Também posso estar uma semana sem correr que não é por isso que perco a “forma”.
Os mesmo princípios também se aplicam aos ganhos online. Aquelas tarefas que inicialmente pareciam complicadas são agora como que automáticas, e até podes estar um mês inteiro sem atualizar os teus sites que os ganhos serão sensivelmente os mesmos.
No entanto, e apesar da maior facilidade que há em manter a “forma” e os ganhos, não convém descurar as coisas, e a good news é que, nesta altura, tu também já não queres voltar a andar para trás
Concordas com as semelhanças que encontrei entre correr uma meia maratona e trabalhar online? Há outros pontos em comum entre estas duas actividades tão distintas? Achas que é mais fácil acabar uma meia maratona ou ganhar 1000€ por mês online?
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Quais são afinal as características necessárias para se atingir sucesso online?
Tal como o algoritmo dos motores de busca, que define a ordem dos sites numa qualquer pesquisa, são muitos os fatores que ajudam a separar aqueles que têm sucesso daqueles que nunca o atingem. Mas tal como nos motores de busca, há três ou quatro fatores que têm mais peso e ajudam a separar os que têm dos que não têm sucesso no mundo online.
Olhando ao meu trajeto, e daqueles que conheço que mais sucesso atingiram, sem estar sequer a olhar para os “fora de série”, porque nem todos temos esse objectivo, eis as características que considero serem as mais importantes, na respetiva ordem:
Muita vontade de trabalhar e capacidade de sacrifício
Ao contrário do que às vezes possa parecer, tanto na forma como os diferentes programas para ganhar dinheiro online são promovidos, como no estilo de vida que vemos das pessoas que já atingiram algum sucesso, é necessário muito esforço, muitas horas de trabalho, e capacidade de sacrifico para se atingir sucesso online.
As pessoas que atingem sucesso online trabalham 8, 10, 12 ou mesmo 16 horas por dia, e na maioria dos casos 7 dias por semana. A grande maioria tem um emprego “normal”, que lhes ocupa 8 horas por dia, e depois sacrifica aquilo que outros aproveitam como tempo para descansar, estar com amigos e beber uns copos, para trabalhar mais 2 ou 4 horas por dias nos seus sites. Há depois outros, que por força das circunstâncias ou por opção, investem a totalidade das tais 10 a 16 horas por dia a desenvolver os seus negócios online.
Aqueles que pensam que o sucesso online se obtém trabalhando nisto apenas quando não há nada melhor para fazer, ou seja, depois de se ver umas horas de televisão, estar com os amigos, andar na noite e nos copos, jantaradas, e outras atividades de igual importância, estão rotundamente enganados.
É provável que seja possível obter-se sucesso online sem todas estas horas e sacrifício pessoal, da mesma forma que é possível ganhar o Euromilhões, mas se é esse o teu plano, vale mais esperar sentado. Todas as pessoas que eu conheço que atingiram sucesso online, como o Rui Augusto, José Dentista, e o Jóni Oliveira, entre outros, fizeram-no à custa de muito trabalho e sacrifício.
Se ainda não atingiste o sucesso que pretendes, a primeira coisa que tens que perguntar a ti mesmo é se estás a trabalhar e a fazer os sacrifícios que descrevi.
Tentar, tentar, tentar
Há quem diga que para se ganhar dinheiro online “vale mais um bom site que 100 sites de m*rda”, e são capaz de ter razão. Mas a isto eu respondo que muitas vezes é preciso criar 100 sites de m*rda até se encontrar “aquele site”.
Normalmente as pessoas são aconselhadas a iniciar-se no mundo online com sites sobre assuntos que dominam, e é natural que assim seja. Começa-se normalmente com temas relacionados com a profissão ou com “hobbies”, como foi o caso do José Dentista e do Rui Augusto respetivamente. Começar assim faz com que seja mais fácil escrever e continuar, mesmo quando os resultados demoram em não aparecer.
Raramente o sucesso online acontece com o primeiro site, e é preciso ter capacidade e vontade de persistir. A grande maioria dos sites que criamos não dão em nada, mas temos que ir aprendendo com cada site, tirar ilações, e ver o que funcionou e não funcionou.
Muitas vezes acabamos por “tropeçar” naquele que será “aquele site” que nos vais impulsionar os rendimentos online. Penso que foi esse o caso do Jóni e o nicho das unhas, outras vezes vamos descobrir um nicho ou um modelo de negócio que se torna a nossa praia, aquele onde nos vamos sentir mais confortáveis e donde vamos retirar os maiores rendimentos. Pode até acontecer que aquele nicho onde vamos fazer sucesso não seja um no qual começamos como “especialistas”, mas com o tempo, leitura e pesquisa, acabamos por dominar o nicho.
No “mundo real”, não podemos hoje montar um restaurante, para passadas umas semanas estarmos a abrir um pronto-a-vestir, e logo a seguir um talho, sem que isso nos leve à ruína. No entanto, na internet isso acaba por ser possível, e podemos tentar um nicho hoje e amanha outro, tudo por um custo muito reduzido. O único verdadeiro investimento é o nosso tempo, que sendo um bem precioso, acaba por ser de “valor” reduzido nos primeiros tempos da nossa aventura online.
(Re)Investir no negócio
Uma das grandes vantagens dos negócios online são os reduzidos montantes necessários para se entrar em quase qualquer modelo de negócio. No entanto, pensar que não é necessário investir e reinvestir no negócio é irrealista, mas é infelizmente a ideia generalizada das pessoas que se iniciam online.
Eu costumo dizer que as pessoas investem mais facilmente 50 mil Euros num restaurante, ao qual é preciso depois somar os milhares de euros de despesa mensal que dai advêm, do que 30 Euros por mês num bom autoresponder para os sites.
Investir em domínios, alojamento de qualidade, e depois reinvestir os ganhos em design, produção de conteúdos, formação, ebooks, email marketing, publicidade, software e ferramentas de produtividade são indispensáveis para o sucesso online.
Desde que registei o meu primeiro domínio sempre investi para ter ao meu dispor as ferramentas necessárias. O primeiro foi um site builder para uma loja de comercio eletrónico que me custava 20 ou 30 Euros por mês, nos dias de hoje seria uma ferramenta arcaica, mas há 8 anos era algo necessário. Depois disso investi em dezenas de ebooks, e programas como o Micro Niche Finder e Aweber, ao qual se juntam temas WordPress como o Classipress ou Vantage, e no design dos meus sites (recordo que o anterior design e logo deste blogue custaram uns 800 Euros). Hoje em dia também invisto em outsourcing para manter as dezenas de sites que tenho actualizados.
Deixa a tua opinião
Concordas que estes três fatores são os mais importantes para o sucesso online? Que outros fatores ou características consideras importantes?
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É sem dúvida um dos programas para ganhar dinheiro mais falados do momento. Eu pessoalmente pouco sei sobre o Empower Network e a Lazy Millionaires League, mas concordo com uma das traves mestra deste negócio: “o dinheiro está na lista”. Lê este post pago do Artur que trabalha com a Lazy Millionaires League, vê os vídeos, e depois partilha a tua opinião. Já conheces ou trabalhas com este programa? Então deixa um comentário.
Ola leitor do Dinheiro Oportunidade, chamo-me Artur Ferreira, sou português, tenho 40 anos, sou casado, pai e chefe de família. Tenho alguns sites / blogues e nos últimos anos tenho vivido com os rendimentos que os meus blogues geram. É dessa forma que ganho dinheiro na internet, com blogs e a trabalhar em casa. Dedico todo o meu tempo a essa profissão e blogo diariamente para poder sustentar toda a minha família.
Como eu, existem muitas outras pessoas que ganham dinheiro na internet com os seus blogues !! O Custódio é um exemplo das pessoas a que me refiro.
Tal como o autor deste blog (o Custódio) e outras pessoas que irei falar mais à frente, eu dou a cara (a foto é real e actual), sou íntegro e luto por um objectivo: ganhar dinheiro na net com os meus blogues, trabalhando em casa. Costumo fornecer o meu nome, número de telefone e morada a todos os que me contactam e não só ganho dinheiro, como ainda ajudo outras pessoas a ganhar dinheiro na internet.
Caso pretendas entrar em contacto comigo,
podes fazê-lo através deste formulário …
Mas, será que dá para viver da internet?
Caso não acredites que se pode viver da net, podes ver uma entrevista que dei à jornalista Rita Montes, da Revista Visão (Edição 904, de 01/07 a 08/07 de 2013), onde foram mencionadas algumas das pessoas que vivem dos rendimentos que ganham na internet em Portugal e quanto é que elas ganham.
Artur Ferreira na revista VISÃO
Agora já acreditas ?? Óptimo. Vou-te mostrar como tu também podes viver da net !!
Não percas muito tempo a ler a entrevista, porque o que tenho hoje para te contar é muito mais importante do que qualquer artigo que saia na revista Visão.
Não sou só eu e a minha esposa que vivemos da, e para a internet.
Existem muitos outros, que tal como eu, começaram por criar um blogue e hoje em dia todos ganham dinheiro na net. Como todos os negócios, uns ganham mais, outros ganham menos, mas todos ganhamos.
Tu também podes ganhar dinheiro na internet!!
Vê como podes fazê-lo neste link.
De vendedor de Mobiliário a Blogger / Internet Marketer
À 6 anos atrás, larguei o meu emprego como vendedor de mobiliário, para me dedicar a 100% por cento aos blogs e a viver dos rendimentos que os meus blogs geram através da publicidade. Consegui, mais a minha esposa, montar um negócio de sucesso e viver apenas da internet.
Ganhamos 3 ou 4 vezes mais do que ganhávamos com o nosso antigo emprego, trabalhamos quando queremos, onde queremos e para quem queremos. Contudo, quer seja na esplanada de um café, de manhã, de tarde ou de noite, temos de trabalhar todos os dia … caso contrário, pouco ou nada ganhamos no fim do mês.
Apesar do sucesso que alcançámos passados todos estes anos, sinto-me um pouco cansado/frustrado e já te vou explicar porquê !!
Publicidade Enganosa / Produto baixa qualidade / Suporte Inexistente
Nós, blogueiros, vivemos da escrita e da publicidade. Nós somos um exercito de formigas que trabalha para grandes empresas, que gastam milhares em publicidade e facturam milhões por ano. Nós geramos trafego e encaminhamos o trafego para os sites dessas empresas.
Nós é que trabalhamos e eles é que o ganham !!!
Sentia-me frustrado porque deixei o meu emprego para deixar de ser escravo e cheguei à conclusão que apesar ter a liberdade de poder trabalhar onde e quando quero, tenho de continuar a trabalhar (escrever) para sempre , porque senão, não ganho ou ganho muito pouco.
Resumindo, continuo escravo … apenas mudei de patrão !!!
Para além disso, nós “pro-bloggers” (blogueiros de profissão), bombardeamos os nossos leitores com publicidade diariamente, tentamos vender produtos que poucos ou ninguém quer e temos a consciência que o serviço pós venda dessas empresas é fraco ou inexistente.
Como se não bastasse, ainda nos pagam comissões miseráveis.
Publicidade Aliciante / Produto com Qualidade / Melhor Suporte do Mundo
Dei por mim a pensar que bom que era se houvesse um produto que:
- Fosse desejado por todos
- Se vendesse por ele mesmo
- Ajudasse/fosse útil para quem o compra
- Tivesse uma equipa de suporte sempre disponível
- Pagasse boas comissões
Isso é que era … assim até dava gosto trabalhar !!!
O melhor produto do mundo
No inicio deste ano, reencontrei a minha grande amiga Paula Garcia, que me disse que já havia um produto com essas características … e melhor que isso, dava 100% comissão a quem o vendesse!!!
Mais ainda, que já ganhava $1.000/dia a vender esse produto.
Ainda não tinha recuperado do choque, quando a Paula já me estava a mostrar as provas de pagamento dos dias que tinha feito $1.000 … Confesso que fiquei sem palavras!!
Disse-me que tudo começou por ver uns vídeos.
Clica aqui para te enviar os mesmos vídeos grátis por email.
Depois de ver esses vídeos, a sua vida mudou … para melhor.
A Paula Garcia passou de 150€/mês para $1.000/dia !!!!
Se tivesse vindo de outra pessoa, eu ainda duvidava, mas como conheço a Paula Garcia à muitos anos, sabia que só podia ser verdade. Também eu pedi para ver os vídeos e não queria acreditar no que estava a ver …
Foi depois de ver esses vídeos, que a Paula Garcia passou de 150/mês para 1.000/dia.
O Segredo foi finalmente revelado
O segredo dos gurus da internet que ganham dezenas de milhar de dólares por mês foi finalmente revelado. Qualquer pessoa pode ganhar esses valores por dia !!
Basta querer ….
Se quiseres saber mais informações sobre este produto , clica aqui.
Como disse no inicio, sou uma pessoa séria, conheço o dono deste blogue à muitos anos e não ia estar para aqui com esquemas duvidosos para com os seus leitores. Para além disso, não tenho necessidade de andar a enganar ninguém, pois felizmente já ganho o suficiente para evitar meter-me em confusões.
Apenas queria te contar o que descobri , pois sei que posso vir a ajudar muita gente ao partilhar este tipo de informação.
Estou disponível para esclarecer o que for necessário. Podes entrar em contacto comigo em qualquer altura. Clica aqui para me contactar. Prometo responder a todos.
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Ao longo dos últimos meses, tenho, em alguns dos meus sites, trabalhado com algumas plataformas de monetização alternativas. Ou porque o conteúdo do site não é adequado ao Adsense, ou então simplesmente como forma de aumentar os ganhos, em especial tendo em conta que os resultados do Adsense têm quebrado ao longo dos últimos meses.
De todas as opções de monetização que tenho testado e usado, três destacam o suficiente para serem incluídas neste post com algumas alternativas ou complementos ao Adsense. Vou abordar cada uma das três opções na ordem de potencial de cada, sendo que os resultados variam muito de site para site, em função do nicho e do perfil do visitante.
3 complementos ou alternativas ao Adsense
Adcash
Inscrevi-me nesta plataforma à cerca de uma ano, mas apenas comecei a usar há aproximadamente 3 meses. A Adcash oferece vários formatos de anúncios, alguns mais tradicionais que outros. Tenho testado vários formatos, e o que tem funcionado melhor (sem comparação possível) é o pop-under. Como já foi dito, os resultados variam em função do nicho e do perfil do visitante, mas tenho sites onde consigo um eCPM (rendimento por 1000 impressões) de aproximadamente 2€ (um eCPM superior ao Adsense para o mesmo nicho). Nos sites onde funciona melhor, os ganhos com a Adcash chegam a incrementar em 25% a 30% os ganhos do Adsense.
O pop-under da Adcash é ao “segundo clique”, ou seja, não aparece assim que o visitante chega ao site, mas apenas depois de clicar em qualquer parte do site. Mandando um email à equipa da Adcash, que me parece estar sempre acessível, é também possível alterar o pop-up de forma a que este apareça apenas uma vez por dia (ou outra opção qualquer) ao visitante, opção especialmente útil em sites com muitas pageviews por visitante.
Se tens sites com muitas visitas, e visitantes maioritariamente masculinos, aconselho a experimentar a Adcash. Penso que neste momento há também um bónus de 10 Euros para novos publishers. O pagamento mínimo é de 100 Euros.
Infolinks
A Infolinks é uma plataforma com formatos de anúncios completamente diferentes. O formato mais utilizado da Infolinks são os anúncios “inText” que convertem palavras em links e que pagam numa combinação de visualização e cliques. É possível configurar o formato dos links, a cor, e o número de links que aparecem em cada página.
Os ganhos com a Infolinks também variam muito de site para site, mas os valores rondam os $0.30 a $0.40 por cada mil visualizações de página para sites que não sejam em inglês, e cerca de $1 de eCPM para sites em língua inglesa. Para sites que não sejam em inglês os anúncios podem ser pouco relevantes em relação ao conteúdo do site.
Tendo em conta que os anúncios não são intrusivos, pode ser rentável incluir a Infolinks em alguns sites.
Skimlinks
Por fim, a Skimlinks, uma plataforma em tudo parecida com a Viglink. São plataformas, que tal como a Infolinks, transformam palavras em links, mas em vez de pagamento ao clique, pagam por “acção” (se houver uma compra, inscrição, etc). Para além de transformarem palavras normais (por exemplo referências a produtos ou a sites de comércio electrónico) em links, transformam também links “normais” em links de afiliados.
Uma plataforma como a Skimlinks têm a vantagem de ser fácil de implementar, não haver necessidade de se trabalhar com muitos programas de afiliados, e ao mesmo tempo possibilitar que todo o conteúdo do site comece de imediato a gerar receitas.
No entanto, a razão especifica que me levou a incluir a Skimlinks no post de hoje, é a ferramenta que disponibiliza na opção Search Widgets, e que permite incluir uma caixa de pesquisa para o eBay (e para a Amazon, mas neste caso sem que seja tão vantajoso) que permite gerar receitas através de eventuais compras no eBay. Tendo em conta que hoje em dia é difícil ser-se aceite no programa de afiliados do eBay, esta caixa de pesquisa permite monetizar o tráfego para o eBay sem estarmos inscritos no eBay Partner Network. Tendo em conta que o eBay é um dos maiores sites do mundo, e os visitantes convertem bem, incluir a caixa de pesquisa para o eBay em alguns nichos pode, só por si, representar um aumento considerável nas receitas. Penso que uma caixa de pesquisa para o eBay é ainda mais interessante se tivermos em conta os péssimos resultados que normalmente se obtêm com os anúncios na pesquisa personalizada do Google.
Se acham que o vosso site pode beneficiar com uma caixa de pesquisa para o eBay, e não estão aceites no programa de afiliados do eBay, então recomendo que testem a Skimlinks.
Já conhecias estas três opções de monetização? Tens uma opinião sobre as mesmas? Que outras alternativas ou complementos ao Adsense recomendas?
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Tal como fiz no ano passado, quando fui jantar ao Yeatman, aproveitei o dia dos namorados para mais uma aventura gastronómica. Este ano, e como também fazia parte da minha lista de objectivos para 2013, fui jantar a restaurante de duas estrelas Michelin, o El Club Allard em Madrid. Para fazer desta experiência gastronómica uma aventura (ainda) mais memorável, optei por um passeio de três dias com dormidas em Toledo e Madrid.
Tenho que admitir que tinha expectativas muito elevadas para este jantar no El Club Allard. Embora já conte com meia dúzia de jantares em restaurantes com estrela Michelin, esta seria a minha primeira experiência de duas estrelas, a as reviews no Tripadvisor tinham picado a minha curiosidade ao máximo.
Um jantar no El Club Allard é muito mais que desfrutar de uma simples refeição, por muito boa que ela seja, é uma experiência que apela a todos os sentidos.
O objectivo de cada prato é, primeiro, provocar um sorriso, criar curiosidade, e finalmente o desfrutar dos sabores e texturas que o compõem. Ir ao El Club Allard e comer de olhos fechados, ou “no escuro” como em já se faz alguns restaurantes, seria perder mais de 50% da experiência.
Em relação ao menu, o restaurante oferece três opções de degustação: Encontro, Sedução e Revolução, onde a principal diferença parece ser o número de pratos. Para além disto, não temos mais nenhuma informação em relação ao que nos espera.
Nós optamos por o menu Sedução de 11 pratos por 98€ por pessoa, sem contar com o vinho. Um valor muito razoável para um restaurante deste nível. Para beber deixamos as escolhas para o sommelier, que nos presenteou com uma cava para as entradas, dois brancos, dois tintos e um late harvest para as sobremesas.
Para além da experiência maravilhosa que foi este jantar, recebemos ainda a visita do Chef Diego Guerrero na nossa mesa, e tivemos oportunidade de trocar algumas impressões com ele!
Como vão ver pelas imagens que se seguem, desde o momento que nos sentamos, até ao café ou chá, as surpresas não param.
“Bem-vindos à Revolução Silenciosa”
“Bem-vindos à Revolução Silenciosa” é a frase no cartão de visita que encontramos na mesa. É também a primeira surpresa da noite…. pois o cartão é comestível e deve ser “molhado” na espuma de amendoim.
A segunda surpresa da noite foi a trufa de caça com foie gras…. Não é bem visível na foto, mas ao levantarmos o recipiente onde vinha a comida, libertávamos um fumo com aroma distinto do “campo”, eucalipto e terra molhada em dia de chuva.
Outro prato que encanta é o “Mini BabyBell” que aparenta um daqueles queijinhos duros mas é uma mousse suave que se derrete na boca.
Algo completamente diferente e inesperado foi este papillote de vegetais e cogumelos que chega à mesa ainda no saco de plástico e que é depois aberto à nossa frente… o aroma e sabores todos ainda conservados. Foi de chorar por mais.
Não há foto que faça justiça ao “ovo com bacon no pão e creme de batata”, mas é um dos pratos mais galardoados do restaurante e não quis deixar de fora. Ao trincar liberta-se ovo semi-cru do seu interior.
Um prato que aparenta ser um caranguejo, mas onde o vermelho é efectivamente uma parte da banana. No meio da espuma encontramos salmão (da zona da “bochecha”). Também uma combinação muito interessante de texturas e sabores.
As sobremesas foram o ponto alto do jantar. Este chama-se “O Aquário” e combina sabores, texturas e um efeito visual que é uma autêntica obra de arte.
O Chef Diego Guerrero é também conhecido como o “homem do ovo”, e esta sobremesa é a razão. É o único prato que não nos é explicado. A textura da casca, claras e da gema são como se de um ovo cozido se tratasse. Uma combinação de sabores difícil de explicar, certamente também pela “confusão” que este prato causa no nosso cérebro.
Com isto tudo, e só de estar a escrever este post, já fiquei motivado e com vontade de trabalhar para me poder brindar com mais uma destas magnificas experiências, espero que tenha um efeito igualmente positivo e motivante para vocês
Também fizeste algo de mais especial para o dia dos namorados?
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Chegar à primeira página do Google para uma pesquisa é, na grande maioria das vezes, sinal de vitória e de objetivo atingido. No entanto, e uma vez na primeira, tens a concorrência de pelo menos mais dez resultados, e muitos vezes meia dúzia de anúncios Adwords.
É portanto importante chamar a atenção para o teu site na SERP (página de resultados da pesquisa) de forma a obteres o maior número de cliques possível.
A forma mais fácil de se conseguir isso será através da implementação daquilo que se designa por rich snippets.
O que são rich snippets?
Um rich snippet é, de forma resumida, informação adicional sobre uma página que o Google mostra directamente na pesquisa.
Os rich snippets podem assumir várias formas, mas as mais vulgares são a exibição do perfil de autor, as de reviews, e vídeo.

Como podem ver pela imagem, os resultados com rich snippets chamam muito mais a atenção dos internautas do que os resultados “tradicionais”, e todos os estudos indicam que obtêm mais cliques (visitas) mesmo comparando com concorrentes que se encontram à frente na pesquisa mas sem o destaque dos rich snippets. Para além do destaque adicional nas pesquisas, tudo indica que incluir rich snippets nas páginas ajuda na sua melhor indexação.
Como também podem ver pela imagem, o resultado que mais destaque recebe é aquele com o preview do vídeo, com estudos a indicarem que recebe mais 41% de cliques quando comparado com uma “listagem” de texto. Curiosamente o tipo de rich snippet de vídeo é também o que menos se vê utilizado.
Para ajudar a perceber a importância dos rich snippets de video, se estiverem atentos vão encontrar sites nas pesquisas no Google com rich snippets de vídeo mesmo sem que essa página contenha vídeo. Claro que isto já é uma prática que se pode considerar de black hat, mas só por si quer dizer alguma coisa.
Como optimizar os vídeos e exibir o rich snippet de vídeos nas pesquisas
Antes de entrar propriamente nos detalhes do plugin, e aproveitando o fato que é notória a vantagem em ter um rich snippet de vídeo nos motores de pesquisa, quero aproveitar para relembrar a importância de manter uma forte presença no Youtube para a maioria dos nichos.
O Youtube é o segundo maior motor de pesquisa do mundo e é uma excelente fonte de tráfego. E pode, como bónus adicional, servir para destacar o teu site dos demais nos resultados do Google. Torna-se portante ainda mais interessante incluir, e de preferência criar, vídeos para muitos dos posts que publicas.
Qual é então o plugin que comprei para optimizar os vídeos e criar o rich snippet?
Video SEO de Yoast
Tudo que eu descrevi até aqui, desde a optimização do vídeo, até a elaboração do rich snippet, foi feito com o Video SEO plugin do Yoast.
O Yoast é alguém com créditos firmados no mundo do SEO, e é conhecido por muitos de vocês como sendo o autor do melhor plugin de SEO. Alias, é necessário utilizar o WordPress SEO Plugin do Yoast (gratuito) para que o Video SEO plugin funcione.
Para além dos benefícios que já descrevi em relação à implementação dos rich snippets para vídeo, o Video SEO oferece ainda uma outra funcionalidade que eu achei extremamente importante:
É possível escolher a imagem que aparece no preview do video nos motores de busca (sim, eu sei que também já há pessoas que podem fazer isto directamente na conta do Youtube, mas essa opção não está disponível para todos, e só é possível se o vídeo for teu), bastando para tal incluir o URL onde se encontra a imagem.
Para além da opção de incluir uma imagem “personalizada”, não é necessário adicionar mais nenhum informação ao post, para além do título e descrição únicas, como aliás já se devia fazer com qualquer plugin de SEO.
Podem adicionar um vídeo ao post de forma tradicional (com código de incorporação), ou então incluir apenas o URL do vídeo no post, que o vídeo depois aparece no tamanho pré-definido. Se já usam algum plugin para incluir vídeos nos posts, o mais provável é o Vídeo SEO ser compatível com esse plugin.
Depois de guardarem pela primeira vez o rascunho do post com o vídeo aparece então a opção de configurar o vídeo no plugin do Yoast.
E o vosso trabalho está feito no que para isto é necessário.
Uma forma muito inteligente de usar o Video SEO Plugin do Yoast consiste em analisar as páginas importantes do site e gradualmente adicionar um vídeo ao conteúdo de forma a que essa página indexe melhor e se destaque ainda mais nas pesquisas.
Adicionar um vídeo ao conteúdo, e optimizar esse vídeo com o Video SEO Plugin, tem resultado em subidas nos motores de busca para o conteúdo e tem naturalmente ajudado a que esse conteúdo receba uma percentagem mais elevada dos cliques.
Enquanto pesquisei a compra do Video SEO plugin encontrei algumas dicas sobre a sua melhor utilização que quero também partilhar:
- Os resultados são melhores em posts mais curtos onde o vídeo é o “principal” conteúdo do post
- Incluir as palavras “video” no URL do post e no conteúdo também ajuda a página (post de vídeo) a indexar melhor
- Os resultados são melhores se o vídeo for incluído inicialmente nos posts do que se for adicionada à posteriori
- Incluir apenas um vídeo em cada post/página
- Adicionar o sitemap de vídeo directamente no Google Webamster Tools pode acelerar o aparecimento dos rich snippets de vídeo
- Como em qualquer tipo de rich snippet, o Google nem sempre o exibe para um determinado site ou pesquisa
Em relação ao custo do Video SEO plugin, este varia em função do número de sites onde pretendem instalar o plugin, e vai desde as $69 para a instalação num só site, até $249 para a instalação num número ilimitado de sites, havendo uma opção de $129 para a instalação até 5 sites.
Não é dos plugins mais baratos, e não será certamente um investimento que um “iniciante” deva fazer, mas para quem tem rendimentos em que este investimento represente um dia ou mesmo uma semana de ganhos parece ser um no brainer, e estamos apenas a reinvestir nos nossos negócios.
Qual a tua opinião?
Estas a incluir rich snippets nos teus sites? Já viste resultados nas pesquisas com o preview do vídeo (sem ser o YouTube)? Pensas em adicionar rich snippets de vídeo a alguns dos teus sites?
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Desde meados de 2012 passou a ser possível prejudicar o site de terceiros no motor de pesquisa do Google através daquilo que chamamos de negative SEO.
No post de hoje vou escrever um “passo a passo” de como fazer negative seo no site dos teus concorrentes e afundá-los na página de pesquisa do Google. No entanto, e antes de avançar com este (muito) simples tutorial, quero explicar o que é negative seo.
O que é negative SEO?
Na sua forma mais simples, fazer negative seo é quando alguém pratica determinado tipo de acção que vai (ou pode) prejudicar o site de terceiros nos motores de busca.
A maneira mais fácil de se praticar negative seo é criando links, que o Google vai interpretar como suspeitos, e como tentativa de manipulação de resultado nos motores de busca, para sites concorrentes. Os links que se criam devem ser em sites de baixa qualidade, e obedecer a algumas regras muito simples, de forma a poderem ser considerados tentativa de “manipulação” pelo Google.
Mas negative SEO funciona mesmo?
Claro! E como é que eu sei? Porque há mais de 6 meses alguém seguiu os passos que vou detalhar para fazer negative seo neste blog, situação do qual ainda hoje não consegui recuperar. E não é fácil recuperar, porque a partir do momento que consegues penalizar o teu concorrente por tentativa de manipulação dos resultados, já não basta identificar (e remover ou rejeitar) os links que foram criados de forma maliciosa. O Google já vai “exigir” que o site remova (quase) todos os links que possam parecer “suspeitos”, alguns desses links com anos, e que foram obtidos por mérito e como forma de reconhecimento pela qualidade do site.
A verdade é que, pela própria forma como a internet funciona, todos os sites já recebem links de “má qualidade”, ou com texto âncora que pode ser “mal interpretado”, e portanto o teu “trabalho” será de criar mais alguns links mal intencionados de forma a soar os alarmes junto do Google em relação à concorrência.
E se foi tão fácil fazer negative seo neste blog, com mais de mil páginas de conteúdo original, 20 mil comentários, milhares de posts partilhados no Facebook e Twitter, e com links de sites autoritários como o Sapo, Jornal de Negócios, Económico, entre outros, imagina os danos que não vais conseguir infligir em 98% dos sites que por ai andam?
Neste altura deves estar a pensar: “É pá, mas isso de fazer negative seo parece ser muito complicado, pela própria natureza dos danos que pode causar. Eu não vou conseguir”.
Estás errado, é muito simples, e eu vou já passar aos detalhes.
Como afundar os teus concorrentes no Google
Como já disse em cima, para fazeres negative SEO tens que criar links “não naturais” e de má qualidade para o site da concorrência. Portanto, a primeira coisa que vais fazer é visitar WordPress.com e Blogger e criar uns blogues grátis. Para começar podes criar 5 ou 10 blogues grátis em cada uma das plataformas. Lembra-te que estes blogues têm que parecer “spammy”, portanto usa muitas palavras chaves no URL dos blogs. Por exemplo, algo do tipo melhorblogparaperderpeso.wordpress .com
Para ficarem com algumas ideias sobre o tipo de URL a usar, fica este printscreen de alguns dos blogues criados especificamente para fazer negative seo ao DinheiroOportunidade:
Em seguida podem também registar 1 ou 2 domínios para criar mais uns sites spammy para linkar para o concorrente. Se quiserem poupar dinheiro registem .info que se encontram muitas vezes no Godaddy a $0.99 (de preferência “alogem” cada domínio em alojamentos diferentes, isto para que cada “mau link” tenha mais valor). Podem por exemplo registar um queroperderpesomasnaosei .info. (Dica bónus: Tens algum site que não uses ou que esteja “queimado” pelo Google? Usa-o para este tipo de situação.)
Chegamos à parte de criar o conteúdo. Normalmente isto seria o mais difícil, mas com esta “nova oportunidade” que o Google nos está a dar é a parte mais fácil!
Para conteúdo, vão ao site concorrente que querem penalizar, e copiam 2 ou 3 posts que vão publicar em todos os blogues que acabaram de criar.
Agora, e como acredito que quando fazemos um coisa devemos fazê-la bem feita. Em vez de fazerem um simples copy paste, podem alterar algumas palavras e usar alguns sinónimos antes de publicar o conteúdo nos blogues que estão a criar. Ou seja, fazem uma espécie de spinning ao artigo, mas muito mal feito (apenas o suficiente para o Google ver que o artigo é spinnado, pois já sabemos que o Google não gosta de conteúdo reciclado).
A pessoa que fez negative seo aqui no DO nem se deu a esse trabalho, mais eu teria o feito por uma questão de ser mais perfeccionista
Por fim falta falar dos links. Esta é a parte mais importante. Vão linkar dos spam blogues que criaram para o site que querem penalizar sempre com o mesmo texto âncora, e sempre com a palavra chave principal. Tipo, “dinheiro” ou “perder peso”. Isto para parecer que é o teu concorrente a tentar manipular o Google para essa pesquisa.
O trabalho que foi feito até aqui já deve dar para desencadear um “unnatural link warning” no Google ao teu concorrente, mas, como eu disse que tínhamos 20€ de orçamento, e ainda só gastamos uns 5€, temos orçamento para fazer mais estragos…
(Nota: a pessoa que fez negative seo aqui no blog, e com excelentes resultados, não precisou de fazer mais nada, daqui para a frente é mesmo informação bónus)
Vão ao Fiverr e procurem alguém quem venda links, de preferência muitos e baratos, isto para ter a certeza que a pessoa já está “marcada” pelo Google (embora no Fiverr já devem estar todos mais que “marcados”). Este “fulano” a vender 100 links em sites de PR 2 a PR8 por $5 (4 Euritos) parece-me excelente. Agora não se esqueçam (é muito importante) de pedir os links sempre com o mesmo texto âncora. Variar o texto âncora, é uma boa estratégia para obtermos resultados positivos, mas aqui queremos o inverso para o nosso concorrente. Para além do exemplo que dei, há muitas pessoas a vender links no Fiverr que são certamente de péssima qualidade, portanto gastem ai mais $5 à descrição.
Para chegarem aos orçamentados 20€, podem ainda dar um saltinho ao Microworkers e comprar algumas dezenas de links em assinaturas de foruns, tendo sempre em atenção que devem usar sempre o mesmo texto âncora.
(Nota: Os parágrafos que se seguem foram adicionados à posteriori e contêm mais um “pedacinho” de informação “valiosa”)
Para além das “dicas” que dei até agora, quero acrescentar outra, e que também foi uma das coisas que aconteceram com o DO. Não posso afirmar inequivocamente que faz parte da mesma “dose” de negative SEO, mas é uma pratica que trás sempre efeitos “negativos” (ainda me lembro quando o Pedro Dias trabalhava no Google e alguém comentava que ia fazer isto, ele respondia [naquele seu estilo que todos conhecemos] então já te vou apanhar).
A prática a que me refiro, e que também podes contratar no Fiverr ou Microworkers, é submeter o site do teu concorrente em directórios, completamente irrelevantes, e de baixa qualidade.
No meu caso por exemplo, encontrei o blog listado em diretórios de automóveis, agricultura e industria química, só para dar alguns exemplos, diretorios esses onde não encontrei os meus “concorrentes”.
De forma a ajudar, partilho o printscreen com os diretorios onde encontrei o blog. Parece-me ser uma “rede” do mesmo grupo, e não sei se basta adicionar o vosso concorrente a um dos diretórios para o site aparecer depois nos restantes, ou se têm mesmo de contratar alguém no Fiverr para fazer o serviço. Seja como for, o Fiverr está cheio de pessoas que por $5 submetem o site do teu concorrente a dezenas, ou mesmo de centenas de diretórios, como dizia o outro, “ai se eu te pego”.
(Nota: Fim do conteúdo adicionado à posteriori)
Então e a ferramenta de rejeitar links não vai deitar todo este “trabalho” por água abaixo?
Sim e não. Por um lado, têm que compreender que nem todas as pessoas têm os sites no Google Webmaster Tools para receber notificações. Aliás, imagino que a percentagem de pessoas que recebe notificações deve ser muito reduzida.
Depois, é preciso compreender que encontrar os links “não naturais” não é fácil, dá muito trabalho, e demora dezenas de horas. A própria ferramenta de rejeitar links demora meses a funcionar, e todo o processo do pedido de reconsideração é moroso, e muito dificilmente se consegue um resultado positivo na primeira tentativa. De qualquer maneira, se virem o concorrente a recuperar, repitam a dose. O Google não vai ser tão tolerante com esse “reincidente”…
E depois há também a situação que já falei em cima, em que, depois de se ser penalizado, já não basta eliminar estes links que foram criados. É preciso descobrir (quase) todos os links “não naturais”, recuando muitos meses e analisando milhares de links.
A própria definição de link “não natural” é muito relativa (podia escrever um post só a falar disso). Por exemplo, quando recebi a primeira notificação em Julho, descobri, reportei, e rejeitei uma dezena de links de natureza negative seo. Rejeitei também mais trinta e tal links (domínios inteiros) que achei não trazerem valor acrescentado, e no entanto, o Google diz que ainda tenho links “não naturais”. Ou seja, o seo negativo que originou a penalização inicial já lá vai há muito tempo, mas a penalização em si continua.
Também não te esqueças que enquanto o teu concorrente anda a stressar com isto tudo, não está a pensar no seu negócio, ou a criar conteúdo útil e interessante.
Bem feitas as contas, vão passar muitos, muitos meses até o teu concorrente voltar a recuperar as posições que tinha, se é que alguma vez.
Será que com este post quero que vocês sigam todos por este caminho?
Sinceramente não, até que eu dou bem mais importância ao karma que ao Google. Mas uma coisa também é verdade, se este é o caminho que a internet (e em particular o Google vai seguir), nos temos que nos adaptar. Eu trabalho na internet há 10 anos, desfrutando de um estilo de vida e rendimentos bons, precisamente porque sempre me soube adaptar às mudanças no mundo online, e esta poderá ser mais uma…
Já foste vitima de seo negativo? Tens receio de vir a ser? Pensas em utilizar esta arma nos teus concorrentes? Gostava de saber a tua opinião à cerca deste assunto.
(Nota: Dada à natureza sensível do post vou permitir comentários “anónimos”)
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Nunca fui grande fã de criar objectivos para mim mesmo. Ainda mais quando esses objectivos não são mais que “números” (número de leitores, número de sites, número de visitantes) que não se traduzem directamente num benefício, aumento de bem estar ou de satisfação pessoal.
No entanto, tenho dado conta que estabelecer determinado tipo de objectivos não é mau (não estou a descobrir a pólvora, é algo que os livros de gestão ensinam) pois servem como um “guia” e ajudam para nos mantermos focados nos objectivos.
Começo até a pensar que não ter objectivos é um pouco como sair de casa e não saber para onde queremos ir ou qual o caminho que queremos tomar. Pode até ser divertido num determinado dia sair de casa sem “destino”, mas fazer disso uma opção de vida não nos leva a lado nenhum (literalmente).
Agora, há “objectivos” e “objectivos”.
Eu gosto de traçar objectivos que no fundo são as “recompensas” por seguir um determinado “caminho”, sabendo que se eu trabalhar e fizer alguns “sacrifícios” vou atingir os meus objectivos/recompensas. (Nota: Há pessoas para quem este tipo de estratégia pode não funcionar, refiro-me aos “inconscientes” que querem a recompensa mas sem seguirem o caminho que os leva a esta).
Explicado isso, quero então partilhar alguns dos meus objectivos para 2013 e falar sobre alguns de forma mais detalhada. São 10 ao todo.
1. Fazer voluntariado e contribuir mais para causas sociais em que acredito – Penso que é importante darmos um pouco de volta à sociedade (até que ajuda a manter o karma). Como tal, em 2013 quero ver se contribuo um pouco mais para causas em que acredito. Emprestar dinheiro no Kiva para pessoas com ideias e vontade de trabalhar em países subdesenvolvidos é uma das causas que apoio. Quero também contribuir para causas relacionadas com animais e crianças, que são normalmente os que sofrem inocentemente. Em termos de associação de apoio aos animais, tenho alguns amigos e conhecidos na Associação Grumapa e está no topo da lista. Se houvesse em Portugal algo do género, gostava também de ser voluntário numa organização tipo Big Brothers Big Sisters, em que passamos algumas horas ou dias por mês com um jovem desfavorecido.
2. Correr e acabar uma meia-maratona – Este foi um objectivo que assumi publicamente em Agosto do ano passado. Na altura mal conseguia correr 5 kms sem ter que descansar a meio. Ao assumir o compromisso publicamente no Facebook, e perante amigos e familiares, sou “obrigado” a cumprir com esta meta. Para já vou participar na Meia Maratona de Lisboa no dia 24 de Março e, com os 19 kms que fiz ontem, estou on track para conseguir atingir esta meta. Se algum imprevisto me impedir de acabar esta meia maratona, vou certamente tentar outra vez. No entanto, mais que “correr e acabar uma meia-maratona”, este objectivo representa uma mudança para um estilo de vida mais saudável, isto porque, aquilo que é preciso fazer para se acabar uma meia maratona assim o “obriga”. Neste caso o meu “verdadeiro” objectivo é que esses hábitos mais saudáveis se mantenham no futuro.
3. Viajar e conhecer um novo país – Vocês já sabem que, entre outras coisas, gosto de viajar, e tenho feito 2 ou 3 viagens por ano. Espero em 2013 continuar, e se possível conhecer um país novo. Áustria, Republica Checa, Escócia, ou Rússia são algumas possibilidades.
4. Viajar a NYC, Washington DC e Las Vegas – Já passaram alguns anos desde a última vez que estive em Nova York, e ultimamente as minhas viagens têm-se centrado em conhecer cidades e países novos. Queria portanto ver se 2013 marcava o meu regresso à city that never sleeps. Neste meu regresso aos EUA, e como já conheço Nova York relativamente bem (do you ever?), queria aproveitar para dar um saltinho a Washington DC e passar também uns dias em Las Vegas. Juntando dois objectivos, seria interessante conseguir uma das minhas estrelas (ver próximo objectivo) num restaurante de Nova York
5. Jantar num restaurante com 2 estrelas Michelin e em dois com 1 estrela – Gosto de jantar fora (em qualidade e não em quantidade) e gosto particularmente de menus degustação e restaurantes com estrela Michelin. Depois de 4 estrelas em 2012, quero em 2013 jantar no primeiro restaurante com duas estrelas. Em principio será já no mês que vem, em Madrid, no El Club Allard.
6. Beber uma garrafa de vinho Barca Velha de 1995 – Em 2012 bebi muitos e bons vinhos, até cometi uma loucura e bebi uma Cristal com amigos probloggers, no entanto, nunca bebi um vinho tão bom como deverá ser este Barca Velha de 1995. Como já tenho a garrafa na garrafeira e se trata de um sunk cost, estou só mesmo à espera do dia certo para realizar este objectivo.
7. Ser mais produtivo e eficiente – Quem é que não tem este objectivo? Todos certamente. O meu maior desafio aqui é responder a emails e atender às necessidades dos clientes de consultadoria. Vamos lá ver se consigo melhorar nestes dois aspectos, em especial porque piorar seria difícil :-s
8. Aumentar em 100% os ganhos Adsense e em 20% o total dos ganhos online – Quase que estive para não incluir este objectivo, porque é daqueles objectivos de “números” que não gosto de fazer. De qualquer maneira, se realizar alguns dos outros que estão na lista é porque este também foi atingido.
9. Publicar alguns livros na Amazon Kindle – Este objectivo não tem nada a ver com querer ser um autor nem em ficar “famoso”. Está sim relacionado com um modelo de negócio onde quero entrar porque penso que tem muito potencial. Estou a falar de publicar curtos ebooks na Amazon Kindle em nichos muito específicos. O modelo de negócio consiste em ter vários (muitos) livros publicados em nichos específicos e com poupa procura (e oferta). Pensem “tipo blogues de nicho” mas neste caso “ebooks de nicho”. Sendo que cada um deste ebooks rende $50, $100 ou até mesmo $200 por mês. É bem provável que para testar a plataforma da Kindle e para poder depois escrever alguns posts sobre o assunto, eu até escreva o primeiro livro (já está em andamento), mas os restante ebooks serão publicados por ghostwriters e autores diferentes. Se este objectivo avançar certamente dará alguns posts no blog, até que eu sempre gostei de partilhar o que ando a fazer (embora hoje em dia com mais “cuidado”).
10. Poupar (ainda) mais – Porque poupar é bom, e porque muitas vezes penso que gasto dinheiro a mais…
Como faço para aumentar a possibilidade de concretizar os objectivos?
Traçar objectivos é fácil, mas o mais importante é fazermos um esforço genuíno para os concretizar. Cada um tem os seus truques, mas deixo algumas sugestões:
- Partilhem as metas nas redes sociais e com amigos e familiares – O simples facto que estão a divulgar os objectivos publicamente aumenta a “pressão” de os realizar. Isto se não quiserem ser vistos como “tangas” pelos amigos e família.
- Escrevam os objectivos – Façam uma lista escrita com os objectivos. O simples facto que escrevem uma coisa torna-a mais real.
- Ponham a lista num local onde a vai ser vista (TODOS os dias) – Escrever os objectivos é importante, mas ter esse “papel” onde possa ser visto todos os dias é ainda mais importante, e serve como lembrança (diária) do que querem fazer ou atingir. No meu caso, como todos os dias venho ao computador, uso wallpapers para me lembrar e manter focado nos objectivos.
Queres partilhar alguns dos teus objectivos para 2013? Tens algum truque que te ajude a manter focado nestes objectivos?
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Inspirado em algo que vi na Mari Smith, o ano passado marcou a primeira vez que escolhi uma palavra central para me orientar durante o ano.
A ideia deste exercício é escolher uma palavra, e transformar essa palavra no guia central para o ano que agora esta a começar. Isto quer dizer que a palavra que escolhemos será um dos pilares da nossa estratégia para os próximos 12 meses, e que sempre que tomamos uma decisão importante devemos reflectir sobre a nossa palavra central.
2012 foi o meu primeiro ano a fazer isto, e portanto tinha alguma curiosidade em perceber que tipo de impacto poderia ter na minha vida e opções ao longo do ano. Olhando para trás, a verdade é que os resultados acabaram por exceder todas as minhas expectativas.
O palavras que tinha escolhido como tema central para 2012 foi CONSOLIDAR. Ou seja, evitar criar novos negócios, abandonar aqueles com pouco potencial ou pelos quais tinha perdido interesse, e apostar (optimizar) os melhores.
O fato que fiz do tema centra um wallpaper para o meu computador, e que todos os dias era lembrado disso, terá ajudado bastante. Olhando para trás, muitas das decisões que tomei, ou melhor muitas das coisas que não fiz (e ainda bem) foi a pensar no tema central. Sempre que a minha atenção se desviava para um novo projeto eu lembrava-me do “Consolidar” e a grande maioria das vezes isso foi suficiente para não me “esticar” mais noutras direcções.
Relacionado ou não, e eu penso que sim, a verdade é que 2012 foi um excelente ano, de crescimento, e no entanto o número total de sites com que terminei o ano, e o número de novos projetos que lancei diminui consideravelmente.
Opções de tema central para 2013
Animado com os resultados deste exercício no seu primeiro ano, levei muito a sério a escolha do meu tema central para 2013.
Delegar, continuar ou comprar foram algumas das hipóteses que ponderei como tema central para 2013.
Delegar porque, outsourcing, e pagar a terceiros para fazerem muitas coisas que antes eram feitas por mim, ganhou maior relevo na minha estratégia em 2012, tendência que se deve manter em 2013. Continuar porque o caminho que segui em 2012 teve resultados tão bons que me podia limitar a continuar a estratégia que segui.
Apesar dos fortes argumentos para as duas opções que acabei de enumerar, a minha escolha recaiu na última opção:
COMPRAR - O meu tema central para 2013
Comprar pode significar muita coisas, comprar carros, casas, ou até acções. No entanto, o contexto da escolha da palavra COMPRAR para meu tema central para 2013 é comprar websites.
Ao longo de 2012 já fiz algumas compras de websites, e até escrevi aqui um post com alguns dos benefícios e aspectos a ter em consideração quando pensamos em comprar um site, mas em 2013 quero fazer desta actividade a minha estratégia central para crescer online. Para tal estabeleci como objetivo para 2013 comprar de 5 a 12 sites, com um orçamento total para investir de 10 a 25 mil Euros.
Isto não quer dizer que vá andar para ai “feito doido” e comprar sites sem qualquer critério, antes pelo contrário, a ideia passa por ser bastante selectivo e comprar apenas sites com rendimentos, e com retorno na ordem dos 50% a 100% ao ano, e onde veja potencial para melhorias e crescimento.
Porquê COMPRAR e não desenvolver novos sites?
Tendo em conta que trabalho exclusivamente online há quase 10 anos, e que nesse período quase sempre vivi de projetos que fui eu a começar, porquê optar por comprar em vez de desenvolver novos sites?
Comprar sites já com rendimentos tem algumas vantagens em relação a “começar do zero”.
Primeiro porque reduzo o grau de incerteza. Ou seja, nem todos os sites que começo chegam a render valores significativos. Aliás, eu diria mesmo que 80% a 90% dos sites que começo nunca atingem rendimentos “significativos”. Ao comprar sites com provas dadas, elimino o risco, não tanto “financeiro”, mas de tempo investido em sites que nunca chegam a ser interessantes.
Para além do tempo que se investe em sites que dão em nada, desde a pesquisa do nicho, escolha da temática, delegação ou criação de conteúdo, todo este tempo tem que ser tido em conta, mesmo nos sites que acabam por funcionar bem. Ao comprar um site já estabelecido, estamos a “poupar” todo este tempo. Embora para pessoas que ainda estão na fase inicial da sua aventura online o valor em termos financeiros deste tempo possa ser reduzido, no meu caso as horas que invisto para começar um projeto podem ter um valor “real” mais elevado que comprar o site todo pronto e com rendimentos mensais.
Outra das vantagens de comprar sites em vez de os estar a começar do zero é que apanhamos o comboio já em andamento. Por exemplo, mesmo quando começo um site que acaba por ser bem sucedido, este pode demorar alguns meses a chegar a um rendimento mensal interessante. Ao comprar sites já com rendimentos ou em fases mais avançadas de desenvolvimento não tenho que esperar os 2, 3 ou 6 meses que pode demorar um site começado do zero a chegar aos mesmos valores.
Ao comprar um site temos também a possibilidade de entrar em mercados onde em condições normais seria mais difícil começar do zero. Por exemplo, sites em línguas estrangeiras ou sites em nichos sobre os quais nada percebemos, ou com modelos de monetização que nos são mais estranhos.
Depois de cada compra, consolidar
Comprar um site é fácil, fazer uma boa compra é que é mais difícil. Depois de encontrar um potencial candidato de compra, temos que revelar algum auto-domínio e estabelecer o preço máximo que estamos dispostos a pagar. Não vamos comprar um site só por comprar, queremos fazer um bom investimento! Isto faz com que encontrar e comprar um site possa demorar algumas semanas ou mesmo meses. Durante 2012 licitei em muitos sites, no entanto apenas comprei uma percentagem muito reduzida do total.
Depois de cada compra há um processo de consolidação. Durante este período preciso de confirmar os argumentos que me levaram a comprar o site e implementar as melhorias e alterações que visionei. Muitas vezes são necessárias semanas de testes. Só depois deste período é que devemos arrancar para outra compra. Mais uma vez estamos a falar de um processo que pode demorar algumas semanas ou meses.
Como me manter focado no tema escolhido
Ao contrário do tema central de 2012, onde era “conveniente” uma lembrança diária para me manter focado no objetivo, o tema central para 2013 exige outro tipo de abordagem. Mesmo assim decidi mandar fazer o wallpaper com a palavra central, wallpaper esse que vou ver todos os dias quando ligo os computadores.
Esta é a minha maneira preferida de me manter motivado e centrado nas metas e objetivos, mas cada um tem os seus “truques”. No entanto, se ainda procuras algo que te ajude a manter focado nos objetivos, eu pessoalmente recomendo wallpapers no pc, ou para aqueles que usam o Google, personalizar a imagem de fundo na homepage do motor de busca.
Qual o teu tema central para 2013?
Eu já tinha lançado o desafio no Facebook há alguns dias, e hoje volto a perguntar: De que palavra pensas fazer o teu tema central para 2013?
Se ainda não pensaste no assunto, tira algumas horas ou mesmo um dia para encontrar o teu tema central e volta cá para comentar. Gostaria também de saber se no ano passado escolheste um tema central e se sentiste que isso te ajudou ao longo do ano.
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O Classipress, que permite criar sites de classificados com WordPress, é um dos programas que maior aceitação teve entre os leitores do DO. E no geral, eu diria que a grande maioria dos leitores que investiu no tema conseguiu criar classificados de nicho bastante rentáveis.
Hoje quero falar um pouco sobre outro tema WordPress, o Vantage, um tema que permite criar diretórios de nicho, e que é desenvolvido pelas mesmas pessoas que nos trazem o Classipress.
Um diretório como modelo de negócio
É possível criar directórios de quase tudo, desde negócios locais a negócios regionais, ou directórios dedicados apenas a um determinado nicho ou localidade. É até possível criar directórios que comparam determinados produtos ou serviços, como por exemplo programas de afiliados.
A ideia que temos de um diretório também mudou e evoluiu de forma positiva. Há alguns anos atrás, quando se falava em diretórios online, pensava-se muito em sites que “vendiam links”, sites que listavam blogs, ou então em diretórios de artigos.
Os directórios de hoje servem essencialmente para publicitar negócios, conseguir vistas ou “leads” qualificadas (clientes, pessoas interessadas num produto ou serviço) para negócios online, ou muito tipicamente, para negócios que normalmente nada teriam a ver com a internet. São este tipo de diretórios, com uma ligação a “negócios tradicionais”, que têm menos concorrência e apresentam maior potencial de lucro no mercado PT/BR.
Como modelo de negócio, os directórios também são interessante porque oferecem várias opções de monetização. A forma mais fácil é adicionar Adsense (que em determinados nichos paga bem), mas também é possível vender “destaques”, de forma que alguns negócios apareçam primeiro que outros (como o Google faz com os anúncios na pesquisa). Também é possível cobrar para que os negócios sejam incluídos no diretório, ou então para que seja incluída informação adicional sobre o negócio (como por exemplo formas de contacto, morada ou um URL de afiliados).

Em relação a esta última opção de monetização, o Vantage oferece uma funcionalidade que permite que ao “proprietário” de um negócio tomar “controle” da página do seu negócio no diretório. Se optarmos por cobrar por este serviço, e depois de escolher um dos pacotes e pagar o valor, o proprietário pode adicionar informação sobre o seu negócio, bem como responder aos comentários que são deixados por clientes. É claro que não é fácil cobrar por este tipo de situação nos primeiros tempos do directório, mas assim que este começar a receber visitas, e com alguma criatividade (podem, por exemplo, mandar um email ao proprietário com o link para a sua página), podem aumentar substancialmente as receitas do site.
Vantage – Tema WordPress para criar diretórios
Em relação ao Vantage em si, é instalado como um tema WordPress normal, e depois de alguma opções de configuração específicas, podemos começar a adicionar conteúdo ao diretório.

Adicionar entradas no diretório é muito semelhante a escrever um post, havendo apenas campos adicionais, como por exemplo, para incluir a morada, número de telefone, URL do site, e links para o Twitter e Facebook, entre outras opções.
Outra opção do Vantage, e que torna o tema muito completo, é a possibilidade de criar campos personalizados para recolher informação especifica ao nicho do diretório, ou mesmo em função da “categoria” do negócio que vai ser adicionado. Por exemplo, se estão a desenvolver um “directório local”, a informação que precisam para adicionar um restaurante pode ser diferente da que precisam para adicionar um veterinário.

Para além do diretório, e como já acontece com o Classipress, é possível adicionar um blog ao site com informações complementares e que pode ser usado para ajudar a melhorar a indexação do diretório nos motores de busca.
Exemplos de diretórios com Vantage
Para finalizar, ficam aqui algumas ideias de diferentes tipo de diretórios com Vantage nos mais diversos nichos: construtores e fornecedores de material de construção amigos do ambiente, um directório de serviços Holandês, um directório de empresas de transportes e logística, um directório de quartos para alugar na Malásia, um directório de freelanceres, e um directório italiano, isto só para dar alguns exemplos.
Como podem ver pelos exemplos, o número de nichos disponível é quase inesgotável e as opções de rentabilização são deveras interessantes.
Comprar e testar o Vantage
Em relação ao preço, podem comprar o Vantage por apenas $99 (aproximadamente 75 Euros), preço que permite a instalação num número ilimitado de sites. Podem ainda testar o Vantage, bem como todos os outros temas da AppThemes, neste site demo criado para o efeito.
Tens algum diretório? Já alguma vez pensaste em criar um site deste tipo? O que pensas deste modelo de negócio?
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No principio do ano escrevi um post sobre a VigLink, esta empresa, onde o Google detém uma participação como venture capitalist, oferece uma forma diferente de rentabilizar todo o conteúdo do nosso site ao transformar certas palavras e referências a produtos em links de afiliados.
Integrar a VigLink num blog (Blogger, Tumblr, WordPress, ou outra plataforma), num forum, ou em qualquer outro tipo de site é muito fácil, a rapidamente adicionamos uma fonte de receitas adicional.
Claro que a VigLink funciona melhor em certo tipo de sites, como conteúdo que faça referência a produtos, mas no geral é um bom complemento para quase qualquer tipo de site.
De qualquer maneira, a razão do post de hoje não é para reforçar aquilo que já aqui tinha dito no passado sobre a VigLink, mas sim para dar a conhecer uma das suas ferramentas mais recentes, o Link Wrapper.
O que é o Link Wrapper?
O Link Wrapper é uma ferramenta muito simples que permite transformar qualquer link num link de afiliados, desde que a empresa faça parte de rede da VigLink. Como a VigLink trabalha com os programas de afiliados de mais de 30 mil empresas, desde “gigantes” como o eBay, Amazon e AirFrance (inclusive o site PT), até empresas desconhecidas nos mais variados nichos, é muito provável que encontres o programa de afiliados que procuras. No entanto, e antes de avançares para afiliar um link com o Link Wrapper, deves pesquisar o Merchant Explorer da VigLink para confirmar que o programa de afiliados consta da VigLink, bem como os respectivos detalhes de remuneração.
Exemplos de como usar o Link Wrapper
Acabaste de comprar a última versão do Trivial Pursuit na Toysrus.pt e queres partilhar com os amigos do Facebook e do Twitter, até para os convidar para aparecerem lá em casa para jogar. Claro que se poderes ganhar uns trocos se um dos teus amigos também comprar, esse jogo ou outra coisa qualquer no site da ToysRUs, melhor ainda.
Para que isso possa acontecer, e depois de confirmares que a ToysRUs é um dos 30 mil anunciantes da VigLink, vais ao Link Wrapper, colas o link da página da ToysRUs que vende o jogo e partilhas o novo link no Facebook (ou onde quiseres). Em dois passos, e 15 segundos do teu tempo, ficas habilitado a ganhar 5% (comissão de venda no programa de afiliados da empresa) sobre qualquer compra que os teus amigos façam no site da ToysRUs (enquanto o cookie permanecer no computador e de acordo com as condições individuais do programa de afiliados).

Claro que podes partilhar o link em qualquer lado, inclusive incluir o link num post, como eu fiz agora, mesmo que tenhas optado por não trabalhar com a VigLink no teu site.
Este tipo de “promoção” até funciona bem, de tal forma que eu fiz quase 100€ a partilhar os presentes de Natal que fui comprando, mesmo sem muitos amigos nas redes sociais.
O Link Wrapper pode também ser usado para ajudar um amigo a escolher um produto, ou sempre que alguém te pede uma opinião ou recomendas alguma coisa.
Um bom exemplo disto aconteceu ontem numa conversa no Facebook sobre formas de organizarmos as tarefas diárias. O Rui Costa recomendou o Evernote e o respectivo Notebook Moleskine. Claro que o Rui não se ia inscrever no programa de afiliados da Moleskine, e esperar para ser aprovado, para partilhar um simples link naquela conversa, até que provavelmente nunca atingiria o pagamento mínimo para receber as comissões.
No entanto, bastava confirmar se o programa de afiliados da Moleskine faz parte da VigLink, e depois colar o URL do caderno que recomendou no Link Wrapper, para poder ganhar uma comissão de 18% se um de nós comprasse o caderno.

Quer seja para partilhar links nas redes sociais, ou para adicionar um link de afiliados a um post, mesmo para programas de afiliados onde não foste aprovado, como por exemplo o eBay, o Link Wrapper da VigLink pode ser uma boa ferramenta para aumentar os teus ganhos online. Sem pagamentos mínimos, com pagamentos mensais pontuais, e com apenas o teu endereço de email para te inscreveres, não há razão para não estares a usar a VigLink.
Como compensação pelo serviço, a Viglink fica com 25% dos ganhos que gerares, mas em muitos casos, por atingir níveis de remuneração mais elevados, podes até ganhar mais dinheiro do que se tivesses participado no programa individualmente (como acontece na Amazon). Isto para não falar do fato que não tens que estar preocupado em atingir pagamentos mínimos dos respectivos programas de afiliados, algo que muitas vezes não acontece, e onde acabas por nunca receber o dinheiro.
Já estas a usar a VigLink? Achas o Link Wrapper interessante para ti?
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Agora que já corrigi quase todos os links quebrados em todos os meus blogues, quero partilhar outra dica para melhorares o teu blog. Mais uma vez quero incidir sobre todo o conteúdo que nesta altura o teu blog deve ter, e que no meu caso são mais de 1000 posts que publiquei ao longo dos últimos 5 anos e tal. Ao analisar este conteúdo houve duas perguntas que fiz a mim mesmo e que quero tentar responder no post de hoje.
A primeira pergunta é se devo fechar os comentários no posts a partir de uma certa altura, ou será que os devo manter abertos e continuar a alimentar a discussão? A segunda pergunta que surge prende-se com a validade da informação contida em alguns posts. Será que não é simplesmente melhor retirar certos posts com informação completamente desactualizada?
Devo manter os comentários abertos nos posts antigos do blog?
Para responder a esta pergunta podemos analisar a questão de duas perspectivas distintas. A primeira é se em termos de conteúdo e dos motores de busca, estes comentários (“conteúdo fresco”) são benéficos.
Se os comentários do post ajudam em termos de SEO, a resposta não é consensual, e provavelmente o peso dos comentários no algoritmo do Google tem variado ao longo dos últimos anos. Um exemplo claro do valor do conteúdo nos comentários em termos de SEO é o post que escrevi em 2008 sobre os afiliados Allopass. Na altura, o blog recebia visitas para palavras relacionados com “Allopass”, e no entanto a única referência a isso era uma frase num comentário (claro que nos dias seguintes outros bloggers decidiram escrever sobre a allopass, mas isso é outra história). Isto só por isso na altura atestava ao valor dos comentários como parte integrante do conteúdo de um site.
Mas como disse, penso que entre 2008 e hoje o valor dos comentários poderá ter oscilado no algoritmo, no entanto, declarações recentes de um funcionário do Google numa discussão no forum de webmasters revelam que os comentários são importante sobre vários aspectos:
That said, if you have users who love your site and engage with it regularly, allowing them to share comments on your articles is also a great way to bring additional information onto the page. Sometimes a short article can trigger a longer discussion — and sometimes users are looking for discussions like that in search.
Para além do conteúdo adicional e “conteúdo fresco” que adicionam à pagina, os comentários ajudam também a aumentar o tempo e a interacção no site e a reduzir o bounce rate, tudo métricas que são certamente bem vistas pelos motores de busca.
Deixando de parte a questão do que é bom para os motores de busca, interessa também perguntar o que é bom para os visitantes. Aqui penso que a resposta é ainda mais clara e que é importante para um visitante que chega a um post poder fazer perguntas e pedir esclarecimentos adicionais, ou até mesmo contribuir com informação valiosa para o post. Se dá um pouco mais trabalho responder e por vezes moderar mais alguns comentários? Claro que dá, nas desde que estejamos a contribuir para fomentar o crescimento do nosso projecto é tempo bem investido.
O que fazer com posts completamente desactualizados?
A outra questão que quero analisar é o que fazer com posts completamente desactualizados. Não estou a falar de coisas que podiam ter mudado um pouco, por exemplo, questões de SEO que estão em constante alteração, mas refiro-me a posts que falam de coisas que simplesmente já não existem.
Imagino que a “gravidade” deste problema varie bastante de nicho para nicho, mas no segmento do make money online a quantidade de posts que com o tempo perdem todo o seu valor é impressionante e torna-se um problema cuja resolução deve ser ponderada.
São inúmeros os posts que escrevi sobre programas como a Widgetbucks, AuctionAds, ShoppingAds e Adtoll, só para dar alguns exemplos, programas que na altura tinham muito potencial e muitos funcionaram bem durante algum tempo, mas que hoje simplesmente não existem.
Qual o interesse, qual o valor em manter estes posts no blog?
Para poder dizer que tenho mais XX posts no blog ou XXX comentários? Ou para receber mais alguns visitantes dos motores de busca todos os meses? De facto estes posts servem para “engrossar” as estatísticas do blog, mas para além disso, e não é para trabalhar para as estatísticas que aqui estamos, que valor traz este tipo de posts ao blog?
Eu recebo muitos emails de leitores que encontram o blog e que depois dizem que o leram de uma ponta à outra. Eu pergunto, as horas que estas pessoas investiram a ler esta informação sem nenhum valor acrescentado contribuiu para quê? Nada, apenas uma perda de tempo e uma maior confusão. Claro que o problema não se resume a quem lê o blog de uma ponta à outra, estes posts vão também aparecendo como conteúdo relacionado e acabam por ser lidos por muito mais pessoas.
Pensando apenas e só nos leitores, presentes e futuros, penso que muito se ganha em retirar conteúdo que esteja completamente desactualizado, e é isso que tenho feito aqui no blog e em alguns outros sites, e penso que isso vai acabar por se reflectir de forma positiva noutras “métricas”.
Para terminar, e ainda em relação a esta questão, quero apenas acrescentar que não basta “apagar” estes posts. De forma a mantermos a integridade e preservamos links e PageRank que esses posts possam ter acumulado, devemos fazer um redirect 301, ou para a homepage ou para a categoria do blog que for mais relevante.
Gostava então de saber a vossa opinião em relação aos comentários, se os mantêm abertos ou se estão fechados, e porque escolhem essa opção. Gostava também de saber se o vosso nicho tem o problema do conteúdo que se torna completamente desactualizado e como lidam com esta situação.
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Quando comecei a escrever, este post era para incluir 3 ou 4 dicas e sugestões para implementarmos nos nossos blogues com o objectivo de melhorar a “experiência para o utilizador”, indexação e rentabilidade. No entanto, à medida que fui escrevendo, constatei que o post estava a ultrapassar as mil e tal palavras, o que faz com que certas pessoas se desinteressem logo pela informação. Assim sendo, acabei por o dividir este post em vários, cada um como a sua dica, que vou publicar ao longo dos próximos dias. Pode até acontecer que entretanto me surjam mais algumas ideias de outras possível melhorias, dicas e sugestões.
Assim, a dica do post de hoje para melhorar o blog é encontrar e corrigir links quebrados.
O que são links quebrados?
Source: jasjotbains.com via Jasjot on Pinterest
Com o passar dos meses, anos, e posts (no meu caso já lá vão mais de 5 anos e mil posts) é natural começarmos a acumular links quebrados. Um link quebrado, que pode ser interno ou externo, é um link que dá para uma página ou site que já não existe. Para além do “tradicional” link quebrado, existem também links de imagens quebrados, o que se traduz num post sem a respectiva imagem.
Como é fácil compreender, para um visitante ou leitor, os links quebrados contribuem para uma má experiência, causam frustração, e dão uma imagem pouco profissional.
Se forem em quantidade excessiva, os links quebrados podem também ser um factor de indexação negativo, e um site com muitos links quebrados pode estar a ser penalizado nos motores de busca. Os links quebrados são até especificamente mencionados nas directrizes do Google como fator a ter em conta.

No caso deste blog, e em outros dos meus sites, nunca me tinha dado ao trabalho de fazer uma verificação de links quebrados, e como o passar dos anos, foram-se acumulando muitos links deste tipo.
Para ajudar a descobrir e corrigir links quebrados, no caso de blogues WordPress, existe o plugin Broken Link Checker.
A instalação do plugin é a habitual, e temos depois algumas opções de configuração, como por exemplo, que tipo de links procurar (imagem, Youtube, etc.), bem como onde procurar esses links (posts, páginas, comentários), sendo aconselhável que não pesquisem links quebrados nos comentários.
Depois de deixar executar o plugin, processo que pode demorar algum tempo, comecei a fazer as devidas correcções.
Dependendo do tipo de erro, a correcção do link quebrado é mais ou menos fácil. Muitas vezes a melhor opção é remover o link (opção Unlink), outras vezes é preciso fazer pequenas alterações ao post. Normalmente pelo texto âncora do link (informação fornecida pelo Broken Link Checker) fico logo a saber qual o tipo de correcção necessária.
Por exemplo, se o texto âncora do link diz “aqui neste post” então tenho que alterar ligeiramente o post para remover essa frase. Se por outro lado o link é do tipo “nome do site” basta fazer Unlink. Em algumas situações, o problema do link é que foi apenas mal escrito ou copiado, e o URL pode ser corrigido diretamente através do admin do plugin. Aliás, toda a informação necessária, desde o URL do post, tipo de link quebrado, texto âncora, URL do link, entre outra informação, está disponível no admin do plugin.
Depois de descobrirmos e corrigirmos todos os link quebrados, e para não ficar mais um plugin a “pesar” no blog, penso que o ideal será desactivar o plugin, e apenas voltar a activar quando for preciso fazer nova “limpeza” ao blog.
Um “pequeno bónus” de usar este plugin foi descobrir a quantidade de pessoas que em tempos linkaram para mim, e que depois de receberem um link meu a fazer referência ao respectivo post/artigo, retiraram o texto… mas isso é outra história…
No caso deste blogue, e como nunca tinha feito este trabalho durante todos estes anos, encontrei muitos links quebrados, e cuja correcção vai ser o meu “trabalho de casa” para os próximos dias
Já algumas vez analisaste o teu blog para links quebrados? Depois de instalares o plugin encontraste muitos links quebrados? É algo que vais corrigir?
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Os leitores habituais já conhecem, e muitos já experimentaram e completaram mesmo o Método. Mas para os leitores mais recentes, fica este post pago ao Método Dinheiro, uma forma diferente de ganhar algum dinheiro online.
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Depois de o Bing o ter feito à alguns meses, o Google anunciou há duas semanas uma ferramenta que nos permite informar o motor de busca dos links que apontam para o nosso site e que gostavamos que fossem desconsiderados.
A chamada disavow links tool é para ser usada exclusivamente quando recebemos uma notificação no Google Webmaster Tools de links “não naturais” para o nosso site. Partindo do principio que já tentamos fazer com que os links fossem removidos, ou então se não estamos para perder mais tempo com isso, porque muito provavelmente quem linkou para nós com más intenções não vai agora remover esses links, podemos usar a disavow links tool para informar o Google que preferimos que esses links sejam ignorados.
Quando usar a disavow links tool
É possível que tenhas recebido uma notificação de links “não naturais” no Google Webmaster Tools, e que o teu site esteja ou venha a ser penalizado nos motores de busca, porque foste um pouco agressivo com o link building, e é esta a mensagem que o Google está a passar cá para fora ao lançar esta ferramenta. No entanto, é também possível, e cada vez mais provável, que tenhas recebido a notificação de unnatural links do Google porque foste vitima de negative SEO.
Foi este último caso que se passou aqui no blog, quando em Julho recebi uma notificação de links não naturais. Depois de duas tentativas falhadas de tentar explicar ao Google que nunca me tinha envolvido em esquemas de trocas ou compras de links, e que estava a ser vitima de negative SEO, vi-me forçado a usar a disavow links tool.
Vejo por ai dizer aos que gostam de “dar graxa” aos funcionários do Google, para não nos preocuparmos com esta “cena” de rejeitar os links e pensarmos antes em produzir conteúdo de qualidade, isso é tudo muito bonito, e eu até alinhava, se o Google não me enviasse estas notificações, e se não tivesse perdido ranking para algumas palavras chaves nos motores de busca, situação na qual muitos webmasters se encontram.
No resto deste post vou então explicar o processo que segui e como usei o disavow links tool, sendo que obviamente há outras maneiras de se fazer alguns dos passos, sendo que eu o fiz desta forma porque não requer grandes conhecimentos técnicos e usamos apenas ferramentas com as quais já estamos familiarizados.
Como usar a ferramenta de “desconsiderar” links do Google
Antes de começarem todo o processo de “desconsiderar” links, estejam preparados para perder algumas horas com o processo, dependendo do número de links que apontam para o site, e em especial se não têm grande ideia sobre quais os links que o Google considera “não naturais”. Para este blog precisei de quase 5 horas para analisar cerca de 2000 links que o Google Webmaster Tools diz apontam para o blog. Lista está que abrange apenas os links mais recentes.
A primeira coisa que têm que fazer é o download dos links que apontam para o site. Podem encontrar essa lista no Google Webmaster Tools na secção Traffic >> Links to Your Site >> Who links the most e fazer o download da lista dos links mais recentes.
Eu recomendo que abram o documento no Google Docs de forma que facilmente possam ir abrindo os links. O objectivo é tentar encontrar os links que possam parecer “não naturais”, que muitas vezes se identificam por serem em sites spammy e de baixa qualidade. Penso que será especialmente importante tomar atenção aos links criados algumas semanas antes de terem recebido a notificação no Google Webmaster Tools.
A definição de link “não natural” é relativa, e eu recomendo que sejam rigorosos naquilo que consideram “maus links” para não incluírem na lista de links a desconsiderar links que até vos podem estar a ajudar.
À medida que forem encontrando links que pareçam spammy, eu recomendo que copiem o URL para outro ficheiro e que anotem a razão porque vos parece que o link é mau. Embora seja possível desconsiderar links em páginas individuas de um site, eu penso que o ideal é pedir ao Google para desconsiderar o domínio na sua totalidade e não listar o URL das páginas individuais onde encontram o link. Não vejo grande hipótese de um link ser considerado “mau” numa pagina de um site e “bom” noutra página do mesmo site… Para além do qual há sempre a (mais que provável) hipótese de não conseguirem encontrar todos os links num determinado domínio.
Uma vez elaborada a lista dos maus sites que linkam para nós e que queremos que o Google desconsidere, vamos preparar um ficheiro em formato .txt com a lista dos domínios (ou URLs individuais) com o seguinte formato:
domain:sitedespam1.com
domain:sitedespam2.com
http://www.sitedespam3.com/post1.html
Assim que tivermos a lista completa dos links a desconsiderar, vamos então à disavow links tool e escolhemos o nosso site ao qual se refere o pedido.

Na janela seguinte confirmamos que queremos mesmo seguir em frente no processo.
Em seguida fazemos o upload do ficheiro em formato .txt com a lista de links para desconsiderar e carregamos em Done. Em relação a submeter a lista de links a desconsiderar estamos conversados, e agora só nos resta esperar que o Google faça o seu trabalho.
Calma que ainda não acabamos
Submeter esta lista com os links para o Google é apenas o primeiro passo, lembrem-se que temos (devemos) responder à notificação de links não naturais no Google Webmaster Tools.
Eu recomendo que na resposta ao pedido de reconsideração façam uma descrição detalhada a explicar que submeteram uma lista de links no disavow tool, e que incluam a respectiva lista dos links, bem como uma breve descrição da razão porque pensam que o link (ou conjunto de links) é mau (mão natural). É especialmente importante responderem à notificação no GWT com esta informação porque a disavow tool pode demorar muitas semanas até que os links sejam efectivamente desconsiderados pelo Google, e uma resposta a um pedido de reconsideração demora por norma apenas alguns dias.
Em relação a este blog, a lista consiste em 43 sites cujos links eu quero que o Google ignore, agrupados em 3 ou 4 grupos distintos, sendo que um dos grupos inclui os links de alguns sites de spam que foram criados especificamente para efeitos de negative SEO.
Por fim, e como estiveram com este trabalho todo para descobrir os maus links, aproveitem o tempo despendido para submeter também os link no Bing Webmaster Tools.
Já conhecias esta ferramenta de desconsiderar links? Já a usaste ou estás a pensar em usar? Tens recebido notificações de links “não naturais” no Google Webmaster Tools?
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Sempre que regresso de uma das minhas escapadelas, que servem como recompensa, e ao mesmo tempo motivação para trabalhar, gosto de partilhar aqui um pouco do meu passeio. Embora numa escala muito pequena comparado com o que se faz “lá fora”, estes passeios servem para mostrar um pouco do que pode ser o dot com lifestyle de quem trabalha online e organiza os seus negócios para maximizar rendimentos, permitir tempo livre, e total liberdade de horários.
Devido à referência no Jornal de Negócios, e à “aparente” violação aos TOS do Adsense, o post desta minha última aventura vem alguns dias fora de prazo, mas mesmo assim não queria deixar de partilhar um pouco do que foi a viagem a Veneza e do saltinho a Munique para dois dias de Oktoberfest.
Veneza – Pitoresca e muitas igrejas
Apesar de ter recebido algumas opiniões contraditórias antes da viagem, Veneza é de fato uma das cidades mais bonitas e pitorescas do mundo. A cada canto, cada virar de esquina, parece que encontramos algo que merece ser fotografado.
Veneza é um labirinto de ruas estreitas que merecem ser caminhadas durante horas e sem destino, apenas para desfrutar da beleza que pode estar no virar da próxima esquina. Cada ponte é diferente, e cada vista sobre os canais também.
Para além dos canais, Veneza é também uma cidade de igrejas. Se não me enganei, contei 72 igrejas num dos mapas da cidade, isto apenas no pequeno centro histórico! São mesmo muitas igrejas para uma área de poucos quilómetros quadrados. A visita à grande maioria das igrejas é gratuita, e os diferentes estilos fazem cada visita valer a pena.

A ponte de Rialto é a mais conhecida de Veneza

A Praça de São Marcos é o centro de Veneza

Veneza é uma cidade muito pitoresca….

Em Veneza tudo se faz nos canais….
Veneza – uma cidade cara
Veneza é também uma cidade muito cara. Das mais caras onde já estive. Desde o alojamento (não é fácil ficar no centro histórico por menos de 200 euros por noite), até à comida, já para não falar nos “rituais turístico”. Tomar um café na Praça São Marcos custou-me 25 Euros com a respectiva taxa de música, e uma hora de gôndola foram 100 Euros.

O passeio de gôndola é um “must” numa visita à cidade

O Café Florian é um dos cafés mais históricos da cidade….

O preço por dois cafés também é histórico….
Veneza – uma cidade para quem gosta de caminhar (muito)
Sem carros, bus turístico ou bicicletas, Veneza é uma cidade para quem gosta de caminhar muito! Para além de se ter que caminhar muito, sempre munido de um mapa, Veneza é também uma cidade onde há poucos locais para uma pessoa se sentar e descansar. Praticamente que não há bancos públicos, e é “proibido” sentarmos-nos em locais públicos, pontes e monumentos. Ao contrário por exemplo do que acontece por toda a Espanha, onde as pessoas se sentam em qualquer lado, mesmo no chão, no meio de uma praça.
Veneza uma cidade “para 3 dias”
Para além de se caminhar pelas ruas da cidade velha, de se visitar igrejas, o Guggenheim, a Praça de São Marcos e o Palácio Ducale, não há muito mais que fazer em Veneza, é uma cidade para um passeio de 3 dias. Findo qual tempo se começa a tornar monótona, repetitiva, e mesmo cansativo.
Destino: Munique (Oktoberfest)
Esgotados os 3 dias em Veneza, e estando ali tão perto, não podia deixar de dar um salto até Munique, principalmente para ir ao Oktoberfest, uma “recompensa” que estava na minha lista.
Ao contrário de Veneza, Munique é uma cidade “barata”, com muitas alternativas de fast food, e mesmo os hotéis, são relativamente baratos, com excepção do período de Oktoberfest, em que uma estadia de uma noite, que custaria 80€ a 100€, nesta altura do ano ronda 250€ a 300€.
Apesar da razão principal da minha visita a Munique ser o Oktoberfest, ainda deu para dar uma volta pela cidade, e visitei também o campo de concentração de Dachau, um dos mais importantes campos de concentração localizados em território Alemão.

À entrada do campo de concentração em Dachau
Em relação ao Oktoberfest, é um evento reconhecido mundialmente, e justifica só por si uma viagem a Munique. Viver aquele ambiente de festa nos grandes pavilhões é algo de único. A forma como o festival cresceu e no entanto manteve toda a tradição, com as pessoas, novos e velhos, a vestirem os trajes típicos, é certamente algo a “estudar”, em especial comparado com o que acontece com algumas feiras e festivais Portugueses, que com o tempo, se transformam em verdadeiros “bazares de artigo chineses”.

A cerveja de litro é um dos símbolos do Oktoberfest

E este é o traje típico do festival…. ![]()

Os cavalos que transportavam a cerveja e os grandes pavilhões são outro dos símbolos deste centenário festival
O único “senão” do Oktoberfest são mesmo os preços “caros” da cerveja e comida nos grandes pavilhões, onde uma refeição para dois custa cerca de 40€, e as cervejas, nos famosos copos de litro, custam 10€ cada. Claro que os preços se tornam mais caros pelo reduzido poder de compra de um Português.
A minha quarta estrela Michelin
Como já devem imaginar ,esta viagem não seria completa sem um jantar num restaurante com estrela Michelin. Desta vez o restaurante escolhido foi o Tramin, em Munique.
Para quem está habituado a restaurantes com estrela Michelin, o Tramin é algo de muito diferente. É um restaurante pequeno, com um ambiente muito relaxed, ao contrário dos ambientes formais e algumas vezes “pesado” que normalmente se encontra em restaurantes com estrela Michelin.
Os empregado no Tramin são também divertidos, brincalhões mesmo, e um deles até tinha tatuagens pelo braço todo.
No Tramin também não há um menu de degustação normal. Nos apenas informamos o chef de alguma coisas que não gostamos, e depois escolhemos o número de pratos que queremos. Nós escolhemos o menu de 7 pratos, que ao todo foram 11, e a respectivo acompanhamento de vinhos.
Como seria de espera, a qualidade da comida, dos ingredientes, a apresentação, e os vinhos, estavam ao nível do que se espera num restaurante com estrela Michelin. Sempre quase tudo perfeito. O único reparo que tenho a fazer, e que fez com que este jantar não atingisse, para mim, o nível do jantar no Onyx em Budapeste, deveu-se ao fato que, dos 5 pratos principais, apenas 4 fossem de peixe, com os correspondentes vinhos brancos. Mesmo tendo em conta que eram brancos Riesling ”de topo”, nunca, para mim, conseguem atingir o nível de um grande tinto, e eu também sempre fui um “homem de carne”

Um brinde com champagne antes do jantar ![]()

Um dos amuse bouche antes dos pratos principais…

Um dos muitos pratos de peixe….

Ao todo foram 11 pratos….

E eu prometo que não vou meter uma foto de todos… ![]()

Apesar do excelente aspecto e sabor… era apenas a pré-sobremesa

Esta sobremesa estava de topo!!!

E tudo isto por apenas….
Um jantar de topo, num restaurante que justifica em pleno a sua estrela, com um atendimento deveras diferente daquilo a que estou habituado neste tipo de restaurante, e que justificou perfeitamente os 300 Euros que custou este jantar para dois (também aqui, e ao contrário de outros jantares, não foi automaticamente somada a gratificação de 15%).
Partilha o post e ganha 100€
Agora que já partilhei um pouco esta minha escapadela, e como o Adsense não aceitou o meu pedido de reconsideração, e assim sendo ninguém ganhou o concurso, fiquei aqui com 100€ a mais no bolso
Assim, vou fazer um concurso de “última hora”.
Partilha este post no Facebook, Twitter ou partilha uma das fotos do post no Pinterest e podes ganhar 100€!! Podes também fazer “like” ao post na página de fãs do Facebook.
Para te habilitares a ganhar estes 100€ partilhar o post numa das redes que falei e depois COMENTA neste post (ou na página de fãs) a indicar em que rede partilhaste (inclui o teu “nome de utilizador” ou se possível inclui o link da partilha).
Volto a chamar a atenção que é NECESSÁRIO comentar neste post ou na página de fãs pois é dos comentários que vou sortear o vencedor!
Quando comentarem digam também se já visitaram Veneza ou foram ao Oktoberfest. O que acharam?
PS 1. O concurso acaba na Sexta às 23:59
PS 2. Não são aceites partilhas no Google Plus, rede “infestada” com funcionários do Google, e que são persona non grata aqui no blog >:)
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